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Primeira vez da DRI nua na frente de outro (Depois de casada! )

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Um conto erótico de Eros autor
Categoria: Heterossexual
Contém 2098 palavras
Data: 21/07/2026 16:42:17
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Em publicações anteriores, recebi um suporte do autor Leon Medrado que me orientou para evitar erros que eu estava realmente cometendo, tanto no português quanto no estilo. O texto abaixo é uma aventura real minha e de minha esposa, que já havia publica antes, segue agora com minha revisão e uma segunda revisão de inteligência artificial. Pessoalmente nós (Eu e a Dri) gostamos muito como ficou. Peço a você leitor a opinião do que acha deste conto!

Toda essa história de nos tornarmos um casal mais liberal e usufruir de novas liberdades na relação não surgiu da noite para o dia.

No nosso caso, nem nos considero um casal liberal no sentido tradicional, mas sim dois parceiros que aprenderam a aproveitar as oportunidades do cotidiano. Há algum tempo vivemos em clima de constante sedução: quando estamos juntos, conversamos abertamente sobre nossos desejos e fantasias; quando longe, trocamos mensagens quentes, chamadas de vídeo íntimas à noite e algumas fotos misteriosas — a Dri sempre teme que um hacker acesse o celular dela, por isso mantemos certo cuidado.

Tudo começou há bastante tempo, quando tínhamos apenas sete anos de casados. Morávamos em uma casa ao lado de um sobrado alugado por uma construtora para abrigar a equipe de engenharia de uma obra local. Eram oito engenheiros, em sua maioria vindos do Sul, extremamente educados. Eles saíam cedo e voltavam à noite, deixando o imóvel durante o dia apenas sob os cuidados de duas funcionárias da limpeza e cozinha.

Na época, a Dri era novinha, dedicada ao lar e, mesmo após dois filhos, ostentava um corpo nota dez. Com a proximidade das nossas férias na praia, ela aproveitava que os meninos estavam na escola e que o sobrado vizinho ficava vazio para tomar sol de biquíni no quintal. O aroma doce do óleo bronzeador esquentado pelo sol exalava da pele dourada dela, impregnando o ar do quintal enquanto ela buscava garantir uma cor perfeita antes da viagem. Fez isso por vários dias.

Até que Dona Lourdes, a cozinheira da empresa com quem a Dri sempre batia papo, comentou:

— Dri, você fica aí tomando sol quase pelada e tem homem morando do lado, viu?

— Uai, Dona Lourdes, mas eles não saem de manhã e só voltam à noite? E nem estou pelada, meu biquíni é bem comportado!

— É comportado para você, mas homem é homem... Ainda mais vendo um corpão desses! É que um dos rapazes tem "esquecido" coisas em casa todo dia de manhã. Ele sobe para o quarto, fica lá um tempão e hoje saiu até de banho tomado!

— Credo, Dona Lourdes! Será que ele estava me espiando?

— Acho que sim. Estou avisando porque acho vocês um casal tão bonito... Vai que o seu marido descobre e arruma uma briga feia.

— Não se preocupe. O Carlos é compreensivo e confia em mim. Além do mais, olhar não tira pedaço! Mas quem é o engraçadinho?

— É o Lucas, aquele mais jovem que dirige o carro azul.

— Sei quem é... Ele é bem ajeitadinho, né? Mas obrigada por me avisar.

Naquela noite, a Dri não me contou nada, mas notei que ela estava extraordinariamente fogosa. Esperou-me voltar do trabalho vestindo um short curtinho, camiseta sem sutiã e um chinelinho que eu adorava. Assim que os meninos dormiram, tirou a camiseta, revelando os seios fartos, e veio esfregá-los na minha boca. Fui sugando aqueles bicos rosados e rígidos enquanto tirava o short dela, descobrindo que estava sem calcinha.

— Gostou da surpresa? — ela sussurrou.

— Adorei, você está deliciosa. O que deu em você hoje?

— Nada... Só tesão de saudades do meu marido.

O tesão era tanto que ela tomou a iniciativa. Tirei o restante da minha roupa e ali mesmo, em cima da mesa da cozinha, a possuí com força, chupando seus dedos enquanto ela se contorcia. À medida que o ritmo das estocadas aumentava, o delicioso e inconfundível cheiro característico do fluido vaginal dela tomou conta de todo o ambiente da cozinha, misturado ao calor dos nossos corpos. Gozamos quase juntos. Depois, no banho, ela se ajoelhou e sugou meu pau com vontade, engolindo tudo e me beijando em seguida com a boca ainda suja do meu sêmen. Uma transa insana. Mas, apesar de incrível, achei repentino todo aquele fogo.

No dia seguinte, o calor continuava. A Dri vestiu um biquíni um pouco mais cavado e foi para o quintal, atenta a qualquer movimento nas cortinas do sobrado. Por volta das dez da manhã, ouviu o carro do Lucas entrar na garagem. Ela deu uma ajeitada no cabelo e foi para o corredor com a mangueira, fingindo lavar o piso — algo que já tinha feito logo cedo.

Pelo canto do olho, notou um vulto na janela dos fundos. Ficou ali se exibindo, abaixando-se para pegar folhas imaginárias. Meia hora depois, enquanto guardava a mangueira, ouviu o carro saindo.

Logo em seguida, Dona Lourdes a chamou no muro:

— Dri, vem cá, sua danada!

— O que foi, Dona Lourdes?

— O Lucas esteve aqui e devia estar se desmanchando na punheta por sua causa! Você não vale nada!

A Dri, tentando disfarçar o sorriso, respondeu:

— Nem reparei...

— Reparou sim! Um biquíni asa-delta desses não deixa dúvidas!

— Tá bom, reparei! Mas convenhamos, um homem bonito daquele escondido atrás da cortina... Que mulher não gosta de se sentir desejada? Vou ser sincera, nem dormi direito essa noite pensando nisso.

— E o seu marido? Você contou?

— Ainda não tive coragem, mas vou contar. Não vai passar disso, só uma exibição de vez em quando.

— Eu sabia! Sua cara entrega o fogo que você tá sentindo lá embaixo. Só tome cuidado.

— Não nego que fiquei morrendo de curiosidade e com um tesão absurdo. Mas amo o Carlos. Já estou com quase trinta anos, dois filhos, nunca imaginei que um garotão daqueles fosse ficar louco me vendo de biquíni.

— Aproveita! Se fosse eu, já tinha ido para a cama com o Lucas. Mas fale com o Carlos e depois me conta a reação dele!

Nos dias seguintes, a rotina de sexo intenso à noite continuou. A viagem se aproximava e a Dri já exibia um bronzeado impecável.

Sempre que ela se aproximava, o aroma marcante do bronzeador esquentado pelo sol emanando da pele do peito e das coxas dela me deixava constantemente ereto. Ela me pediu para comprar dois biquínis novos "do meu gosto". Sabendo do meu fetiche, comprei logo três biquínis bem pequenos e um maiô preto inteiriço, cavadíssimo e com as costas totalmente nuas. Ao experimentar em casa, o maiô entrava na bunda de um jeito estonteante.

Naquela noite, fizemos um 69 deitados de lado; suguei o clitóris dela até que ela esguichasse no meu rosto. Delicioso.

Ainda intrigado com a mudança de comportamento dela, liguei do trabalho no fim da tarde para perguntar o que a deixava tão radiante nas últimas semanas. Ela desconversou e disse que me explicaria à noite.

Quando cheguei, a casa estava em absoluto silêncio. Os meninos tinham ido para a avó. A Dri me esperava maquiada, cabelo escovado, vestindo um decote profundo e salto alto — uma visão avassaladora. À medida que cheguei perto, um aroma hipnotizante me atingiu: o cheiro provocante do suor leve que brotava da pele dela pelo nervosismo, fundido de forma perfeita ao perfume marcante que ela usava no vestido.

Quase sem ar, ouvi quando ela disse:

— Carlos, nem me beije ainda. Tome um banho, coloque o roupão e venha jantar. Preciso te contar uma coisa e não sei como você vai reagir.

Obedeci, com o coração na boca. Estaria grávida? Teria acontecido algo grave?

Sentei-me de frente para ela na mesa posta. A luz suave realçava o colo do vestido, onde os seios pareciam saltar a cada respiração descompassada dela.

Com os lábios trêmulos e os olhos marejados de vergonha, ela começou a confessar tudo: o vizinho a espiando, os relatos da cozinheira, a masturbação atrás da cortina... A cena criou uma tensão psicológica magnética. A fragilidade e a vergonha genuína nos olhos dela contrastavam de maneira perversa com a fogueira que se acendia dentro de mim. Enquanto ela temia a minha punição, sentia meu pênis endurecer com extrema força sob o tecido fino do roupão, pulsando a ponto de quase pular para fora.

A cada palavra que ela pronunciava sobre o desejo do outro homem, a minha ereção ficava mais rígida, alimentada pela mistura incrivelmente erótica da culpa dela com a minha excitação incontrolável.

Não havia toque, não havia traição física. Era apenas um homem desejando desesperadamente a mulher por quem eu era louco, e a minha esposa descobrindo o prazer do exibicionismo.

A Dri começou a chorar, pedindo desculpas e jurando que nunca mais faria aquilo.

Levantei-a, beijei suas mãos e deslizei as alças do vestido. Ela estava sem lingerie. Acomodei-a na cama e a penetrei devagar, sentindo sua vagina quente, extremamente molhada e apertada. Gozamos juntos. Em seguida, desci para lambê-la, saboreando meu próprio sêmen misturado ao suco dela, estendendo as lambidas até seu ânus, que piscava a cada toque da minha língua. Ela gozou novamente, exausta.

— Você me perdoa? — sussurrou, trêmula.

— Dri, há coisas que um homem não deve perdoar... deve incentivar! Eu adorei tudo o que você me contou. Adorei ver o seu tesão despertar, adorei saber que você se exibiu. Você não ultrapassou nenhum limite comigo.

— Tem certeza? O que vamos fazer agora? Eu amo você, só gosto de me sentir desejada por ele. Mas quando sei que ele está ali, meu corpo pega fogo...

— O problema é que eu fiquei com um tesão incontrolável só de te ouvir falar! O meu pau está pulsando. E se você continuar se exibindo e me contar cada detalhe todas as noites?

— Você está maluco? Está me entregando de bandeja?

— Não. Quero curtir isso com você. Quero você realizada. Você tem a chance de alimentar o tesão de dois homens: o que te possui e o que fantasia em te possuir.

Ela sorriu, aliviada:

— Eu no fundo, torcia por essa sua reação...

— Combinado então: amanhã você continua a rotina, flerta com a janela e no sábado viajamos. Na praia conversamos mais.

Viajamos, curtimos a família e tivemos noites de sexo memoráveis. Ela voltou incrivelmente bronzeada e marcada pelas peças minúsculas.

Na segunda-feira pós-viagem, combinamos o próximo passo. Quando notou o carro do Lucas na garagem, a Dri saiu para a cozinha enrolada apenas em uma toalha. Ela fixou o olhar na janela dos fundos, de onde viu a silhueta dele paralisada atrás da cortina. O rapaz recuou envergonhado e, mais tarde, pediu desculpas a ela por meio da Dona Lourdes.

A Dri respondeu para a cozinheira:

— Dona Lourdes, eu olhei de propósito. Não precisa ele se esconder. Contei tudo ao Carlos e ele adorou. Descobri que sou exibicionista e ele me deu carta branca!

Duas semanas depois, a Dri finalmente teve a coragem final. Fingindo sair do banho, saiu só enrolada na toalha (Que já era bem curta), quando o percebeu na janela, caminhou devagar pelo corredor. Com um movimento lento e calculado, ela segurou a ponta da toalha. A expressão na face dela era de um tesão quase selvagem, porém contido: os lábios ligeiramente entreabertos, as bochechas coradas pelo rubor da adrenalina e os olhos semicerrados em puro triunfo provocativo. Ela soltou o tecido, deixando a toalha deslizar suavemente pelo corpo até cair no chão, expondo a nudez impecável, a pele bronzeada pelas férias e as marquinhas brancas e perfeitas do biquíni minúsculo para os olhos famintos do vizinho. Ela permaneceu imóvel por alguns segundos, exibindo o corpo nu com um sorriso travesso de canto de boca, antes de se virar devagar e entrar.

Naquela mesma noite, deixamos os meninos na avó. Tivemos uma noite épica de sexo anal e vaginal, com ela gritando o nome do Lucas enquanto eu a comia com força, atiçado por ouvir o nome de outro homem na boca da minha mulher.

Essa dinâmica durou alguns meses, com mais três exibições dela totalmente nua para ele. Com o fim da obra, os engenheiros foram transferidos. Antes de partir, Lucas enviou à Dri uma caixa de bombons com um bilhete delicado pedindo desculpas pelo comportamento. Nós rimos sempre porque aí começou muita coisa gostosa que fizemos depois. . .

Até hoje, quando queremos apimentar nossa relação, invocamos o nome do Lucas durante as nossas transas mais selvagens.

P.S.: A Dri leu e aprovou esta nova versão com ajuda da IA. Novamente para comemorar, vamos hoje a um motel elegante aqui perto levando um pênis de silicone com 22 cm e 4,5 de diâmetro — que batizamos carinhosamente de "Lucas" — para fazer uma dupla penetração na DRI, prestando uma homenagem ao nosso antigo vizinho.

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