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Minha esposa queria me ver com outra, mas tinha algo por traz disso. (5º PARTE) Segunda temporada.

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Um conto erótico de Anderson
Categoria: Heterossexual
Contém 2058 palavras
Data: 21/07/2026 11:18:25
Assuntos: Heterossexual

Carlos e Sara, também se desculparam pela forma como tentaram se aproximar de nós. Disseram que queriam nos iniciar na troca de casais, mas que nossa postura os surpreendera, pois fomos sutis sem ser desrespeitosos.

Então dissemos que tínhamos conversado sobre, em casa, durante a semana, mas era algo que precisaria ser ainda mais conversado, que não estávamos descartando, mas também ainda não nos sentíamos prontos para dividir, tanto que tive que comentar sobre a reação de Lara, quando ela tinha me visto com Sara. Que aquilo poderia de certa forma mudar nossas vidas, então mais conversas deveriam existir para quem sabe, talvez, rolar algo entre nós quatro.

Continuação.

Durante aquela tarde já em casa, não conversamos mais sobre a noite passada, mas durante a noite, nos dois próximos foi inevitável. Rimos da situação, e como eu suspeitava, Clara, não tinha ficado a vontade, usando aqueles trajes que Sara, praticamente impusera para que usasse, que somente o fez para não ser indelicada, mas adiantou que não estava confortável com tudo aquilo, e que nada aconteceria, pois estávamos ali apenas como amigos.

Enquanto conversávamos lembrando da forma como Sara, se portava em seu quarto, foi inevitável nos sentirmos excitados, até porque enquanto a conversa rolava, Clara, estava com meu pau na mão, fazendo movimentos de sobe e desce, o que acabou virando mais uma noite de sexo entre nos.

Na semana seguinte no trabalho nada de anormal, apenas durante os dias discutíamos sobre que Alfonso e Lara, poderiam estar fazendo, para tentar nos prejudicar, pensamos em várias possibilidades, mas elas eram variadas.

Sara, pareceu nos dar uma folga, dever ter percebido que se continuasse como estava, não conseguisse seu intento, então se afastou por uns dias, nem mensagens ela me enviou, muito menos a Clara.

Os dias e semanas passaram e eu já começa a ficar mais relaxado com o que Lara, poderia estar armando. Não tinha tido mais nenhuma informação vinda de Sara, e começava a baixar a guarda, quando recebo uma mensagem.

- “Oi gostosão, precisamos repetir novamente”.

Sara, me mandando mensagem.

- Você não desiste mesmo. Disse e envie um emoji gargalhando.

Segundos depois veio a resposta.

- Ainda não desisti! Mas quero falar sobre Lara, tenho novidades.

- Onde quer me encontrar? Por favor nada de motel.

- Estraga prazeres.... Tá bem, posso passar ai e como da última vez já falo com você e Clara.

- Pode vir no mesmo horário da última vez, te esperamos.

Não ouve comentário, apenas a mãozinha sinalizando joinha.

Na hora marcada Sara, chegou, mas diferente da outra, eu e Clara já a esperávamos juntos em minha sala. Dessa vez também ela trajava uma roupa simples, casual. A cumprimentamos e ela foi direta, em nos contar o que havia descoberto sobre o que os dois estavam aprontando, pior ainda, já estavam agindo. Conversamos por um tempo e fizemos alguns acertos, deixaríamos eles agirem até onde poderíamos ter certeza do que estavam realmente querendo e ai sim nos manifestaríamos.

Sara, por estrar com pressa se despediu e nos deixou logo em seguida. Nossa reunião dessa vez não durou muito, e o mais estranho que eu e Clara, percebemos que ela não agiu como em outras ocasiões, estava mais centrada em nos contar a novidades, do que se insinuar para mim, na frente de Clara, reparei que nem no momento de se despedir ela me tocou, como tinha feito antes, claro que eu não esperava por isso, pois com aquele jeito dela, até mesmo um selinho seria algo que ela em um momento como esse não perderia a chance de dar.

Umas duas semanas após aquela visita, recebi a visita de dois policiais civis, que me convocando para um depoimento na delegacia. Devo admitir que isso não me surpreendeu, nem tão pouco Clara, que também foi convocada.

No dia e horários marcados, estávamos na delegacia, sentados à frente do Delegado Martins, um homem alto, com um terno barato, preto, e uma gravata também preta, e uma calça jeans, e sapatos pretos, acompanhados de nosso advogado, Sr. Willian. Ao lado em uma pequena mesa um escrivão com uma velha máquina de escrever dedilhava com habilidade o teclado, e por incrível que pareça, usando apenas dois dedos.

Começando o depoimento por Clara e depois por mim. O delegado fez várias perguntas, todas sempre respondidas, e antes de cada uma delas, com anuência do nosso advogado, foram horas naquele ambiente. Em alguns momentos, outros policiais, entravam interrompendo o assunto, falando qualquer coisa no ouvido do delegado, depois antes de saírem nos encaravam como se fossemos algum transgressor da lei. Não direi em minucias aqui o que foi perguntado, mas tudo tinha a ver com um tal Sr. Alfonso e uma tal Lara, que estavam sob investigação, por crimes contra empresas, que tinham caído em um golpe sobre a venda de programas de computar, utilizando o nome de nossa empresa.

Finalizando tudo, o delegado ainda nos avisou que aquela não seria a última entrevista que teríamos, que assim que tivessem mais elementos sobre a investigação seriamos convidados a comparecer novamente, e prestar novos esclarecimentos para os autos,

Saímos dela destruídos, minha bunda estava quase dormente, por ficar muito tempo sentado em uma cadeira de madeira, que parecia ser propositalmente desconfortável. Clara estava igualmente cansada e dolorida pelo mesmo motivo que eu.

Depois desse dia e mesmo antes seguimos as orientações de nosso advogado, mas era uma situação chata, pois os dias seguiam e não tínhamos notícias de como estava sendo o andamento das investigações, nem se a polícia tinha alguma notícia. Então tentávamos levar nossa vida da melhor forma possível.

Sara, por um tempo não nos procurou, nem por mensagens muito menos pelo telefone. Até que numa quinta-feira, ela deu o ar da graça. Meu celular tocou e atendi.

- Anderson, entra em algum aplicativo no celular de tv e sintoniza num canal de notícias, acho que vai gostar do que vai ver.

- Ok, me dá um minuto.

Nem foi preciso usar o celular, na verdade em minha sala eu tinha uma televisão, mas que dificilmente utilizava, pois gostava de focar no trabalho.

Liguei e sintonizei em um canal de notícias com três letras que tem sua sede fora do país. Por um instante fiquei parado, vendo duas figuras sendo conduzidas pelo corredor até chegarem a uma sala. As duas figuras eram conduzidas, meio curvadas e cabeças abaixadas olhando para o chão, tentando esconder os rostos, e pelo que percebi estavam algemadas.

Chamei Clara em sua sula, que subiu correndo, chegando quase sem folego em minha sala.

Enquanto as imagens eram repetidas uma repórter ia falando sobre o ocorrido, uma dupla que se passavam por representantes de uma empresa oferecendo serviços de TI, e que depois que conseguiam fechar o contrato, simplesmente sumiam. Já a empresa sendo contatada, informava que essas pessoas não eram funcionárias, e que os produtos oferecidos tinham sido adquiridos sem a devida permissão. Ainda dizia que eles conseguiram arrumar um sistema da tal empresa, se passando por técnicos da mesma empresa dizendo que iriam fazer uma manutenção, e acabaram por roubar o sistema sendo depois o mesmo utilizado para vender e se apropriar do dinheiro.

Segundo ainda a repórter, algumas empresas haviam sido lesadas pela dupla, mas não tinham ainda o número correto, e que os donos da empresa que era detentora dos diretos já haviam denunciado para a polícia sobre o esquema de fraude que estava acontecendo.

A reportagem seguia enquanto eu e Clara, apenas assistíamos. Até que eu fiz um comentário.

- Ela devia estar numa pior, olhe para ela, Lara, nem de longe parece a pessoa com quem estive casado.

Apesar de tudo eu ainda tinha um certo carinho, por ela, não fosse tudo o que ela provocou, poderíamos ainda estarmos juntos, mas era apenas carinho, pois sentimento maior que isso, a muito deixará de existir.

Enquanto assistíamos, Clara se aproximou, me abraçado pois estivera em pé o tempo todo, desde que ligara a TV.

- Então o que você fez deu certo!

- Sim, eu tinha certeza, que Alfonso, iria tentar prejudicar a empresa, me atingindo por tabela, e como ele tinha o conhecimento da área, pois trabalhou muito tempo, sabia como agir, até mesmo se passando por um de nossos técnicos para entrar em algum de nossos clientes para conseguir obter o programa, e depois sair oferecendo para outras empresas, mas não sem antes mudar alguns códigos para que essas empresas começassem a vir atras de nós a fim de recuperar o dinheiro investido, ou a correção dos problemas. Felizmente agimos rápido, graças a Sara, que nos alertou e pudemos avisar nossos clientes, dando a eles informações sobre a dupla, mas tínhamos que deixar que ele levasse o programa e depois saísse por ai tentando vender a outros e fazendo com que eles viessem até nós para reclamar sobre o problema que começasse a ter, ainda bem que não foram muitas empresas e conseguimos resolver tudo de forma amigável, e nenhum deles nos denunciou, até porque antes de tudo acontecer fizemos um B.O. e com nosso depoimento isso ajudou muito. Agora é esperar até que sejamos convidados novamente a prestar novos depoimentos, o vai com certeza ajudar e muito para que os dois fiquem um tempo na prisão.

Enquanto eu falava meu celular tocou, era Sara, me perguntado sobre se estávamos vendo, pois acabei não respondendo mais suas mensagens. Ainda conversei mais um tempo e desligamos.

Resumindo, depois que eles estravam presos, como já sabíamos, tivemos que ir até a delegacia, o processo correu, e os dois foram presos, claro que não pegaram um tempo muito grande, mas foi o suficiente para que pensassem e muito no que fizeram. Durante o julgamento que foi feito em separado, nós estávamos presentes, e a visão que tive de Lara, me deixou assustando, tanto que quando ela estava no presidio tive que fazer uma visita a ela, para saber o que tinha acontecido, e para minha surpresa ela me disse que não sabia como mas tinha pegado HIV, pois após nos separarmos ainda ficou um tempo com Jorge, e depois que ele fugiu com o dinheiro dela, e foi morar com uma amiga, acabou se prostituindo, para poder ganhar dinheiro e ajudar nas despesas de onde morava, pois a amiga iria joga-la na rua caso não a ajudasse, e como essa amiga já trabalhava com isso, acabou aceitando fazer o mesmo. Em duas ocasiões ela pegou dois homens que se recusaram a usar o preservativo, e como ela precisava do dinheiro acabou fazendo sexo sem proteção, e aquilo era o resultado.

Fiquei chocado por tudo que aconteceu com Lara, mas por conta de suas ações o resultado foi o pior possível para ela. Já Alfonso depois de ter ido para o presidio não tive mais informações sobre ele.

Durante essa visita a Lara, ela me disse que teve notícias de Jorge, que ele se deu mal, pois em outra cidade, se envolveu com uma mulher, também casada, que frequentava uma casa de swing com o marido, mas ele quis aplicar o golpe do investimento, só que o marido da mulher era um cara da pesada, e quando descobriu o que estava rolando, mandou darem um jeito em Jorge, e depois disso ela não soube mais nada sobre ele, apenas ouviu comentários de que ele já não fazia mais parte desse mundo.

Apesar de tudo que acontecera, me despedi Lara, e não voltei mais para visita-la. Precisava agora viver minha vida sem mais preocupações com alguém querendo se vingar de mim, e trabalhar para manter a empresa a todo vapor.

Já em casa minha vida com Clara, estava melhor, nosso sexo estava bom, a ainda por vezes lembrávamos e conversávamos sobre a proposta de Sara, até que um dia decidimos aceitar fazer algo diferente, mas não uma troca de casais, mas sim talvez ver nosso amigos transando em nossa frente, tipo irmos vendo se era aquilo mesmo que queríamos, pois como disse todas as vezes que lembrávamos das conversas de Sara, nosso sexo era muito melhor, era estranho aceitar isso, mas era verdade. Não sabíamos se um dia seriamos ou levaríamos uma vida liberal, mas talvez ir em frente juntos, sem grandes ambições.

Continua...

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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