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Quem é seu dono?! - Capitulo 03

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Um conto erótico de Contos de Daniel
Categoria: Gay
Contém 1561 palavras
Data: 02/07/2026 21:55:23
Assuntos: Gay, Sexo

Naquele momento, batendo o pé, mas foi. Fui com ele conferindo.

— O único prêmio para o otário Marcelo é sentir punição. Apesar de que vai dormir na minha cama sentindo meu cheiro, videogame não terá essa noite. Aliás, nem pica.

Ele olhou sério. Queria falar algo, mas não tinha coragem. Seu olhar de fúria era visível.

— A porta lá ficará trancada, sem acesso à casa da vovó. Tchau.

Saí de lá, passei na geladeira e peguei outra cerveja. Renan estava no sofá ainda, quieto, com medo do que eu poderia falar com ele. Mas, diferente de Marcelo, ele não era teimoso. Ele sabia o lugar dele.

Tomei uma latinha em silêncio. Estava cheio de tesão. Tudo aquilo me instigava bastante. Era gostosa toda aquela sensação de poder.

— Desde quando você come o Marcelo?

— Ah, tio... — ele ficava tímido.

— Relaxa, pode ficar sussa. Você sabe...

— A gente começou por curiosidade e faz um tempo. Sabe como o Marcelo é. Às vezes acontece, não sei te explicar.

Ele falava sério, pensativo, e dava para entender o que dizia. É questão de curiosidade. Já comi muito cu na idade dele, já estourei muito rabo na "brincadeira".

— Mas você sente algo pelo Marcelo além de sexo?

— Não, tio. Não, tio, jamais, pô.

O gurizão encheu o peito de ar.

— É só gozar mesmo.

— Só, pô!!!

Pela primeira vez vi Renan mostrar um impacto de que falava a verdade.

— E o que você mais curte nele?

— Ah, tio, a mamada. Ele arregaça.

Ele respirou fundo, pensou, e eu já soltei:

— Pega outra cerveja lá para mim.

Ele se levantou e pude observar. Ele tinha um gingado legal.

— Valeu. — Falei, pegando a lata da mão dele.

Dei mais algumas goladas e fiquei pensando besteira. Minha rola parecia pedra de tão dura. Eu precisava esvaziar, e aquele papo me fez lembrar de muitas cenas.

— Você sabe, Renan, por que castiguei o Marcelo?

— Não, tio!

— Porque estou cheio e preciso esvaziar.

Peguei o controle da televisão, desliguei, deixando o ambiente com pouca luz. Silêncio total.

— Ajoelha aqui entre minhas pernas.

— Tio, eu não faç...

Na hora, fiz ele ficar quieto.

— Eu estou legal até agora porque você é diferente do Marcelo. Então, ajoelha entre minhas pernas. Sei que você vai gostar.

Vi, entre vultos, ele se aproximando, até sentir sua mão quente se apoiando nas minhas coxas.

— Abaixa minha bermuda. Vai no seu tempo.

Senti suas mãos procurarem meu material. Ele parecia estar tenso. Peguei em seu rosto, passei minha mão áspera de homem trabalhador, senti sua pele, sua boca de lábios finos.

— Pode pegar nele.

Senti a mão de Renan envolver meu pau, que pulsava firme.

— É muito grosso, tio.

— Vê se cabe na sua boca, vai...

Seus lábios começavam a brincar com a cabeça do meu pau timidamente, com medo, enquanto sentia minhas mãos acariciarem seu cabelo. Sem jeito, ele tentava fazer seu melhor com uma pica grossa na boca. Seus lábios, seu jeito... Naquele momento, percebi que teria que fazer mais questão e intimidar.

Com as duas mãos firmes sobre suas bochechas, tirei-o do engasgo do meu cacete. Devagar, aproximei-o mais de mim, jogando-o em cima do meu corpo.

— Relaxa, Renan, e se solta. Vem... vem...

Naquele momento era o auge. Jogado sobre meu corpo estava o carinha, caçador, e que hoje seria a caça. Nossos lábios se cruzaram, e um beijo quente, pegado, fazia com que o que antes era medo virasse loucura. E para mim também. Beijar outro era algo que jamais imaginei fazer novamente, mas o momento pedia. Eu precisava usar gostosamente a carta que tinha, e ela saía do baralho. Minhas mãos se perdiam. Sua bunda era apalpada como um prêmio. Ouvia ele gemer, eu gemia, sentia choques no corpo, sentia ele brincar com meu peitoral.

— Tio, o senhor é...

Ele tremia, me beijava ferozmente enquanto eu já começava a dedar seu cu. Que viagem fazíamos naquela sala. Eu não o deixei completar a frase. Eu sabia o que ele ia dizer. Queria dar a ele uma viagem somente de ida. Peguei-o no colo e, como uma pluma, o coloquei de quatro ali mesmo naquela poltrona. Sem deixar ele questionar, sem deixar ele sequer lembrar em que parte ficamos pelados, eu linguava seu cu.

— Puta que pariuuuuuuuuuu, tio! Q-q-q-q...

Minha língua entrava dentro do cu dele, mexendo com suas entranhas. Minhas mãos apalpavam a polpa da bunda magra ao mesmo tempo em que sentia a mão dele sobre a minha. Ele tentava me conter. Aliás, tentava conter o próprio tesão.

— Que delícia, tio Breno. Nossa...

Ao mesmo tempo em que linguava seu cu, também me livrei de um mito. Meti a mão no pau dele. Era uma forma de levá-lo ao auge. Comecei a linguar e punhetar ele. Aí, sim, senti o quanto o macho estava entregue, duro, sedento por um pau. Subi sobre ele, roçando meu cacete, e sussurrei em seu ouvido:

— Posso?

Pincelei a cabeça do meu pau no cu molhado dele.

— É muito grosso...

— Posso?

Senti ele respirando fundo. Era um sim. Colocando devagar cada centímetro, ouvia sua reclamação.

— Calma, está doendo... calma...

— Fica aí. Já volto.

Na mesma hora, fui ao quarto do Marcelo e, como um flash, trouxe o colchão de solteiro dele. Soltei no chão, deixei-o calmamente de bruços e voltei a linguar seu cu. Subi sobre seu corpo e enfiei a língua em sua orelha enquanto meu pau começava a abrir seu cuzinho apertado.

— Relaxa. Sente ele entrando... Isso. Não prende, solta o corpo...

Sentia ele respirar fundo ao mesmo tempo em que tentava forçar seu cu a não receber minha tora. Era em vão. Minhas palavras soavam como calmaria, e ele deixava cada centímetro rasgá-lo por dentro, até meu peitoral encostar totalmente nele, até ele sentir meu corpo jogado completamente sobre o seu, onde agora, sim, ele tinha uma pica inteira dentro das suas entranhas.

— Está tudo dentro de você. Agora vamos ficar assim por alguns minutos.

Era a forma de acalmá-lo, mesmo sabendo que meu peso o prendia e que isso talvez dificultasse uma ação brusca. Mas minha preocupação não era o corpo, era a mente.

— Eu vou começar a mexer meu quadril, fazer movimento de vai e vem, bem devagar. Tenta relaxar e sentir a carne.

Comecei a movimentar meu instrumento dentro dele. Vai, vem, de lado, e ele tentando se conter. Puxei uma camiseta de algum lugar e, enquanto metia, entreguei para ele.

— Morde isso, vai.

Aí não tive mais pena. Depois de uma mexida para acalmar, tive que acelerar. Foi pau no cu dele. Sentia ele se apoiando em mim, suas mãos segurando meu braço forte, seus dentes rangendo enquanto um pano abafava sua vontade louca de gritar. Meti pica pesada, forte, sem dó naquele cu apertado.

— Agora sim. Aguenta, vai...

Socadas gostosas enquanto ele começava a relaxar. Era sinal de que acostumara com o cacete que o abria. Ele não forçava mais meu braço. O pano caía e dava abertura para ouvir seu gemido. E que gemido solto. Ele agora fazia jus ao que eu queria transformar. Dava o cu sem pena, sem medo. Ele queria prazer, e teve. Minutos e minutos naquelas estocadas. Nossos lábios se misturaram com o calor do momento.

— Sobe essa anca. De quatro. Vem, vem...

Como um compasso, o deixei de quatro naquele colchão no chão, seu cu para cima e meu pau atolando rápido, judiado. Gemidos fortes. Ele sofria, mas agora, quente por dentro, ousava pedir mais. Pedia para acelerar mais. Timidamente ouvia sua voz, mas eu precisava que ele gritasse.

— Não estou ouvindo, Renan. Fala alto, porra.

— Está gostoso, tio. Vai, vai, s-o-c-a...

Segurando em sua cintura, meti bola e bola, fundo, até o talo, numa foda louca que fazia meus desejos mais antigos aflorarem. Comia gostoso um cara, um homem que estava no auge dos 18 e que confiava seu cu a mim.

O virei, deixando-o de pernas para cima, suas mãos sobre meu peitoral, e um pau que sumia dentro dele. Era o desejo de um sexo gostoso. Mudamos de posição, mas não de vontade. Enquanto eu socava em seu cu de frango assado, nossos lábios se encontravam cada vez mais, e o gozo saía. Renan não conseguiu se controlar. Ele soltava seu leite sem sequer tocar no próprio pau.

— Tio, que isso? Não estou conse...

Ele não completava a frase. Enquanto eu socava forte, ele soltava tudo o que tinha de desejo. Eu sentia seu cuzinho comprimir pela gozada. Soquei mais rápido, forte, e em instantes gritei:

— Agora é minha vez. Toma, toma, toma...

Jatos e jatos dentro do cu dele. Respiração ofegante. Eram nossos corpos soltando aquilo que queriam.

Caí sobre o colchão e o silêncio pairou. Ficamos minutos e minutos ali, ofegantes, até eu quebrar o gelo.

— Pega uma cerveja para mim.

— Posso tomar banho?

— Primeiro, minha cerveja.

Ouvia passos no escuro. Ele ia e voltava, me entregou algo e sumiu. Abri, dei um gole e metade da latinha se foi. Coloquei-a ao meu lado no chão e, ouvindo ao longe o barulho do chuveiro, caí no sono.

Continua!

Autor, Contos de Daniel

Próximo Capitulo – DEZ DO SETE DE DOIS MIL DE VINTE E SEIS

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Aviso ao leitor = Esta é uma obra de ficção. Personagens, locais e acontecimentos são fictícios ou foram utilizados de forma ficcional para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais é mera coincidência.

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