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Segredos Proibidos da Família 5: Noite de Bebedeira: Fodi Minha Irmã na Cozinha Enquanto Todos Dormiam

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Um conto erótico de @asconfissoessafadas
Categoria: Heterossexual
Contém 857 palavras
Data: 02/07/2026 22:20:01

A noite estava quente e úmida em Governador Valadares. Depois do churrasco animado, a família se reuniu na área externa com várias garrafas de cerveja, caipirinha e algumas doses de cachaça. Roberto e Carla bebiam moderadamente e, por volta das onze horas, subiram para o quarto alegando cansaço. Lucas decidiu tomar um banho e foi para o quarto de hóspedes. Restaram Laura, Sofia, Matheus e tia Beatriz na varanda, o som baixo de música sertaneja tocando ao fundo.

A bebida logo fez efeito. Beatriz, já bem solta, usava um vestido leve e curto que subia toda vez que ela cruzava as pernas. Laura e Sofia também estavam mais ousadas, rindo alto e trocando olhares cheios de segredos com Matheus.

Beatriz serviu mais uma rodada de caipirinha forte e levantou o copo.

— Um brinde à família reunida! Que essa semana seja bem... quente.

Todos brindaram. Matheus sentiu a mão de Beatriz roçar novamente na sua coxa por baixo da mesa. Do outro lado, Sofia esfregava o pé descalço na perna dele, enquanto Laura observava tudo com um sorriso malicioso.

A conversa foi ficando cada vez mais ousada. Beatriz contou histórias de quando era mais jovem e “se divertia bastante com os primos”. Laura provocava Sofia, perguntando se ela ainda era “tão inocente” quanto parecia. Sofia, corada pelo álcool, respondia com olhares atrevidos para o irmão.

Por volta da uma da manhã, Beatriz bocejou teatralmente.

— Vou tomar um banho e dormir. Não façam muita bagunça, hein? — disse ela, piscando para Matheus antes de entrar em casa.

Assim que Beatriz desapareceu, Laura se levantou.

— Vou pegar mais gelo na cozinha. Alguém vem me ajudar?

Matheus entendeu o recado na hora. Levantou-se e a seguiu. Sofia ficou na varanda, mas seus olhos acompanharam os dois com evidente curiosidade.

Na cozinha iluminada apenas pela luz fraca da geladeira, Laura mal esperou a porta se fechar. Empurrou Matheus contra a bancada e o beijou com fome. A língua dela invadiu a boca dele enquanto as mãos desciam para abrir o short dele.

— Não aguento mais esperar... quero você agora — sussurrou ela, a voz rouca de tesão.

Matheus segurou a bunda dela por baixo do vestido e apertou. Laura gemeu baixinho contra a boca dele. Em poucos segundos, ela tirou a calcinha e subiu na bancada, abrindo as pernas. O vestido subiu até a cintura, revelando a boceta depilada e já molhada.

Matheus se ajoelhou rapidamente e lambeu a boceta da irmã com vontade. A língua deslizava entre os lábios inchados, circulava o clitóris e entrava fundo. Laura segurou a cabeça dele com as duas mãos, rebolando contra o rosto.

— Aaaah... assim... chupa a buceta da sua irmã... que língua gostosa...

Os gemidos dela eram abafados, mas cheios de desejo. Matheus chupava com fome, sugando o clitóris e enfiando dois dedos enquanto lambia. Laura tremia, os gemidos ficando mais agudos.

— Hmm... hmm... caralho... vou gozar na sua boca...

Ela gozou forte, as coxas apertando a cabeça de Matheus, o corpo tremendo enquanto um jorro quente molhava a língua dele. Matheus continuou lambendo até ela parar de tremer.

Laura puxou ele para cima, beijando-o com gosto do próprio gozo. Desceu a mão e segurou o pau duro dele, masturbando rápido.

— Me fode agora. Rápido e fundo.

Matheus posicionou o pau na entrada molhada e meteu de uma vez, até o fundo. Laura mordeu o ombro dele para não gritar. Ele começou a estocar com força, as bolas batendo contra a bunda dela. A bancada rangia levemente com o ritmo.

— Aaaah... assim... mete gostoso... fode sua irmã na cozinha enquanto todo mundo dorme...

Mudaram de posição. Laura virou de costas, inclinou o corpo sobre a bancada e empinou a bunda. Matheus segurou os quadris dela e meteu novamente, agora ainda mais fundo. O som molhado da boceta ecoava baixo na cozinha silenciosa.

— Aaaah... assim... vai fundo... caralho... tô gozando de novo... aaaahhh!

Ela gozou pela segunda vez, a boceta apertando o pau de Matheus em espasmos fortes. Matheus não aguentou. Deu mais algumas estocadas violentas e gozou dentro dela, enchendo a boceta com jatos grossos e quentes. Laura gemeu longo, sentindo a porra quente escorrendo por dentro.

Ficaram colados por alguns segundos, ofegantes, o suor brilhando na pele. Matheus ainda estava dentro dela quando ouviram um barulho leve na porta da cozinha.

Os dois congelaram. Laura virou o rosto devagar.

Sofia estava parada na entrada, os olhos arregalados, o rosto corado. Ela tinha visto tudo: a irmã mais velha inclinada sobre a bancada, o vestido levantado, e o irmão ainda com o pau dentro dela.

Em vez de fugir ou se assustar, Sofia mordeu o lábio inferior e deu um passo para dentro da cozinha. Sua voz saiu baixa, quase um sussurro:

— Eu... eu ouvi os gemidos... não consegui ficar lá fora.

Laura sorriu devagar, ainda sentindo o pau de Matheus pulsar dentro dela.

— Quer entrar na brincadeira, maninha? Ou vai só assistir?

Sofia hesitou por um segundo, mas seus olhos desceram até onde os corpos dos irmãos estavam unidos. Ela deu mais um passo, a respiração acelerada.

Matheus sentiu o coração disparar. A noite de bebedeira tinha acabado de ficar muito mais perigosa... e excitante

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