Após o final de semana quando Leo me usou de Biquíni pela primeira vez ao lado da piscina, durante a semana seguinte, a não ser na quarta-feira por eu ir trabalhar na fábrica, ele foi querendo fazer amor cada dia mais vezes e logo me dei conta que era pela iminente chegada de seu pai na sexta-feira, como se quisesse dizer a ele, sem falar nada, que era ele meu novo homem.
Não soube e não perguntei o motivo quando meu marido disse que ficaria em um hotel próximo a nossa casa. Talvez porque a amante assim quis, talvez por vergonha ou qualquer outro motivo. Ficou combinado de conversaríamos no sábado pela manhã em casa, as sós, então Leo foi a casa de um amigo.
Nosso encontro foi cheio de formalidades, mostrando que realmente nosso casamento tinha acabado, não acontecendo aqueles abraços e beijos gostosos quando bastava somente um dia para dar saudade.
Pedro parecia muito constrangido e ciente que eu não queria desculpas esfarrapadas, então apenas me pediu perdão.
– Me perdoe Laura. Sei que prometemos que se um dia nos apaixonássemos por outro, antes nos divorciaríamos e depois cada um poderia ter um novo relacionamento, mas fui um canalha te enganando e não cumprindo minha promessa. Você pode entrar com o pedido de divórcio com a separação dos bens meio a meio que vou aceitar sem contestar. Se aceitar, quero manter um ótimo relacionamento com você pois jamais vou amar alguém como te amei.
Pedro poderia ter me enganado por um ano, mas se em algum momento eu tivesse perguntado a ele se tinha uma amante ele não teria conseguido mentir me olhando nos olhos. Dessa forma acreditei em suas palavras, até porque ele não negou nada e eu queria o mesmo.
– Também quero manter um ótimo relacionamento com você Pedro. Seremos sócios e somos pais do Leo. Já que estamos nessa conversa, se eu não for honesta sempre ficarei com isso em minha mente.
Tomei um folego e desembuchei o que tinha para contar, sem contar quem era assim como não sabia quem era sua amante.
– Fiquei muito irritada por você ter me traído por mais de um ano e não me contar, mas ainda sem saber que você me traia, também te trai há um mês, então estamos quites.
Seus olhos se esbugalharam, pois assim como eu pensava que ele nunca me trairia, ele pensava o mesmo sobre mim.
Como ele não conseguia dizer nada, tive que continuar.
– O sexo entre nós estava muito frio e senti uma necessidade de me aliviar, então alguém realizou aquela meu fetiche.
– Não acredito que você teve a coragem de correr esse risco imenso, falou chocado, não com a traição, mas como ela aconteceu.
Ele não poderia saber que não corri nenhum risco.
– Há um ano você desistiu de cuidar de mim, então não se incomode com isso. Sei me cuidar. Vou conversar com a advogada para que faça como você falou e quando ficar pronto, você verifica e assinamos o divórcio. Você deve estar mais necessitado do que eu de ficar livre. Sei que vai perguntar, então não, não pretendo casar de novo e por muito tempo não quero ninguém. Se precisar de companhia, peço ao Leo que é quem tem me feito companhia toda vez que você viaja.
– Você não vai perguntar nada sobre como aconteceu e quem é ela?
– Não quero saber. Você me escondeu por um ano, então pressuponho que você não queria me contar nada. Como não vou contar mais nada de minha vida pessoal, não seria justo querer saber da sua.
– Está bem Laura, você pode não acreditar, mas estou triste. Foi muito bom o que tivemos.
– Também estou muito triste Pedro. Vida que segue. Espero que seja feliz.
– É o que também desejo para você do fundo do coração. Vou pegar algumas coisas minhas, mas só vou pegar tudo quando arrumar onde morar. Tudo bem?
– Claro que sim. No momento que você quiser. Não me incomoda nada.
Pedro foi até o escritório e depois ao quarto pegar o essencial e antes de se despedir, falou sobre nosso filho.
– Depois converso com o Leo sobre o que conversamos.
– Faça isso. Melhor ele saber por você.
Me fiz de forte, mas assim que fechei a porta comecei a chorar muito. Só não desmoronei porque tinha meu filho, pois se não tivesse, aquela traição certamente teria me levado a uma depressão porque tinha construído minha vida pensando que ia morrer casada com Pedro.
Avisei Leo que seu pai tinha ido embora e logo ele estava em casa para me dar apoio, mas como sempre, percebeu a situação e só me abraçou e me fez companhia até que parei de chorar e contei tudo a ele. Não tinha como esperar seu pai contar.
O sábado todo ele ficou grudado comigo cuidando de mim sem avançar o sinal. No jantar saímos para jantar fora e na hora de dormir, só trocamos carinhos e dormi em seus braços.
No domingo, seu pai pediu para que almoçassem juntos. Ele não queria me deixar sozinha, então aceitei ir na minha mãe e fiz mil recomendações para que não entrasse em nenhum atrito com seu pai e não ficasse descaradamente de meu lado, afinal era seu pai que o amava.
Quando chegou para me pegar depois que almoçou com o pai, antes curtiu um tempo com os avós e depois já no trajeto, me aliviou a tensão dizendo que tinha ido bem demais a conversa e foi tranquila. Para tentar aliviar de vez a tensão, fez uma brincadeira que tinha muito de sério.
– Você jura que não fica chateada, seu eu falar algo?
Como Leo sempre era cuidadoso com as palavras, concordei.
– Juro.
– Na verdade nem posso brigar com meu pai. Se ele não fosse um tonto eu não teria a mulher mais linda, maravilhosa e deliciosa que conheço. Fora isso o estou traindo há um mês com a esposa dele, falou sorrindo e esperando minha reação.
– Vamos dizer que fora esses dias que começamos a fazer amor, não considero traição, traição, pois você só fez o que ele não foi homem de fazer para a esposa desejosa dele que o amava. Então você e eu só o traímos quando descobrimos que ele tinha uma amante há bastante tempo. Um ano de traição dele contra uma semana nossa é bem desproporcional, mas duvido que aquela mulher tenha gozado tanto e tão forte como eu, falei gargalhando e o fazendo rir.
– Falando nisso, estou querendo muito, muito mesmo fazer amor com minha namorada.
Seu sorrisinho malicioso e safado me arrepiou toda. Logo pensei no sexo gostoso que fazia no carro quando namorava. Eu estava com um vestido de verão de alcinhas que ia até acima dos joelhos e sem sutiã, exatamente igual àquela garota menor de idade que eu era quando sentava no colo do namorado fazendo amor no carro.
Esperei ansiosa e excitada até que ele estacionasse na garagem de nossa casa e o portão se fechasse. Quando desligou o carro e ia sair, o impedi.
– Espera. Se quer fazer amor com a namorada, um dos melhores lugares é no carro, falei me soltando do cinto, indo por cima do console e me sentando em seu colo com Leo só olhando o que acontecia e certamente se excitando.
A barra do vestido de tecido leve tinha subido expondo minhas coxas branquinhas e minha calcinha rosa. Me encaixei sobre onde seu pau logo estaria duro e o beijei com muita fogosidade.
Suas mãos foram para minhas pernas nuas e enquanto retribuía os beijos começou a correr por minha cintura e meus seios por cima do tecido até que foram para as alcinhas e as puxaram pelos braços. Tive que largar seu pescoço onde estavam para que saíssem pelas mãos e quando saíram, ao mesmo tempo que agarrei novamente seu pescoço, suas mãos envolveram meus seios carinhosamente.
Eu revivia meu tempo de namoro com seu pai, mas saber que era a primeira vez de Leo namorando daquela forma me deixou com uma excitação incontrolável. Sem parar de beijar, escorreguei para trás em suas pernas até que minhas costas encostaram no volante.
Sua língua deliciosa quase estuprava minha boca, ou era a minha língua que quase estuprava a boca dele. Logo fui para o botão de sua bermuda e a abri, também abrindo o zíper a seguir, mas por seu tamanho já no máximo só com sua ajuda para o liberar.
Meu filho levantou o bumbum do assento e com minhas duas mãos puxando e mais uma sua, enfim a bermuda e a cueca desceram até o meio das coxas o libertando. Nesse momento tivemos que parar o beijo, pois levantei até bater a cabeça no teto do carro para dar altura de me encaixar em seu pau. Leo o segurou na vertical enquanto afastei a calcinha e comecei a me enterrar.
Não resistindo a tanto tesão me sentindo sendo aberta, iria me afundar de uma vez e Leo percebeu. Soltando a mão do pau já encaixado segurou um lado de meu bumbum por baixo.
– Devagar, bem devagar porque essa é a primeira vez que vou fazer amor com minha namorada com ela bem safadinha ainda vestida e no carro.
– Ahhhhh. Está bem, só que vou gozar antes de você colocar tudo. Estou tão excitada.
– Goza quantas vezes você quiser mãe. Com certeza vou gozar três vezes sem tirar de dentro. Também estou muito tarado e ontem não fizemos nada. Só espero não engravidar minha namoradinha, me provocou.
– Ahhhhhhhhhaaaammmmmm. Estou gozandooooo.
Gozei sem sentir mais do que sua glande gigantesca arregaçando meu canal que estava encharcado desde o momento que pensei fazer amor com ele no carro sem tirar a roupa. Leo já podia alcançar meus bicos duros e suga-los, mas ele não tinha pressa porque estava curtindo muito a novidade.
– Ohhhhuuuuuuuu. Estou adorando comer minha namorada de roupa. Vou querer fazer muito isso. De preferência em lugares arriscados.
Sendo sua mãe decidi que faria tudo que pudesse para que Leo tivesse uma juventude sexual minimamente normal e aquela situação de ser namorada era o normal para sua idade, se se tirasse o fato de eu ser sua mãe, mas essa relação só o fazia gostar e aproveitar mais o que fazíamos.
Leo realmente ia liberando minha descida muito lentamente, não acreditando como ele não gozava, já com um terço de seu pau sendo espremido desesperadamente por minhas paredes vaginais poderosas.
Quando estava na metade, Leo esticou seu pescoço e começou a lamber minha aréola e mamilo do seio direito e de pouco em pouco ia trocando.
– Annhhhhhhhh, que delicia o pau grande de meu namoradoooooo.
Sentia que meu orgasmo estava no fim, mas já sentia outro se formando a cada centímetro que aquele mostro delicioso avançava junto com as sugadinhas em meus mamilos.
Eu gemia, dava gritinhos e sussurros de um prazer incomparável, nem com aqueles que tinha com seu pai adolescente quando o geramos. Independente da diferença de tamanho dos paus, não tinha como comparar o poder de estar sendo penetrada pelo próprio filho.
Leo só murmurava se deliciando com os seios da mamãe que ele adorava pela forma, pelo tamanho, pela firmeza e também pelas sardas que o decoram. Quando chegou a meu colo do útero e o apertou como de praxe, senti uma explosão de esperma direto na portinha, sentindo o calor que sempre sentia mais profundamente em meu útero.
– Estou gozaaaaaandoooooo mãe, anunciou liberando brevemente meu mamilo.
Em meu deslumbramento de prazer nem percebi os sinais de seu gozo antes de seu esperma e com a surpresa, gozei imensamente mais uma vez o puxando de volta para meu seio.
– Ahhhhhhhiiiimmmmmmmmm.
Claro que Leo sabia que eu gozava, pois meu corpo se retorcia todo, mas ele impediu meu vai e vem por alguns segundos até que todo seu esperma tivesse sido injetado diretamente nas profundezas de meu útero.
Quando terminou, voltou a me empurrar e me puxar com fogosidade mantendo meu orgasmo aceso, mas largou meu mamilo.
– Nossa. Nossaaaaaa. Estou adorando comer assim minha namorada. Não estou conseguindo ser tão romântico, mas acho que é assim que namorados fogosos tratam suas namoradas, falou voltando a mamar meus seios mais empolgado do que nos dias que só fizemos amor, mas nem perto da empolgação de quando me usava.
Como era sua primeira vez, eu precisava confirmar seu pensamento, mesmo em meio ao orgasmo avassalador que me tomava. A voz saiu fraca, mas ele entendeu.
– Sim, é assim que namorados fogosos que amam suas namoradas e a desejam costumam fazer amor com elas. Mais intenso nos momentos de tesão extremo.
Eu não subia e descia em seu pau imenso, mas escorregava em suas pernas sendo empurrada e puxada. O limite era o volante o que não deixava tirar até a glande, mas a sensação era de plenitude.
Quando meu segundo orgasmo estava para terminar, seu pau sempre duro em meio a seu esperma e meus fluidos começou a ejetar uma nova carga.
– De novo mãeeeeee. Você é tão gostosa. Ohhhhhhh.
Em meu delírio nem consegui responder pois tive mais um orgasmo sobre o anterior. Três orgasmos em 15 minutos era um feito que não consegui realizar nem adolescente fazendo amor no carro.
Estávamos suados, eu quase nua com o vestido embolado na cintura e a calcinha de lado.
O puxei de meu seio e o posicionando com o rosto inclinado para mim, me abaixei e o beijei amorosamente até o fim de meu orgasmo. Eu estava prostrada, mas não Leo.
– Vou gozar mais uma vez, mas talvez demore um pouco e você não vai sair daí.
Sorri feliz, mas letárgica.
– Quem disse que quero sair? Mesmo você tendo 3 posições preferidas, para mim essa é a top. O encaixe dos corpos é perfeito, o conforto enorme, seu pau entra muito, adoro você mamando e também podemos nos beijar. De 4, não tenho nada além do encaixe dos sexos e do quão profunda sou penetrada. A segunda que mais gosto é no papai e mamãe onde tenho quase todas as mesmas coisas, com exceção de você mamar. Até consegue, mas não é confortável igual.
– Você se engana mãe. Gosto da de 4 porque tenho uma visão maravilhosa, mas prefiro as que você citou porque ficamos encaixados desse jeito, falou passando os braços por minhas costas e me espremendo contra seu peito.
– Ohhhh deus. Isso é a perfeição. Não acredito que seu pau já está pronto de novo.
– Além de ser a namorada mais linda, gostosa e quente com esses cabelos ruivos, foi muito safadinha ao me atacar aqui no carro e me deixou com muito tesão.
– Mulher adora provocar e ter a reação instantânea, assim como agora.
– Não tem como não reagir a você me provocando. Talvez você ache que é exagero por ser seu filho, mas de verdade não trocaria você por nenhuma outra garota do mundo mãe, nem por duas com metade de sua idade.
Se seu pau já muito grosso não tivesse inchado com inchou, até poderia duvidar de sua sinceridade, mas seu desejo era real começando a acender incrivelmente a chama de mais um orgasmo.
Dessa vez ele não me largou do abraço até dolorido de tão apertado, mas levantava e baixava meu corpo em seu pau uns 5 centímetros. Quando percebeu que eu gemia, se animou ainda mais e me puxava com força se enterrando fundo em mim. Não deu nem 5 minutos e gozamos novamente.
Não foi forte e longo como os anteriores, mas enfim nos satisfez e sorri quando ele me largou e pelas alcinhas voltou a parte de cima ao lugar cobrindo meus seios. Quando o desmontei voltando a meu lugar, logo após já voltei a calcinha ao lugar, mas ela pouco aguentaria tantos fluidos e teríamos que ir direto ao banho porque vazava muito.
Após o banho, fomos juntos assistir algo até dar a hora de jantar. Leo não esgotou só minhas energias, mas também a tristeza pelo fim do casamento. No jantar ele tinha uma surpresa par deixar tudo melhor.
– Não ia te contar ainda, mas não vou aguentar segurar. Ficou tudo bem com meu pai e aproveitei pra dizer a ele que quando eu me formar e ele quiser que eu cuide de uma das fabricas, quero ir cuidar da de São Paulo. Aí você vai comigo e lá ninguém vai saber que somos mãe e filho.
Seu sorriso feliz por me contar me contaminou. Haveriam alguns problemas a resolver como ficar longe de seus avós, mas ainda tínhamos quase 4 anos para nos preocupar com isso. Uma coisa era certa, eu estaria onde meu filho e homem estivesse.
Pedro manteve a palavra e aceitou o divórcio que propus, só com pequenos detalhes, mas não os que envolviam dinheiro. Quem ficaria com as casas que morávamos e da praia seria eu e precisei abrir mão de outros imóveis.
Se não fosse a burocracia, tudo teria terminado antes, mas 3 meses após nossa conversa assinamos o divórcio amigável e cada um de nós ficou livre para viver sua vida. A dele com quem quisesse, mas a minha seria para sempre apenas com meu amado filho.
Em suas primeiras férias na faculdade em julho, viajamos e por incrível que pareça escolhi a Escócia e a Irlanda, países que queria visitar há tempos. Decidi passar por cima do fato de que eram os países que mais tem o tipo de mulher que Leo gosta que são as ruivas. Mesmo que eu soubesse que não teria motivos para ficar com ciúme é claro que ele olharia para aquelas mulheres e acharia muitas delas lindas.
Chegando lá em meio a tantas mulheres ruivas, muitas delas maravilhosas, me senti mais uma e decidi me antecipar quando via Leo olhando para uma delas muito bonita.
– Ela é linda, não é? Bem do seu gosto, o provocava.
Leo olhava para rosto da garota e depois para o meu o analisando e vinha com sua maravilhosa resposta que eu podia ver em seus olhos ser totalmente sincera, o que me enchia de felicidade.
– Sim mãe, ela é linda, mas ainda te acho mais linda do que ela.
Todas as vezes que eu provocava essa sua reação e ele respondia dessa forma, me pendurava no pescoço dele sem pudores e o beijava apaixonada diante de todas aquelas ruivas lindas, muitas visivelmente interessadas em meu filho lindo.
Outra vezes eu ia mais longe elogiando o corpo daquelas que tinham curvas sinuosas.
– Além de linda ela é gostosa, não é?
Ele analisava suas formas e não tinha como não as achar gostosas, mas quando analisava o meu a seguir, era indisfarçável que por seu gosto pessoal ele respondia falando a verdade.
– Nem perto do quanto você é gostosa mãe. Nem perto.
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O próximo capítulo de numero 11, será o último dessa série