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Tive vontade e pronto dei o Cu

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Um conto erótico de Catcm82
Categoria: Homossexual
Contém 2263 palavras
Data: 22/07/2026 11:14:21

Oi, eu sou o Francisco, mais conhecido como Chicão. Tenho 32 anos, sou um cara alto, musculoso, masculino, barbudo, um pouco peludo no corpo e, até a história que vou contar, bem hétero.

Pois bem, sou casado, tenho três filhos e minha mulher está grávida do quarto; as contas em casa nunca diminuem, muito pelo contrário, estão sempre aumentando. Em uma conversa de amigos, um deles me perguntou se eu queria ganhar uns bons trocados extras trabalhando com ele no seu bar, nos fins de semana à noite. Seria uma ideia ótima se não houvesse um senão: esse meu amigo é o Miguel, ele é gay assumidíssimo e o seu bar é só de gays, daqueles bares da pesada onde tudo se pode fazer lá dentro. Eu não lhe dei nenhuma resposta e fui falar com a minha mulher primeiro; por incrível que pareça, ela gostou da ideia, pois o Miguel paga bem e, segundo ela, poderia ficar tranquila, pois não haveria mulheres para dar em cima de mim. Ela nem imaginava o quanto estava enganada; quer dizer, se fosse levar em conta as mulheres, até que estaria certa.

Falei com o Miguel e, logo no fim de semana seguinte, fui trabalhar com ele. Trabalhavam lá mais dois rapazes. Quando cheguei ao bar, ele ainda estava fechado, mas os três já estavam lá, vestidos só de cuecas e botas de couro. Eu fiquei pasmado a olhar, e o Miguel me atirou umas cuecas na cara:

- Vai te trocar, Chicão, essa é a tua farda [Riso safado] – os três começaram a rir.

- Estás a brincar, cara?

- Já olhaste bem para nós, os três?

Lá fui me trocar. Nossa, morri de vergonha quando vesti as cuecas; eram uma daquelas tipo jockstrap, cobriam o pau, mas deixavam a bunda toda à mostra. Quando me juntei a eles, percebi que me devoravam com os olhos; eu sei que sou bem gostoso, mas eles tentaram agir normalmente e o Miguel me explicou que tinha que ser assim, pois os caras que frequentam o bar estão à espera de ver barmans quase despidos, mas para eu ficar tranquilo, pois lá quem dita as regras são eles, e os caras sabem que não podem tocar nos barmans, só se eles permitirem, e eu não era o primeiro hétero a trabalhar lá.

O bar começou a encher, e a loucura começou; eu fui assediado o tempo todo, os caras estavam caídos por mim, mas eu nunca saí de trás do balcão e foi tudo tranquilo. Já o Miguel e os outros rapazes falavam com todo mundo e se envolviam com alguns clientes, e quem mais me impressionou foi o Miguel. Eu sabia que ele era descontraído e que não sossegava porque estava sempre com caras novos, e percebi por quê: ele ali era um sucesso; ele beijava alguns caras, deixava que eles o tocassem, quando ficava de pau duro deixava que o chupassem e até o vi foder dois caras, e não gozava para poder estar sempre em ação; nossa, eu confesso que fiquei várias vezes de pau duro ao vê-lo se enrolar com os caras, nunca pensei que fosse possível, mas eu estava com tesão por ele. No final, os outros dois rapazes saíram enrolados com clientes e ficamos só eu e ele para arrumar.

- E aí, Chicão, foi muito complicado trabalhar aqui?

- Foi nada, cara, foi como disseste: se eu ficar na minha, ninguém incomoda.

- É isso aí, eu te convidei porque és de mente aberta e não terias problemas, e assim fico feliz por saber que estou te ajudando com a tua família.

- Obrigado, cara, és um amigão, mas mente aberta és tu, cara. Tu fizeste muita putaria esta noite toda, tu és um sucesso aqui.

- Eu sei, cara, eu adoro este meu trabalho, só caras gostosos, por isso eu não assento, não lhes consigo resistir. [Riso safado]

- Tu estás sempre de pau teso, cara, e olha que eu confesso que fiquei teso em algumas situações em que te vi em ação, caralho.

- Tu, cara? – ele ficou pasmado.

- Sim, cara, naquela tua segunda foda… tu fizeste a bunda do carinha um doce.

- Chicão, quando um carinha se faz de macho como aquele gostosão, eu fico louco e fodo até fazê‑lo gozar – eu já estava de pau duro com aquela conversa, e como tinha bebido um pouco, me deixei levar pelo meu tesão e fui até bem junto dele, ficamos quase coladinhos.

- Isso quer dizer que eu sou o tipo de cara que tu mais gostas de foder?

- Se tu estivesses a fim, eu te foderia todinho – ele disse isso já acariciando os meus mamilos.

- E por que não? [Riso safado] – Não sei explicar, mas desde que o vi foder aquele último cara, eu estava cheio de tesão para que ele fizesse o mesmo comigo.

O clima ali esquentou entre nós dois e começamos a nos beijar; não tinha nada a ver com beijo de mulher, aquilo era beijo de dois homens cheios de testosterona, com uma enorme vontade de foder, e ele foi logo com as mãos na minha bunda, e eu, instintivamente, com as minhas na dele, dei uma boa apertada nela.

- Eu sei que ela é gostosa, mas eu sou ativo… se quiseres parar agora, é o momento… depois…

- Depois nada… é para levar até ao fim – e meti a minha língua dentro da sua boca; não sei explicar, mas tudo o que eu queria era que ele me fodesse.

O Miguel é um pouco mais baixo que eu, temos a mesma idade, éramos amigos desde moleques; embora sempre fosse assumidíssimo que era gay, sempre foi um cara muito masculino, loirinho, barbudinho, bem musculadinho e muito peludo no peito, e percebi naquele momento porque ele era o único que estava com uma cueca normal. Ele é do tipo que só come, e eu então tirei a minha mão da sua bunda e apertei o seu pau, que estava bem duraço, e ele então me virou de costas, começou a roçar o seu volume na minha bunda lisinha e me falou ao ouvido:

- Sabias que sempre sonhei em comer esta bundinha? - Eu sentia o volume dele bem no meu reguinho.

- Ah, sim.

- Só que nunca imaginei que a quisesses dar para mim.

- E nunca quis até hoje.

- Mas ela hoje vai ser minha.

- Toda tua, cara – e senti o dedo dele indo ao meu cuzinho.

- É virgenzinho, é?

- Nunca entrou nada aí, cara – e senti ele começar a rodopiar o dedo nele, e senti tesão naquilo.

- Ele quer mesmo o meu pau, quer?

- Quer muito, cara.

- Então vem cuidar dele.

Ele me virou para ele e demos um beijo gostoso, e depois foi logo me pondo de joelhos na sua frente e botou o seu picão para fora; fiquei com ele bem na frente da minha cara.

- Nunca chupei, cara.

- Não tem nada que saber; se estás com tesão para levar com ele no cu, também estás com tesão para chupar.

O Miguel era safado, começou a esfregar o seu pau na minha cara e aquele cheiro de rola me deixou cheio de vontade de o chupar, então comecei a lamber o tronco do seu pau, e ele agarrou a minha cabeça, fiquei com a cabeçona do seu pau na minha boca e abocanhei; estava salgadinho, mas macio, gostei.

- Isso aí, Chicão!

- É a minha primeira vez.

- É bom, né?

Não respondi e voltei a chupar a cabecinha daquela piroca; era grande, maior que a minha, tinha cerca de 18 cm; comecei a mamá‑lo, e coloquei meu pau para fora e comecei a me punhetar, e ele levantou a minha cabeça do seu pau e me olhou bem nos olhos.

- Caralho, se havia cara que nunca sonhei ter aí ajoelhado, eras tu. – Eu ia falar, mas ele meteu o pau na minha boca – mama.

O safado agarrou a minha cabeça e enfiou o pau quase todo pela minha boca, adentro, e me engasguei, mas ele não parou, e começou a foder a minha boca; no início foi estranho, mas depois gostei, e ele me fodeu a boca um bom tempo.

- Caralho, que tu mamas bem, porra.

- Mamo?

- Mamas. Chega cá.

O Miguel levantou‑me do chão e me virou novamente de costas para ele; fiquei com as mãos apoiadas no balcão do bar, com a sua perna abriu mais as minhas e passou a mão no meu reguinho.

- Vou começar a tratar desta delícia aqui.

Não falei nada. Eu estava um pouco ansioso; nunca pensei em dar o cu para ninguém, sempre tinha sido hétero, mas ele foi logo se agachando atrás de mim, e senti ele abrir bem as minhas nádegas.

- Nossa, que cuzinho mais lindo!

Mal acabou de falar, senti a língua dele no meu buraquinho; até tremi, que sensação mais gostosa.

- Aaaiiii, porraaaaaaa!

- É bom, né?

- Porra, é!

- Vou deixá‑lo bem molhadinho, vai ser melhor ainda quando o meu pau estiver entrando nele.

Nossa, ele deu um puto de um tratamento de língua no meu cu do caralho, nossa, nunca pensei que no cu dava para sentir um tesão daquele, o safado era bom, passava a língua no meu reguinho todo, e depois parava no meu buraquinho e fazia maravilha com a língua lá, eu gemia de tesão.

- Aaaiii caralhoooooo – e levei uma palmada.

- Estás no ponto, Chicão,

- Para quê? — perguntei ingenuamente.

O Miguel não respondeu logo, levantou‑se e começou a pincelar o meu cu com o seu pau.

- Para quê? Não sabes por quê, cara? – e senti ele passar cuspe no meu cuzinho.

- Vai se foder, cara?

- Não é o que tu queres?

- Quero, porra, me fode – não sei explicar, mas eu queria muito receber o seu pau no meu cu.

- Sabias que sou louco assim por um reguinho peludinho? – então o pau dele forçou meu cu.

- Ai sim?

- Sim, cara, fodo sem dó — ele forçou mais e a cabeça entrou, senti uma dor que não foi boa.

- Ai, porra, espera aí.

- Espero nada, cara, aguenta que tu és macho.

O sacana foi enfiando e eu sentia uma dor do caralho, ele estava a rebentar o meu cu.

- Ah, para, Miguel.

- Relaxa o cu, que eu não vou parar, este cuzinho agora é meu.

- Está doendo pra caralho.

- Eu sei, mas já, já vais estar gozando com o meu pau atolado nele.

O Miguel agarrou a minha perna esquerda e eu fiquei com o joelho apoiado no balcão; o meu cu ficou mais aberto para ele e senti ele enfiar tudo.

- Ah, caralho!

- Está tudo dentro, o bem‑bom vai começar agora.

Ele ficou um bocadinho parado, até que começou o vai‑e‑vem devagarinho. Doía, eu sentia muito desconforto, mas ele foi fazendo, e aos poucos o desconforto foi passando e comecei a sentir um tesãozinho. Ele foi aumentando a velocidade até que soltei um gemido.

- Ai, nossa!

- É bom, né?

- Agora é.

- Não há macho que não goste do meu pau – e tirou o seu pau e enfiou‑o todo bem rápido.

- Ai, porra!

- Toma, seu gostoso, este teu cu é uma delícia - e voltou a fazer o mesmo.

- Ai, nossa, uhmmmmmmm…

- Isso, geme de prazer, meu amigão gostoso.

Nossa, aquilo ficou tão bom que eu só gemia. Caralho, acho que o meu pau já babava e o Miguel sempre a socar; eu ouvia o corpo dele bater no meu e eu ficava louco.

- Ai, porraaaaaa, Miguel, isso é tão bom…

- É?

- É, cara - e ele parou com o pau dentro de mim.

- Então rebola, rebola no pau do teu amigo boiola.

Ai, nossa, eu queria sentir mais daquele tesão e comecei a rebolar; nossa, eu me movimentava naquela piroca, que tesão, acho que comecei a alucinar e comecei a rebolar bem rápido no seu pau.

- Aiiiiiiii, nossa, que piroca boa.

- Caralho, tu gostas mesmo.

- Uhmmm, que tesãoooo, cara, adoro.

- Foda-se, assim fico doido.

Ele agarrou na minha bunda e começou a socar-me com tudo; porra, éramos dois machos fodendo, eu estava a adorar aquela piroca e ele o meu cu, até que ele começa a berrar:

- Queres leite, Chicão?

- Quero.

- Então pede leite, estou quase gozando neste teu cu.

- Goza, cara, me dá leite.

- Puta que te pariu, toma!

Ele começou a me foder ainda mais rápido e depois começou a urrar:

- Aiiiiiiii, caralho, que puta de cu gostoso, tomaaaaaa!

E senti algo quentinho invadindo o meu cu, comecei a gozar na hora sem tocar no meu pau.

- Issooooo, porraaaaa... me fode, cara, aiaiii que delíciaaaaaa.

- Toma, Chicão do caralhooooo!

Gozamos os dois muito, e no final ele ficou com o pau dentro de mim e me fala bem sacana ao ouvido:

- És o macho mais gostoso que comi até hoje, este teu cuzinho agora é meu.

- Não sei, não, mas que adorei ser fodido, adorei.

- Não sou eu que vou te procurar, Chicão, tu não vais largar mais o meu pau - e saiu de dentro de mim. - Vamos terminar de arrumar as coisas, que já está ficando tarde.

Sentia-me um pouco estranho, talvez um pouco de vergonha por ter dado o cu, mas começamos então a fazer a limpeza do bar e eu fui-me distraindo, mas eu estava com o cu todo dolorido; ele olhava para mim e sorria bem safado. Quando já íamos embora, ele vem atrás de mim e aperta a minha bunda:

- Posso contar contigo para trabalhar amanhã?

- Amanhã cá estarei…

Sorrimos os dois e cada um foi para sua casa; já era quase meio-dia...

Por favor, deem sugestões para a continuação do conto.

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