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As Mulheres da Familia - O Box - Parte 2

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Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 3048 palavras
Data: 22/07/2026 14:51:24

Na manhã seguinte, acordei e notei que a Jaque já havia saído. Éramos apenas eu e a Letícia. Fui até a cozinha e, assim que me viu, ela veio de encontro a mim para um abraço. O gesto me pegou de surpresa: foi um abraço forte, apertado e demorado.

— Pai, fiz café. Você quer? — perguntou ela, ao desfazer o abraço.

— Quero sim, Lê.

A Letícia sempre foi mais reservada, pouca dada a beijos e abraços, o que tornava aquela atitude completamente atípica. Enquanto tomávamos café, percebi seu olhar fixo em mim — um olhar atento, carinhoso, mas estranhamente constante. Antes de me levantar, ela me avisou que o almoço seria na casa da Yara, no andar de cima.

Saí de casa e resolvi subir antes do horário para ver se precisavam de algo do mercado. Ao entrar, encontrei apenas o Carlos, marido da minha irmã.

— E aí, cunhadão, curou a ressaca? — perguntou Carlos, com um sorriso brincalhão.

— É, exagerei na dose... Não tenho mais o costume de beber assim, né? — respondi, encabulado.

— Pois é, a Yara comentou que você estava bem mal ontem.

— É mesmo? E o que mais ela disse? Você sabe que ela adora aumentar as coisas — tentei desviar o assunto, com o coração na mão.

— Nada demais, só falou que esperou você tomar banho para te colocar na cama e, depois que você apagou, subiu para dormir.

Senti um alívio imenso percorrer minha espinha. A Yara tinha mantido a palavra e não tinha contado nada ao marido. Não demorou para ela aparecer na sala:

— Acordou a margarida! Vamos fazer um churrasquinho para o almoço — anunciou.

— Precisa comprar alguma coisa?

— Não, eu e a Jaque já fomos ao mercado de manhã. Vou preparar um vinagrete e te chamo assim que a carne estiver pronta.

O churrasco transcorreu na mais perfeita normalidade, exceto por um detalhe que não saía da minha cabeça: de tempos em tempos, meu olhar se desviava para a Letícia e a Jaqueline. E eu tinha a nítida impressão de que elas faziam o mesmo, me encarando com olhares indecifráveis.

Nos dias seguintes, percebi uma mudança clara no comportamento das duas. Elas estavam excepcionalmente mais atenciosas e carinhosas comigo. Toda vez que eu me levantava ou chegava do trabalho, a primeira coisa que faziam era me abraçar e me dar um beijo no rosto. Aquele afeto constante não era o habitual, mas tinha começado logo após aquela noite vergonhosa.

Dez dias depois do incidente, numa quarta-feira, o pessoal da fábrica me chamou novamente para beber no final da tarde de sexta. De início recusei, lembrando do vexame anterior, mas acabei sendo vencido pela insistência do grupo, prometendo a mim mesmo que saberia me controlar.

Além disso, naquela sexta a Yara e o Carlos viajariam para a casa dos sogros dela, o que me deu uma falsa sensação de segurança.

Obviamente, falhei. Bebi um pouco menos do que na primeira vez, mas o suficiente para perder o controle de novo. Eu me sentia consciente, mas a bebida soltava minha língua e eu ria e falava tanta besteira quanto no outro episódio.

Por volta das duas da manhã, consegui chamar um Uber para voltar para casa. Quando passei pelo portão no Jardim do Mar, vi que a luz da sala continuava acesa. Ao abrir a porta, dei de cara com a Jaque e a Letícia acordadas me esperando.

— Paaai... — disse Letícia, levantando-se do sofá.

— Nossa, que bafo de cerveja é esse? Bebeu de novo, pai? — reclamou Jaque, franzindo o nariz.

— Deixa o pai, Jaque! Ele é solteiro — defendeu Letícia, com um sorriso de canto.

— Eu tô bem, meninas... Vou tomar um banho e ir direto pra cama — murmurei, tentando me equilibrar.

— Vem, Jaque, vamos dar banho no pai. Ele não tá bem — disse Letícia.

— Não, não precisa! Eu consigo ir sozinho, sério...

— Nada disso, pai. Você tá ruim de novo. Pega ele pelo outro braço, Lê — ordenou Jaque.

— Só não contem pra tia de vocês, por favor... — pedi, com a voz arrastada.

— Pode deixar, a gente não vai falar nada — respondeu Jaque.

Com uma de cada lado me apoiando, elas me conduziram até o banheiro. Lá dentro, começaram a tirar a minha roupa sem hesitação até que eu ficasse completamente nu. Como na primeira vez, a reação do meu corpo foi incontrolável e meu pau ficou ereto.

Elas me colocaram dentro do box, mas, para o meu absoluto espanto, as duas entraram junto comigo. Uma segurava a esponja e a outra o shampoo e o sabonete.

— Abre o chuveiro, pai — disse Jaque, encarando-me fixamente.

Abri o registro e a água gelada caiu direto sobre mim.

— Não precisa, meninas, eu consigo tomar banho sozinho... — repeti mais de uma vez, mas elas fingiram não ouvir.

A Jaque começou a passar a esponja no meu peito, enquanto a Letícia jogava o shampoo e esfregava meu cabelo com delicadeza. Fechei os olhos por um instante. Quando abri, percebi que o top branco que a Jaque usava estava completamente encharcado, colado ao corpo e marcando com precisão os bicos acesos dos seus seios.

Eram fartos e bonitos. Pela primeira vez na vida, passou pela minha cabeça o pensamento proibido de avançar sobre eles.

Ela se ajoelhou no chão do box para passar a esponja nas minhas pernas, e a Letícia alertou, rindo de canto:

— Cuidado com o pau dele, Jaque... Tá duro.

— Eu tô vendo — respondeu a mais velha, num tom calmo.

Ao se levantar, percebi o olhar da Jaque descendo e se demorando por um segundo no meu membro ereto.

Tentei retomar o controle e falei mais firme, endurecendo o tom:

— Chega, meninas. Já tô bem. Pode parar.

— Desliga a água, Lê. Pega a toalha pra ele — pediu a Jaque.

A Letícia pegou a toalha estendida na porta do box e me entregou. Eu mesmo me sequei. Elas me acompanharam até o quarto, esperei elas saírem, me deitei e puxei a coberta por causa do frio daquela noite. Antes de irem para os seus quartos, ambas me deram um beijo de boa-noite na bochecha. Mas o da Letícia foi diferente: um roçar de lábios demorado, perigosamente perto do canto da minha boca. Em seguida, apaguei.

Acordei na manhã seguinte com o som das duas conversando sobre o jogo de vôlei que teriam naquela noite. Quando me sentei na cama e fui para a cozinha, a Letícia me olhou, veio na minha direção e me deu um abraço longo, apertado, encostando o corpo no meu. Logo depois, a Jaque fez a mesma coisa.

— Dormiu bem, pai? — perguntou a caçula.

— Dormi... Tem café? — respondi, tentando desconversar e disfarçar o desconforto.

— Tem sim! Ah, e a gente vai sair hoje à noite, tá? Você vai ficar sozinho por aqui, tudo bem?

— Tudo bem, filha.

À noite, antes de saírem, elas bateram na porta do meu quarto para se despedirem. As duas estavam impecáveis. A Jaque, com seu corpo atlético, vestia uma calça jeans justa que desenhava perfeitamente a sua bunda avantajada, além de um top que valorizava seus seios fartos e deixava a barriga definida à mostra. A Letícia optou por algo mais delicado: um vestido azul elegante, rodado e bem cortado. Estavam maquiadas e muito bonitas.

— Onde vocês vão vestidas assim? — perguntei.

— Vamos ver o jogo de vôlei no ginásio e depois vamos pra casa da Carla. A gente só volta de madrugada — explicou a Letícia.

— Tomem cuidado com os pretendentes, hein?

— Ciúmes, pai? — provocou a Jaque, com um sorriso brincalhão.

— Um pouco... Vocês são minhas filhas, né?

Elas saíram e a noite seguiu sem maiores imprevistos. No domingo de manhã, acordei por volta das oito. A casa estava num silêncio absoluto. Como não as tinha ouvido chegar da casa da amiga, fui verificar se já tinham retornado em segurança.

Fui até o quarto da Letícia e encostei a porta devagar. Ela estava embrulhada até o pescoço, dormindo profundamente. Fechei a porta sem fazer barulho e segui para o quarto da Jaque. Ao empurrar a porta com cuidado, fiquei paralisado.

A Jaque dormia de bruços, coberta apenas da cintura para cima. Usava uma calcinha vermelha pequena e estava com o quadril levantado, deixando a bunda em total evidência. Fiquei parado na porta, encarando aquilo. Um desejo avassalador e completamente errado me invadiu: a vontade absurda de chegar perto e tocar.

Antes que o impulso virasse atitude, dei um passo para trás, fechei a porta e saí do corredor, corroído pela culpa por alimentar pensamentos tão absurdos sobre a minha própria filha.

Saí de casa para arejar a cabeça e tirar aquela imagem da mente. Fui à padaria comprar pão e preparei a mesa para quando elas acordassem. Assim que se levantaram, repetiram o mesmo ritual dos últimos dias: abraços demorados e beijos no rosto. Só que eu não estava imaginando coisas: a cada dia, os beijos das duas ficavam mais e mais próximos dos meus lábios.

O resto do domingo correu sem sobressaltos e, no final da tarde, elas foram para a igreja.

Assim que fiquei sozinho, tranquei-me no quarto e me masturbei pensando na bunda da Jaque coberta por aquela calcinha vermelha. Assim que gozei, a onda de vergonha e remorso voltou em dobro. Coloquei na cabeça que precisava arrumar uma namorada urgente para limpar aqueles pensamentos imorais da minha mente.

Porém, as coisas na casa começaram a sair do controle rapidamente.

Por respeito mútuo, sempre fomos uma família reservada com roupas. Eu só andava de short longo e camiseta — jamais sem camisa na frente delas. As meninas faziam o mesmo: usavam roupas largas e compridas, mesmo nos dias mais quentes do ano. Os shorts delas costumavam ir até a altura do joelho.

Mas, a partir daquela segunda-feira, a dinâmica mudou drasticamente.

As duas passaram a circular pela casa apenas de pijama. Na semana seguinte, a Jaque encurtou o short, deixando boa parte das coxas à mostra. A Letícia abandonou os pijamas largos por peças nitidamente mais sensuais, que deixavam a barriga e as pernas de fora, além de decotes que valorizavam o colo.

A cada semana que passava, as roupas ficavam menores e mais provocantes. Até que, num determinado dia, enquanto tomávamos café, a Jaque soltou casualmente:

— Pai... você devia sair mais com os seus amigos da fábrica. Sair pra beber, se divertir, curtir mais a vida...

Achei o conselho extremamente estranho. Afinal, das duas únicas vezes em que saí com eles, voltei bêbado e causando transtorno dentro de casa.

Em janeiro de 2024, após três meses de uma situação que só piorava, tomei a decisão de arranjar uma namorada. No trabalho, o pessoal comentou que uma mulher da usinagem me achava atraente e se ofereceu para ajudar. Consegui o WhatsApp dela e começamos a conversar. Depois de duas semanas de papo, combinamos de sair com a turma da empresa na sexta-feira.

O timing parecia excelente: naquele final de semana, as meninas viajariam para a casa da avó. Para completar, descobri que o Carlos, esposo da Yara e que era porteiro de um prédio, estaria de plantão na sexta e no domingo. Como a minha irmã tem o sono pesado, eu poderia levá-la para casa sem alarde.

O esquema estava todo montado. Saímos, fomos ao bar e os beijos rolaram. No entanto, ela omitiu um detalhe vital: era casada e não poderia passar a noite fora. Foi a gota d'água. Pedi que sumisse e bebi para esquecer que ela era comprometida. Por volta das 4h da manhã, um colega me deixou em casa. Bêbado de novo, pela terceira vez.

Sem ninguém em casa, eu pretendia capotar com a roupa do trabalho mesmo. Mas a dificuldade para achar a chave certa me fez soltar um grito:

— Ô porra de chave do caralho!

Nisso, a janela da casa de cima se abriu. Era a Yara.

— Paulo, você tá bem? — perguntou minha irmã.

— Tô... só não tô conseguindo abrir a porra da porta.

— Pera aí, tô descendo.

Ela desceu já de pijama, pegou as chaves da minha mão e abriu a porta. Fui direto para o quarto me deitar, mas ela segurou meu braço direito:

— Você bebeu, né?

— Bebi. Vou dormir — resmunguei.

— Vai não. Vai pro banho. Vai logo, não vai dormir com essa roupa — disse, irritada.

— Não consigo nem ficar em pé...

— Vai que eu te ajudo.

Yara pegou uma toalha no armário do banheiro e voltou. Segurou meu braço novamente e fomos para o chuveiro. Ela me colocou dentro do box e ligou a água.

— Que porra... Dando banho em homem barbado! — resmungou, puta da vida.

Enquanto a água caía sobre o meu corpo, ela esperava na porta do box. Num pico de loucura, puxei-a para debaixo do chuveiro.

— Para, Paulo! Vai me molhar! — reclamou ela, voltando à posição inicial.

Puxei-a pela segunda vez, e a água espirrou em seu pijama.

— Porra, Paulo! Me molhou!

— Então tira! Vou te puxar pela terceira vez. Não consigo lavar minhas costas... Bem que você podia lavar, né?

Ela me olhou e disparou:

— Nem fodendo. Você vai querer me agarrar e eu sou sua irmã.

— Não vou te agarrar. Já levei fora demais hoje.

— Fora?

— Não foi bem um fora... Estava ficando com uma mulher e descobri que ela era casada. Nem transamos...

Yara ficou em silêncio por alguns segundos e cedeu:

— Tá, vira de costas. Me passa o sabonete e a esponja.

Entreguei os itens e me virei. Ela hesitou por um instante, mas entrou no box e começou a ensaboar minhas costas. Diminuí a pressão do chuveiro, e ela comentou:

— Não precisa, tô de calcinha e sutiã e já molhou tudo.

Naquele momento, senti meu pau começar a endurecer. Virei-me e olhei em seus olhos. Seu olhar encontrou o meu, e vi que ela estava, de fato, apenas de calcinha e sutiã brancos.

— Tirou o pijama? Por quê? — perguntei.

— Não ia estragar meu pijama — respondeu.

Ela começou a passar o sabonete pelo meu peito. Meu pau ficou completamente ereto, chegando a encostar no corpo dela. Olhando para baixo, ela comentou:

— É... Alguém tá vivo. Bom, vamos terminar isso para você dormir.

Ela terminou de me ensaboar enquanto eu lavava a cabeça. Olhei para o seu decote, vendo a água escorrer entre seus seios e desenhar seu corpo. Sugeri:

— Quer que eu passe sabonete nas suas costas?

— Melhor não — respondeu.

— Vai, fica de costas que eu passo.

Ela me encarou séria, mas virou-se:

— Tá bem. Mas cuidado com o sutiã, ele machuca.

Comecei a ensaboá-la bem devagar. Minha mão deslizava por sua pele e meu olhar caiu sobre sua bunda. Iniciei uma leve massagem com uma das mãos enquanto a outra passava o sabonete. Não ousei ir além, até que ela disse:

— Esse sutiã tá me incomodando. Consegue tirar?

Soltei o fecho. Ela o pegou, pendurou na porta do box e voltou à posição anterior. Continuei ensaboando suas costas até que parei, segurei seu quadril e comecei a dar leves apertadas. As pontas dos meus dedos tocavam a sua barriga. Fui subindo e ela deixando. Quando me aproximei dos seios, pulei a região — receoso da sua reação — e fui direto para os ombros, massageando-os.

Meu tesão só aumentava. Ficamos assim por um minuto, até que a senti encostar o corpo no meu. Meu pau bateu em sua nádega esquerda e percebi que ela se pressionava cada vez mais contra mim. Ninguém dizia nada; ouvia-se apenas o barulho da água batendo no chão. Voltando a massageá-la, fui descendo e, ao chegar na altura dos seios, dei um leve apertão, sentindo seus bicos rígidos. Ajeitei o corpo e meu pau ficou encaixado bem no meio da sua bunda. Ela se prensou ainda mais contra mim, colando nossos corpos.

Comecei a fazer movimentos ritmados de fricção e ela me acompanhou, como numa dança. Minhas mãos subiram novamente e cravaram em seus seios; usei os polegares para acariciar seus bicos eretos. A água caía sobre nossas cabeças. Peguei o sabonete e espalhei pelo corpo dela: comecei pelos pés, subindo pelas coxas, joelhos, bunda, quadril, costas e terminando nos seios. Meu pau estava tão duro que chegava a doer, e uma sensação de frio na barriga me dominava.

Fiquei massageando-a por alguns minutos até que Yara se virou para mim. Tentei beijá-la na boca, mas ela desviou o rosto:

— Não. Isso não. Não vou te dar. Você é meu irmão.

Ela tinha razão. Mas logo em seguida disse:

— Vira de costas que eu vou passar o sabonete em você.

Virei-me e entreguei o sabonete. Ela começou a esfregar meus ombros, desceu até o quadril, subiu pelas costas e voltou aos ombros. Então, me abraçou por trás e começou a passar as mãos ensaboadas no meu peito. Senti seus seios rígidos encostados nas minhas costas. As mãos dela desceram pelo meu peito, passaram pela barriga e chegaram ao meu pau.

Com a mão direita, ela começou a me masturbar. O movimento começou devagar, mas foi ganhando velocidade. Sua respiração ofegante batia forte nas minhas costas. A pegada dela era perfeita.

Minha mão direita foi descendo até alcançar a calcinha molhada dela. Deslizei a mão para dentro até sentir os pelos e, finalmente, o clitóris. Meio desajeitado, comecei a fazer movimentos circulares. A mão dela acelerou na punheta e eu acompanhei o ritmo na sua boceta.

Até que, do nada, ela parou:

— Melhor pararmos, passamos do limite! Vou para casa que daqui a pouco o Carlos chega.

Ela tirou a mão, fechou o registro do chuveiro, pegou a toalha e começou a secar o cabelo.

— Já? — perguntei, olhando para ela.

— Sim. E nunca mais tocamos nesse assunto — respondeu, firme.

Ela pegou o sutiã na porta do box. Dei uma última olhada para os seus seios bonitos e empinados. Ao notar que as peças íntimas estavam encharcadas, ela me ordenou:

— Vira de costas!

Virei-me. Ela tirou a calcinha e vestiu o pijama.

— Pode virar.

Quando me virei, vi que a blusa do pijama estava molhada, marcando os bicos ainda rígidos. Na mão, ela segurava as peças molhadas.

— Tchau, tô saindo — disse.

Ela correu em direção à porta e bateu ao sair. Fui até lá, tranquei a porta e fui para o meu quarto. Naquela noite, bati quatro punhetas pensando no que tinha acontecido no chuveiro.

O final de semana passou e não saí de casa, morrendo de vergonha do que tinha rolado com a minha irmã. Ela também não apareceu. No domingo à noite, minhas filhas voltaram da casa da avó materna.

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Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 3Seguidores: 117Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

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