Eu sou o Daniel.
Estou em Cabrobó, interior de Pernambuco, fazendo instalação elétrica numa propriedade. O sol do sertão não perdoa. A poeira sobe a cada passo. Quem me acompanha já sabe o que eu faço quando vejo uma mulher gostosa e corpuda por aqui. Eu tento. Nem sempre dá certo. Quando dá, eu registro tudo.
Hoje foi a Rosana. Se queres ver todas as minhas fottos e vídeoos com casadas assim, vou deixar no MEU PERFIL, aí acima, perto de meu nome. tá o caminho para voc~e ver e baixar tudo, desde 2008 até hoje.
Vinte e quatro anos. Casada. Vestido marrom claro velho, desbotado, manchado de suor nas axilas e nas costas. Cabelo bagunçado pelo vento e pelo trabalho. Ela varria a estrada de terra na frente da casa de taipa quando eu passei com o celular na mão. O corpo dela brilhava de suor. As coxas grossas, a bunda marcada no tecido fino, a barriga mole de mulher que come pouco e trabalha muito. Eu filmei alguns segundos. Ela parou a vassoura e me encarou com o rosto fechado.
— Ô moço, por que tu tá filmando assim? Sou mulher casada, viu? Não fica tirando foto de mulher dos outros não.
Eu baixei o celular, levantei as mãos e dei um sorriso calmo.
— Desculpa. Trabalho por aqui. Instalação elétrica. Achei a imagem bonita, só isso. Não vou postar nada sem autorização.
Ela ainda olhava desconfiada, mas não gritou. Eu me aproximei um pouco, sempre mantendo distância respeitosa no começo.
— Seu marido tá por aí?
— Tá na roça. Como sempre. E quando chega é só pra beber e dormir. Nem olha pra mim direito.
A voz dela tinha um cansaço antigo. Eu fui puxando conversa. Falei do calor, da poeira, do serviço. Ela foi respondendo. Contou que a casa mal tinha água boa pra beber, que o poço estava baixo, que o dinheiro do marido sumia na cachaça. Eu olhei o jeito que o vestido colava no corpo suado e ofereci uma cesta básica que eu carregava no carro por causa dos serviços longos.
Ela estranhou.
— Tu vai me dar isso tudo mesmo? Sério?
— Sério. Leva.
Ajudamos a carregar a cesta até a sombra da casa de taipa. Arroz, feijão, fubá, óleo, macarrão, sabão. Ela ficou olhando os pacotes como se não acreditasse. Os olhos marejaram um segundo, mas ela segurou.
Foi aí que eu comecei de verdade.
— Rosana… eu gosto de cheiro de mulher. Cheiro natural. Suor de verdade. Axila, corpo, tudo.
Ela deu um passo pra trás e fez uma careta.
— Que conversa é essa, moço? Que nojo. Tu é doente?
— Pode ser. Mas eu gosto. E quero sentir o seu.
— Mentira. Ninguém gosta disso. É sujo. Fedido. Nojento.
Eu tirei o celular e mostrei alguns trechos curtos de outras mulheres do interior que eu já tinha cheirado e lambido. Axilas suadas, bucetas com cheiro forte, bundas depois de dia de trabalho. Ela olhou, franziu a testa, balançou a cabeça.
— Isso é nojento pra caralho. Quem faz uma coisa dessas? E as mulheres deixam?
— Deixam. Algumas no começo xingam igual você. Depois gozam.
Ela ficou em silêncio um tempo, olhando a cesta, depois olhando pra mim.
— Meu marido nunca me cheira. Nunca me beija direito. Quando quer, é só no mato, rápido, igual bicho. Só na buceta. Sem carinho nenhum. Já fudi com outros casados também. Sempre no mato. Sempre só na buceta. Eles metem, gozam e vão embora. Nunca ninguém quis cheirar nada de mim. Muito menos lamber.
A confissão saiu baixa, quase sem ela perceber. Eu continuei calmo.
— Então deixa eu ser o primeiro a querer de verdade. Só cheirar. Se você não gostar, eu paro.
Ela ficou me olhando. O suor escorria na lateral do rosto. O cheiro dela já chegava até mim — desodorante barato brigando com o suor de horas debaixo do sol.
— Tá bom… mas é nojento, viu? Se eu deixar, é só porque tô curiosa. E porque tu me deu a cesta. Mas se eu falar pra parar, tu para.
Eu me aproximei. Levantei devagar o braço direito dela. O cheiro da axila bateu forte, quente, ácido. O desodorante quase não dava conta. Eu respirei fundo várias vezes, o nariz colado na pele úmida.
— Porra… que cheiro gostoso.
— Nojento… — ela murmurou, mas não puxou o braço.
Eu lamei. A língua passou devagar na pele suada. O gosto era salgado e um pouco amargo. Ela soltou um gemido baixo e a mão dela desceu sozinha entre as pernas, por cima do vestido. Eu lamei a outra axila também. Ela se tocava cada vez mais rápido.
— Que merda… nunca pensei que ia sentir tesão com isso… continua…
Em poucos minutos ela gozou em pé, as pernas tremendo, a respiração presa, ainda xingando baixo.
— Porra… gozei… gozei só com tu lambendo minha axila fedida… que doideira…
Eu ajoelhei na poeira quente. Levantei o vestido até a cintura. A calcinha estava marcada de suor. Puxei pro lado. O cheiro da buceta subiu forte — xixi antigo misturado com suor de dia inteiro. Eu lamei mesmo assim. O gosto era pesado, salgado, azedo. Ela se masturbava enquanto eu chupava, os dedos esfregando o clitóris com força.
— Nojento… seu doido… minha buceta tá fedida de xixi… e tu tá lambendo… caralho…
— Tá gostoso pra porra.
Ela gozou de novo, dessa vez mais forte, a buceta pulsando contra a minha boca. Eu continuei lambendo até ela empurrar minha cabeça embora, ofegante.
Depois virei ela de frente pra parede de taipa. Levantei o vestido e abri as nádegas com as duas mãos.
O cheiro que saiu me fez quase recuar de verdade.
Era forte. Podre. De mulher que passou o dia inteiro suada, sem banho direito, com o cu fechado o tempo todo. Eu nunca tinha sentido uma bunda tão fedida numa mulher tão bonita. O odor subia quente, pesado, quase físico.
— Porra, Rosana… tua bunda tá podre…
— Eu avisei… é lugar sujo… não lambe isso não, moço…
Mas eu lamei. A língua passou no buraco. O sabor era amargo, azedo, pesado, quase enjoativo. Eu lamei fundo, várias vezes, enquanto ela gemia e xingava ao mesmo tempo.
— Nojento… seu maluco… para… não para… porra, que tesão nojento é esse…
Eu fiquei ali um tempo só cheirando e lambendo. O cheiro impregnava minha cara, minha barba, minha roupa. Quando levantei, ela estava molhada pra valer, os dedos ainda entre as pernas.
— Quero te comer no cu — eu falei.
Ela olhou por cima do ombro, o rosto misturando nojo e desejo.
— Nunca dei direito. Só levei dedo uma vez. Vai doer.
— Vai. Mas eu vou devagar.
Peguei a manteiga que vinha na cesta. Passei no pau e na entrada do cu dela. Empurrei a cabeça. O anel resistiu. Ela gritou.
— Aiiii… dói… é grosso… sai…
— Respira. Relaxa.
Fui entrando centímetro por centímetro. O cu dela era quente, seco no começo, depois foi amolecendo com a manteiga e com a saliva. Quando cheguei no fundo ela estava tremendo.
— Tá dentro… porra… tá me arrombando…
Comecei a meter. Devagar no início, depois mais forte. O cheiro da bunda subia a cada estocada. O ar quente da tarde ficou carregado daquele odor. Ela se tocava com força, gemendo alto, a voz quebrada.
— Meu marido nunca fez isso… os outros casados também não… só metiam na buceta e iam embora… tu é o primeiro que quer meu cu fedido…
— E eu quero até o fim.
Ela colocou a mão na barriga.
— Acaba logo… tô com vontade de cagar… sério… vai sair…
— Caga então. Caga no meu pau.
Ela tentou se afastar. Eu segurei a cintura com força.
— Não. Relaxa. É assim mesmo. Tá gostoso pra caralho.
O pau já saía melado. O cheiro ficou ainda mais forte. Ela se entregou de vez, empurrando a bunda pra trás, gemendo sem parar.
— Vou gozar… porra… tô cagando… tô cagando no teu pau… que gozada nojenta…
Ela gozou apertando o cu com força. Eu senti a pressão e gozei junto, fundo, enchendo ela enquanto ela ainda tremia e soltava gemidos longos.
Quando saí, o pau estava sujo. Ela olhou pra baixo, viu a bagunça e saiu correndo pro mato atrás da casa, a mão na bunda, abanando o esperma e a merda pra não sujar o chão de terra batida da casa humilde. Eu fiquei ali, ofegante, o gosto ainda na boca, o cheiro impregnado em mim.
Vou ficar o final de semana inteiro em Cabrobó.
Tem mais mulher por aqui.
E eu sei que vou conseguir de novo.
