Parte 1 Lágrimas e Sais no Calabouço de Pedra
Após a longa noite de sexo, Elena, Clara e Sete dormiram ali juntos novamente, exaustos e entrelaçados no quarto dos Pets, e iniciaram o dia da forma habitual. Este novo normal parecia se solidificar com Elena assumindo o comando, vestindo suas roupas de couro justas e pretas que marcavam sua autoridade, recebendo um tratamento diferenciado. Durante os exercícios matinais nos jardins da propriedade, ela se sobressaía sobre Sete e os outros humanos que também moravam ao redor, movendo-se com uma eficiência e agressividade que deixavam claro quem comandava a hierarquia entre os submissos. Quando estavam a sós, Elena sempre era servida por seus dois submissos leais, Sete e Clara, que antecipavam seus desejos antes mesmo que ela pronunciasse uma palavra, e as semanas se seguiram desta forma.
Em um certo dia, o sol brilhava com uma intensidade peculiar, uma luz típica daquele planeta onde tudo parecia ter um gosto especial, mais vibrante e intenso. Toda a família e os três pets estavam reunidos na piscina. A área era um paraíso de luxo, repleta de frutas frescas, bebidas refrescantes e comida fina. A piscina possuía uma pequena cachoeira artificial e uma área de hidromassagem com água cristalina, e ao fundo, adornado em azulejos, estava o símbolo da família. Isadora, vestida com um biquíni que realçava suas curvas, chamou Elena para a piscina. O comando foi sutil, mas inequívoco. Automaticamente, como se fosse uma ordem militar que seu corpo obedecesse sem questionar, Elena retirou toda sua roupa de couro, deixando seu corpo nu e exposto ao ar quente, e entrou naquela água morna e deliciosa. Ela sentiu o olhar de todos pousarem sobre ela, mas principalmente o de seus submissos, Clara e Sete, que observavam com admiração e desejo misturados com a devoção habitual.
O dia se passou naquele clima de descontração e luxúria, com algumas brincadeiras mais quentes na água, inclusive com o irmão de Isadora, aquele jovem gêmeo imponente. Elena agora já sabia o nome dele, embora raramente o usasse em voz alta. Ao fim da tarde, o grupo se dispersou e ficaram na piscina somente Elena e seu jovem dono. Ele pouco dirigia a palavra para ela, mantendo uma postura observadora e silenciosa, porém, desta vez, resolveu conversar. Ele informou que Isadora estaria com o noivo hoje e que, nos últimos dias, ela havia falado muito sobre Elena. Disse que ela era diferente dos outros, mas que era, acima de tudo, uma excelente companhia de estimação. Elena não gostou das últimas palavras; o termo "estimação" roubava dela a dignidade de sua antiga vida e a complexidade de sua nova posição, mas ela não retrucou, mantendo os olhos baixos na água.
Ele chamou Elena para ficar mais próximo, e ela o obedeceu, nadando até a borda onde ele estava. Como a irmã, ele era atencioso, passando a mão em seus cabelos molhados, mas o toque dele possuía um peso diferente. Como estava começando a ficar um pouco frio com o cair da tarde, entraram para a casa. Ele foi para o quarto, talvez para tomar um banho, e Elena fez o mesmo. No caminho, ela encontrou Sete. Em uma conversa rápida, o submisso disse, com um tom de preocupação velada, que o jovem não era como a irmã. Elena, em tom de deboche e confiança, respondeu que ela sabia se cuidar e que, no fim das contas, ele era apenas mais um submisso que ela precisava dominar ou tolerar. Ela seguiu para o seu quarto, que agora era reservado, mesmo sendo muito mais simples que os de seus donos.
Ao voltar para a sala principal, ficou próxima ao jovem, que já estava lá, vestindo roupas leves. Ele pediu para que ficassem mais próximos no sofá, e foi afagando Elena até que ela terminou deitada em seu colo, exatamente como fazia com seus gatos, porém agora ela na posição de gata. Ela estava com suas roupas de couro novamente, então nada parecia fora do normal a princípio. Porém, ao deitar e ajustar o peso, ela sentiu o enorme pênis do jovem, duro e volumoso por baixo do tecido fino de sua calça. Ela tentou calcular o tamanho; parecia impossível, teria cerca de trinta centímetros? Como seria aquele pênis dentro dela? Ficaram por lá um tempo, o jovem sempre muito carinhoso, acariciando seu cabelo e costas, e por vezes Elena acreditou que ele não a tratava como uma simples Pet, contrariando o comentário desdenhoso feito pela manhã.
Em certo momento, veio a pergunta: "Elena, gostaria de conhecer um lugar especial?" Como ela não estava em posição de negar nada, e curiosa por natureza, ela foi com ele. Contudo, ao descerem os corredores escuros e frios da ala leste da casa, ela percebeu que já conhecia aquele caminho e aquele quarto. O reconhecimento veio como um choque frio. Ao entrar, ela percebeu que estava no lugar que chamou de calabouço, onde havia estado dias atrás. Assim que ela entrou, a enorme porta de metal foi fechada com um estrondo pesado, e a face do jovem mudou instantaneamente. A carícia deu lugar a um sorriso sádico e predatório.
Ele disse que ela poderia ser a mestra dos outros humanos lá fora, mas ali, dentro daquele espaço, ela não era pet, não era da família, somente sua serva. Ela o olhou, alto, com cabelos curtos e negros, pele vermelhada e olhos também negros, fixados nela com aquele sorriso cruel. Ela tentou escapar, dar meia-volta, mas não tinha nenhuma possibilidade. Muito rápido, ele fez alguns gestos com as mãos. Um homem entrou, negro, com cerca de 1,90m, vestindo apenas uma sunga de couro, e uma mulher morena, com seios lindos à mostra e uma calcinha de couro.
O jovem carmesim perguntou a Elena se ela gostaria de algo diferente, um outro tipo de prazer. Ela olhou para aquele sorriso, os chamava assim devido a pele extremamente bronzeada, em conjunto com a altura descomunal, todos tinham pelo menos 2,80 m de altura, o nome do Jovem era Lucius, com o qual ela pouco falava até o momento, e mal sabia corretamente seu nome.
Depois tentou falar com os dois empregados já os conhecia, inclusive os considerava próximos, mas as feições estavam diferentes agora, e não obteve resposta.
Sentindo uma mistura de medo e uma excitação úmida crescer em seu ventre, consentiu; ela queria conhecer tudo naquele mundo.
A mulher escrava aproximou-se e retirou toda a roupa de couro de Elena com movimentos precisos.
Ordenou que Elena se deitasse em cama de mármore, gelada ao encostar em suas costas nuas.
A mulher passou um produto em seus bicos dos seios, parecia um anestésico. Rapidamente colocou dois piercings, um material que parecia prata, porém com um brilho intenso.
Elena não gritou, estava firme afinal era líder de uma grade exército.
O homem negro a agarrou pelos braços e a colocou em um artefato em formato de X, preso por algemas de couro nos pulsos e tornozelos. Os servos se afastaram e ficaram imóveis de cabeça baixa, e ela estava ali, nua, aberta e totalmente à mercê daquele homem que tinha o dobro do tamanho dela e era muito mais forte. Inicialmente, ele começou a brincar com seu corpo, dizendo palavras obscenas, dando alguns puxões nos cabelos e tapas leves nas coxas e seios, porém, de fato, não a machucavam de verdade, ao menos não fisicamente; era uma demonstração de poder.
Ele pediu para o homem e a mulher humana a soltarem. Então, ele retirou sua própria roupa. Agora, Elena podia ver seu peito cabeludo, braços e pernas também peludos e um abdômen definido. Mas o foco de seu olhar era o pênis enorme, talvez mais de trinta centímetros, com uma grossura que ela não conseguiu determinar, totalmente depilado, com suas bolas enormes e vermelhas em destaque. Ela ficou molhada e excitada mesmo naquela situação vulnerável, e ele riu ao ver sua reação. Mandou-a abaixar. Elena pensou por alguns segundos, mas o homem negro a empurrou, e logo ela estava de frente para aquele pênis hipnotizante. Ela tentou ao menos abocanhá-lo, mas a cabeça era grande demais. A escrava ao lado não falava nada, porém, já nua, estava se tocando, os olhos vidrados na cena.
Após sentir que seu pênis estava todo lubrificado com a saliva de Elena, Lucius a pegou com facilidade e a sentou em seu colo. Ele apertou delicadamente seus seios, ela pequena e frágil contra a massa muscular dele. Ela se sentou sobre o pênis dele, e um grito ecoou no salão quando a penetração aconteceu. Por longos minutos, ela cavalgou aquele imenso homem, a excitação do começo se tornando cada vez maior. Ao olhar para o lado, ela viu que os dois escravos já nus estavam se tocando, e o cheiro de sexo subia no ar úmido. O jovem, por trás, tocava seu ânus levemente com o dedo enquanto ela subia e descia, e ela gozou naquele pênis agora monstruoso, seus fluidos descendo de sua vagina até às pernas do jovem, que ria. Elena não tinha mais forças, as pernas bambas e o corpo suado.
Elena se deitou em seu peito cabeludo, ofegante, e ele a abraçou, gozando dentro dela com uma intensidade brutal. O urro dele foi alto, com certeza deve ter sido ouvido fora da casa. Ele se levantou, deixando Elena frágil no chão. Ela sentiu uma água gelada em suas costas; o homem negro estava com uma mangueira para limpá-la. Ela foi levantada pela mulher e presa novamente no aparelho em "X", tomando um banho com aquela mangueira de água gelada que a fez estremecer. Enquanto isso, a escrava limpa o pênis e pernas de Lucius com a língua, parecendo gostar da tarefa. O jovem apenas ri. Elena olha para ele e nota que seu pênis está ereto novamente, e ainda parecia maior.
Com um sinal, ela é colocada de quatro novamente, e o escravo agora está massageando seu ânus com um gel. Elena está intrigada; não é possível. Ela sente o gel quente e muito gostoso, mas ela sabe o que está por vir. Ela pensa que irá morrer naquele calabouço, empalada por aquele homem. Ele rindo, retira o escravo de perto, passa a língua em seu ânus, e Elena geme alto, arqueando as costas. E Lucius — na mente de Elena, ela ainda tentava lembrar o nome dele — enterra seu pênis no ânus dela. O primeiro grito é de dor, e ela chega a desmaiar por um instante. Em seguida, acorda com uma sensação indescritível.
Ele estava lá, socando aquele pênis gigante em seu traseiro. Elena sentia um enorme prazer misturado com a dor residual. Com sua vagina molhada, Lucius apertava suas nádegas, deixando-a cada vez mais úmida, e o vai-e-vem do seu pênis com o gel que lubrificou seu ânus era muito excitante. Elena começa a gemer novamente e a ter espasmos no corpo. Por seu medo e tamanho, o jovem de quase três metros pode passar a mão em todo seu corpo — seios, costas e vagina —, delicadamente tocando seu clitóris. Elena chega ao ápice, gritando de prazer, seus fluidos descendo por suas pernas, talvez com um pouco de urina devido à grande quantidade de estimulação. O chão fica molhado, o cheiro de sexo impregnado no ar.
Ele retira o pênis, e Elena, caída no chão, apenas olha e percebe que ele ainda está ereto, grande, com a cabeça vermelha e brilhante. Lucius agora coloca seu pênis na boca dela; entra somente uma parte, pois ela está sem forças. Ele o manipula rapidamente e goza. Seu líquido espesso e branco é impossível de ser engolido e vai direto em seu rosto, peito e cabelos. Agora sim, ele parece estar em descanso. Ela no chão, gozada, mijada e satisfeita. Ele olha para ela, ri, faz um sinal para os escravos e sai. Ela o vê indo embora, nu, e tem mais um pequeno desmaio, porém antes seu nome vem em sua mente, e ela finalmente o chama com sua voz já fraca — Lucius.
Ela acorda em uma banheira ainda no calabouço. Os dois escravos, o homem e a mulher, estão com esponjas e sais minerais, dando-lhe um gostoso banho quente agora, tocando de forma delicada suas partes íntimas que estavam sensíveis.
Eles saem e a deixam descansar um pouco na água quente e perfumada. Elena, agora pensativa, olha para o teto de pedra do calabouço. Deveria agir para um plano de fuga, ou permanecer nesta vida de luxúria e prazer extremo? A dúvida persistia, mas seu corpo, ainda vibrando das lembranças, parecia ter já feito a escolha.
Parte 2 Gatinha na Banheira de Mármore
E os dias e semanas se passaram, com Elena sendo servida por seus submissos, cada vez mais amiga de Isadora, e servindo Lucius nesta relação louca que se tornava cada vez mais frequente.
Até que em um dia quando a luz do sol da manhã invadiu o quarto, tocando o rosto de Elena e forçando-a a abrir os olhos, ela se espreguiçou na cama, surpresa com a sensação de vigor que percorria seu corpo.
Após mais uma noite brutal no calabouço com Lucius, ela esperava acordar com dores ou marcas profundas, mas ao invés sentia-se recuperada, apenas uma leve sensibilidade na pele lembrava-a de onde estivera. Sobre o lençol, seus conjuntos de couro estavam cuidadosamente dispostos, um lembrete silencioso de sua função na casa. Ela se levantou, vestiu uma saia leve e uma blusa simples, deixando o couro para mais tarde, e saiu do quarto.
No corredor, cruzou com Sete e Clara. Os dois pararam imediatamente, olhando-a com uma mistura de preocupação e curiosidade.
— Você passou outra noite com Lucius? — perguntou Sete, a voz trêmula. — Ouvimos barulhos... e você não voltou.
Elena manteve o rosto impassível. Não disse uma palavra, apenas desviou o olhar e continuou andando em direção à cozinha. O silêncio era sua única defesa naquele labirinto de luxo e perversão.
Ao entrar na cozinha, o aroma de café fresco e pão quente a envolveu. Isadora estava lá, radiante como sempre, e ao seu lado estava Lucius. O irmão gêmeo de Isadora, o homem que a dominara completamente horas antes, agora sorria de forma amigável, sem nenhum traço da crueldade exibida no calabouço.
— Bom dia, gatinha — disse ele, passando a mão pelos seus cabelos, uma gentileza que quase parecia carinhosa.
Isadora riu, pegando uma tigela de porcelana nobre e colocando-a no chão, perto da ilha central. Dentro, havia uma mistura de frutas cortadas e iogurte.
— Venha comer — ordenou Isadora, batendo palmas levemente. — Temos que manter suas forças.
Elena hesitou por apenas um segundo antes de se agachar e se sentar para comer, era um choque de realidade. Ela inclinou a cabeça e comeu diretamente da tigela, sentindo os olhares dos dois irmãos fixos em suas costas curvadas. Eles sempre faziam questão de lembrá-la, naquele momento de intimidade doméstica, exatamente o que ela era naquela família: um animal de estimação.
— Hoje à noite haverá uma festa — anunciou Isadora, enquanto Elena terminava a refeição. — Convidamos amigos especiais. Você terá a chance de conhecer outros como você.
— Por enquanto, fique à vontade. Descanse.
O dia transcorreu num ritmo preguiçoso e opressor. Elena deitou-se no sofá da sala de estar, e, de fato, comportou-se como uma gata, dormindo boa parte da tarde. Em seus momentos de vigília, seus "donos" vinham fazer carinhos. Lucius passava a mão por baixo de sua minissaia, seus dedos deslizando sobre o tecido da calcinha para acariciar seus glúteos firmes, apertando a carne com possessividade. Em outros momentos, Isadora sentava-se ao seu lado, alisando seus cabelos com unhas longas, entrelaçando as mechas como se preparasse uma boneca.
Ao fim da tarde, a casa começou a ganhar vida. Empregados circulavam arrumando mesas no salão principal, testando a iluminação e a música. Sete e Clara foram levados por dois criados para serem preparados, mas Elena recebeu instruções diferentes: deveria aguardar na área da piscina. Ela caminhou até lá, sentindo o ar fresco do final da tarde, mas não ficou muito tempo sozinha. Um empregado de uniforme impecável aproximou-se.
— A senhora Isadora pede que vá ao quarto de hóspedes do corredor leste.
Elena subiu as escadas e empurrou a porta indicada. A cena que a recebeu a deixou imóvel. Isadora e Lucius estavam lá, ambos completamente nus, esperando por ela, recentemente entendeu por Clara que eram gêmeos.
A visão dos dois juntos, sem roupa, era impressionante. Eles eram jovens, com vinte anos, e sua altura era descomunal — quase três metros de pura força e beleza.
Lucius, estava totalmente depilado seu peito largo era liso, sem pelos, e seu pênis, em descanso, pendia pesado e bonito entre as pernas, sua bolsa escrotal parecia menor do que ela recordava da escuridão do calabouço, e diferente do que ela estava acostumada, totalmente simpatico.
Isadora era uma estátua de desejo, com os seios firmes e os bicos duros e pontiagudos, a vagina lisa e depilada. Ela calçava apenas uma sandália rosa, um contraste absurdo com sua nudez.
— Tire a sua roupa, gatinha — disse Isadora, com uma risada leve. — Vamos nos preparar para a noite.
Elena obedeceu instantaneamente, despindo-se e deixando suas roupas caírem no chão, expondo seus seios firmes e sua vagina neste dia com alguns pelos pubianos a mostra.
Isadora a olhou, gostava de observar o corpo de Elena moldado em horas de academia, com seu novo visual com um piercing em cada mamilo.
Lindos, deixaram seus seios ainda mais envolventes a disse, apontado para eles, e saiu em direção ao banho.
Elena corou lembrando como os conseguiu e nada disse, olhou para Lucius que sorriu e acompanhou sua irmã. Ela então, entrou na suíte, um espaço de mármore e espelhos que continha dois grandes chuveiros, um banco no box, uma banheira de hidromassagem e um vaso sanitário exposto.
Os gêmeos estavam completamente descontraídos. Elena se perguntou, por um breve momento, se iria presenciar um ato de incesto, mas a dinâmica entre eles parecia ser de uma intimidade confortável, não sexual.
Isadora sentou-se no vaso sanitário e, sem qualquer cerimônia, abriu as pernas. O som forte do jato de urina batendo na cerâmica ecoou pela suíte. Ela parou por um momento, e Elena ouviu um ruído diferente, um som mais gutural e prolongado vindo dos intestinos da mulher, e barulho de algo batendo na água do vaso, entendeu o que era, mas não ousou comentar. Ela olhou para Lucius, que já estava sob um dos chuveiros, lavando o rosto indiferente ao que a irmã fazia.
Eles trocaram de posição. Isadora foi para o chuveiro, e Lucius ergueu a tampa de mármore do vaso. Ele urinou em pé, o jato forte e barulhento, uma demonstração de potência masculina.
— Gatinha, como foi sua noite? — perguntou Isadora do chuveiro, ensaboando os seios grandes e firmes. — Está conseguindo sentar-se? — Ela soltou uma gargalhada alta.
Elena a olhou surpresa. Ela sabia. Ela sabia de tudo.
Lucius terminou de urinar e foi para o chuveiro ao lado. Elena estava no meio dos dois. Viu os gêmeos olharem para ela esperando algo. Sabia o que era, e se encostou no abdômen musculoso de ambos, abriu as pernas e, aliviando a bexiga, urinou no chão de mármore polido. O jato escorreu pelas pernas de Lucius e salpicou na sandália rosa de Isadora.
— Agora sim — riu Isadora. — Agora podemos ir para a banheira.
Apesar das necessidades fisiológicas, o cheiro na suíte permanecia agradável, uma mistura de produtos de limpeza caros e o perfume dos corpos. Isadora tirou a sandália e entrou primeiro na banheira grande, a água quente já correndo. Ela segurou a mão de Elena ajudando-a a entrar, e por último Lucius. A água cobriu seus corpos carmesim. Elena notou que o pênis de Lucius estava ereto, cortando a superfície da água como um obelisco.
Ela se posicionou entre os dois e começaram uma brincadeira, muitas risadas ecoando contra as paredes de mármore. Elena pegou uma grande esponja e ensaboou os corpos dos irmãos, explorando cada músculo, cada curva. Eles retribuíram o favor, quatro mãos deslizando sobre sua pele. Isadora pegou um xampu cheiroso e lavou o cabelo de Elena com cuidado, suas unhas massageando o couro cabeludo.
Em certo momento, o pênis de Lucius pulou na água, duro e urgente. Ele não olhava para a irmã com desejo, apenas para Elena. Enquanto Isadora estava ocupada lavando as costas de Elena, ela iniciou uma massagem ensaboada nas partes íntimas de Lucius. Suas mãos escorregaram pelo eixo duro, desceram até o saco e depois foram para trás, dedos roçando o ânus dele. Lucius suspirou, fechou os olhos e, com uma calma surpreendente, gozou nas mãos de Elena, o esperma misturou-se com a água espumosa, sem os gritos da noite anterior, apenas um relaxamento profundo.
Agora era a vez de Isadora. Elena virou-se de frente para ela. Passou as mãos pelos seios da mulher, desceu pelo umbigo liso e chegou à vagina. Ela acariciou toda a parte íntima, introduzindo alguns dedos no canal úmido e levando o polegar para o clitóris, enquanto o outro dedo roçava o ânus. Lucius observava de olhos semicerrados, totalmente relaxado. Elena dedilhou no clitóris de Isadora, friccionando em movimentos circulares precisos, até que a mulher estremeceu e gozou, um orgasmo tranquilo e molhado.
Os dois irmãos carmesins olharam para Elena, cúmplices. Isadora puxou Elena de costas para si, fazendo-a deitar-se com as pernas abertas. Lucius se posicionou em cima das pernas dela, subindo um pouco o corpo para que ficasse acima do nível da água. Quatro mãos começaram a deslizar sobre seu corpo simultaneamente. Isadora pegou seus seios, apertando os mamilos, enquanto a outra mão acariciava o ânus dela. Lucius usou ambas as mãos em seu ventre, deslizando para baixo até encontrar o ponto G e o clitóris. Elena não teve como resistir àquela estimulação quádrupla. Ela deu um suspiro longo e profundo, o corpo arqueando na água, e gozou de forma mais intensa que os dois irmãos, as contrações musculares espalhando ondas de prazer pela banheira.
Isadora riu alto, feliz, e Lucius sorriu satisfeito.
Após mais alguns minutos de imersão na água morna, levantaram-se e tomaram uma última ducha para remover todo o sabão. Voltaram ao quarto, o vapor ainda subindo de suas peles. Enquanto se enxugavam com toalhas felpudas, Isadora perguntou:
— Você está pronta para aproveitar a noite Elena? A brincadeira nem começou.
Lucius interveio, olhando-a nos olhos:
— Não a assuste, Isadora. Deixe a gatinha se acostumar.
Elena relembrou do calabouço, e sorriu por dentro. Ele queria acalmá-la, mas ela sabia que o prazer e a dor caminhavam juntos naquela casa.
Todos se trocaram. Elena recebeu novos conjuntos de couro, ainda mais elaborados que os anteriores, com uma cinta em forma de corrente cintilante na cintura e um colar grosso e elegante em torno do pescoço. Ela se olhou no espelho: a imagem de uma submissa pronta para servir.
Percebeu que Isadora estava agora com um piercing no umbigo, que de forma sexy e disse:
— Vamos Elena estendendo o braço.
Elena seguiu os dois carmesins pelo corredor plena e confiante, pronta para entrar no salão principal e começar a festa.