Bom dia, boa tarde, boa noite.
Mais uma vez obrigada pelas notas e mensagens que recebi. Não consegui responder a todos mas farei o possível para isso.
Alguns comentários falaram que meu relato está bom, porém curto. Eu escrevo nos momentos que estou tranquila e sem muito trabalho. Peço desculpas se está curto, vou procurar acrescentar mais detalhes para que quem sabe, possam imaginar e se colocarem na história.
Beijos a todos.
Após meu irmão sair, me levantei e fui ao banheiro fazer minha higiene pessoal. Ao tirar a calcinha, reparei numa baba que estendia da calcinha até minha buceta, demonstrando que aquele ocorrido agora pouco mexeu comigo.
Escovei meus dentes e tomei um banho rápido para abaixar o calor que estava sentindo e esfriar a cabeça. Fiquei pensando em tudo que estava acontecendo e concluindo se estava certo ou não. Eu precisava saber o que estava se passando pela cabeça dele. Sai do banheiro decidida a descobrir.
No quarto, revirei minha gaveta de calcinha procurando algo confortável para vestir. Entre os modelos que eu tinha, achei uma pretinha que usei apenas uma vez para combinar com um vestidinho e não deixar marcas. Coloquei com certa dificuldade, mas consegui.
Olhei meu reflexo pelo espelho e vi como estava. As laterais uma tira fina, atrás um triângulo pequeno que sumia no meio da minha bunda e na frente ficou bem marcada deixando bem a mostra o quanto estava apertada na minha buceta.
Achei um exagero usar ela, mas pensei melhor, liguei o foda-se e peguei um short de academia rosa de lycra e vesti. Era quase impossível ver que eu estava com calcinha, a menos que tocassem e sentisse que eu estava usando. Não coloquei sutiã, apenas uma blusinha de alça leve e solta. Agora eu estava pronta para botar fogo no circo.
Meu irmão estava na sala varrendo o piso quando me viu chegando. Ficou de boca aberta enquanto passava por ele. Fiz questão de rebolar bem, para que ele visse.
- Maninho, põe uma música pra nós aí... tá muito silenciosa essa casa.
Quase gaguejando ele disse que iria colocar.
- Quer ouvir o quê?
- Ah sei lá... uma música animada.
Ele pegou o controle da tv e colocou no Youtube uma playlist de funk. O moleque estava querendo alguma coisa com isso, porque foi colocar logo uma lista dessa.
Música tocando, som alto, e nós arrumando as coisas. Eu fingia tranquilidade, dançava, cantava, dava algumas reboladas. Hora ou outra deixava algo cair no chão e ficava praticamente de quatro pra pegar. Pelos reflexos dos móveis via ele olhando de canto, admirando na cara dura minha bunda. Numa dessas olhadas, ele apertou o pau por cima do calção, que, pelo volume, deveria estar bem duro. A brincadeira estava ficando perigosa, mas ao mesmo tempo excitante.
Olhei pra ele, que disfarçou virando para o outro lado tentando esconder o volume do calção.
- Tudo bem por aí maninho? – perguntei com um sorriso sarcástico no rosto.
- Tudo bem sim... Só estava vendo se preciso varrer mais um pouco aqui.- Disfarçou mostrando estar envergonhado por ter sido pego olhando para minha bunda.
- Olha bem direitinho e com calma... Vai ser “duro” deixar sujeira escondida debaixo das coisas e a mãe reparar...kkkkk
Falei com duplo sentido só para maltratar ele e mostrar que também vi ele duro me olhando.
Saí da sala rindo e fui para cozinha começar a arrumar lá. Logo ele apareceu perguntando no que poderia me ajudar. Passei umas instruções para ele e fui para a pia.
Minha mente estava a mil, é como se não fosse eu ali, mas uma garotinha pequena que quer aprontar, fazer travessuras e caçoar.
Lavando a louça deixei espirrar água na minha blusinha, deixando ela quase transparente. Dava para ver os biquinhos rosados e durinhos apontando e quase rasgando a blusa. Sem pudor nenhum, me virei para ele:
- Marcos, pega pra mim um bombril na gaveta? Minhas mãos estão cheias de sabão. Por favor!
Que satisfação foi a minha quando ele olhou para mim e ficou babando olhando para meus peitos marcando na blusa transparente.
- Terra chamando Marcos! Na escuta?? Não tá me ouvindo?
- Oi.... assim... Bombril... pera ai...vou pegar. – disse desesperado e sem graça mexendo na primeira gaveta que viu à frente.
- Oh seu tonto, é nessa gaveta aqui embaixo do meu lado, não aí! Oxi, parece que está no mundo da lua. – Dei uma gargalhada enquanto me virava para a pia.
Logo ele estava do meu lado, abaixou e abriu a gaveta pegando o que pedi. Virei na direção dele, deixando minha buceta de frente, bem na altura do seu rosto. Daquela posição, tenho certeza de que ele conseguiria ver que o short estava atolado na minha buceta, dividindo os lábios e deixando bem volumosa.
Ele ficou parado olhando para ela, engoliu em seco e olhou para cima onde eu estava encarando-o com um sorrisinho de vitória no canto da boca. Se levantou ficando a poucos centímetros de mim e entregou o bombril.
- Está aqui... Disse ele olhando em meus olhos, bem fixamente.
- Obrigada meu bem! – Desviei os olhos para baixo, onde agora dava para notar bem mais nítido o volume em seu short.
Senti o seu hálito bem suave e refrescante. Estava com alguma bala na boca. A minha vontade era de arrancar ela de sua boca à força.
- Será que você poderia me ajudar segurando essa panela, por favor? – Falei de um jeito bem manhoso para ele. - Preciso esfregar com força ela.
Virei para a pia deixando ele atrás de mim. Ele passou seus braços um em cada lado do meu corpo, segurando a panela quando comecei a esfregar. Minha mãe tem um sério problema com panela sem brilho. Ela gosta de panelas bem ariadas e brilhantes, quase um espelho. Sempre detestei lavar panela e deixar do jeito que ela quer. Mas dessa vez, esse serviço ia ser bem melhor que das outras vezes.
Comecei a esfregar com força, balançando meu corpo e dando pequenos passos para trás. Em pouco tempo Marcos estava encostado em mim. Senti seu corpo firme apertando o meu contra a pia. Seu pau estava duro, cutucando minha bunda à medida que eu ia para frente e para trás. Quem olhasse de fora, não ia ver como uma simples lavagem de panela, mas sim como algo obsceno entre irmãos.
Parei por um instante de esfregar a panela e comecei a rebolar lentamente, sentindo o membro dele pulsar. Segurei na borda da pia forçando o corpo a ir mais para trás. Ele fez o mesmo, mas empurrando para frente. Ficamos nessa esfregação por um tempo, quando senti sua respiração perto do meu pescoço, me causando um arrepio de imediato. Não estava mais aguentando:
- Marcos.... não faz isso... – disse em um gemido quase inaudível. No fundo não queria que ele parasse.
Ele beijou meu pescoço e soltou a panela agora fixando suas mãos em minha cintura. A pegada dele facilitou minha rebolada, fazendo ele apertar meu corpo contra o dele. Agora ele começou a esfregar em mim mais forte, agora como se estivesse metendo em mim. Estava uma delícia. Aquela mistura de proibido com um misto de tesão e perigo.
Numa ousadia que eu não esperava, ele colocou a mão no meio das minhas pernas, passando o dedo no meio da minha bucetinha que estava melada com tudo aquilo. Subia e descia o dedo, circulando e forçando para dentro. Como aquele moleque sabia fazer aquilo? Estava muito bom...
- Não faz isso... por favor. – Minha voz era quase uma súplica.
- Xiiiiuuuu... Fica quietinha que seu maninho vai cuidar de você! – Ele falou com a voz firme no meu ouvido, com uma autoridade que só aumentou meu tesão.
Isso que ele falou na hora reconheci de onde vinha: falou exatamente o mesmo diálogo que tinha na revista que peguei outra noite.
Ele não parava de mexer na minha buceta. Estava num movimento frenético e constante. Minhas pernas começaram a fraquejar e ficar mole. Eu estava quase gozando quando ele tirou as mãos de mim.
Por que diabos ele parou? Foi aí que entendi sua intenção.
Ele abaixou seu calção e deixou o pau bem duro para fora. Com as duas mãos, apertou abaixo da minha bunda, abrindo e colocando seu pau bem no meio dela.
- Agora sim... – ele disse gemendo e começando o vai e vem na minha bunda.
Voltou uma de suas mãos na minha cintura enquanto a outra voltou a me bolinar. Agora com ainda mais intenção.
Ficamos nisso por um tempo: Ele metendo em mim, me apertando, mexendo na minha bucetinha, beijando meu pescoço e eu de olhos fechados, sentindo seu pau forçando minha bunda, seu dedo forçando entrar na minha buceta por cima do short e gemendo baixinho. Se ele continuasse, eu iria gozar rapidinho. Como se ele tivesse lido meus pensamentos, falou no meu ouvido:
- Goza pra mim maninha!
-Ahhhnnn... - não conseguia dizer nada, apenas gemer com aquela rola dura forçando atrás de mim.
Aquilo foi a gota d’água. Comecei a me tremer toda. Senti minhas pernas fraquejarem e perder as forças a ponto de agarrar a pia para não cair. Soltei um gemido longo e alto. Nunca gozei tão forte como foi naquele dia.
Marcos se afastou de mim permitindo que eu respirasse um pouco. Olhei para trás e então vi aquela pica apontada para mim. Estava completamente dura, com uma cabeça vermelha e cheia de veias. Saia uma baba da ponta de pré-gozo. Que cena maravilhosa foi aquela! Meu maninho agora era um homem. Não era uma pica daquelas que leio em alguns contos por aqui, uma coisa descomunal. Mas era um tamanho perfeito para mim.
Ele novamente veio em minha direção e foi inevitável o beijo. Ele me agarrou com força, nossas línguas se entrelaçaram. Agarrei ele pelo pescoço e ele me apertando, agarrando minha bunda com força.
Colocou as mãos na lateral do meu short e começou puxar para baixo. Não impedi, deixei ele conduzir as ações, eu estava entregue aquele garoto.
Assim que terminou de tirar, ele arrancou seu calção por completo deixando ainda mais a mostra aquele cacete duro por minha causa. Eu sentia minha calcinha melada, quase escorrendo pelas pernas devido a tanto tesão. Na parte de trás de tanto ele apertar minha bunda estava ainda mais enterrada, como se isso ainda fosse possível.
Estávamos com a respiração bem forte, como de uma pessoa que corre maratona. Ele se aproximou de mim novamente, colocou suas mãos em minha bunda e me levantou com uma facilidade, como se eu fosse uma folha de papel. Andou um pouco e me colocou sobre a pia.
Olhei para baixo e levei minha mão até aquele mastro duro e comecei a punhetar. Apertei com força forçando um gemido dele. Ele apenas observava entre gemidos eu subir e descer, com movimento lento, aproveitando ao máximo aquela sensação.
Ele fez o mesmo, levou sua mão até minha calcinha. Passou o dedo levemente sentindo o molhado.
- Ahhhhh...
- Você está molhadinha maninha... que delícia.
Ele puxou a lateral deixando a mostra minha bucetinha. Lisa, branquinha e toda molhada. Passou o dedo sentindo meu mel e colocou um dedo para dentro me fazendo gemer ainda mais. Agora era ele que estava judiando de mim.
Levei minha outra mão até a alça da minha blusa, descendo ela e deixando meu peito esquerdo à mostra. Puxei a cabeça dele obrigando-o a me chupar.
Começou passando a língua devagar no biquinho, me arrepiando inteira. Joguei a cabeça para trás aproveitando aquele momento proibido. Coloquei minha boca perto do ouvido dele, passei a língua devagar e gemendo bem manhosa.
Já que ele tinha falado um diálogo da revista, aproveitei a deixa:
- Chupa sua maninha, chupa.... Assim... bem gostoso. Continua assim... Se continuar desse jeito eu vou chupar essa pica bem gostosa antes de você meter em mim.
O choque dele foi imediato, ele entendeu que eu também tinha visto a revista, que também queria ele tanto quanto ele queria.
Ele passou a chupar mais forte, abaixou a outra alça me deixando exposta com os peitos para fora e começou a alternar entre eles. Chupando, mordendo, puxando os bicos com os dentes... se continuasse assim eu iria gozar mais uma vez.
Imaginem a cena se vocês entrassem pela porta da cozinha: um homem pelado chupando meus seios, eu sentada na bancada arreganhada, semi nua, os seios de fora, a calcinha de lado e um dedo enfiado na buceta, gemendo e com o pau dele na mão. O que fariam nessa situação?
Marcos parou de me chupar e voltou a me beijar. Eu retribuí com muita vontade e desejo. Ele tirou minha mão do seu pau e deu um passo à frente. Começou a pincelar o pau dele na entrada da minha buceta. Eu estava encharcada, o barulho do atrito dele esfregando era maravilhoso. Entendi na hora o que ele queria: Fuder a própria irmã.
- Não podemos Marcos...melhor parar com isso. – falei entre os beijos.
- Só um pouquinho... vou colocar só a cabecinha. Deixa vai?
Lá estava eu, morrendo de tesão, aquela pau quase entrando em mim, querendo ela dentro de mim, ele me fuder bem gostoso naquela pia e um tabu que estava parcialmente quebrado. Tive forças pra resistir, peguei novamente o pau dele, afastei ele. Olhei nos seus olhos:
- Você tá sem camisinha... – Falei enquanto comecei a bater uma punheta pra ele de novo. -Você tem?
- Não tenho. Preciso comprar um pacote.
- Então não podemos... é arriscado demais. Não quero engravidar.
- Mas eu não gozo dentro, eu tiro antes. Por favor!
Eu não resistia aquele olhar de pidão dele que desde pequeno conseguia me convencer das coisas.
Fui perto do ouvido dele e falei:
- Vamos fazer o seguinte: Arranja a camisinha, deixa guardada que assim que tivermos a sós, deixo você me fuder bem gostoso até gozar, o que acha?
Aquilo foi a gota d’água para ele. Senti seu pau ficar ainda mais duro e pulsar. Começou a gozar na minha mão. Jatos atingiram minha barriga, mão e perna. Gozou tanto que começou a escorrer para minha calcinha. Tive que tirar o excesso com a mão para não escorrer para minha buceta.
- Desculpa mana...foi sem querer. Eu não aguentei.
- Tudo bem, rsrsrs. Acontece, você não teve culpa. – Desci da pia quando ele se afastou
- Preciso me limpar e sumir com essa sujeira toda aqui do chão. A mãe não pode nem sonhar que isso aconteceu, entendeu?
Ele apenas assentiu com a cabeça.
Ajeitei minha calcinha no lugar, peguei meu short e sai para meu quarto. Olhei para trás e Marcos estava lá, parado, com o pau na mão e olhando eu sair rebolando. Apenas dei um sorrisinho safado e uma piscadinha...
Continua....
Mais uma vez obrigado a todos que leram até aqui. Espero que tenham gostado dessa 3° parte da minha história. Se puderem dar notas, ficarei grata. É bom ser reconhecida às vezes não só pelo corpo, mas pela forma de se expressar e escrever. Adicionei outra foto, caso queiram ver. Não é uma foto que agradará a todos, mas é eu à vontade no meu cotidiano.
Beijos a todos, sem exceção!
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