Quando entrei na faculdade na faculdade era noiva. Meu então noivo é branquinho, mais baixo que eu e eu também sou branquinha. Meu noivo se chama Miqueias, é evangélico, muito gente boa, carinhoso e super atencioso e educado, mas nunca me deu prazer. Antes de namorar ele, vinha de um relacionamento que me deixou mal acostumada: meu ex me torava todo dia, era insaciável e sabia dar o prazer que toda mulher merece, mas para marido, Miqueias é mais adequado.
Eu estava sedenta por sexo e assim que comecei meu curso, ouvi algumas meninas comentarem na sala sobre um professor, Vágner, que era pegador. Fiquei curiosa e fui saber quem era. Assim que abri as redes sociais do homem, já fiquei arrepiada. Dava pra ver que exalava testosterona, diferente do meu noivinho. Era um negão, alto, forte, cara de safado... tive que parar de olhar as fotos porque percebi que minha calcinha já tava molhada como há tempos não ficava.
Passei a semana toda esperando pelo dia que a gente teria aula com ele, mas seria numa sexta e como seriam somente duas aulas, grande parte da turma não iria. Poucos alunos foram, mas é claro que eu estava lá. Logo quando aquele negão entrou na sala, para uma apresentação usual, meus hormônios foram à loucura e tentei me conter. Me sentei logo de frente para a cadeira do professor, com uma blusinha de alça, saia rodada não muito curta, mas sem calcinha de forma que só ele percebesse. Macho do jeito que é, logo percebeu que eu queria dar pra ele.
Quando suas aulas acabaram, todos saíram e eu fiquei na sala, fingindo fazer qualquer atividade, mas só queria ficar a sós com Vágner. Ele se aproximou, puxou assunto, começamos a conversar. Ele usava aliança, assim como eu, o que não conteve nosso tesão. O professor me ofereceu uma carona e claro que aceitei.
Sem rodeios, me levou para um motel e me comeu como se eu fosse uma vadia. Eu tinha combinado de avisar meu noivo quando as aulas acabassem pra ele me buscar, mas tinha esquecido de avisar o corno. Miqueias me ligou, mas eu estava de quatro e professor Vágner metendo com força e com o pé em cima da minha cabeça. Não pude atender. Pensei que Vágner ia gozar dentro da minha bucetinha, mas o safado tirou de dentro, puxou meu cabelo, segurou meu rosto e me mandou abrir a boca que ele ia gozar na minha língua pro corno sentir o gosto. Safado! Respondi meu corno e falei que podia me buscar, mas quando chegamos na frente da faculdade, ele já estava me esperando. Como bom corno que é, não desconfiou nem tendo me visto chegando com meu professor e eu inventei a desculpa que fui comer alguma coisa com as colegas e o professor me deu uma carona na volta.
Professor Vágner parou o carro do lado do carro do meu corninho. Se apresentaram, deram um aperto de mão. A mão de Vágner era bem maior que a de Miqueias e ali vi o que era um macho de verdade. Desci do carro e fui para o carro do meu noivinho, onde lhe dei um beijo bem longo, enquanto olhava pra Vágner, que tentava conter o riso, o que não conseguiu quando Miqueias perguntou se eu havia bebido leite, pois sentiu gosto de leite quente. Um corno sempre será um corno.
Professor Vágner continua me comendo e foi até padrinho do nosso casamento. Eu tenho tudo que uma mulher merece: um marido bondoso e um macho que me dá prazer.