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Helena, a suja 10

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Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1088 palavras
Data: 21/07/2026 06:33:04
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 10: A Vingança Compartilhada

Depois daquele fim de semana intenso, eu me sentia mais viva, confiante e livre do que nunca. A traição de Marcos com Aline, em vez de me destruir, tinha acendido algo dentro de mim. Era como se o equilíbrio tivesse sido restaurado; agora nós dois éramos culpados. A culpa que antes me consumia estava se dissolvendo, dando lugar a um tesão ainda mais voraz. Eu sabia que estava descendo cada vez mais fundo na espiral, mas não queria parar. Na verdade, estava adorando cada segundo.

No sábado seguinte à tarde, fui até a casa de Aline como havíamos combinado. Ela me disse que estaria sozinha com Jeferson, mas quando cheguei, só ele estava em casa. Vestia um short e uma camisa regata, exibindo os braços fortes. Eu estava com um vestido curto de tecido leve, quase transparente ao sol, sem calcinha e com um plug médio bem socado no cu.

— Aline saiu pra resolver umas coisas e já volta — disse Jeferson, com um sorriso safado ao me ver. Seus olhos desceram direto para minhas pernas.

Não perdi tempo. Entrei, fechei a porta e me aproximei dele, rebolando.

— Então… enquanto ela não chega, você pode me fazer companhia? — perguntei, mordendo o lábio.

Jeferson não era bobo. Em segundos me prensou contra a parede da sala, mãos subindo por baixo do vestido e encontrando minha buceta molhada e o plug no cu.

— Porra, Helena… você veio preparada, hein?

Ele me levou até o sofá, me sentou e abriu minhas pernas. Quando vi que ele ia descer a boca, tentei fechar as coxas.

— Não… a buceta não. Essa é só do Marcos — protestei, já com a voz fraca. — Sou uma vadia fiel, só dou meu cuzinho na rua.

Jeferson sorriu, safado.

— Relaxa… eu só vou chupar. Não vou foder sua buceta. Prometo.

Eu ainda hesitei por um segundo, mas o tesão falou mais alto. Abri as pernas novamente. Jeferson mergulhou o rosto entre minhas coxas e começou a me chupar com fome. Sua língua era quente e habilidosa, lambendo meus lábios, sugando o grelo e penetrando fundo. Gemi alto, segurando a cabeça dele. o prazer era avassalador. Gozei pela primeira vez na boca dele, tremendo no sofá da sala.

— Agora é minha vez — falei, ajoelhando no chão.

Puxei o short dele e liberei um pau grosso, bem venoso e com a cabeça rosada. Chupei com vontade, babando, engolindo fundo, olhando nos olhos dele enquanto lambia suas bolas. Jeferson gemia, segurando meu cabelo.

— Bate na cara da puta com esse pauzão gostoso. — implorei ajoelha com uma das mãos já esfregando meu grelo duro.

— É pau que você quer? — falou segurando a base do pau e começou a bater na minha cara com o pau. — vagabunda toma pau, toma. — continuou cuspindo na minha cara e batendo novamente com o pau duro no meu rosto. — Abre a boca vadia. — mandou, eu obedeci e ele socou o pau até o fundo da minha garganta.

Lá estava eu, ajoelhada na sala com o pau do marido da minha melhor amiga cravado na garganta, a buceta encharcada e cu piscando querendo pau. Jeferson tirou o pau da minha garganta e me deu tapa na cara, nem tive tempo de reagir ele cravou novamente aquela caralho na minha garganta e segurou forte minha cabeça, ele tava fodendo minha garganta do jeito que eu amo, como uma puta suja.

— Caralho, que boca gostosa… — Gemeu desenterrando o pinto da minha boca. — Já que você é uma puta fiel e não vai deixar eu foder essa buceta melada o jeito vai ser eu arrombar esse cuzão de vadia. — Falou me puxando pra cima do sofá.

— Vai judiar do meu rabo? — Perguntei fingindo inocência.

— Vou, vou judiar do seu rabinho do jeito que você gosta.

Ele me virou de quatro no sofá, tirou o plug devagar e cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos. Depois senti a cabeça grossa pressionando meu anel e ele meteu até o fundo com uma estocada só. Gritei de prazer. Ele parou por um instante, mas logo começou a me foder com força, segurando minha cintura, o som de carne batendo ecoando na sala, seu pau batia fundo no rabo, as bolas pesadas espancavam a entrada da minha buceta que já pingava de tão molhada, meu grelo dava choque de tanto tesão.

— Toma no cu, vadia… enquanto seu corno tá trabalhando, eu tô comendo o cu da melhor amiga da minha mulher.

Estava delicioso. Ele alternava estocadas fundas com tapas na bunda. Eu rebolava contra ele, pedindo mais. Sempre quis dar meu cuzão guloso pra ele, afinal Aline vivia falando de como a rola dele era gostosa.

De repente, a porta da casa se abriu.

— Que porra é essa?! — exclamou Aline, fingindo surpresa ao nos ver.

Jeferson parou, ainda com o pau dentro de mim. Eu olhei para trás, ofegante. Aline ficou parada por dois segundos, depois sorriu maliciosamente e fechou a porta.

— Seus safados… não vão me deixar de fora, né? — Caminhou até Jeferson. — Não te falei que a Helena era uma vagabunda? — Ele ainda em choque não soube o que fazer ou falar, mas Aline sabia, se ajoelhou ao lado da gente puxou o pau dele pra fora do meu cu começou a chupar, babando e engolindo com maestria. — Fode o rabo dessa vadia.

Ela tirou o vestido rapidamente e se juntou a nós. Jeferson voltou a meter no meu cu com força enquanto Aline se ajoelhava ao lado, beijando-me e chupando meus seios. Depois ele trocou: meteu na buceta da própria mulher com estocadas brutais, enquanto eu chupava os seios dela.

A brincadeira ficou ainda mais louca. Sempre que Jeferson tirava o pau do meu cu, Aline corria para chupar o pau dele. Quando ele saía da buceta dela, eu fazia o mesmo. Nós duas competimos para ver quem chupava melhor o pau dele.

Por fim, Jeferson me posicionou de quatro novamente e meteu fundo no meu cu, acelerando o ritmo.

— Vou gozar… vou encher esse cu de porra!

Ele cravou fundo e gozou com jatos fortes, inundando meu intestino. Assim que ele tirou o pau, Aline se jogou em cima de mim, abriu minhas nádegas e começou a chupar meu cu com voracidade, sugando toda a porra que escorria. Eu gemia, segurando a cabeça dela, gozando mais uma vez com a língua da minha amiga no meu rabo cheio.

Nós três caímos no sofá, suados e satisfeitos. Aline me beijou, dividindo o gosto da porra do próprio marido comigo.

— Agora sim estamos quites, né? — disse ela, rindo.

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Comentários

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Não esta quite nao. Faltou as duas trazerem juntas com o marido da Helena. Aline aproveitou todas as vezes sozinhas e Helena teve que dividir. Agora não entendi ela da a buceta pra geral chupar e pro porteiro faz aquela cena. Só por que o cara é pobre e subalterno ela fez isso?

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