Olá, caros(as) leitores(as). Retornando para continuação da história.
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A doutora Marie tinha solicitado o retorno para quinze dias depois. Enviei uma mensagem uma semana antes para confirmar: "Olá, sou o Júnior. Gostaria de confirmar o retorno com a doutora Marie Tirena para sábado". Passado um bom tempo a resposta chegou: "Boa tarde. A doutora perguntou se o senhor tem horário disponível no final da tarde de sexta, a partir das 18:00". Era o horário em que eu terminava o expediente. Teria que pedir para sair mais cedo a fim de chegar no horário, mas era uma questão de saúde e a empresa não descontava as horas. "Pode confirmar para sexta, a partir das 18:00". "Certo, senhor Júnior, a doutora pediu esse horário porque vai estar com a agenda suspensa no sábado". "Tudo bem".
Na minha cabeça já se passaram milhares de possibilidades. Não tinha comentado com Maitê sobre o acontecido; dissera apenas que havia feito a consulta e a biópsia, e que teria que aguardar 15 dias pelo resultado. Ela me confortava bastante no trabalho, repetindo, quase que diariamente, que não iria ser nada, e que iríamos comemorar depois. Se eu falasse o teor da consulta poderia ser potencialmente desastroso.
A semana passou rápido, o trabalho exigiu bastante. Maitê estava sempre pronta a me auxiliar, resolvendo as coisas: era uma profissional sensacional. Deveria ter, no máximo, os seus 35 anos, mas carregava uma experiência de trabalho na área desde os 20 anos. Quando a coisa esquentava ela fazia até massagem nos meus ombros pra me ajudar a relaxar. Às vezes me dava beijinhos na face e abraços. Eu a achava muito atenciosa e carinhosa. Apesar de tudo, minha cabeça estava na doutora, ou melhor, em Marie! Ah, sexta feira que não chegava!
Mas enfim chegou. Pedi pra sair às 15:30, passei em casa, tomei um banho caprichado, lavando minhas partes íntimas, mesmo que não fizessem parte da consulta de retorno. A ferida do nariz praticamente cicatrizara, ficando uma marca pequena no ponto onde fora extraída a lesão. Peguei o carro e dirigi até o consultório. Enfrentei o trânsito de final de tarde e cheguei faltando 10 minutos para as 18:00. Subi, entrei no consultório e a secretária já estava de saída.
— Olá, senhor Júnior. A doutora tem uma paciente em atendimento e já vai ser a vez do senhor. O senhor é o último paciente do dia. Desejo que não seja nada na lesão do senhor. Tchau.
— Tchau, obrigado.
Entrei e encostei a porta. Menos de cinco minutos depois uma mulher saiu da sala.
— Tchau, doutora, ótimo final de semana, obrigada pela atenção.
— Por nada, dona Emily, tchau, igualmente.
A doutora acompanhou-a até a porta de vidro e trancou-a com a chave assim que a mulher virou as costas. Pensei: "aí tem coisa".
— Olá, seu Júnior.
— Olá, doutora.
— Nesse horário é melhor se precaver. É um prédio comercial, passa todo tipo de gente por aqui.
— Com certeza, doutora. Segurança é fundamental.
— Vamos? - convidou-me, indicando a porta aberta do consultório.
Entrei e ela trancou a porta por dentro.
— Força do hábito - riu - como você está?
"Você?" - pensei.
— Estou bem, doutora. Ansioso pelo resultado.
— Olha, fizemos as análises e não é nada grave. É apenas uma espécie de inflamação do folículo piloso. (E me explicou com todos os detalhes técnicos o resultado do exame). Pode ficar tranquilo.
— Ah, que bom doutora. Agora vou ficar bem relaxado... - falei, testando para ver se ela captaria o duplo sentido da frase.
— Sim, vai ficar. Aliás, eu preciso rever aquela verruga no seu escroto, fiquei com dúvida. Pode tirar a calça e a cueca, por favor?
Mais do que depressa fiz o que ela pediu. Estava há 15 dias aguardando por isso!
— Pode se deitar na maca, por favor.
Subi e deitei-me. Meu pau, rígido, estava pronto! Ela se aproximou, ignorou meu pau e pegou no meu saco: olhou com a lupa e uma luz. Depois pegou o telefone e tirou uma foto. Vi que era um procedimento sério e fiquei morrendo de vergonha.
— Doutora, desculpa por essa situação.
— Isso não ocorre com frequência. Os pacientes homens que vêm se consultar costumam ficar com vergonha. Você é que tem testosterona de sobra ou vergonha de menos - riu, humoradamente. Eu ri também.
Ela me mostrou a foto e explicou sobre a verruga. Eu estava olhando mais para os peitos dela, que apareciam pontualmente sob o decote do jaleco, do que para a foto.
— Olha esse detalhe. Tem que prestar atenção, porque se crescer pode ter que fazer biópsia tá. Faça uma verificação anual.
— Tudo bem, doutora - e fiz menção de me levantar, mas ela me segurou com a ponta do dedo indicador.
— Vamos fazer o que ambos queremos. Fique deitado.
Ela se virou de costas para mim, retirou o jaleco, a blusa e a calça, ficando apenas de calcinha e sutiã, vermelhos. Essa mulher queria o que? Que eu a comesse? Era tudo o que eu mais desejava! A doutora se voltou para mim, e tirou o sutiã, exibindo os mamilos pequenos e peitos médios, siliconados, mas com aparência natural. O corpo era cheinho, na medida certa, o famoso mignon.
— Que médica gostosa. Você faz isso com todos os pacientes, doutora?
—Marie, me chame de Marie, porque agora já somos íntimos. E não, você é o primeiro paciente com quem resolvo fazer isso. Limpinho, cheiroso, e um pau grosso desses não se encontra todo dia, apesar de ter o tamanho normal. Tem quanto?
— 14 centímetros de prazer - respondi.
— É, está dentro da média. Vamos ver se você faz um bom serviço. Desce daí, vamos trocar de posição.
Eu desci e ela se deitou na maca, retirando a calcinha e exibindo uma buceta lisa e carnuda. Sua bunda era um pouco grande, firme. Eu calculei que poderia ter dificuldade para comê-la por trás.
Caí de boca em seus peitos, chupando-a lentamente. Ela gemia baixinho. Ela tentou me fazer descer, mas eu continuei focado em cada peito, até arrancar dela um gemido forte. Só então desci, dando beijinhos em sua barriga, que ela contraía a cada toque. Beijei o capôzão. Passava os dedos em volta e na entrada daquela caverna. Fui para a ponta da maca e abri bem as pernas dela, mergulhando naquele bucetão. Tinha o sabor real de mulher, meio suada do dia, um leve sabor de urina... não era o cenário ideal, mas o desejo não poderia ser parado. Chupei-a avidamente, colocando dois dedos dentro, fazendo o movimento de "vem cá" e ela gozou fartamente duas vezes seguidas! O papel da maca ficou completamente molhado embaixo dela.
— Me come, enfia esse pau na minha boceta!
— Negativo. Primeiro você tem que me dar atenção.
Eu me sentei na maca e ela desceu, encostou em mim, e me beijou loucamente. Depois mergulhou em direção ao meu pau, chupando como se nunca tivesse visto e tocado em um. Eu a puxei para cima, era prazer demais.
— Calma, mulher. Muita calma nessa hora. Não quero gozar sem te comer!
— Então me faz gozar na sua boca, vai! Vem, me chupa gostoso! - implorou.
Ela se jogou novamente na maca e abriu as pernas. Eu coloquei dois dedos, repeti os movimentos de "vem cá" e chupei avidamente seu clitóris. A mulher se chacoalhava inteira, dando gritos de prazer. Suas pernas tremeram várias vezes enquanto ela passava pelos orgasmos múltiplos.
— Vai, me fode, enfia esse caralho em mim!
Puxei-a para a ponta da maca, enterrando meu pau nela. Aquela boceta escorria lubrificante natural, seus sumos. Eu metia forte, massageava o clitóris dela, que gemia alto. Não demorou muito e avisei que iria gozar.
— Deixa eu chupar, quero engolir essa porra toda!
A minha vontade era gozar dentro, mas o perigo ali era extremo. Ela era jovem e poderia estar no período fértil. Tirei o pau e me posicionei ao lado de sua cabeça. Ela virou o rosto e sorveu meu membro de uma vez. Deu duas ou três chupadas profundas. Eu urrei de prazer e uma onda de oito ou dez jatadas fluiu para dentro de sua boca. Um pouco de porra escorreu pelo chão e ela se engasgou de leve, mas engoliu tudo, mostrando-me a boca vazia. Ela quis um beijo, eu aceitei.
— Puta que me pariu, que paciente gostoso!
— Eu nunca esperaria isso em uma consulta médica. Pra mim aquele boquete já foi um ato surpreendente!
— Anota meu número particular, a gente precisa repetir isso em outro lugar. Quero que você coma meu cu da próxima vez!
— Sendo assim, já estou esperando ansioso.
Passei meu número para ela, e ela me mandou uma mensagem: "Dra. Marie". Salvei como esse nome mesmo.
— Doutora, é? - brinquei.
— Cala a boca. Daqui pra fora eu quero respeito, hein - sorriu.
— Tá bom, Marie... Claro que sim, doutora - respondi, fingindo seriedade.
Ajudei-a a limpar a bagunça. Trocamos o papel da maca, passamos um produto para limpar e desinfetar a maca e o chão.
— Pronto. Acabamos. Quer jantar comigo?
— Suados assim?
— É na área turística, ninguém vai notar. Você tá de carro?
— Sim, e você?
— Nunca venho de carro. Estacionar aqui é caro e a sala não dá direito a vaga de estacionamento. Vamos, me leva que eu tô morrendo de fome.
Eita, que mulher exigente, moço! Ela fechou a sala e nos dirigimos para a rua. Fomos até a área turística. Estacionei dentro do complexo (a licitação havia proporcionado um espaço público todo reformado, com restaurantes, lojas, praça reformada, anfiteatro. O preço a pagar era um estacionamento caro, mas que valia pela segurança). Saímos do carro e ela pegou na minha mão.
— Sou sua namorada, tá.
— Tá bom, amor. Vai querer comer o que hoje? - disse eu, apertando a mão dela.
— Um dos restaurantes tem área externa. Tá calor, mas a gente tá meio fedendo mesmo, inclusive sinto um pouco do cheiro da nossa aventura. Melhor passar calor lá fora do que chamar a atenção lá dentro.
Concordei. Entramos no restaurante e fomos direto para as mesas externas. O por do sol já tinha acontecido, e a noite começava a refrescar. Os ventiladores sopravam forte, tentando amenizar o clima abafado. O garçom se aproximou:
— Boa noite, já conhecem a casa?
— Boa noite, moço. Já sim. Daqui a pouco a gente te chama.
Escolhemos uma porção de camarão empanado acompanhado de batata frita. Nada saudável e nem chique. Para beber, dois sucos de morango.
— Então, moço. O que você faz da vida?
Expliquei que era mecânico de manutenção aeronáutica, e falei sobre o serviço que fazia no aeroporto.
— E tem muita mulher lá?
— Não é uma área muito feminina. Todos os mecânicos são homens. Mulheres mesmo só no atendimento ao público, lá no saguão e no administrativo. Nos hangares elas estão começando a chegar, mas ainda são minoria.
"Essa é ciumenta, pensei".
— Ah, que bom. Assim não ficam de olho em você.
O prato chegou e comemos apressadamente. A fome era grande. Pouco conversamos enquanto mastigávamos. Quando terminamos ela contou que era do interior do estado e tinha sido aprovada na faculdade pública. Os pais eram produtores de açaí em uma comunidade ribeirinha, pessoas simples. Ela os ajudava mensalmente a se manter desde que havia formado. Tinha o consultório há apenas dois anos.
— A conta, por favor - pediu ela.
O garçom trouxe e eu fiz menção de pegar a carteira.
— Hoje eu pago - falou ela pro garçom.
— O senhor está com sorte, hein - disse o funcionário, tentando ser simpático.
— O cartão é dele - respondeu Marie, séria, mesmo o cartão sendo dela.
— Aí, chefe. Assim fica difícil hein!
— Mas mulher que paga a conta são poucas, tenho que valorizar - respondi, alegre. Todos rimos e o garçom se retirou.
— Vamos, Junior. Pode me deixar em casa, se não for te atrapalhar? Desculpa a grosseria. Eu sou assim mesmo, ainda mais quando estou esfomeada.
— Eu te levo, Marie. Onde fica?
Ela me explicou o caminho, que aliás ficava na rota de casa. Após uns 20 minutos parei em frente ao prédio dela.
— Quer subir?
— Hoje não, Marie. Obrigado por tudo.
— Sobe, amor. Sobe que eu te dou o cuzinho!
— Hoje não, Marie. Combinamos outro dia - respondi, me fazendo de difícil. O pau latejou dentro da cueca.
— Sobe comigo, amor! - falou ela, manhosa, apertando meu pau.
Não tinha como negar. Aquela mulher deveria ser ninfomaníaca! Resolvi subir.
— Tá bom, mulher.
Ela abriu a porta do carro e ficou me esperando em frente ao portão do prédio. Assim que me aproximei ela teve a facial reconhecida e o portão se abriu. Subimos até o nono andar. Ela abriu as duas fechaduras da porta e entramos no apartamento. Era um imóvel novo, moderno, deveria ter uns 80 metros quadrados. Cozinha americana, varanda ampla com vista para o rio.
— Bonito apartamento, Marie.
— Minha conquista. Confortável, grande, e posso me divertir sem incômodo.
— Você traz muita gente aqui?
— Sempre pego homens, e a gente se diverte aqui. Mas você é o primeiro paciente. Sinta-se honrado.
— Obrigado.
— Quer? - disse ela, tirando a blusa e jogando no chão, caminhando em direção ao quarto.
"Essa mulher é muito doida!", pensei eu.
Entramos na suíte. Ela parou em frente à cama e retirou o restante da roupa, ficando peladinha. Eu fiquei olhando.
— Que foi, amor, tá sem vontade?
— Ainda estou estupefato com o que aconteceu no consultório e com o que está acontecendo aqui.
— Não se avexe. Venha tomar banho comigo. Vou te chupar gostoso.
Eu tirei minha roupa e entrei no banheiro da suíte. O chuveiro era poderoso, um jato de água massageava Marie. Ela se esfregava, exibindo o corpo para mim.
— Vem, garanhão, vem se esfregar em mim.
Entrei debaixo da água e nos beijamos intensamente. Meu pau, ao senti-la, endureceu ao máximo. Ela se abaixou e sugou meu membro grosso. Eu senti prazer logo e a puxei pelos cabelos.
— Quer tirar o doce da criança? - perguntou ela, com cara de chateada.
— Você vai ficar sem nada se quiser tudo agora. Quero que você se seque e vá pra cama. Quero seu cu. Vou te arrombar!
— Adoro que me trate assim! - Ela desligou a água, esfregou a bunda no meu pau duro e pegou a toalha. Nos secamos e fomos para a cama. Ela se deitou de bruços, travesseiro debaixo do quadril empinado. Eu chupei seu cuzinho gostoso. Tratei com carinho, dando sugadas leves. Depois meti a língua e lubrifiquei com cuspe. Ela me entregou o gel lubrificante e eu besuntei com abundância. Coloquei logo dois dedos e ela gemeu. Inseri dois dedos na buceta dela e movimentei como se estivesse penetrando-a. Ela gozou duplamente em minhas mãos.
— Ai, caralho! Seu puto! Quero seu pau no meu cu! Que orgasmo forte!
— Cala a boca, putinha, sou eu que mando aqui. - e dei um tapa forte na bunda dela. Ela não reclamou.
Montei em cima dela e enterrei meu pau rígido de uma só vez. Ela gritou!
— Puta que pariu! Que pau!!! Fode, FODE!!!
Estoquei fundo diversas vezes. O cu dela era bem apertado, pra quem dizia que estava sempre dando.
— Vem aqui pra ponta da cama, putinha - pedi, tirando o pau de dentro.
Deixei uma perna dela em cima da cama e a outra no chão. Chupei a boceta melada, arrancando gemidos ao dar atenção ao clitóris. Ela gritou quando insisti no clitóris, sem parar de manipulá-lo com a língua. Ela tentou se afastar, mas eu a segurei forte e continuei a chupar e lamber o clitóris dela. Ela chacoalhou as pernas, gozando intensamente.
— PARAAAA! NÃO AGUENTO MAIS!! PARA!!!
Eu a soltei. Em seguida estoquei direto no cu dela. Soquei gostoso e ela gemeu continuamente, acompanhando meu ritmo, até que me veio a vontade de gozar.
— Vira de barriga pra cima, fica aqui na ponta da cama - ordenei.
Ela obedeceu. Eu a empalei e ela gemeu, fazendo careta. Comi forte, enquanto manipulava o clitóris dela, fazendo-a ter orgasmos múltiplos. Suas pernas tremiam de prazer. Eu empurrei forte uma última vez e gozei sem avisar.
— GOZEI, CARALHO!!! - gritei.
Tirei o pau de dentro do cu dela e dei pra ela chupar. Ela não se fez de rogada, e limpou tudo, saboreando aquela carne com sabor de porra e de cu. Demos um beijo gostoso de língua, compartilhando aquilo.
— Satisfeita, Marie?? - disse eu, deitando-me na cama.
—Você me surpreendeu. Comeu meu cu como poucos. Gozei pra caralho na sua mão. Quase morri de prazer com você mexendo no meu clitóris
— Posso ir pra casa agora?
— Toma banho comigo, daí você vai.
Tomamos um banho gostoso, com pegação e esfregação. Ela deu uma chupada no meu pau mole, mas ele não reagiu, obviamente.
Saímos do banho, eu me vesti, ela colocou uma roupa simples de ficar em casa. Olhei o telefone: 22:10.
— Quer tomar um açaí comigo?
— A essa hora, Marie?
— Depois de tudo isso estou morta de fome - disse ela, abrindo a geladeira.
Ela colocou o pote em cima da mesa, junto com dois potes e talheres. Sentei com ela e me deliciei com a polpa do fruto mais famoso do Norte do Brasil.
— Cara, você é bom demais na cama - frisou Marie.
— E você uma mulher surpreendente. Uma máquina de sexo.
— Adoro sexo, sou quase viciada.
— Quase! - Ela riu — Imagina se fosse viciada então!
Conversamos um pouco mais.
— Agora eu vou. Obrigado, Marie, por tudo. Amei cada momento com você, mulher.
Ela me deu um beijo na boca e nos dirigimos para a porta.
— Tchau, meu paciente favorito. Quem sabe nos vemos outra vez.
— Tchau, doutora - e a beijei no rosto.
Desci pelo elevador e saí do prédio. Dirigi para casa, remoendo tudo o que tinha acontecido. Que mulher era aquela, gente?!
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Não se esqueça de avaliar o conto! Abraço!