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LIBERTAÇÃO- Capítulo 3

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Um conto erótico de Corno de Lésbica
Categoria: Lésbicas
Contém 2699 palavras
Data: 22/07/2026 05:54:07
Assuntos: Lésbicas

O domingo amanheceu quente, com o sol estalando no asfalto e elevando a temperatura da cidade — e a de Carla — a níveis insuportáveis. Na cama, enquanto Maurício ainda espreguiçava, a ruiva já arquitetava o plano. Olhando nos olhos do marido com uma dissimulação que nem ela sabia que possuía, soltou a mentira perfeita:

— Amor, vou dar uma pernada no shopping com a Patrícia. Coisa de mulher, sabe? Ver umas roupas, fofocar... Não me espera pro almoço.

Maurício, ainda meio sonolento e com a guarda baixa pelo cansaço da semana, apenas puxou a esposa para um selinho e apertou um de seus seios fartos por cima do pijama.

— Vai lá, meu amor. Aproveita. Juízo — disse ele, voltando a cobrir a cabeça com o lençol.

Carla sorriu de canto. O coração batia na garganta. Ela tomou um banho rápido, caprichou na depilação e vestiu uma saia curta e uma blusa sem sutiã, deixando os faróis acesos marcando o tecido fino. Estava pronta para o crime.

Enquanto isso, na casa de Daniela, o clima era completamente diferente. A engrenagem daquele casamento cinquentão funcionava sob a engrenagem da verdade nua e crua. Daniela nunca precisou mentir; sua bissexualidade e o tesão por mulheres eram combustíveis que alimentavam a própria relação com Elton.

Sentada na ponta da cama, terminando de passar um óleo que deixava sua pele negra brilhando e com um perfume adocicado irresistível, Daniela olhou para o marido, que assistia TV de cueca, ostentando aquele corpo tatuado e robusto.

— Negão, tô saindo. Vou encontrar a Carla, a ruivinha do swing. A gente combinou de se pegar num motel no centro — disparou Daniela, com a naturalidade de quem avisa que vai à padaria.

Elton deu um sorriso de canto a canto, o olhar de predador acendendo na mesma hora. A menção à ruiva e àquela tarde de luxúria fez o pau do cinquentão dar um solavanco violento dentro da cueca, desenhando um volume imenso e intimidador.

— Caralho, nega... Vai m0lhar a dita cuja com a ruiva? Aquela ali tem cara de ser uma puta gulosa na cama — disse Elton, a voz engrossando de tesão. — Vai lá e destrói essa guria. Deixa ela louca.

Daniela levantou-se, ostentando aquela bunda monumental que balançou a cada passo até o marido. Ela se ajoelhou entre as pernas dele e, sem pedir licença, enfiou a mão por dentro da cueca dele, puxando o pau dele para fora. O membro já estava completamente ereto, latejando, com as veias saltadas sob as tatuagens da coxa.

— Olha como você fica só de ouvir falar dela, seu tarado — provocou Daniela, dando uma risada gostosa e safada.

Antes de passar o batom, ela agarrou a base do pau de Elton com força. Começou a bater uma punheta rápida, firme, subindo e descendo a pele com vigor. O estalo da pele dele batendo contra a palma da mão dela ecoou pelo quarto. Com a outra mão, Daniela apertou a própria bct por cima do shortinho, já sentindo a umidade vazar.

— Hummm, m0lha esse pau pra mim, vai... Pensa em mim e nela se esfregando... — sussurrou a negra, acelerando a mão.

Elton jogou a cabeça para trás na cabeceira, segurando os cabelos de Daniela enquanto assistia à esposa punhetá-lo com aquela perícia de anos. O cinquentão gemia baixo, vendo o topo do seu pau avermelhado e jorrando lubrificante natural.

— Puta que pariu, Daniela... Você vai me fazer gozar antes de sair? — arquejou ele, o quadril dando leves impulsos contra a mão dela.

— Não senhor. Vai ficar na vontade até eu voltar. Quero você bem duro pra quando eu chegar com o cheiro da bct dela na minha boca — Daniela disse com a voz perversa.

Ela deu uma última puxada forte, quase arrancando um gemido de dor e prazer de Elton, e largou o pau dele solto, latejando no ar. Levantou-se, limpou o melaço da mão num lenço, pegou a bolsa e deu um tapa estalado na própria bunda.

— Fica aí batendo pnt pensando na gente. Fui.

Deixando o marido duro e babando de tesão no quarto, Daniela saiu pisando firme. O destino era o motel combinando, onde a ruiva timidamente safada já a esperava com o fogo que ela mesma tinha acendido.

2

O calor do meio-dia parecia incendiar o asfalto em frente ao motel de alta rotatividade na zona central. Carla andava de um lado para o outro na calçada, ajeitando a alça da bolsa e olhando o relógio a cada trinta segundos. O suor brotava suavemente no colo de seus seios fartos, marcando o tecido fino do vestido. Quando o táxi parou e Daniela saltou, a ruiva sentiu o estômago dar uma volta completa. A negra exalava uma autoconfiança avassaladora: usava um short jeans curtíssimo que evidenciava a abundância de sua bunda monumental e uma regata cavada. Nos ombros, carregava uma bolsa de couro preta estufada, onde escondia o passaporte para o delírio daquela tarde.

— Oi, minha ruiva gostosa — sussurrou Daniela, colando o corpo no de Carla e cravando um beijo rápido, mas úmido, bem no canto da boca da outra. — Pronta para o nosso domingo de pecado?

Carla apenas assentiu, com as bochechas queimando. Entraram rapidamente, pegaram a chave de uma suíte luxuosa com paredes espelhadas e um enorme colchão de couro preto e subiram. Assim que a porta pesada se fechou, o silêncio do quarto foi quebrado apenas pelo zumbido do ar-condicionado. Carla travou. Olhou para o espelho no teto, depois para a cama, os dedos entrelaçados demonstrando um nervosismo que tentava disfarçar.

Daniela percebeu na hora. Deixou a bolsa pesada em cima de uma poltrona, caminhou até a ruiva com passos lentos e rebolantes, e começou a tirar a própria roupa. Ficou completamente nua em segundos, exibindo a pele escura reluzente pelo óleo, os seios firmes e a imensidão de suas curvas.

— Você tá travada, Carlinha. O Maurício não tá aqui, relaxa. Vamos quebrar esse gelo do meu jeito — disse Daniela, deitando-se de costas na cama, abrindo as pernas escancaradas e revelando a bct raspada e já brilhando de leve. — Deita aqui do meu lado. Vamos brincar de se olhar. Quero ver você se tocar enquanto eu me toco.

Carla engoliu em seco. A visão daquela negra nua, oferecendo-se daquela forma, agiu como um ímã. Ela tirou o vestido com pressa, jogando-o no chão, e deitou-se ao lado de Daniela. Duas mulheres corpulentas, fartas, contrastando no lençol escuro.

— Começa, vai... Quero ver essa mãozinha na sua bct ruiva — instigou Daniela, já levando os próprios dedos longos ao clitóris, iniciando uma massagem rápida e barulhenta.

Carla fechou os olhos por um segundo, levou a mão direita ao meio das pernas e sentiu que, apesar do nervosismo, já estava encharcada. Copiando o ritmo de Daniela, começou a esfregar o próprio grelo com a ponta dos dedos. Os sons molhados logo tomaram conta do quarto. Daniela gemia alto, batendo siririca com vigor, enfiando o dedo médio na própria bct escura e puxando o melaço para esfregar no clitóris, enquanto olhava fixamente para Carla. A ruiva, excitada pelo exibicionismo e pelo ritmo frenético da companheira, perdeu o pudor. Começou a estalar os dedos contra a carne gordinha da própria bct, enfiando dois dedos fundo, enquanto o polegar esmagava o topo do clitóris. As duas se masturbavam em sincronia, os peitos fartos subindo e descendo com a respiração curta.

— Ai, preta... Que delícia... — gemia Carla, o quadril dando leves solavancos.

— Isso, chupa os dedos e passa nele, vai, sua safada! — comandou Daniela, acelerando a própria mão até que seu corpo inteiro tremesse num orgasmo preliminar que a fez morder o lábio com força. Carla veio logo atrás, descarregando a primeira onda de tesão e lambuzando a colcha com seus fluidos.

O gelo estava completamente quebrado. O clima virou uma fogueira. Sem dar tempo para o descanso, Daniela virou-se por cima de Carla. O sexo começou bruto, sem rodeios. A negra enfiou três dedos de uma vez na bct de Carla, que soltou um grito agudo, misto de dor e puro prazer. Daniela cavucava a ruiva com força, fazendo um movimento de gancho que encontrava o ponto mais sensível da parede interna. Carla agarrou os lençóis, desorientada, enquanto a outra mão de Daniela apertava seus seios fartos, torcendo os mamilos eretos.

— Aguenta, puta! Olha como você tá apertada! — exclamava Daniela, metendo os dedos com violência para dentro e para fora. Carla não aguentou dois minutos daquele dedilhado selvagem; sua bct contraiu-se violentamente em um orgasmo jorrante, apertando os dedos de Daniela como uma prensa.

Mal a ruiva se recuperou do choque, Daniela escorregou o corpo para baixo. Abriu as pernas de Carla ao máximo, apoiando as coxas alvas da ruiva nos seus ombros tatuados, e enterrou a cara na bct dela. A chupada foi faminta, ruidosa. Daniela usava a língua como uma espada, enfiando-a no canal e depois usando os lábios para sugar o clitóris de Carla com força, como se quisesse arrancá-lo. Carla delirava, puxando os cabelos crespos de Daniela, desabando em gemidos pornográficos que ecoavam pelo quarto espelhado. O estalo da língua de Daniela na carne ensopada era alto. O clímax veio como uma avalanche: Carla gozou pela terceira vez, tremendo as pernas e empurrando a bct contra a boca da negra, que engoliu todo o seu mel de bom grado.

Daniela levantou-se, limpando a boca com as costas da mão, os olhos faiscando de malícia.

— Lembra que eu disse que tinha surpresas na bolsa? Chegou a hora da primeira.

A negra caminhou até a poltrona e puxou de dentro da bolsa de couro um cintaralho de silicone realista, preto, grosso e comprido, preso a uma cinta de couro preta com fivelas reluzentes. Carla arregalou os olhos na cama, o coração disparando de uma forma totalmente nova. Daniela prendeu a cinta na sua cintura, ajustando as fivelas sobre a bunda imensa. O caralho de borracha apontava para frente, intimidador.

— Agora você vai ver como a preta f0de de verdade, Carlinha — disse Daniela, subindo na cama como um animal caçando.

Ela puxou Carla de quatro. A ruiva empinou a bunda gorda, entregando-se ao visual. Daniela cuspiu na palma da mão, lubrificou a ponta do cintaralho e, com um empurrão firme do quadril, enterrou o membro de silicone de uma vez na bct de Carla.

— Ahhh, meu Deus! — gritou Carla, sentindo o preenchimento maciço rasgar sua intimidade.

Daniela começou a meter. O impacto da sua bacia contra a bunda de Carla fazia um barulho seco e repetitivo: *tapa, tapa, tapa*. A negra segurava Carla pela cintura, puxando o corpo da ruiva contra o caralho de borracha a cada estocada profunda. A força de Daniela era quase masculina, vigorosa, empurrando o silicone até o talo, fazendo os seios de Carla balançarem soltos no ar. A ruiva gemia sem parar, a cabeça enterrada no travesseiro, completamente dominada pela potência da foda. Daniela gemia alto junto, deliciando-se com o poder de possuir aquela mulher de forma tão absoluta.

Depois de esfolar a ruiva por longos minutos, Daniela parou a função, ainda ofegante, e tirou a cinta.

— Agora é a sua vez. Quero sentir o que você sentiu. Veste.

Carla, com o corpo mole e a bct latejando, pegou o artefato. Suas mãos tremiam, mas o fogo que corria em suas veias apagou qualquer hesitação. Ela amarrou a cinta na sua cintura alva. O contraste do caralho escuro contra a sua pele clara era puro suco de erotismo. Daniela virou-se imediatamente de costas, deitando-se de bruços, mas empinando aquela bunda monumental, abrindo as pernas para dar passagem.

— Vem, ruiva... Me rasga com isso aí. Soca tudo nessa bct gorda — ordenou a negra, a voz abafada pelo colchão.

Carla montou por trás. Segurou as duas bandas da bunda imensa de Daniela, abrindo caminho, e mirou o caralho de silicone na entrada m0lhada da negra. Com toda a força que tinha, Carla empurrou o quadril. O caralho entrou inteiro, sumindo no meio da carne escura de Daniela, que soltou um urro de puro prazer.

A ruiva pegou o ritmo rapidamente. Movida pelo instinto mais primitivo, Carla começou a dar pauladas violentas de cima para baixo. Ela puxava o quadril de Daniela com força e socava o cintaralho com raiva, sentindo a pressão da musculatura da negra esmagando o plástico.

— Toma, sua p*ta! Gosta assim? Toma! — verbalizou Carla, perdendo totalmente a linha e incorporando uma agressividade que nunca soube que tinha.

— Isso, caralho! Me f0de, me f0de mais forte! — gritava Daniela, os dedos cravados no lençol, a bunda gigante recebendo o impacto das metidas de Carla até que as duas estivessem exaustas, os corpos banhados em uma mistura de suor, lubrificante e fluidos íntimos.

Quando finalmente pararam, Carla desabotoou a cinta com pressa e jogou o cintaralho longe. O plástico bateu na parede e caiu no chão com um som surdo. As duas desabaram de costas no colchão, os peitos subindo e descendo freneticamente, as bocas secas, os corações martelando no peito.

Daniela, ainda ofegante, esticou o braço até a poltrona e tateou o fundo da bolsa de couro. Puxou a segunda surpresa: um baseado grosso, perfeitamente bolado, exalando um aroma forte e herbal antes mesmo de ser acendido. Pegou o isqueiro e acendeu a ponta. O fogo brilhou no escuro do quarto, e uma fumaça densa e adocicada começou a flutuar em direção ao espelho do teto.

Daniela deu uma tragada longa, profunda, prendendo o ar nos pulmões enquanto os olhos se fechavam. Soltou a fumaça devagar pela boca e pelo nariz, relaxando os músculos na mesma hora.

— Pega — disse ela, estendendo o baseado na direção de Carla.

Carla olhou para o cigarro artesanal, hesitante. O coração ainda batia rápido pelo esforço físico, e a ideia da droga a assustava um pouco.

— Ah, Daniela... Eu não fumo. Maconha não... Acho melhor não — gaguejou, limpando o suor da testa.

— Deixa de ser boba, Carlinha. É pra relaxar o corpo. Depois dessa f0da, isso aqui vai te levar pro céu. Confia em mim, experimenta só um trago.

A voz de Daniela era mansa, hipnótica. Carla olhou para os lábios da negra, que ainda guardavam o brilho da sua própria bct, e cedeu. Pegou o baseado entre os dedos trêmulos e levou à boca. Deu uma tragada curta, tossindo um pouco logo em seguida por causa da fumaça quente que arranhou sua garganta.

— Puxa com vontade e segura — ensinou Daniela, rindo baixo.

Carla tentou novamente. Dessa vez, puxou a fumaça densa para o fundo dos pulmões e segurou por alguns segundos antes de soltar. O efeito não demorou a se manifestar. Em poucos minutos, a percepção do quarto de motel começou a se transformar. O zumbido do ar-condicionado pareceu ficar mais distante e grave, como um eco ecoando num túnel. A gravidade pareceu mudar de intensidade; o corpo de Carla pesava toneladas contra o colchão de couro, como se ela estivesse afundando numa areia movediça quente e acolhedora.

Uma onda de relaxamento absoluto começou a se espalhar da ponta dos seus pés até o couro cabeludo. A queimação e o latejar da sua bct, castigada pelo dedilhado e pelo silicone, transformaram-se em um formigamento d0ce, uma pulsação morna que parecia vibrar no ritmo da música imaginária que tocava em sua cabeça. Seus pensamentos, antes acelerados pela culpa e pelo medo de Maurício descobrir, desaceleraram até virarem imagens estáticas e coloridas da pele negra de Daniela sob a luz vermelha.

Daniela pegou o baseado de volta, deu as últimas tragadas e apagou a ponta no cinzeiro da cabeceira. O quarto estava tomado por uma névoa densa e pelo cheiro característico da erva. A negra virou-se de lado e puxou Carla para os seus braços.

A pele de Daniela parecia ainda mais macia e quente sob o efeito da maconha. Carla colou a cabeça no peito da companheira, ouvindo as batidas lentas do coração dela. Seus olhos pesavam quilos, as pálpebras caindo involuntariamente. A boca estava completamente seca, mas o prazer de estar ali, chapada e exausta após o sexo mais violento e libertador de sua vida, era inigualável.

Daniela passou a perna pesada por cima das coxas de Carla, prendendo-a num abraço possessivo. Entrelaçaram os dedos, as mãos ainda sujas de sexo, e, embaladas pelo torpor denso da maconha e pelo cansaço do domingo pecaminoso, as duas adormeceram profundamente, abraçadas no centro da cama redonda.

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Foto de perfil genéricaCorno de LésbicaContos: 15Seguidores: 7Seguindo: 16Mensagem Um escritor que aprecia o lesbianismo e acha que só esse tipo de sexo oferece o prazer que as mulheres tanto desejam.

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