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Minha esposa queria me ver com outra, mas tinha algo por traz disso. (6º PARTE) Segunda temporada.

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Um conto erótico de Anderson
Categoria: Heterossexual
Contém 2024 palavras
Data: 22/07/2026 11:20:46
Assuntos: Heterossexual

Apesar de tudo que acontecera, me despedi Lara, e não voltei mais para visita-la. Precisava agora viver minha vida sem mais preocupações com alguém querendo se vingar de mim, e trabalhar para manter a empresa a todo vapor.

Já em casa minha vida com Clara, estava melhor, nosso sexo estava bom, a ainda por vezes lembrávamos e conversávamos sobre a proposta de Sara, até que um dia decidimos aceitar fazer algo diferente, mas não uma troca de casais, mas sim talvez ver nosso amigos transando em nossa frente, tipo irmos vendo se era aquilo mesmo que queríamos, pois como disse todas as vezes que lembrávamos das conversas de Sara, nosso sexo era muito melhor, era estranho aceitar isso, mas era verdade. Não sabíamos se um dia seriamos ou levaríamos uma vida liberal, mas talvez ir em frente juntos, sem grandes ambições.

Continuação.

Conversamos uma noite com Sara e Carlos, e dissemos a eles sobre o que tínhamos conversado e decidido, eles ficaram bastante animados, com o que queríamos fazer, e se propuseram a aceitar, de irmos subindo degrau por degrau, e caso um de nós quisesse parar, eles entenderiam, pois sabiam que esse estilo de vida não é para todos.

Marcamos para uma sexta feira na casa deles. Chegamos e fomos tratados com dá outra vez, nos deixaram a vontade, conversamos, tomamos um vinho, para relaxar pois Sara, disse que seria bom, desde que não fosse exagerado.

Após o jantar um pouco mais de conversa, e então eles nos convidaram para irmos até o quarto deles. Estava todo arrumado, com uma luz de abajures, criando um clima mais tranquilo, intimista. Um sofá de dois lugares não muito longe da cama, onde eu e Clara, sentamos.

Nossos anfitriões então começaram. Ainda em pé começaram a se beijar, um beijo tranquilo, de paixão, e foi esquentando, línguas explorando um a boca do outro, mãos tocando os corpos. Depois um tirando a roupa do outro. Nos observávamos atentos, todo o desenrolar daquela cena erótica.

Sara, totalmente nua, foi colocada deitada de costas na cama por Carlos, ele começou sugando os peitos dela, dando pequenas mordiscadas, lambidas, chupadas nos bicos dos peitos. Enquanto ela já emitia gemidos, que preenchiam o quarto, e nos excitavam. Clara colocou a mão sobre minha perna, próxima da minha virilha, mas seus olhos não saiam daquela dupla.

Agora Carlos, postado entre as pernas de Sara, a chupava, de baixo a cima, até chegar ao clitóris dela, que emitia pequenos gritinhos. A respiração dela começava a ficar descompassada, e percebendo isso, Carlos, colocou dois dedos dentro dela, simulando um gancho para tocar seu ponto mais sensível, e começou um vai vem lento mas ritmado. A medida que Sara, movimentava o quadril ele sabia que ela estava próxima do seu orgasmo. Não demorou muito, ela pegou na cabeça dele por traz na altura da nuca e o forçou contra seu corpo, sua bucetinha. Foram segundos, de uma gozo intenso. Carlos sabia como fazer sua mulher gozar com sua boca.

Quando ele percebeu que ela estava ficando calma, pois ela soltara sua cabeça, subiu rastejando por seu corpo como uma cobra alcançando seu rosto, depois a beijando com paixão, onde ele compartilhou com ela o próprio gosto de seus fluidos e seu perfume.

Sara, totalmente refeita, abriu os olhos, e nos encarou:

- Clara, você não sabe como ele é bom nisso, mas ainda vai descobrir.

Clara, finalmente me olhou com os olhos brilhando.

Percebemos um movimento na cama, e era Sara, posicionando Carlos de costas e ela assumia agora o controle. Sem perder tempo desceu, pegou o pau de Carlos, e o colocou em sua boca, a princípio só a cabeça, então começou a lamber de cima até a base, e a subir, por alguns instantes, descia mais e sugava suas bolas, uma por vez e as vezes as duas. Então subia novamente lambendo até chegar a cabeça, que a esta altura já exibia o pré-gozo de Carlos saindo de seu corpo, o qual ela lambeou e o levou para dentro de sua boca, depois lambendo os próprios lábios.

Foram alguns minutos fazendo isso, até que ela se posicionou sobre seu corpo com as pernas abertas uma de cada ado e segurando o pau apontou para sua fenda, que brilhava por conta de seus fluidos, então começou a descer lentamente, como se saboreasse cada centímetro daquele pedaço de carne que agora invadia sua intimidade, que conhecia muito bem.

Carlos, não tinha um pau descomunal, talvez uns dezessete, dezoito centímetros, e não era muito grosso também, mas pela forma que Sara, estava ele a satisfazia plenamente, e também as outras mulheres com quem saia.

Nesse instante, senti a mão de Clara, posar sobre meu pau, e dar um apertão. Ela virou o olhar para mim e labéu os lábios, e eu sabia o que aquilo significava, pois quando fazia isso estava muito excitada e molhada querendo que eu a possuísse, mas naquele momento, como o combinado, tínhamos que ser apenas espectadores do casal em sua cama. Eu pisquei para ela com um olho. Então ela, voltou sua atenção para os dois, só que eu também já tinha minha mão sobre a bucetinha de Clara, por sobre o vestido que ela usava. Não demorei muito e o puxei para facilitar o meu toque em sua intimidade, mesmo por sobre sua calcinha que já estava encharcada.

A esta altura, Sara, já cavalgava Carlos, como uma amazona, enquanto ele ajudava segurando em sua cintura, na subida e descida. Os dois emitiam gemidos, e o cheiro de sexo tomava todo o quarto. Antes que Carlos gozasse, Sara, saiu de cima dele e tomou a posição de quatro, dizendo a ela que queria uma penetração mais profunda e essa posição iria facilitar as coisas. Carlos, ficou atras dela, os corpos já suados, e encaixou seu pau novamente dentro dela, e começou a ir e vir, primeiro lento, e depois mais rápido, até que ela começou a gozar novamente dizendo a ele para não parar. Sentindo as contrações internas de Sara, Carlos, também gozou, danado um urro gutural. Segundos depois ambos tombaram para o lado, ofegantes, de olhos fechados, tentando puxar o máximo de ar que conseguiam. Emitiam palavras de “eu te amo”.

Neste meio tempo, Clara, se posicionou entre minhas pernas, depois de levantar e se ajoelhou, abriu o zíper da minha calça, pegando em meu pau, já duro, em seguida começou um boquete que me deixou louco, lambia, de cima até a base, depois subia lambendo e o abocanhava, primeiro apenas a cabeça, depois o colocava todo dentro de sua boca indo até o limite, até onde conseguia em sua garganta, antes de provocar espasmos, então voltava a lamber, sempre me encarando, onde pude perceber sua necessidade por aquilo, sua urgência. Fez isso por alguns minutos, depois parando, puxando minha calça juntamente com minha cueca boxer para baixo, me deixando apenas de camisa, onde eu mesmo a tirei. Depois que ela sentou em meu pau, já nua, e levando meu pau até sua entrada apertada. Ela desceu lentamente, mas a necessidade era evidente, olhos fechados, respiração profunda. Chegando até o fim, começou a me cavalgar, lentamente no início, mas isso durou poucos segundos. Na sequência intensificou os movimentos o máximo que podia. Eu a ajudava nos movimentos de sobe e desce, segurando em sua cintura. Foi tudo muito rápido, em questão de poucos minutos, ela gozava vibrando seu corpo todo se deixando cair para frente usando meu corpo para apoiar e se recuperar.

Não tínhamos combinado nada sobre isso, mas entendi que ver aquela cena de Sara e Carlos, transando em nossa frente era algo muito excitante, para nós, era como assistir um filme pornô ao vivo, com todos os detalhes.

Segundos depois apoiada com a cabeça e meu peito, ainda ofegante, Clara, me olhou abrindo os olhos, percebi um brilho diferente neles, ela então abriu os lábios dizendo algo sem emitir som nenhum, mas eu sabia muito bem o que ela estava dizendo, apenas para mim, sem que o casal ainda deitado na cama, depois de ver tudo aquilo, pudesse ouvir.

- Te amo, muito meu amor.

Eu apenas sorri para ela roubando um beijo seu. Em seguida ela novamente fechou os olhos, tentando voltar ao normal.

Ninguém falava nada, o cheiro de sexo preenchia o ambiente. Sara, levantou, pegou a mão de Carlos, e saíram para o banheiro, eu e Clara ainda ficamos um tempo assim, apenas trocando carinhos, com meu pau ainda duro dentro dela.

O casal, não demorou em voltar, e vendo ainda como estávamos, Carlos, sugeriu que eu terminasse o que Clara, havia começado na cama. Aceitamos e fomos até lá, a deitei de costas me posicionando entre suas pernas e a penetrei novamente, dessa vez com mais facilidade devido aos próprios fluidos dela, que deixavam sua bucetinha muito molhada. Comecei a entrar e sair lentamente mas não tinha como fazer isso por muito tempo, pois estava com muito tesão então pouco tempo depois eu é que gozava e dentro de Clara, que também, acabou gozando novamente.

Saindo depois e caindo ao lado dela, nos olhávamos, e selávamos nosso amor mais uma vez naquele estante. Carlos e Sara, nos observavam, e era possível ver que ele já estava duro novamente.

Depois de sairmos do quarto para nos lavar, voltamos logo em seguida, Clara, agora me parecia um pouco receosa depois do que havíamos feito.

- Sara, Carlos, me desculpem pelo que aconteceu, mas tudo isso mexeu comigo, fiquei muito excitada vendo vocês dois transando. Disse ela, com o rosto nitidamente meio vermelho.

- Não se desculpe, Clara, disse Sara, olhando para o marido.

- Sim, não tem necessidade disso, nós entendemos como é. Carlos emendou.

- Sabe, tem coisas que eu também passei quando resolvemos entrar para esse estilo de vida. - Sara, continuou. – Na primeira vez que vi um casal transando na minha frente, foi em uma casa de swing, onde fomos uma vez. Não tínhamos amigos, pelo menos não que soubéssemos, que curtiam esse tipo de coisa. Então surgiu a conversa entre nós depois de ouvirmos uma conversa entre outras pessoas. Foi uma coisa que mexeu muito comigo, pois nunca tinha presenciado duas ou mais pessoas fazendo sexo. Fiquei molhada, muito excitada e ao mesmo tempo minha cabeça quase me fez entrar em parafuso. Sei que quando fomos em bora, não via a hora de trepar com o Carlos. Teve também a primeira vez que vi o Carlos, com outra mulher e quase surtei, tive que me controlar muito. Mas depois fui aceitando e bem, hoje eu levo essa vida de ter vários parceiros mas sem envolvimento, apenas sexo. E isso nos ajuda a termos um bom relacionamento afetivo e sexual. É algo que não vejo hoje mais como ficar sem.

Ouvimos tudo que foi dito, depois resolvemos ir para nosso quarto pois como já tínhamos ido além do que pretendíamos, o melhor era deitar e dormir. Sara e Carlos, ainda tentaram nos fazer ficarmos em seu quarto para dormirmos juntos, mas achamos melhor não, era com certeza melhor irmos com calma. Claro que aceitaram mas, no rosto de Sara, o seu desapontamento era nítido, já Carlos, sempre mantinha um semblante tranquilo, acredito até que ele sabia que a qualquer momento estaríamos todos juntos na mesma cama com parceiras trocadas.

Clara e eu, fomos para o quarto de hospedes, e como já tínhamos tida uma transa, acabamos por dormir, sem repetir entre nos dois sozinhos.

Em casa nos dias seguintes, sempre que possível, conversávamos sobre o que aconteceu, eu deixava Clara, ter total liberdade de continuar ou parar com aquilo. Entre nós estava claro que nada daquilo era algo que buscávamos, mas a situação que experimentávamos era muito gostosa no momento, aquilo mexia com nos dois de uma forma louca.

Aquilo parecia potencializar nosso sexo, gozávamos muito depois de conversar e lembrar do que fizemos ou mesmo do que tínhamos visto, não sabíamos explicar como tudo aquilo mexia com nossa cabeça e nosso corpo.

Continua.

ESSE TEXTO SE TRATA DE UMA FICÇÃO, QUALQUER SEMELHANÇA COM NOMES, SITUAÇÕES OU LOCAIS É MERAMENTE COINCIDIDENCIA.

FICA PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESSE TEXTO, EM QUALQUER MEIO SEM A PREVIA AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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