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As Mulheres de Miguel - Capítulo 18: A Enteada do Vizinho

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Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 3176 palavras
Data: 21/07/2026 06:28:38

Depois que voltei da fazenda para minha cidade, estava ainda mais confiante e malicioso. Estava ansioso para testar minhas novas habilidades com as garotas da universidade, mas então Bruninha surgiu.

Não era a melhor época para engatar um namorico, mas as condições eram extremamente favoráveis: uma novinha altamente gostosa e safada, que morava com um padrasto manso que nãoconseguia impor limites nela, e uma mãe... bom, sobre a mãe falamos no próximo capítulo. Depois do que eu havia operado com minha família paterna na roça, a vizinhança de casas geminadas da periferia da minha cidade parecia um tabuleiro pequeno demais para o meu cinismo analítico. Eu não pedia licença para entrar na casa ao lado; o território de Bruna já estava mapeado, frágil e inteiramente vulnerável à minha invasão.

​Bruna surgiu rápido assim que empurrei o portão de ferro. Ela usava um vestidinho curto e justo de malha laranja neon que parecia fundido às curvas de sua silhueta, destacando o tom oliva de sua pele e a robustez de suas coxas grossas. A franja reta e impecável balançou sobre a testa quando ela me viu. Sem dizer uma única palavra, ela me segurou pelo braço com força e pressa, as unhas cravando na minha pele enquanto me puxava para dentro do corredor escuro do sobrado, exalando o seu perfume doce de baunilha e frutas vermelhas misturado ao cheiro quente de hidratante corporal.

No corredor estreito, a poucos centímetros da porta entreaberta de seu quarto, os nossos corpos colidiram com violência contra a parede de alvenaria. Bruna jogou os braços ao redor do meu pescoço com uma agressividade tipicamente juvenil, colando o peito firme contra o meu e iniciando um beijo faminto, barulhento e desgovernado. Nós nos batemos contra o batente de madeira da porta pelo desespero de sua urgência física; no chão de taco, um chinelo dela e a minha camiseta caíram sem que ela fizesse menção de se importar.

​Interrompi o beijo por um segundo, empurrei Bruna para dentro do quarto e fechei a porta de madeira com um clique seco, isolando-nos do resto da casa. Sem dar tempo para ela respirar, pressionei-a de costas contra a folha da porta e comecei a apalpar o seu corpo com firmeza e posse. Minhas manos mapearam a redondeza de sua bunda empinada, apertando a carne firme sob a malha justa, antes de subirem pelas laterais de sua cintura fina até espremerem seus seios durinhos. Bruna soltou um suspiro sôfrego, inclinando a cabeça para trás. Segurei a borda do decote tomara-que-caia e o puxei para baixo com força de uma vez só, libertando seus seios inteiramente nus na penumbra do quarto.

Sob a luz fraca, o toma mais claro de uma nítida marca de biquíni de fita contrastou fortemente com a sua pele oliva bronzeada de sol, dividindo seus seios fartos e firmes com aquela linha clara impecável. Seus mamilos estavam rígidos e apontados. Abaixei-me e abocanhei um deles, chupando com vontade enquanto minha outra mão continuava a massagear e apertar o outro seio.

​— Valha, Miguel... eu tô morrendo de tesão, diabo... — ela sussurrou de forma rápida e ofegante, as mãos dela se cravando nos meus ombros despidos.

​— Percebi — respondi com a voz abafada contra a pele quente de seu peito, sentindo o perfume doce de baunilha misturado ao suor jovem dela subir pelas minhas narinas. Afastei a boca por um instante para encará-la nos olhos, disparando a pergunta com o meu cinismo habitual, em um tom protocolar e sabendo exatamente a resposta: — Seu padrasto não vai achar ruim?

​— Que Djair se lasque todinho... — ela disparou de prontidão, revirando os olhos escuros num deboche juvenil, o sotaque nordestino pesado e cantado cortando o ar abafado do quarto. — Só continue, mancebo... bote essa boca aqui de novo, oxe...

​Como não amar essa praticidade e o sangue quente do povo do Nordeste? Bruna e a mãe traziam na pele oliva e no temperamento a intensidade solar de sua terra de origem. Elas possuíam uma voltagem diferente, uma ausência total de falsos pudores que transformava o desejo em pura urgência carnal, sem as frescuras e os filtros assépticos das garotas com quem eu costumava lidar. Era um fogo espontâneo, uma entrega visceral que não precisava de justificativas intelectuais ou rituais de sedução demorados para incendiar o quarto.

​Voltei a chupar seus seios com força, a boca trabalhando em sua pele úmida enquanto minhas mãos desciam com firmeza pelo tecido elástico do vestido. Escorreguei uma das mãos por baixo da barra minúscula da malha laranja neon, subindo pela parte interna de suas coxas grossas e quentes até alcançar a virilha. Para o meu total deleite, meus dedos descobriram que ela já estava completamente sem calcinha. Sua vulva estava totalmente depilada, sem um único pelo que quebrasse a lisura de sua pele oliva, e transbordava em uma umidade abundante, viscosa e quente que me sujou os dedos de imediato. A insolente já estava pronta para ser fodida. Bruna soltou um gemido sôfrego e arrastado quando enfiei meu dedo médio no canal úmido, as costas dela se arqueando contra a folha da porta enquanto ela abria ainda mais as pernas para facilitar o meu acesso.

Olhei para baixo por um instante, observando a minha própria mão trabalhando de forma ritmada na intimidade dela. O contraste era absurdo: meus dedos úmidos sumindo no vão de sua carne lisa e encharcada, sob a barra amassada do vestido de malha que subira até os seus quadris, revelando com nitidez as marcas claras do biquíni de fita contrastando contra o bronzeado de sol. Foi precisamente enquanto eu acompanhava o vaivém brilhante dos meus dedos na fenda dela que a minha visão periférica captou um movimento rente ao chão. Através da linha de luz que passava por baixo da porta de madeira, uma sombra opaca estava estancada a poucos centímetros da soleira. Era Djair, o padrasto, espiando daquele jeito covarde.

​Um sorriso de puro escárnio e deboche surgiu nos meus lábios. Eu sabia que a presença do espião do outro lado só aumentava a voltagem daquela performance. Parei o dedo por um segundo e apontei com os olhos para baixo, fazendo Bruna perceber o que estava acontecendo. Ela não tentou se cobrir, recuar ou baixar o tom de voz. Com aquela postura folgada que lhe era natural, ela apenas virou o rosto na direção da madeira da porta, bufou de tédio e gritou com seu sotaque nordestino carregado, áspero e sem qualquer filtro de decência:

​— Saia daí, seu tarado duma bixiga! Vá caçar o que fazer, home sem-vergonha!

​A sombra do lado de fora deu um sobressalto nítido. Ouvimos os passos rústicos e desajeitados recuarem rápido pelo corredor até sumirem na escuridão da sala. O voyeurismo ali era uma rotina exposta; mas Djair era covarde e recuava ao menor sinal de confronto verbal direto.

​Soltei uma risada curta contra o pescoço dela, saboreando a humilhação rústica que acabara de ser desferida contra o dono da casa. No entanto, recuo de Djair não passava de um intervalo protocolar. Eu sabia que ele iria voltar.

Descolando o corpo de Bruna da porta, a segurei pelos quadris largos e, com um empurrão firme, a joguei de costas na cama. Ela se esparramou no colchão com total desleixo e volúpia, com o vestido já subido até a cintura, exibindo os quadris largos e as coxas torneadas. Na lateral dos seus quadris bem desenhados, as marcas claras e finas do biquíni de fita brilhavam de suor, delimitando com perfeição onde a pele de bronze fora poupada pelo sol. Ela abriu as pernas grossas sem resquício de timidez, enquanto a franja reta cobria parcialmente seus olhos castanhos e desafiadores.

​Ajoelhei-me entre suas coxas e desci a boca diretamente para a sua intimidade depilada e encharcada. Bruna não tinha o menor resquício de filtro. Assim que minha língua traçou a primeira linha ascendente na sua fenda, sugando seu clitóris com força, ela deu um sobressalto violento na cama, batendo as pernas contra o lençol. Suas mãos cravavam-se no meu cabelo, empurrando meu rosto contra a sua carne úmida de forma desesperada, sem qualquer tentativa de moderar o volume ou disfarçar que o padrasto estava na casa geminada.

​— Arre, Miguel! — ela gritou, a voz estridente e aguda ecoando livremente no quarto. — Chupa assim mermo, diabo... mais forte! Puxa com a boca, puxa!

​Mantive o ritmo rítmico e firme, ignorando o ruído molhado de sucção que se espalhava. O cinismo de saber que Djair ouvia os seus gemidos servia apenas para atiçar minha língua. Bruna arqueou o quadril de pele oliva, entregando-se por inteiro ao estímulo de minha boca.

​— Ai, meu Deus... tu sabe direitinho onde é... — ela gemia alto, jogando a cabeça de um lado para o outro na almofada. — Chupa a tua menina... engole o meu melzinho todinho!

Deixando-a completamente fora de órbita com as estocadas de minha língua, levantei-me e puxei-a pelos quadris, colocando-a de quatro na cama. A silhueta exibia-se de forma monumental sob a luz fraca, as nádegas colantes de suor empinadas na minha direção. As marcas claras do biquíni de fita nos flancos e nas laterais da bunda desenhavam-se de forma explícita na penumbra do quarto, dando um contraste quase pornográfico enquanto ela empinava a carne bronzeada. Liberei meu pênis rígido e, com um golpe seco e implacável, penetrei-a de uma vez só, rasgando o canal úmido até a base.

​— Ai, caralho, Miguel... — ela soltou um ganido agudo, a voz manhosa e submissa ao meu ritmo violento. — Mete tudo... deita a lenha, cabra...

Enquanto eu desferia estocadas profundas e ritmadas, observando o quadril dela absorver o impacto mecânico, desviei meus olhos em direção à janela lateral do quarto, que dava para o corredor estreito do quintal. A janela de correr estava fechada, mas Bruna, na correria impulsiva de me arrastar para dentro do quarto, havia deixado uma fresta de alguns centímetros aberta. A cortina fina de renda estava levemente afastada, revelando o pequeno vão de vento por onde o som do quarto escapava livremente.

E lá estava ele. A silhueta de Djair, emoldurada pelo pela fresta. O homem não conseguira resistir por muito tempo; sua impotência o empurrava de volta para o papel de espectador da própria desgraça. Ele assistia fixamente, com os olhos arregalados por trás da fresta aberta do vidro, a respiração pesada marcando a borda da vidraça. Olhei para Bruna lá embaixo, totalmente entregue, rebolando contra o meu membro a cada investida áspera, meus dedos apertando firme sobre a marca clara do seu biquíni nos quadris. O meu cinismo falou mais alto. Desisti de mandá-lo embora; o cenário pedia o ápice da profanação.

Inclinei meu corpo sobre as costas de Bruna, segurando firme em seus ombros enquanto mantinha o ritmo das estocadas lá embaixo, e sussurrei rente ao seu ouvido, a voz tomada por um sadismo gélido:

​— Seu padrasto voltou, Bruninha. Tá ali espiando pela fresta da janela.

​Bruna deu um sobressalto instantâneo, tentando interromper o movimento do quadril e se erguer do colchão:

​— Ah, mas peraí... vou mandar esse diabo se lascar de novo agora mermo...

​Segurei-a com força contra o colchão, impedindo que ela se movesse, e cravei minhas mãos em seus quadris marcados pela linha clara do biquíni:

​— Não, deixa ele.

​— Mas... — ela balbuciou, virando o rosto de lado para me encarar com os olhos escuros muito abertos, sem entender.

​— Já que ele quer tanto olhar, vamos dar um showzinho para o dono da casa — sugeri, com o meu sorriso de escárnio mais nítido.

​Bruna piscou algumas vezes, processando o comando. A insolência e o sangue quente nordestino falaram muito mais alto do que qualquer resquício de hesitação; um brilho de puro deboche juvenil e tesão desafiador iluminou suas pupilas. Ela deu uma risada travessa e desavergonhada, mordendo o lábio inferior com força.

​— Tu quer mermo que o corno assista a gente se pegando, mancebo? — ela sussurrou, a voz já rouca de pura excitação.

​— Quero.

​— Pois então me bote de um jeito que ele não perca nenhum detalhe!

​Com um movimento firme e calculado, puxei Bruna e a virei de frente para a janela lateral. Iniciei a penetração de frente para o vidro, com estocadas profundas, enquanto Bruna sustentava o olhar diretamente contra Djair, encarando o padrasto de volta sem um pingo de pudor.

​— Olhe bem, Djair! — ela gritou, as unhas cravando-se nos meus ombros enquanto o quadril dela subia para encontrar o meu em impactos ruidosos. — Olhe como o Miguel me bota com força! Veja o cano dele entrando todinho em mim! Tu num é homem pra fazer isso não, seu cabra safado! Olha pra cá!

​A consciência de que Djair estava do outro lado do vidro, consumindo cada centímetro daquela invasão, acionou um interruptor de brutalidade no meu sistema. Acelerei a cadência, ditando um ritmo desumano e violento. Cada estocada era um choque seco que fazia o corpo de Bruna vibrar, o som de carne contra carne ecoando como tiros no quarto abafado.

​Eu não a tratava mais com delicadeza. Agarrei os cabelos dela, puxando-os com força bruta para trás, forçando-a a manter a cabeça erguida e o olhar fixo na fresta da janela, onde Djair permanecia como uma estátua de covardia. Com a mão livre, desferi tapas sonoros e rítmicos nas nádegas suadas dela, deixando a marca dos meus dedos cravada na pele oliva, um carimbo de posse que ela exibia para o padrasto.

​— Isso mesmo, Miguel! — ela rugia, a voz rouca e gutural, os olhos injetados de uma volúpia quase maníaca. — Fode mais, me arrebenta todinha! Mostra pra esse boçal o que é um homem de verdade! Quer ver, né, seu bosta? Quer ver o cano grosso entrando no fundo da tua enteada enquanto tu não pode nem tocar nela?

​Bruna alternava seus gritos entre o incentivo vulgar e a humilhação corrosiva. O sotaque nordestino, em vez de ser um charme, tornava-se uma arma, cada palavra uma facada na moral do homem do lado de fora.

​— Olha, Djair! Olha o tamanho da porra que o Miguel tem! Tu deve tá morrendo de inveja, né? Eu gosto é de força! Gosto de ser aberta no meio por quem tem colhão, não por um bosta que só serve pra secar os outros!

​Eu sentia a musculatura vaginal dela se contraindo como uma armadilha, apertando meu membro a cada investida, tentando me sugar para dentro de sua essência mais profunda. O suor escorria pelo nosso peito, misturando-se aos gemidos que ela soltava, uma mistura de dor, prazer e ódio destilado. Cada vez que eu a puxava pelos cabelos, o pescoço dela se curvava em um arco de entrega total, expondo a garganta para o vidro.

​O clímax veio como uma explosão. Eu cravei as unhas nos flancos dela, prendendo seu quadril contra mim enquanto iniciava uma sequência de estocadas profundas, violentas e imparáveis. O som da penetração tornou-se um ruído viscoso e ininterrupto.

​— Vai, Miguel! Bota tudo! Solta dentro de mim, me enche! Deixa ele ver! Deixa ele ver tudo!

​Soltei um rugido e a minha ereção, agora um canhão pulsante, atingiu o fundo do seu canal. Gozei com uma intensidade visceral, sentindo cada contração da úbere dela enquanto descarregava minha virilidade. Bruna soltou um grito agudo, longo, de puro êxtase e escárnio, arqueando as costas até o limite, com o olhar ainda cravado na janela, desafiando Djair a desviar o olhar. Quando a última onda do meu orgasmo cessou, eu a soltei bruscamente, deixando-a ofegante e desfeita no colchão, sob o olhar fulminante e paralisado do homem do lado de fora. A humilhação estava completa.

Minutos depois, Bruna, com a respiração voltando ao ritmo normal, virou-se de bruços, o rosto ainda tingido por um rubor de euforia e malícia.

​— Miguel... — ela chamou, a voz manhosa, quase infantil, contrastando com a cena de pura depravação de instantes atrás. Ela se arrastou até a borda da cama, sentando-se com a postura relaxada de quem acabara de conquistar um troféu. — Vai lá na cozinha buscar um copo d'água pra mim? Eu não tô com a menor vontade de cruzar com aquele bosta lá fora agora. Tô mole demais...

​Assenti em silêncio. Vesti apenas a minha cueca e saí do quarto com a postura de quem não deve satisfação a ninguém. Caminhei pelo corredor com a calma de um proprietário que percorre seu terreno. Assim que cheguei à cozinha, dei de cara com Djair. Ele vinha da área de serviço e parou estancado ao me ver.

​O homem estava num estado deplorável: a camisa social mal abotoada, o rosto pálido alternando para um tom violáceo de vergonha pura. Ele claramente esperava que eu estivesse vestido e me comportando como um convidado, mas o contraste da minha nudez casual com a cena que ele acabara de assistir pela fresta da janela o deixou mudo. Ele desviou os olhos imediatamente para o chão, os ombros encolhidos, tentando se tornar invisível enquanto passava por mim. Ele não teve a audácia de questionar por que eu estava circulando sua casa de cueca; a derrota dele era absoluta e silenciosa.

​Fui até a pia, enchi o copo e virei a água de uma vez, sentindo o olhar dele queimar nas minhas costas, mesmo com sua tentativa patética de ignorar minha presença. Girei sobre os calcanhares e parei exatamente na frente dele, bloqueando sua passagem.

​— Espero que tenha gostado do showzinho, sogrão! — disparei, com o sorriso mais cínico que consegui formular. — A Bruninha hoje estava inspirada. Ela queria que você visse tudo bem de perto, sabe como é, né?

​Djair deu um passo atrás, os lábios tremendo em uma tentativa falha de articular qualquer resposta. Ele engoliu em seco, olhando para o piso de cerâmica como se a resposta para sua própria dignidade estivesse escondida entre os rejuntes. Não saiu uma única palavra. Ele se encolheu ainda mais, dando a volta por mim como um bicho acuado, enquanto eu permanecia ali, saboreando o fato de que aquela casa — e tudo o que havia dentro dela — já não lhe pertencia mais.

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​O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.

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• ​Saga Principal

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• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta

• ​Série Derivada

• ​A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe

• ​A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada

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