O quarto parecia que ia pegar fogo. O Mauro gemia tão alto que parecia que a voz dele ia rasgar a garganta, e as duas não davam trégua. A Camila e a Vanessa pareciam duas feras disputando o mesmo pedaço, uma chupando a base e a outra engolindo a cabeça do pau do cara, fazendo o som de saliva ecoar pelas paredes.
Eu levantei da cama, ajustando o meu pau, e fiquei assistindo de pé, cruzando os braços, com um sorriso na cara vendo o grandalhão totalmente nas mãos delas.
— E aí, Mauro? Tá aguentando ou vai gozar antes da hora? — eu falei, rindo da cara de desespero do cara.
O Mauro abriu os olhos, com a cara vermelha de tanto tesão, e tentou falar:
— Caralho... elas são muito boas... Rafa, pega a Vanessa, não deixa ela parar!
A Vanessa levantou o rosto rapidinho, com a boca toda babada, e olhou pra mim com aquela malícia pura.
— Quer me pegar, é? Então vem, seu gostoso! Mostra pro Mauro como é que meu maridinho me fode!
A Camila não quis perder tempo. Ela soltou o pau do Mauro, passou a mão na própria buceta encharcada e se virou pra mim, com os olhos brilhando.
— O Mauro já tá rendido, Rafa. Agora eu quero você de novo, com tudo! Me come encostado na parede, quero ver o Mauro olhando a gente!
O Mauro, babando e respirando fundo, virou o corpo na cama, apoiando os cotovelos nos lençóis, com a língua de fora, pronto pra assistir o show de camarote de novo. A Vanessa se arrastou até o meu lado, me puxando pela cintura, enquanto a Camila já empurrava a bunda na minha direção, implorando pela primeira estocada.
A Camila se virou de bruços na cama, empinando a bunda na minha direção, com os olhos brilhando de nervosismo e tesão. Ela olhou para o Mauro, que estava ali do lado assistindo com a respiração pesada, e depois olhou para mim.
— Espera, Rafa... vai devagar, tá? — ela pediu, com a voz meio trêmula, mordendo o lábio inferior. — Vai com calma... meu cuzinho é virgem, nunca ninguém mexeu aí.
A Vanessa se ajeitou do lado, passando a mão nas costas da irmã para acalmar ela, mas com um sorriso malicioso no rosto.
— Relaxa, Camila. O Rafa sabe comer um cuzinho. Deixa ele fuder o seu— a Vanessa falou, incentivando.
Eu passei a mão na bunda dela, espalhando a saliva para lubrificar bem, e encostei a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho dela. Ela deu um gemido abafado, fechando os olhos com força e segurando firme nos lençóis.
— Vai doer um pouquinho, mas você vai gostar, gostosa — eu falei, empurrando a ponta bem devagar.
— Ai, caralho... tá entrando! — a Camila gritou baixinho, o corpo inteiro tremendo com a pressão. — Devagar, Rafa, por favor...
O Mauro, babando na cama, esticou a mão para segurar o cabelo dela, com os olhos vidrados na cena.
— Isso, amor... deixa ele arrombar. Quero ver você dar o seu cuzinho pro seu cunhado — o Mauro sussurrou, totalmente fora de si.
Eu fui empurrando centímetro por centímetro, sentindo o aperto absurdo daquele lugar virgem. A Camila gemia, respirando fundo, tentando aguentar o tamanho do meu pau enquanto eu fincava tudo lá dentro de uma vez só, fazendo ela soltar um grito misturado de dor e muito tesão.
A Camila enterrou o rosto no travesseiro, com o corpo todo duro, segurando o lençol com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.
— Ai... caralho, tá muito fundo! — ela gemia, com a voz abafada pelo tecido, respirando fundo pra tentar relaxar. — Vai devagar, Rafa, não me machuca...
O Mauro esticou o braço, passou a mão nas costas dela e deu um tapinha leve na bunda da namorada, com os olhos vidrados na cena.
— Calma, amor, respira fundo — o Mauro falou, com a voz rouca de tanto tesão. — Deixa ele ir devagarzinho. Você tá linda desse jeito, juro pra você.
A Vanessa chegou mais perto, segurando o queixo da irmã e dando um beijo no rosto dela para distrair a dor.
— Isso, irmazinha, aguenta firme — a Vanessa sussurrou, sorrindo. — O cuzinho virgem rasga um pouquinho mesmo, mas depois você não vai querer saber de outra coisa. O Rafa tem a mão pesada, deixa ele guiar.
Eu esperei um segundo, sentindo aquele aperto absurdo e quente prendendo o meu pau inteiro lá dentro, esperando ela se acostumar com o tamanho. Quando vi que o corpo dela começou a relaxar um pouco, eu comecei a mexer o quadril, indo bem devagar, puxando quase tudo e empurrando de novo.
— Isso... assim tá melhor? — eu perguntei, olhando pra cara dela que tava virada pro lado, toda vermelha e suada.
A Camila fechou os olhos, soltou um gemido longo que virou quase um suspiro e balançou a cabeça positivamente.
— Tá... tá queimando, mas tá gostoso... — ela falou, ofegante. — Continua, mas com calma, vai mexendo devagarzinho...
O Mauro babava só de olhar, com o pau duro de novo balançando na cama, assistindo eu comer o cuzinho virgem da namorada dele sem a menor cerimônia.
Eu tava ali, apoiado nos joelhos, olhando de cima aquela cena que parecia mentira. A visão era perfeita: a Camila de bruços na minha frente, com o rosto enfiado no travesseiro, a bunda empinada e o meu pau enterrado até o talo naquele cuzinho apertado e virgem. Cada vez que eu entrava e saia, a pele dela tremia, e dava pra ver perfeitamente o esforço que ela tava fazendo pra aguentar a pressão.
A Vanessa tava abaixada bem do lado, com os peitos balançando, passando a mão na coxa da irmã e me olhando com um sorriso de quem tava comendo a cena com os olhos. E, logo ali na frente, o Mauro tava sentado na beira da cama, com o corpo grande curvado pra frente, a boca aberta, babando e com o pau duro na mão, assistindo tudo como se fosse o melhor filme do mundo.
— Olha pra mim, Camila — eu falei, empurrando mais fundo, bem devagar.
Ela virou o rosto pro lado, com os olhos molhados de tesão, a boca entreaberta e soltando um gemido abafado.
— Eu tô olhando, Rafa... caralho, você tá me preenchendo inteira... — ela gemia, com a voz falhando.
O Mauro, não aguentando mais só olhar, esticou a mão e passou os dedos pelos lábios da Camila, que deu uma lambida rápida no dedo dele.
— Ela é muito gostosa, né, cunhado? — o Mauro falou, ofegante, olhando direto nos meus olhos, com a cara de quem tava prestes a explodir de novo. — Olha esse cuzinho apertado. Você tirou a virgindade dela bem na minha frente, caralho!
— E você tá gostando de ver, seu corno safado? — eu mandei, rindo na cara dele enquanto acelerava um pouco o ritmo, fazendo a Camila gritar baixinho.
— Tô! Tô adorando! — o Mauro respondeu, e começou a bater punheta olhando para aquela cena, eu fundendo o cuzinho da namorada dele. — Fode ela mais, Rafa! Mostra pra mim aqui como é que se trata uma putinha!
A Vanessa deu uma risada alta, olhando pro Mauro com deboche, e meteu a mão no pau dele pra ajudar a acelerar.
— Aguenta firme aí, grandão, porque o show tá só começando. O Rafa não tem dó, não!
A Camila enterrou ainda mais o rosto no travesseiro, respirando fundo enquanto o meu pau continuava socado fundo no cuzinho dela. Ela virou a cabeça de lado, com os olhos vidrados de tesão, olhando direto pro Mauro que tava ali do lado batendo punheta sem parar.
— Amor... — a Camila chamou, com a voz manhosa e ofegante, parando um segundo pra recuperar o fôlego. — Posso te pedir uma coisa?
O Mauro, com a respiração pesada e a cara vermelha, parou o movimento da mão por um instante e olhou pra ela.
— O que foi, linda? O que você quer? — ele perguntou, com a voz grossa.
— Esse cuzinho... agora que ele ta sendo arrombado, posso deixar que seja só do Rafa? — a Camila soltou, sem o menor pudor, dando uma reboladinha de leve que fez o meu pau rasgar lá dentro. — Deixa o Rafa cuidar dele pra você. Eu quero que seja exclusividade dele, o que você acha?
O Mauro arregalou os olhos por um segundo, olhando pra mim e depois pra ela. A ideia de ver a namorada entregando o cuzinho de vez para o cunhado bateu nele como uma onda de tesão bruto. Ele começou a respirar mais rápido ainda e soltou uma risada nervosa.
— Caralho... — o Mauro murmurou, apertando o próprio pau com mais força. — Você tá me pedindo isso mesmo? Você quer dar só pro Rafa a partir de agora?
— Quero... — a Camila gemia, olhando pra mim com uma carinha de safada enquanto eu dava uma estocada lenta. — Olha como ele faz, amor. Nao quero da meu cuzinho para outro. Deixa ele ser o dono do meu cuzinho.
A Vanessa, que tava assistindo tudo de camarote e ajudando a masturbar o Mauro, soltou um grito de empolgação.
— Olha só a ousadia da menina! Ta gostando tanto de dar o cuzinho para meu marido assim? Quer virar a putinha oficial do meu marido?
O Mauro deu um sorriso torto, totalmente entregue à putaria, e balançou a cabeça positivamente pro lado.
— Pode... pode sim, amor — o Mauro respondeu, com a voz falhando de tanto tesão. — Se é isso que você quer, o cuzinho é dele agora. Fode ela mais, Rafa! Faz dela o que você quiser!
O Mauro parou de bater punheta por um segundo, com o rosto suado e a respiração forte, ainda olhando fixamente para a cena. Ele engoliu seco, com uma ponta de dúvida misturada com muito tesão, e quis tirar a limpo o resto.
— Espera aí... — o Mauro falou, a voz saindo grossa e meio desesperada. — E a bucetinha, amor? Vai ser só minha?
A Camila soltou um gemido bem gostoso, longa e manhosa, rebolando devagar no meu pau enquanto eu sentia o calor lá dentro. Ela jogou a cabeça para trás, respirando fundo, e olhou para o namorado com um sorriso de deboche puro na cara.
— A bucetinha...? — a Camila respondeu, rindo baixo e arqueando as costas. — A bucetinha eu vou dar para quem vc quiser, meu amor... Igualzinho a putinha da minha irmã faz!
A Vanessa, que ainda estava com a mão no pau do Mauro, soltou uma gargalhada alta e deu um tapinha de leve na perna dele.
— Viu só, grandão? Aqui ninguém tem dono exclusivo, não! Se o cara for gostoso e tiver pegada, a porta tá aberta para todo mundo!
O Mauro arregalou os olhos com a resposta, mas em vez de ficar bravo, o rosto dele ficou ainda mais vermelho de puro descontrole. A ideia de ver a namorada rodando na mão dos outros, exatamente como a cunhada fazia, bateu nele como um soco de adrenalina.
— Caralho... — o Mauro gemeu, voltando a bater punheta com força total, totalmente viciado na putaria. — Vocês duas vão acabar me matando de tesão! Fode ela mais, Rafa! Fode essa atrevida!
Eu acelerei o ritmo, fincando o meu pau fundo e sem dó no cuzinho apertado da Camila. O quarto inteiro era só o barulho da carne batendo e os gemidos abafados dela no travesseiro. A pele dela tremia inteira a cada estocada, e o aperto lá dentro tava tão forte que parecia que ia me arrancar a alma.
— Isso, Rafa! Vai fundo! — a Camila gritava, com a voz esmagada pelo travesseiro, o corpo todo se contorcendo de prazer. — Tá pegando fogo! Eu vou gozar! Caralho, eu vou gozar no seu pau!
O Mauro tava ali do lado, com os olhos vidrados, babando e batendo punheta num ritmo alucinado, assistindo a cena de camarote. A Vanessa não perdía tempo, apertando o pau do grandalhão e rindo da loucura toda.
— Vai, sua putinha, goza pro seu cunhado! — a Vanessa provocava, olhando pra irmã.
A Camila travou de uma vez. O corpo dela deu um estalo, arqueando as costas com força, e ela começou a gritar enquanto gozava, contraindo o cuzinho numa intensidade absurda que quase me fez perder o controle na mesma hora.
— AI, MEU DEUS! EU TÔ GOZANDO! TÔ GOZANDO TUDO! — ela esbravejava, tremendo inteira.
Sentindo aquele aperto absurdo e o calor da gozada dela, eu não aguentei mais segurar. Dei mais três estocadas fundas, cravando o meu pau até o talo, e deixei o corpo ir todo pra frente.
— Vou gozar, Camila! — eu avisei, com a voz rouca.
Soltei o meu jato lá dentro, preenchendo o cuzinho virgem dela com tudo o que eu tinha, enquanto empurrava o máximo que dava. O meu corpo inteiro vibrava a cada pulsação, e a Camila gemia mais alto ainda, sentindo a minha porra quente encher ela todinha, selando de vez a entrega daquele espaço.
O Mauro, vendo a cena da gente gozando junto, soltou um urso de tesão e despejou o jato dele nos lençóis da cama, ofegante e completamente destruído pela putaria.
A Camila puxou o Mauro pela mão, os dois rindo com a adrenalina da loucura que tinha acabado de rolar, e sumiram em direção ao banheiro do quarto deles para tomar um banho. A Vanessa, respirando fundo e recompondo o fôlego, levantou da cama e foi para o outro banheiro.
Eu fiquei ali, jogado no colchão, olhando pro teto, ainda tentando processar toda aquela safadeza e com o corpo vibrando de tanto tesão. Foi aí que o silêncio do quarto foi quebrado pelo bipe de uma notificação no celular da Vanessa, que tinha ficado esquecido no criado-mudo.
Eu estiquei o braço, peguei o aparelho e olhei para a tela brilhando. Era uma mensagem no Instagram de um tal de Ricardo. O texto era direto e extremamente pesado:
"Oii nessinha, minha bucetinha ainda tá gostosa? Tô chegando do Rio de Janeiro para eu comer essa delícia, afinal foi eu que tirei o lacre dessa delícia de pelos loirinhos."*
Eu li aquilo uma, duas vezes, piscando sem acreditar. A ficha demorou a cair.
Ele que tirou a virgindade da Vanessa?!
Agora eu estava ali, sentado na cama depois de ter arrombado o cuzinho da minha cunhada, descobrindo que o passado da minha própria esposa guardava um segredo desse nível, e o cara ainda estava voltando do Rio de Janeiro querendo comer a bucetinha dela.
O que eu faço agora? Deixo a Vanessa saber que eu li? Finjo que não vi nada até o cara aparecer?
