🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Harém - Penúltima parte - Novas Regras

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Da série Harém
Um conto erótico de Rafa :)
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 4231 palavras
Data: 22/07/2026 08:47:16

Parte 9 – Novas Regras.

Quando eu me encontrei com Vini e contei o que tinha acontecido, ele ficou tão estático quanto eu. Ele me consolou quando eu chorei, mas eu não chorava de tristeza. Chorava de raiva. Raiva de Tomás por tudo aquilo. Mas, principalmente, raiva de mim mesmo por estar tão mexido com a volta dele. Vini ficou a manhã toda me acalmando, me dizendo que ficaria tudo bem, e fez questão de ir comigo até em casa para buscar algumas coisas para que eu passasse o fim de semana com ele. Quando chegamos, da porta mesmo, eu já conseguia ver Tomás, largado no sofá. Exatamente como era antes.

- Pensei que fosse me fartar com seu rango hoje. Eu sinto muita falta disso. – Tomás falou antes mesmo de me olhar. Ele se sentou no sofá, e, quando seus olhos perceberam Vinicius ali, ele os revirou ligeiramente, depois forçou um sorriso e disse. – Porra, eu não acredito. Betinha!? É você!?

- Meu nome é Vinícius. – Vini rosnou. – É igualmente ruim ver você de novo, Tomás.

- Eu não estou achando ruim. Estou achando… ótimo. – Tomás retrucou. Quase gritando, ele chamou Saulo, que veio correndo até a sala. – Amor, esse é o Vinicius, da época da faculdade.

- Eu sei. – Saulo riu. – Ele e o Rafa estão ficando.

- Estão ficando, sim!? – Tomás dirigiu um olhar cortante a mim. Duro. Eu quase perdi o ar só com aquele olhar. – Eu não sabia que você estava ficando com alguém, Rafinha.

- Eu não tenho que dar satisfações a você. – Eu respondi, tentando ser firme. Mas meus olhos me traíram e foram para o chão. Tomás gargalhou, colocou a mão no ombro de Vini e falou, sem sequer olhar para o Saulo. – Amor, vá até o mercado comprar cerveja. Quero comemorar esse reencontro.

- Tudo bem. – Saulo respondeu, solicito. Tomás soltou o ombro de Vini e acariciou os cabelos de Saulo com a mão enquanto o chamava de bom menino. Meu corpo, mais uma vez, se arrepiou com aquelas palavras. Com a voz de comando, Tomás simplesmente decretou.

– O Rafinha vai com você!

- Não vou, não. – Eu retruquei. Tomás só revirou os olhos, murmurando “vai sim”, enquanto Vini, com a voz firme, me disse.

- Pode ir com ele. Tomás e eu vamos ter uma… conversinha.

- Porra, vamos muito ter uma conversinha. – Tomás interpôs com ainda mais firmeza. – Tragam bastante cerveja. O betinha vai demorar a ir pra casa hoje.

Eu ouvi Vini retrucar, mas Saulo já tinha me pegado pelo braço e me puxava porta a fora. O mercado era a uns seis quarteirões de distância, e Saulo passou o tempo todo exaltando Tomás. Eu mal prestava atenção no que ele dizia. O caminho de volta não foi diferente. Saulo quase me irritou dizendo o quão maravilhoso Tomás era na cama. Quer dizer, eu sabia disso. No fundo, eu sabia que sentia uma pitada de ciúmes. Em algum lugar do meu ser, eu sentia que eu era de Tomás e ele era… meu. Só… meu. Quando chegamos, a casa estava em completo silêncio. Tomás estava de pé, no meio da sala, com um brilho quase louco nos olhos. Ele pegou a sacola da mão de Saulo e, com uma voz bruta de comando, ordenou.

- Vá para o seu quarto.

- Amor, eu preciso…

- Cale a boca, Saulo, e não me desobedeça. – Tomás ergueu a voz, bruto, o interrompendo. – Vá para o seu quarto agora!

- Sim senhor! – Saulo murmurou, abaixando a cabeça, e foi, obediente, para quarto.

- Você… quanta decepção, Rafinha. – Tomás se aproximou ameaçadoramente de mim. – Já são, o que!? Três anos!? E você ainda insiste em quebrar a regra da posse com o mesmo betinha.

- Quebrar…!?

- Cale a boca, vadia burra. – Tomás ergueu a voz. – Você teve muita coragem em trazer o betinha aqui. Mas isso foi ótimo. Venha.

- Você está me machucando. – Eu reclamei quando ele me pegou pelo braço e começou a me puxar. Ele não parou. Em vez disso, rosnou.

- Eu quero que você veja uma coisa.

- Eu não… - Eu tentei argumentar, mas perdi completamente as palavras quando, chegando no quarto de Tomás, vi Vinicius, sem roupas, ajoelhado no chão.

- Vamos, betinha! Diga o que eu mandei.

- Tomás é o alfa. – Vini nem me olhou. Seus olhos permaneceram no chão. – Só… só faça o que ele mandar, Rafa. Ele sabe o que é melhor para nós.

- Vinicius! Levante-se daí. – Eu pedi, quase em desespero. Mas foi Tomás quem respondeu.

- Ele não vai se levantar enquanto eu não mandar. Ele é meu também. Só falta você para aceitar agora.

- Eu… - Eu tentei reagir, mas estava tão incrédulo de tudo que me faltou voz. Tomás riu e disse.

- Vem! Você vai cozinhar para mim agora, e eu vou te explicar como tudo vai ser.

Eu só aceitei a condução de Tomás até a cozinha. Ele se sentou em uma cadeira, e exigiu que eu fizesse qualquer coisa pra ele comer. E eu… fiz. Abri a geladeira, vi o que tinha e fiz um macarrão super-rápido. Eu já estava terminando quando senti as primeiras lágrimas rolarem no meu rosto. Quando me percebeu chorando, Tomás se levantou e veio até mim, perguntando o porquê daquilo.

- Você não pode só chegar e… fazer isso… comigo. – Eu respondi baixo, controlando o choro. Tomás secou meu rosto com o polegar enquanto, com a voz grossa, falou.

- Eu vim concertar sua vida, Rafinha. Dar sentido a tudo de novo. Nós voltaremos a ser felizes.

- Tomás…

- Agora, cumpra sua função. Sirva meu prato e o traga para mim. – Ele acariciou meus cabelos. – Eu estou cheio de fome. E ansioso em comer sua comida… e você… de novo.

- Por favor, Tomás, só… para… com isso. – Eu respondi. Mas, ao mesmo tempo, eu servia o prato dele com o mesmo capricho de anos atrás.

- Por que eu pararia? Finalmente eu tenho o que eu mereço. – Tomás riu, pegando o garfo e comendo do prato que eu coloquei de frente para ele. – Porra, comida boa pra caralho. Você vai cozinhar pra mim todos os dias agora.

- Tudo bem, eu cozinho pra você. Mas não me…

- Só cozinhar não é suficiente. – Tomás me interrompeu. – Eu sou homem demais pra me contentar só com arroz e feijão. Você vai cozinhar pra mim, vai fazer minhas vontades, vai massagear meus pés… e beijá-los. Vai se ajoelhar diante de mim e voltar a me reconhecer como aquilo que eu sou: seu dono. O senhor da sua vontade.

Eu só abaixei os olhos. Minha cabeça estava a mil, extremamente confusa. Aceitar aquilo seria me rebaixar mais que nunca. Eu não… precisava… disso. Mas, ao mesmo tempo, eu poderia servir a Tomás de novo. Pensar em agradá-lo me arrancou um sorriso de dentro da alma. Ao mesmo tempo, eu me julgava por aquilo. Como eu tinha coragem de, depois de tudo, pensar em me submeter assim? A única coisa que não tinha a mínima sombra de indecisão em mim era meu pau. Estava trincando de duro desde o momento que Tomás me mandou servir o prato dele. E dava pinotes dentro da calça com toda aquela… insanidade… dele. Quando terminou de comer, Tomás se levantou e mandou que eu o seguisse até a sala. Sentou-se no sofá, as pernas abertas, e apontou com o dedo indicador para o chão.

- O que você quer agora? – Eu perguntei.

- Ajoelhe-se. Beije meus pés e peça desculpas.

- Desculpas?

- Sim. Eu quero que você peça desculpas por tudo, Rafinha. Tudo. Desde o segundo em que você me abandonou até agora. – Ele exigiu, imperativo. – E é melhor que eu sinta que você está mesmo arrependido.

- Eu não… estou… arrependido. – Eu tentei mentir para mim mesmo, enquanto meu corpo, como se fosse condicionado a ele, se dobrava e eu me ajoelhava quase que involuntariamente no chão.

- Não é isso que eu vejo nesses olhinhos de vagabunda burra desde de manhã. – Tomás riu de novo. Inclinou-se para frente e segurou meu queixo com um pouco de força. – Eu vejo o que você esconde, Rafinha. Sempre foi assim. E, o que você esconde, é um tesão absurdo por mim. Mas isso não é só tesão. É reconhecimento. Você sabe muito bem quem é o alfa. Me diga, Rafa: quem é o alfa?

- Eu não… - Pela última vez, eu tentei reunir forças para sair daquilo. Mas Tomás me desarmou completamente quando, se aproximando ainda mais de mim, me beijou. Com fúria. Molhado. Me puxando contra ele quase que violentamente. Ele me puxou para trás pelos cabelos, me olhou nos olhos e perguntou de novo quem era o alfa. Eu já estava entregue. – Você é o alfa, porra. Você, Tomás, é o alfa.

- Ótimo! Viu só, como você ainda consegue ser um bom menino!? – Ele acariciou meus cabelos. Sem querer, eu esbocei um sorriso e agradeci, o que o fez rir. – Agora eu preciso mesmo que você se desculpe. Que finalmente assuma a culpa por tudo o que fez. Eu quero ter você de novo, Rafinha, mas isso só vai acontecer se você colaborar.

- Me desculpe, Tomás. Por… por tudo o que eu fiz. Por ter ido embora e… eu não queria abandonar você. – Eu coloquei pra fora. O mais engraçado era que, mesmo com plena convicção de que nada daquilo foi minha culpa, me desculpar me deixou leve. Tranquilo. Como se finalmente eu encontrasse paz. Mas isso não foi suficiente para ele. Segurando novamente meus cabelos, Tomás ordenou.

- Agora beije meus pés enquanto me pede para perdoar sua traição. Assuma que quebrou a regra da posse, e implore para que eu o aceite de volta. Só assim poderemos nos acertar.

- Eu nunca quis trair você. Eu… me desculpe, meu alfa. – Eu comecei a beijar seus pés, as lágrimas, a humilhação e o tesão se misturando e deixando meu corpo tão quente que eu parecia ter febre. – Me perdoe. Eu não devia ter quebrado a regra da posse.

- Não devia. Não devia mesmo. – Tomás disse, com um sorriso de orelha a orelha e os olhos brilhando para mim. – Mas finalmente você assumiu isso. Eu te perdoo, você é só uma vadia estúpida, e eu reconheço que, no fim das contas, você só não queria ver seu homem humilhado.

- Eu fiz o que você mandou. Eu sempre fiz o que você mandou. – Eu assumi, baixo, levantando os olhos para ele. Mas, finalmente, eu não sentia raiva daquilo. Eu estava liberto de toda a angústia. Tomás tinha me libertado. O encarando nos olhos, eu prossegui. – É só isso que eu sei fazer. É só o que eu quero fazer. Obedecer a você. Fazer o que você mandar. Por favor, meu alfa, eu sou seu.

- Porra, putinha, você não tem ideia de quanto tempo eu esperei por isso. Por ouvir isso. – Tomás simplesmente se levantou e tirou o pau pra fora. Grosso. Cheio de veias, com a cabeça ligeiramente rosada. – Tem alguém aqui que sente falta dessa boquinha quente.

- Minha boca quente é sua, Tomás. Só sua. Me use. Me faça seu brinquedo de novo.

- Quantos homens você teve depois de mim? – Ele indagou. – O betinha eu já sei que não te comeu. Quantos foram?

- Nenhum. – Eu respondi, sorrindo para ele. – Eu nunca tive outro homem além de você.

- Você não pode estar falando sério. Você respeitou a regra da posse por todos esses anos? – Ele sorriu mais ainda para mim. Seu rosto estava iluminado, parecendo que ele vivia um momento de glória. – Isso significa… eu fui o único homem que você teve na vida? Você continuou se guardando para mim?

- Sim senhor. O único. – Eu assumi. Eu sempre pensava que não queria conhecer outros homens pois não tinha digerido o que aconteceu entre nós. Mas agora eu sabia, claro como água, que eu só rejeitava os outros pois nenhum deles era o Tomás. E eu só tinha um dono. A expressão de Tomás ficou sádica, e ele chegou aquele pau enorme e extremamente duro muito perto de mim. Bateu com ele em meu rosto e falou.

- Então a putinha só quebrou a regra da posse na frente do macho dela!? Que feio, Rafinha. Eu vou ter que castigar você por isso.

Ele simplesmente enfiou o pau na minha garganta. De uma vez, sem aviso. Meu corpo se arqueou para frente como se eu fosse golfar, e meus olhos ficaram completamente anuviados de lágrimas. Tomás movimentou o quadril com força, ao mesmo tempo que segurava minha cabeça pelos cabelos. Ele fodeu minha boca com vontade, e só parou quando seus olhos encontraram os meus, que tinham uma devoção quase absoluta por aquele homem. Ele sorriu pra mim, arrancou o pau da minha boca, e finalmente eu consegui respirar. Quando eu me recompus, Tomás já estava enfiando o pau novamente na minha boca, até a garganta, mas eu aguentava aquilo como se fosse a melhor coisa do mundo. Meu rosto vermelho agora estava coberto de baba, resultado de todas as vezes que ele tirava o pau para me deixar respirar e me batia com ele no rosto. Quase dez minutos depois, ele simplesmente parou, se sentando de novo no sofá.

- Tomás, por favor. – Eu pedi, afoito, tentando abocanhar o membro dele de volta. – Me deixa fazer você gozar. Por favor.

- Claro que você vai me fazer gozar. Muito. – Ele respondeu, puxando minha cabeça pra trás. – Você ainda é meu depósito de porra, viadinho estúpido.

- Então me deixe…

- Agora não. Agora eu vou te falar como as coisas vão ser para nós quatro. Além do mais, eu prometi ao betinha que deixaria ele me ver fazer em poucas horas o que ele está tentando há um mês.

- Como… as coisas… pros quatro!?

- Sim! Eu tenho um harém agora! – Ele sorriu, abrindo os braços enormes e peludos no encosto do sofá. – Você me proporcionou um.

- Eu…!?

- Eu nunca aceitei a forma que você simplesmente saiu. Eu te disse que você tinha de me avisar antes, e eu estipularia um tempo para a gente conversar. Você nunca fez isso.

- Tomás…!?

- Quando eu falar, você cala a boca. – Tomás chegou o rosto perto do meu, rosnando. – Você esqueceu como as coisas funcionam entre nós, sim!? Mas tudo bem. Você aprende rápido. Está no doutorado agora, não é mesmo?

- Sim senhor. – Eu falei, com os olhos no chão.

- Você fugiu de mim, vadia. Mudou o turno do curso. Depois saiu da cidade e não deixou ninguém me dizer onde você estava. Eu custei a encontrar você, mas… vendo agora… foi a melhor coisa que me aconteceu. Quer dizer, são três submissos só pra mim.

- Como você me encontrou?

- Eu já seguia o Saulo nas redes. – Tomás riu. – Um dia eu simplesmente vi uma foto dele com você. Depois disso, foi tão fácil chegar até você. Bastou uma mensagem. “Oi. Qual cidade?”. Três palavras para encontrar a vadia que ousou se desgarrar de mim.

- Você não fez isso.

- Fiz. Eu me aproximei do Saulo. É outra vadia estúpida, implorando pra ter o vazio da cabecinha dela preenchido com a porra de um macho como eu. No segundo encontro ele já aceitou minhas regras. Foi tão… fácil. E você ainda me trouxe o betinha para completar meu paraíso pessoal. Uma pena que eu terei de parar de chamá-lo assim. “Betinha” combina com ele muito mais que Vinícius.

- Ele não gosta de ser chamado assim.

- Foda-se o que ele gosta. Você não acha que eu vou fazer isso por estar preocupado com os sentimentos daquele projeto de macho, acha!? Eu só quero evitar uma rebelião. Sabe, Vinicius é um betinha e esse é o problema. Diferente de você e de Saulo, que são duas vagabundinhas que reconhecem seu lugar, ele pensa que é macho. E macho precisa enfiar o pau em qualquer buraco quente de vez em quando. Você sabe, para aliviar a tensão e evitar… confusões.

- Você vai deixar que ele…!?

- Com você, não. Essa é a parte principal do seu castigo, Rafinha. Você nunca vai ter outro homem além de mim. Nunca mais vai sentir outro toque que não o meu. – Tomás se levantou, ainda rindo para mim. – Agora, tire a roupa e espere aqui. Eu vou chamar os outros. E eu quero que você anuncie a todos que voltou a ser meu depósito de porra.

Eu tirei a roupa e fiquei ajoelhado no chão, esperando o que pareceu uma eternidade. Eu só queria servir Tomás novamente. O quanto ele quisesse. Como ele mandasse. Tudo o que me importava, tudo o que existia era ele. Eu só voltei a me sentir… deslocado… quando Tomás virou o corredor com Vini e o mandou se ajoelhar de frente para mim.

- Rafa!? – Vini falou, baixo, quando já estava de frente pra mim. Tomás, com a voz imponente, ordenou.

- Vamos, Rafinha, conte ao Vinicius o que você é.

- Eu… eu sou… - Eu me sentia meio envergonhado. Abaixei os olhos para o chão e conclui. – Eu sou o depósito de porra do Tomás.

- Muito bem! Bom menino! – Tomás acariciou meus cabelos, e só então eu ergui os olhos. - E você, Vinicius? Não tem nada a dizer para o meu viadinho?

- Eu… também… eu também sou… isso… depósito… do Tomás. – Vinicius pareceu meio envergonhado. Eu fui em direção a ele, e só então ele me olhou nos olhos e segurou minha mão. Tomás tinha projetado o corpo pra frente, mas sorriu e voltou para trás enquanto dizia.

– Eu estou até emocionado em ver os dois pombinhos tão submissos assim. Eu vou abrir uma excessão. Vou deixar vocês se beijarem. Você quer beijar minha puta, betinha?

- Quero. – Vini respondeu. Tomás, que ainda estava nu, se aproximou de nós. Seu pau, que tinha ficado flácido de novo, estava simplesmente crescendo enquanto ele segurava nós dois pelos cabelos.

- Bem, eu vou permitir que vocês se beijem sempre. Mas com uma condição. Sempre que forem se beijar, vocês devem ter certeza de que a cabeça do meu pauzão está entre as bocas de vocês. – Tomás forçou nossas cabeças em direção ao seu pau, mandou que nos beijássemos e ficou esfregando o pau entre as nossas bocas. Tomás gemeu com força, grosso, e continuou fazendo isso por bons minutos. – Muito bem, minhas putas. Agora o alfa de vocês vai buscar a última que falta. Não se beijem mais.

- Sim senhor. – Nós respondemos juntos, em uníssono. Tomás foi e voltou segundos depois, com Saulo logo atrás dele. A expressão de Saulo era confusa, e ficou ainda mais quando Tomás o mandou se ajoelhar ao nosso lado.

- Saulo, entre todos vocês, você é o que eu quero que preste mais atenção no que vai acontecer aqui. Você vai entender na prática o que acontece quando uma putinha burra como você ousa quebrar minhas regras.

Tomás me segurou mais uma vez pelos cabelos, me fazendo encará-lo, e, sem nenhum aviso, simplesmente cuspiu na minha cara. Um tapa estalado veio logo em seguida, e um puxão que me forçou a ficar de pé. Tomás chegou a boca muito perto do meu ouvido, com a voz grave, sussurrada, me fazendo arrepiar, ordenou que eu caprichasse a dizer a todos o que eu era.

- Eu sou o brinquedinho de masturbar do alfa Tomás. O depósito de porra dele. Eu sou o que Tomás disser que eu sou.

- Isso mesmo, meu bom menino. – Ele já me posicionava no sofá, me forçando a me encurvar. – Agora aguenta o seu castigo, sua vagabundinha imunda e irresponsável. Você vai aprender a nunca mais abandonar o seu homem.

Seu pé se firmou na minha cabeça no mesmo momento que ele cuspiu no meu cu. Eu tinha certeza de que Tomás enfiaria o pau em mim de uma vez, mas ele, me surpreendendo, não fez isso. Pelo menos não de início. Ele me penetrou com uma calma e destreza invejáveis. Quando senti suas bolas pesadas batendo na minha bunda, Tomás ainda parou alguns segundos, como se quisesse que eu me acostumasse com aquilo. Mas essa calma foi muito, muito rápida. Tomás tirou o pau completamente de mim, e só então, o enfiou de uma vez. Eu não consegui abafar o grito que me saiu da garganta quando aquele pau grosso quase me rasgou. Ele repetiu algumas vezes. Tirava o pau completamente e enfiava de uma vez. Depois da quarta ou quinta vez, Tomás começou a me foder como um animal, com movimentos rápidos, precisos, pisando na minha cara e me levando acima das nuvens. Quando ele se cansou dessa posição, ele simplesmente saiu de dentro de mim, estalou a mão com força na minha bunda, sentou-se no sofá e me mandou cavalgar nele.

- Hmm, Tomás… isso… tão gostoso… - Eu gemia no ouvido dele. Isso só o atiçava. Ele começou a estapear minha bunda enquanto dizia, grosso.

- Isso, sua vagabunda. Sua puta barata. Diga: quem é seu dono? Quem manda em você? Quem faz o que quer com você e você ainda agradece?

- Você, Tomás. Você é meu dono. Você faz o que quer de mim. E eu te agradeço por isso. – Eu dizia, manhoso, em seu ouvido, levando meu homem a loucura assim como ele me levava. Quando se fartou dessa posição, ele ainda me virou de frango assado e desceu madeira sem a mínima piedade. E nem eu queria que ele tivesse. Tomás se jogou arfando no sofá, enquanto dizia.

- Saulo! Venha até aqui!

- Sim senhor. – Saulo se levantou quase desesperado em obedecê-lo.

- Eu estou suado. Você sabe que eu não gosto disso. Me limpe. – Tomás ergueu um braço atrás da cabeça, e Saulo caiu no mesmo segundo com o rosto em sua axila peluda. Ele me olhou de rabo de olho e ordenou. – Você! Volte a me chupar. Vinicius, eu tenho outro sovaco aqui esperando para ser limpo!

- Eu… sovaco!? – Vini falou, sua voz denunciando um pouco de nojo. Eu senti um pouco de pena dele. Além disso, eu jamais sentiria nojo do alfa. Me jogando de frente pra ele no sofá, eu implorei.

- Me deixe fazer isso, alfa. Eu quero tanto. O Vini pode chupar o senhor. Por favor, senhor.

- Tudo bem, tudo bem! Você deve estar morrendo de saudade. – Tomás gemeu, grosso, fazendo um gesto com a mão.

Eu não esperei outro chamado. Me grudei naqueles pelos densos e quentes com a mesma voracidade que Saulo. O aroma era inebriante e maravilhoso. O suor era perfeito contra a minha língua, e os gemidos roucos de Tomás deixava tudo ainda mais excitante. Ele guiou nossas cabeças para o seu peito peludo, nos fez chupar seus mamilos, enquanto, com o quadril solto, fodia a garganta de Vini. Ele segurou Saulo e eu pelos cabelos, nos olhou nos olhos e, focando em mim, sorriu, dizendo.

- Talvez eu soe permissivo demais, visto que o Rafinha aqui está de castigo, mas eu vou abrir mais uma exceção. Se bem que não é nem bem uma excessão. Quer dizer, vocês são dois viadinhos. O negócio de vocês é macho. Eu nem vou sentir ciúme em assistir isso, vou sentir é tesão. Vocês podem se beijar, minhas putinhas.

Tomás forçou nossas cabeças sem nada entre nós. Eu senti os lábios de Saulo nos meus, quentes, antes de entender o que acontecia. A língua de Saulo saiu da boca dele e invadiu a minha, e foi um beijo muito diferente do de Tomás. Foi calmo e delicado, até doce. Tomás forçava nossas cabeças, mas não precisava daquilo. Ele não resistiu e entrou no beijo, e as nossas três línguas se embolaram gostosamente. Era incrível como, de olhos fechados, eu sabia qual língua era a dele. A fúria e o calor dela eram incomparáveis. Tomás se afastou e nos separou, levando nossas cabeças em direção ao seu pescoço. Tanto Saulo quanto eu entendemos o que ele queria, e começamos a beijar e lamber ali, o fazendo gemer ainda mais. Nós subíamos a língua vagarosamente até a orelha de Tomás, lambíamos e mordiscávamos, e eu o via revirar os olhos de prazer enquanto, com as mãos agora apoiadas na cabeça de Vini, se masturbava usando a garganta dele ao invés da mão.

- Ai, Tomás. Hmmmm. – Eu ouvi Saulo gemer e afundar o rosto em Tomás. Ele tinha gozado sem ao menos se tocar. Olhando para baixo, eu vi que Vini se masturbava loucamente e, num gemido abafado pelo pau de Tomás, gozou também.

- Agora nós vamos selar nosso acordo! Vocês vão provar o néctar de um alfa. – Tomás rosnou, levantando-se bruscamente. – Os três, de joelhos no chão e língua para fora! Agora!

Saulo e eu nos levantamos imediatamente e nos ajoelhamos um de cada lado de Vini. Tomás começou a se masturbar e gemer com força, os olhos fixos em nós três, com as línguas pra fora e a boca aberta, esperando a porra quente do nosso alfa Tomás. Eu mal encostei no meu pau e já gozei mais do que nunca tinha feito antes. O leite de Tomás veio grosso na minha língua, segundos depois. Aquele macho safado e gostoso conseguiu, de alguma forma, dividir a porra igualmente entre nós três. Ele nem precisou nos mandar engolir, todos fizeram isso quase que imediatamente. Tomás ainda enfiou o pau até o talo na boca de cada um, dizendo que precisávamos limpar a bagunça que tínhamos feito.

- Obrigado, alfa! – Nós dissemos, depois de Tomás, suado e sorrindo, com cara de extremamente satisfeito, nos perguntar o que “bons meninos” diziam depois de uma performance daquelas.

- É um prazer, minhas putas particulares. E será sempre um prazer. – Ele respondeu, orgulhoso, se recostando, cansado, no sofá. – Eu sou um sultão agora, e esse aqui é meu harém. Vocês são minhas três esposinhas vadias, e eu vou adorar usar vocês!

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Pedro sub a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →