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Descobrindo um ao outro

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Categoria: Heterossexual
Contém 1041 palavras
Data: 21/07/2026 21:05:44

Descobrindo um ao outro

Eles se conheciam há apenas três semanas, mas a química entre eles era inegável.

Laura, 29 anos, tinha um sorriso fácil e um olhar que misturava timidez com curiosidade. Guilherme, 31, era alto, com voz grave e um jeito calmo que a deixava molhada só de ouvi-lo falar.

Era a primeira vez que dormiam juntos. O apartamento dele estava com luz baixa, uma playlist suave tocando ao fundo e uma garrafa de vinho pela metade na mesinha.

Eles estavam no sofá, se beijando há quase meia hora. O beijo que começou doce foi ficando molhado, urgente. Guilherme deslizava as mãos pelas coxas dela por baixo do vestido leve. Laura suspirava contra a boca dele.

Ele subiu a mão devagar até o meio das pernas dela e começou a tocá-la por cima da calcinha. Os dedos pressionavam o tecido macio, sentindo o calor e a umidade que já começava a aparecer. Ele fazia movimentos circulares lentos, esfregando o clitóris por cima do pano, sem pressa. Laura rebolava sutilmente contra a mão dele, soltando suspiros cada vez mais altos. A calcinha foi ficando visivelmente molhada, o tecido colando nos lábios inchados.

— Você já tá encharcada… — murmurou ele, sorrindo contra os lábios dela.

Em seguida, Guilherme subiu as mãos para os seios dela. Apalpou por cima do vestido, sentindo os mamilos duros marcando o tecido fino. Como ela não estava de sutiã, ele conseguia apertar e massagear os seios com vontade. Depois, enfiou as mãos por baixo do vestido e continuou apalpando diretamente na pele, apertando, pesando, roçando os polegares nos mamilos. Só então abaixou o vestido e começou a lamber e chupar os mamilos dela com calma, alternando entre um e outro, sugando devagar enquanto os dedos continuavam brincando por cima da calcinha molhada.

Laura gemia baixinho, segurando a cabeça dele contra os seios.

Depois de deixá-la bem excitada, ela desceu a mão e segurou o pau dele por cima da calça. Sentiu o volume, a rigidez. Abriu o botão e puxou para fora. O pau pulou livre, grosso, comprido e com a cabeça grande brilhando de lubrificante. Laura ficou surpresa.

— Meu Deus… — murmurou, segurando ele com as duas mãos. — Será que vou aguentar? Meu ex não chega nem perto desse tamanho todo…

Ela começou a punhetar devagar, espalhando o líquido lubrificante que minava da cabeça. Depois se abaixou e, como era muito grosso e cabeçudo, começou lambendo primeiro — circulando a língua na glande, lambendo toda a extensão, tentando acostumar a boca. Só depois tentou abocanhar, mas teve dificuldade, conseguindo colocar apenas metade.

Guilherme gemia, segurando o cabelo dela com carinho.

Laura subiu de novo, olhou para ele e falou com a voz rouca:

— Não sei se aguento de uma vez… acho melhor eu ficar por cima pra ir controlando… ou você prefere me comer de quatro logo?

Ele a beijou com fome e respondeu:

— Como você quiser, amor. Quero que seja gostoso pra você.

Laura subiu em cima dele. Guilherme segurou o pau e começou a pincelar entre os lábios molhados dela, esfregando a cabeça grossa no clitóris e na entrada, excitando-a ao máximo. Ela rebolava, gemendo, cada vez mais molhada.

Aos poucos ele foi entrando. Laura descia devagar, sentindo cada centímetro. Demorou um pouco para se acostumar com a grossura. Quando ele estava quase todo dentro, ela sentiu a cabeça tocar bem fundo, quase no útero. Soltou um gemido longo, misturado de prazer e leve desconforto.

— Devagar… — pediu ela, respirando fundo. — Você é muito grande…

Guilherme segurou a cintura dela com firmeza, mas deixou que ela controlasse o ritmo, subindo e descendo aos poucos, acostumando-se com ele.

— Ai, meu Deus… — gemeu baixinho, mordendo o lábio. — Você é tão grosso…

Quando ele estava todo dentro, ela parou por um momento, respirando fundo, acostumando-se com a sensação de estar completamente cheia. Guilherme segurava a cintura dela com firmeza, mas deixava que ela ditasse o ritmo.

Aos poucos, Laura começou a rebolar. Depois, subia e descia, primeiro devagar, depois com mais vontade. Os seios balançavam no ritmo dos movimentos. Guilherme não conseguia tirar os olhos dela — o rosto de prazer, os gemidos cada vez mais altos, a forma como ela se entregava.

— Assim… bem assim… — sussurrou ela, acelerando.

Ele apertava os seios dela, beliscando os mamilos enquanto ela cavalgava. Laura inclinou o corpo para frente, apoiando as mãos no peito dele, e começou a quicar com mais força. A cada descida, a cabeça do pau tocava bem fundo, quase no útero. O prazer foi crescendo rápido.

— Eu vou gozar… — avisou ela, a voz falhando.

Guilherme segurou a bunda dela com as duas mãos e ajudou no movimento, metendo de baixo. Laura tremeu inteira, contraindo-se ao redor dele, gemendo alto enquanto o orgasmo a invadia. As coxas tremiam, a boceta pulsava forte, molhando ainda mais o pau dele.

Ela desabou sobre o peito dele, ofegante. Guilherme a beijou com carinho e murmurou:

— Agora é minha vez.

Ele a tirou de cima com cuidado, virou-a de quatro no sofá e posicionou-se atrás. Segurou a cintura dela e entrou novamente, dessa vez com mais facilidade. Começou a meter devagar, depois foi aumentando o ritmo.

Laura empinava a bunda, gemendo a cada estocada. Guilherme segurava firme, metendo fundo, o som dos corpos se chocando enchendo a sala. Ele sentia ela apertar novamente, ainda sensível do orgasmo anterior.

— Vou gozar… — avisou ele, a voz rouca.

— Goza dentro… — pediu ela, rebolando contra ele. — Quero sentir você gozando bem fundo.

Com algumas estocadas fortes, Guilherme gozou intensamente, enchendo-a de porra quente enquanto gemia o nome dela. Laura sentiu cada jato, gemendo baixinho de prazer.

Eles desabaram no sofá, abraçados, suados e satisfeitos. Guilherme beijou o ombro dela e sussurrou:

— Isso foi só o começo… temos o fim de semana inteiro pra descobrir mais.

Laura sorriu, ainda sentindo ele dentro dela, e respondeu:

— Mal posso esperarGostou do conto? ❤️

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