Olá, queridos(as) leitores(as). Martina e eu estamos cada vez mais conectados. Segue a nossa viagem para a Serra Gaúcha a negócios.
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Sábado amanheceu gelado, para variar: 7 °C no termômetro do celular. Tomei meu café com uma tapioca de carne seca, escovei os dentes e fui me trocar. Vesti a ceroula, uma calça social de cor cinza escuro (a única que eu tinha, na verdade), uma camisa social da Duda Lina de cor azul marinho, um fleece cinza escuro e uma jaqueta social que não esquentava quase nada. Na dúvida peguei meu casaco grosso impermeável. Olhei a temperatura em Bento Gonçalves: 2 °C! Certamente passaria bastante frio. Mas com Martina tudo valia a pena.
Saí de casa e fui ao apartamento dela.
— Bom dia, minha coroa gostosa!
— Bom dia, meu paulista. Estou pronta. Vamos?
— Estou à altura?
— Certamente. Ficará melhor após deixar de usar roupas da concorrência - riu ela.
Descemos para a garagem e entramos no HR-V do ano, azul marinho. Saímos para o dia ensolarado, apesar que o sol de 7:00 não fazia mais do que iluminar. A viagem foi tranquila, a subida da Serra trouxe paisagens agradavelmente bonitas. Nesse tempo Martina me instruiu com dados sobre a empresa, a nova linha de produtos que seria apresentada logo mais e como eu deveria me portar como um suposto gestor comercial da marca. Repassamos os dados algumas vezes, para eu não me confundir.
Chegamos em Bento e entramos pelo pórtico do vinho, uma pipa de concreto na entrada da cidade. Já na região central da cidade ela estacionou em frente a um prédio com arquitetura dos anos 50, tombado patrimônio histórico. Um letreiro pintado à mão dizia "Camisaria Trevisani" e embaixo logo da marca era pintado em azul marinho: um touro, representando a região de origem da família na Itália.
Martina desceu do carro, eu a acompanhei e ingressamos no hall. A construção mantinha características originais, como ladrilhos da época e forro em tábuas de madeira de lei. O escritório de seu pai, Giovanni Trevisani, estava inteiramente preservado à entrada do prédio. Aos fundos do prédio, um galpão preservava maquinário da época em que a empresa havia sido fundada. Voltamos à frente do prédio, onde havia uma espécie de auditório com um palco. Luzes LED estavam apontadas para a parte elevada e uma tribuna. Entramos, Martina me apontou um lugar à frente e sentei-me ao lado de uma mulher loira de olhos azuis, de uns 35 anos, que me cumprimentou com o olhar. Martina subiu à tribuna.
— Bom dia a todos. É com imenso prazer que a Camisaria Trevisani lança hoje novas coleções, a Uomo e a Donna, voltadas a executivos, executivas e pessoas de negócios. A nova linha complementa as linhas existentes e abre um novo nicho de negócio para a empresa.
Palmas foram ouvidas da plateia. Em seguida as luzes se apagaram, Martina se sentou e um desfile com modelos masculinos e femininos passou pelo palco, demonstrando a nova linha de camisas da empresa.
Após o discurso da diretora de produtos, o evento se encerrou e fomos para uma sala onde havia um coquetel, com diversos docinhos, salgados, canapés, e espumantes, além de suco de uva para aqueles que preferiam ou não bebiam álcool. Eu fiquei próximo de Martina, com uma taça de espumante na mão. Algumas pessoas me abordaram, e eu me apresentei como o gestor comercial da região de Porto Alegre, apontando números de vendas e movimentação financeira, além de discutir estratégias de vendas e abertura de novos mercados. Martina surgia de vez em quando ao me ver embaraçado, e me ajudava, deixando-me a sós novamente. Por fim o evento terminou.
Saímos para fora, o ar estava um pouco mais aquecido. Era meio dia. Martina parou em frente ao carro, como se esperasse alguém. Em seguida chegou um casal. A mulher era aquela que eu tinha sentado ao lado. Eles entraram no carro, sentando-se atrás. Eu não entendi nada, mas fiquei em silêncio. Ela dirigiu em silêncio, todos absortos em seus dispositivos móveis. Paramos em frente a um restaurante de massas e carnes, de nível social e financeiro adequado a ela. O maitre nos recebeu à porta e nos conduziu a uma mesa reservada, próxima do jardim.
Os pratos foram servidos no sistema de rodízio, acompanhados de uma garrafa de vinho à nossa disposição na mesa.
— Junior, estes são Giorggio e Marietta, meus irmãos.
— Olá, prazer.
— É bom saber que a mana está em boa companhia. O senhor é muito elegante e polido - disse Giorggio. Ele deveria ter uns 40 anos, loiro, olhos azuis, porte atlético.
— Senhor, não, por favor. Pode chamar pelo nome - eu disse.
— E ele é bonito, mana. Parabéns pela conquista - disse Marietta, e sorriu, olhando para mim, atribuindo a conquista à irmã.
A conversa foi agradável. Falamos sobre a empresa, a família, os negócios em outros estados, tradições. O tempo passou rápido. Giorggio pagou a conta e nos despedimos à porta do restaurante. Eles iriam voltar a Porto Alegre e depois para suas cidades.
Entrei no carro com Martina. Ela, vestida social, ficava ainda mais elegante. Eu me sentia o cara, invejaria o acompanhante dela se não fosse eu! Ela dirigiu para uma estrada secundária, o Caminhos de Pedra. Andamos por todo o trajeto, ela me explicou a parte turística, paramos para observar alguns lugares. Próximo de 16:00 paramos em um edifício de pedra na beira da estrada, com um deck de madeira, que oferecia uma vista para um campo de lavandas logo abaixo no pequeno vale. Um rio passava ao fundo da propriedade, criando um visual de tirar o fôlego. Instagramável, como diriam os jovens de hoje.
— Vamos tomar um café? Aqui servem cucas maravilhosas!
— Vamos, claro!
Sentamo-nos à beira da parede de madeira, com vista para o campo de lavanda. As cadeiras tinham pelegos de ovelha e eu apertava a gola do casaco contra meu pescoço devido ao frio, mas logo me esquentei. Aquilo transmitia muito calor, era um excelente isolante térmico. O ambiente era envidraçado, e havia janelas, que estavam abertas.
A garçonete logo trouxe nossos pedaços de cuca e as xícaras de café. Sorvemos o líquido precioso e apreciamos a cuca. Permanecemos ali, conversando até quase escurecer. Retornamos ao carro e Martina voltou em direção à cidade, mas entrou em uma bifurcação antes, ingressando em uma estrada de calçamento de paralelepípedos de basalto escuro. Paramos em frente a uma pousada toda em madeira. Ela abriu o porta-malas, retirou uma mochila e me deu para carregar. Em seguida fechou o veículo e nos dirigimos para a entrada.
— Olá, boa noite. Bem vindos à pousada Araucária! Dona Martina, que prazer tê-los conosco hoje!!
— Obrigada, Carla. Como você tem passado?
— Muito bem, dona Martina. Obrigada por perguntar. Venham, vou levá-los à suíte.
Subimos uma pequena escada de madeira e andamos por um corredor iluminado por lâmpadas que imitavam lampiões. Carla abriu a porta de madeira e entramos na suíte. Era ampla, construída totalmente em madeira de lei, com pranchas envernizadas em semibrilho, muito aconchegante. A lareira crepitava no canto, próxima à janela de vidro duplo.
— O jantar será servido às 20:00, dona Martina.
— Obrigada, Carla.
A funcionária saiu, fechando a porta suavemente. Eu sentei-me na cama e fiquei admirando o ambiente. O teto inclinado, acompanhando o telhado, a luminária retrô, cortinas pesadas de cores pastéis, a cabeceira da cama queen em madeira maciça.
— E aí, o que achou? - disse Martina, tirando a camisa.
— Muito bonito.
— Adoro ficar aqui. Mas venho raras vezes.
— Poderia vir mais. Você poderia ter me avisado que iríamos pernoitar. Eu não trouxe roupas.
— Não se preocupe, querido. Eu trouxe para você.
Abriu a mochila, revelando camisa, calça e até cueca da marca Trevisani. Também me entregou uma sacola, onde havia um pijama da marca. Quase que daria para ir ao jantar com ele, de tão chique...todo em algodão egípcio, calça com listras grossas azuis e creme, camisa lisa em cor creme.
— Gostou? Talvez você nem precise usá-lo hoje.
— É, por quê? - perguntei, puxando-a para mim e beijando-a.
— Porque a noite será quente... vamos para o banho, meu novo gestor.
Ela retirou as peças de roupa, exibindo o corpo lindo. Eu retirei minha roupa e a acompanhei. A banheira já estava cheia, com sais de banho aromatizando o ambiente. Ela já entrou na água. Entrei e sentei-me ao seu lado, recostando minha cabeça em seus peitos. Ficamos nos acariciando, meu pau duro latejava. Mas ela não fez menção de tocá-lo. Eu a puxei para mim, sentando por trás dela e fazendo-a se recostar no meu peito. Passava a mão levemente por seus peitos macios, descendo pela barriga trabalhada, chegando na gruta maravilhosa. Passava meus dedos pela entrada, voltava a subir, descendo novamente, provocando-a. Após umas duas ou três vezes, enterrei meu dedo do meio de uma vez em sua boceta e ela gemeu gostoso. Ela se sentava por cima do meu pau, movimentando levemente a bunda por cima dele. Dentro da água não é bom de transar, então ficamos ali nos movimentos provocativos por um tempo.
— Vem, Martina, vamos para a cama.
Secamo-nos em toalhas brancas felpudas, depositadas sobre o aquecedor na parede. Fomos para a cama, nos deitando de conchinha. Eu logo puxei os cabelos dela, enterrei meu dedo na buceta dela, enquanto a beijava, fogoso. Ela gemeu forte.
— Quero que me coma com intensidade!
Eu a deitei na beira da cama, com as pernas dobradas de lado, de modo que poderia massagear o cu dela enquanto comia sua buceta. Antes de penetrá-la dei aquele tratamento oral que deixa qualquer mulher de pernas bambas, e ela gozou gostoso.
— Caralho, Junior, você é muito bom no oral!
— Sou, gostosa, agora vou te comer, goza no meu pau!
E enterrei meus 14 centímetros de uma vez naquela coroa gostosa. Sua buceta estava tão apertada e eu tão excitado que eu quase gozei naquela enterrada. Sua buceta escorria lubrificante natural, uma mel viscoso, saboroso, que eu tinha experimentado há pouco. Usei-o para deslizar meu dedo na porta traseira dela. Passava o dedão lambuzado em volta do anel dela, depois passei a fazer uma pequena pressão. Ela suspirava de prazer, enquanto eu metia meu pau na buceta dela e conduzia a massagem anal. Sem aviso enterrei o dedão dentro do cu dela, e ela gritou:
— Caralho!
Deixei meu dedão dentro dela e aumentei as estocadas. A buceta dela fazia barulho de tanta lubrificação. Tirei meu pau de dentro dela e passei de leve na entrada de seu cuzinho rosa, provocando. Fiz leve pressão e ela não reclamou. Fiz mais força e entrou a cabeça. Entrei com cuidado naquela nova dimensão.
— Caralho, que cuzão gostoso!
— Fode, mas fode com carinho. Faz anos que não dou o cu...
— Eu sei fazer o que você quer. Você vai gozar gostoso.
Continuei a empurrar e tira lentamente. Ao retirar besuntava mais com o mel dela, até que meu pau passou a deslizar sem nenhum atrito. Aumentei o ritmo e ela gemia gostoso, baixinho. Com uma mão segurava os peitos dela e com a outra passei a manipular seu clitóris. Ela gritou:
— Puta que pariu!
— Que foi, Martina? - parei de comê-la.
— Gozei! Gozei pelo cu! Continua, meu amor, come meu cu!
Recomecei lentamente, aumentando a pressão e as estocadas. Massageei seu clitóris e ela gozou de novo. Aumentei meu ritmo e senti meu gozo chegando. Ela tremeu inteira, gozando, balançando as pernas.
— GOZEI!!! Gozei, caralho! GOZEI, AMOR!!! - gritou ela.
Apertei as nádegas dela, e gozei dentro. As minhas pernas se amoleceram. Eu fiquei dentro dela, e me aproximei para beijá-la.
— Caralho, Martina! Que cu gostoso!
— Puta que pariu, como você sabe comer uma mulher!!
Eu saí de dentro dela, a porra escorreu no chão do quarto. Eu a deitei na cama e chupei aquele cu gostoso. Dei um beijo na buceta dela e fomos pro banho. Vesti a roupa que ela tinha me entregado. Eram estilo slim, a calça preta, uma camisa branca com umas linhas pretas discretas, um cinto de couro preto e sapatos da marca Trevisani. Ela se vestiu com uma calça e camisa social da marca e fomos para a sala de jantar. Havia outros casais ali, mas a maioria vestidos um pouco mais informal.
— Boa noite, senhora Martina, senhor Junior. O jantar tem duas opções de massas, com carne de cordeiro, ou de filé mignon. Além disso temos risoto de funghi e sopa de capeletti. Para harmonizar, nossos vinhos da região, que serão servidos conforme o prato que escolherem.
Pedimos um prato de sopa para iniciar, e após eu pedi massa com filé mignon e ela risoto de funghi. Conversamos pouco, apreciando a culinária local. A sobremesa era um pudim com creme de uvas. Terminado o jantar fomos à sala de estar, com vista para o riacho ao fundo da propriedade, iluminado por fortes refletores, onde ficamos conversando no sofá estofado com peles. Retornamos à suíte, já mais de 22:00.
Retirei meu traje, Martina ficou nua para mim. Eu a abracei gostoso, pau semirrígido. Ela sabia que não teria outra transa hoje... o vinho não deixaria. E a gozada recente fora espetacular. Não havia desejo por outra transa, apenas pela proximidade física, pela ocitocina do outro. Fizemos a higiene bucal e deitamos na cama, profundamente satisfeitos pelo dia. Adormecemos sob a coberta felpuda.
No outro dia pela manhã acordamos com o sol clareando o quarto, filtrado pelas folhas das árvores.
— Bom dia, gostosa.
— Bom dia, meu amor!
Demos um beijinho, fomos fazer a higiene oral e nos dirigimos ao café da manhã. Havia bolos, frutas, frios, além diversos outros produtos locais. Fizemos nossa refeição e retornamos ao quarto.
— Martina. Por quê me trouxe aqui?
— Queria te agradecer pelo que tem me feito.
— Não fiz nada, mulher!
— Fez sim, você tem me proporcionado prazeres maravilhosos. Adoro ser comida por você!
— Também adoro te comer. Comer uma coroa malhada, buceta apertada, que até o cu tá oferecendo agora.
— Sou sua puta na cama, aproveita!
Eu a puxei, desabotoei a camisa, a calça e a deixei nua. A putinha estava sem calcinha!
— Foi sem calcinha pro café?!
— Estou excitada - e apontou a mancha na calça escura. A buceta dela estava escorrendo.
Eu praticamente arranquei minha roupa e me joguei na cama. Ela sentou em mim e a buceta dela engoliu meu pau de uma vez. Ela gemia, deslizando nele. A buceta dela escorria mel em mim. Ela saiu de dentro e deslizou a buceta em cima do meu pau, fazendo-me gemer gostoso. Sem dizer palavra, colocou meu membro rígido em seu cu e sentou de uma vez, arrancando-me um gemido alto!
Ela começou a subir e a descer lentamente, aproveitando o aperto, sentindo cada centímetro. Meu pau vibrava de prazer. Ela controlava a velocidade e profundidade. Até em que enterrou tudo e gritou, tremendo as pernas e apertando meu pau. Eu não resisti e gozei junto com ela. Ela se deitou sobre mim, meu pau saiu de dentro do cu dela, derramando porra sobre os lençóis.
— Caralho, Martina. Você é uma máquina de prazer! Que coroa do caralho!
— Você, acha, meu homem? Sou gostosa?
— Pra caralho! Puta que gosta de dar o cuzinho tem lugar especial no meu coração!
Fomos para o banho, nos esfregamos gostoso. Ela gozou na minha boca com a chupada que eu dei em sua buceta, e eu acabei gozando em sua boca com a mamada que ela me deu, sugando só minha glande.
Que dia!
Nós nos trocamos, almoçamos na pousada e voltamos para casa.
Nossa viagem à Serra Gaúcha foi o auge de nossos encontros, mas não o último. De vez em quando nos esbarrávamos no elevador, e, inevitavelmente, terminávamos entre quatro paredes, revivendo, algumas vezes, a intensidade selvagem da pousada. No entanto, a vida seguiu seu curso natural, com nossas aventuras terminando quando encaixotei minha mudança. Tranquei a porta pela última vez, levando na memória aquela italiana que me proporcionara tantos momentos intensos: Martina!