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Ana esposa fiel ?

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Um conto erótico de bola
Categoria: Heterossexual
Contém 806 palavras
Data: 22/07/2026 01:07:05
Assuntos: Esposa, Heterossexual

Ana, 34 anos, esposa fiel e crente fervorosa, acordou no meio da noite com calor. Marcos dormia profundamente ao lado dela. Ela foi até a cozinha beber água e viu Ricardo, o novo vizinho, na varanda ao lado, sem camisa, corpo suado brilhando.

Seus olhares se cruzaram. Ricardo pulou a mureta baixa e, em segundos, prensou Ana contra a pia. O beijo foi bruto, faminto. Língua invadindo a boca dela enquanto as mãos grandes apertavam os seios por cima da camisola fina.

— Não… por favor… eu sou casada… isso é adultério… pecado grave… — implorou ela, mas a voz saiu fraca, quase gemido.

Ricardo riu baixinho, enfiou a mão por dentro da calcinha e sentiu a boceta encharcada.

— Olha como você tá molhada, Ana… sua bocetinha crente tá traindo você antes mesmo da boca.

Ele tirou a camisola dela, colocou Ana sentada na pia, abriu as pernas dela e meteu a boca. Chupava o clitóris inchado com vontade, enfiando a língua fundo enquanto dois dedos grossos fodiam ela. Ana segurava a cabeça dele, tremendo, lágrimas de culpa escorrendo:

— Meu Deus… me perdoa… eu sou fraca… ai que delícia…

Gozo forte explodiu na boca de Ricardo. Ele se levantou, virou ela de costas e meteu o pau grosso inteiro de uma vez. Estocadas fundas, fortes, estapeando a bunda redonda enquanto puxava o cabelo dela.

— Reza alto, vadia… reza enquanto eu encho essa boceta de porra.

Ana gozou novamente, gemendo o nome de Ricardo, o corpo traindo todos os votos. Ele gozou logo depois, jorrando quente e grosso bem no fundo dela. Ana escorregou pro chão, porra escorrendo pelas coxas, chorando de culpa:

— O que eu fiz, Senhor? Traí meu marido… traí minha fé…

Mas o corpo ainda latejava de prazer.

A partir daquela noite, Ana não conseguiu parar. Todo dia, enquanto Marcos estava no trabalho, ela corria para a casa de Ricardo. A culpa era enorme, mas o tesão era maior.

Na segunda vez, ele fodeu ela no sofá da sala, de quatro, segurando o pescoço:

— Diz que você é minha puta agora.

— Eu sou… ai meu Deus… eu sou sua puta… — gemia ela, rebolando contra o pau dele.

Ele metia sem piedade, estapeando a bunda, chamando ela de “esposa infiel”, “crente safada”, “boceta traidora”. Ana gozava chorando, mistura de prazer e remorso.

Os dias viraram uma sequência de safadezas:

Chupava o pau dele ajoelhada na cozinha, engasgando, babando inteiro, pedindo pra gozar na cara.

Deixou ele foder seu cu pela primeira vez, gritando de dor e prazer enquanto ele gozava dentro.

Transou contra a janela, de frente pro quintal, arriscando ser vista.

Deixou ele tirar fotos dela nua, boceta aberta, gozando, com o anel de casada brilhando na mão.

Depois de cada encontro, Ana voltava pra casa, tomava banho correndo e orava ajoelhada, chorando muito:

— Perdoa-me, Pai… eu não consigo parar… a carne é fraca demais… toda vez que ele me toca eu me entrego como uma vadia…

Mas no dia seguinte ela voltava, cada vez mais safada, cada vez mais culpada.

Numa tarde quente, Ana estava completamente perdida. Estava na casa de Ricardo, completamente nua, montada nele no sofá da sala. Cavalgava devagar, rebolando fundo, os seios balançando enquanto ele chupava seus mamilos com força.

— Mais fundo… me fode bem gostoso… — pedia ela, gemendo alto, sem nenhuma vergonha.

Ricardo segurava a bunda dela, metendo pra cima com estocadas fortes. O barulho molhado da boceta dele entrava e saía enchia a sala. Ana estava quase gozando quando a porta da frente se abriu.

Marcos entrou.

— Ana…?! — gritou ele, olhos arregalados de choque e dor.

Ela parou no meio da cavalgada, pau de Ricardo ainda enterrado bem fundo dentro dela. O sêmen dele já escorrendo pela coxa. A culpa, o medo e o prazer se misturaram num turbilhão.

— Marcos… não… isso não é… — tentou falar, mas a voz falhou.

Marcos deu um passo à frente, rosto vermelho de raiva. Ricardo só sorriu, segurando a cintura de Ana para que ela não descesse.

Foi nesse exato segundo que tudo girou.

Ana acordou sobressaltada na própria cama, gritando.

Estava suada, coração disparado, a camisola embolada na cintura. A boceta latejava, inchada e molhada. Tocou entre as pernas e sentiu que tinha gozado de verdade durante o sonho — a calcinha e o lençol estavam melados.

Marcos, ao lado dela, acordou preocupado:

— Amor, o que foi? Pesadelo?

Ana olhou pra ele, ainda ofegante, o corpo tremendo. As imagens de Ricardo metendo nela, da cara de dor do marido ao flagrante, tudo ainda muito vivo na mente.

— Foi… foi só um sonho… — murmurou ela, voz rouca.

Mas o corpo inteiro ainda sentia as estocadas, o cheiro de Ricardo, a culpa pesada e o prazer proibido.

Ela abraçou Marcos forte, mas, no fundo da mente, a imagem de Ricardo sorrindo enquanto ela cavalgava ele não saía.

Talvez tivesse sido só um sonho…

Ou talvez(...)

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Comentários

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Logo vai fazer viirar realidade e quem sabe o marido participa né

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