Olá!
Meu nome é Andre. Tenho 42 anos, sou moreno, tenho 1,75 m de altura, peso 90 kg, olhos castanho-escuros e fui militar durante toda a vida.
Este é um relato 100% real. Há anos acompanho as histórias publicadas por aqui e sempre me diverti conhecendo as experiências de outras pessoas. Hoje, finalmente, resolvi criar coragem, fazer meu cadastro e começar a compartilhar as minhas também.
Sou um homem comum, apaixonado pela liberdade de viver intensamente, pelas boas histórias e pelas experiências que marcam a memória. Espero que este seja apenas o primeiro de muitos relatos.
Espero, de coração, que gostem da leitura e deixem seus comentários. O retorno de vocês será um grande incentivo para que eu continue escrevendo e, quem sabe, interagindo cada vez mais com a comunidade.
Uma ótima leitura a todos!
Depois da primeira vez em que experimentei aquela sensação tão intensa, fiquei tomado pela curiosidade. Queria entender melhor o que havia acontecido e descobrir se seria possível reviver aquela experiência.
Naquela noite, deitei, mas o sono simplesmente não vinha, cochilava e já acordava novamente. Esperei a casa inteira silenciar. Como o espaço era pequeno dormiamos todos no mesmo quarto, conhecia bem a rotina da família e sabia que, depois de certo tempo, todos estariam dormindo profundamente.
Derrepente, ouço gemidos, meu padrasto estava gemendo baixinho eu levantei a cabeça por baixo das cobertas e pude ver a minha mãe que o chupava , não posso mentir o cara era muito bem dotado minha mãe engolia a rola toda olhando para ele parecia que não havia mais ninguem naquele quarto , meus irmãos dormiam , alguns minutos depois ele gemeu mais forte ela com a rola na boca não tirava da boca e continuava mamando como se fosse uma bezerra esfomeada, ate que ele puxou ela para cima e os dois se cobriram , pouco tempo depois ouvi ele roncando.
Quando tive certeza de que o silêncio havia tomado conta da casa, fui até o guarda-roupa da minha mãe. Na gaveta de baixo, onde ela costumava guardar algumas revistas, peguei uma delas e me tranquei discretamente no banheiro.
O ambiente estava completamente silencioso. Sentado ali, sozinho, comecei a folhear aquelas páginas com uma mistura de curiosidade, ansiedade e descoberta. Cada imagem parecia ganhar vida diante dos meus olhos. Minha imaginação completava o restante da história, criando cenas muito mais vivas do que qualquer fotografia poderia mostrar.
Perdi completamente a noção do tempo. Era como se o restante da casa deixasse de existir. Existiam apenas aquelas páginas, minha imaginação e a intensidade daquele momento. Quanto mais mergulhava naquele universo, mais distante parecia ficar da realidade.
Então, a mesma sensação que havia experimentado anteriormente voltou a tomar conta do meu corpo. O coração acelerou, a respiração ficou pesada e uma onda intensa percorreu cada parte de mim. Era algo totalmente novo, impossível de explicar para um garoto daquela idade.
Quando tudo passou, permaneci imóvel por alguns instantes, tentando compreender o que havia acabado de acontecer. Aos poucos, a respiração voltou ao normal. Recolhi a revista que havia caído no chão, organizei tudo cuidadosamente e esperei mais alguns minutos antes de sair do banheiro.
Voltei até o quarto da minha mãe, devolvi a revista exatamente ao lugar onde estava e caminhei em silêncio até minha cama. Dormi com uma sensação de alívio, curiosidade e uma enorme vontade de entender melhor aquele novo universo que começava a descobrir.
Na manhã seguinte, acordei já com a televisão ligada e o velho Jiraiya passando, como em tantos sábados da infância. A rotina seguia normalmente, mas eu sabia que alguma coisa dentro de mim havia mudado.
No próximo relato, vou contar como descobri que meus primos também tinham uma curiosidade enorme por aquelas revistas.
Espero que tenham gostado. É um relato simples, mas verdadeiro.
Aguardo os comentários.
Um abraço!