Márcio, 38 anos, é casado com a irmã do meio de Andréa. Júlia é casada com o irmão mais novo de Andréa. Os dois, portanto, são concunhados: cunhados da mesma mulher por lados diferentes da família. Em público, a relação era apenas de convivência familiar educada. Andréa sempre se apresentou como o exemplo moral do grupo — condenava excessos, falava contra álcool, drogas e qualquer conteúdo adulto. Márcio era o cunhado reservado, de barba longa e desgrenhada. Júlia, mais solta, ainda mantinha as aparências.
Naquela noite, porém, as aparências racharam.
A logística da rotina acabou juntando os dois. A esposa de Márcio faria plantão noturno no hospital e ele foi levá-la de carro. Como Júlia mora na mesma rua, trabalha ao lado do hospital e o marido só chegaria mais tarde, ela aproveitou para pedir uma carona. A casa de Andréa ficava exatamente no caminho, e Júlia pediu para fazer uma parada rápida apenas para entregar uma encomenda que havia chegado por engano em seu endereço, mas que pertencia a Andréa.
Pararam em frente à casa. Júlia tocou o interfone, mas ninguém atendeu, apesar das luzes da casa estarem acesas. Como Márcio tinha uma cópia das chaves do portão e da entrada — guardada para emergências da família —, ele desceu do carro para abrir a casa e deixar o pacote com Júlia lá dentro.
Destrancaram o portão, abriram a porta social e entraram sem fazer alarde, achando que Andréa pudesse estar no banho ou no quintal dos fundos.
Foi o gemido abafado vindo do corredor que os guiou.
A porta do escritório estava entreaberta. Márcio parou no corredor, a barba desgrenhada coçando o queixo. Júlia, ao lado dele, ergueu uma sobrancelha e sorriu de canto. Os dois se aproximaram em silêncio.
Júlia empurrou a porta com a ponta do pé, fazendo a madeira ranger contra o batente. O som cortou o silêncio do cômodo como um estalo de chicote.
Andréa deu um salto na cadeira giratória. A reação foi instintiva, visceral: os olhos arregalaram-se em pânico puro ao dar de cara com as duas figuras no vão da porta. Seus dedos, ainda besuntados pela própria lubrificação, travaram contra a pele. Na tela do monitor, a iluminação azulada e trêmula continuava projetando imagens explícitas, enquanto o áudio abafado de respirações arfantes preenchia o espaço entre eles. A postura rígida, a autoridade e a aura de virtude que Andréa cultivara perante toda a família ruíram em um único segundo.
— Que porra… — a voz de Andréa saiu falhada, rouca, rasgando uma garganta seca de tensão. — Vocês… caralho, o que fazem aqui?! Saiam! Eu… eu só estava…
Márcio deu um passo para dentro e encostou a porta com as costas, girando a tranca lentamente. O metálico do trinco ecoou como uma sentença. Seu olhar não tinha pressa; desceu devagar pelo corpo exposto da cunhada. A camiseta larga e fina mal cobria a virilha, deixando à vista as pernas definidas e a intimidade brilhante de humidade, exposta sem qualquer defesa.
— Tá vendo pornografia e se dedando, Andréa? — a voz dele ressoou grave, arrastada, carregada de uma ironia pesada. — A mesma Andréa que não pode ouvir um palavrão no almoço de domingo? A santinha que passa a vida dando sermão em todo mundo sobre moral, bons costumes e o quanto essas coisas são nojentas?
Andréa tentou puxar a barra da camiseta para baixo em um gesto desesperado e inútil. As bochechas queimavam em um tom escarlate vivo, o pulso descontrolado batendo no pescoço. Seus olhos saltavam em pânico da tela do computador para o rosto de Márcio e, depois, para Júlia.
— Eu… vocês não estão entendendo. Foi um erro, porra! — a voz dela tremia, misturando humilhação e uma raiva defensiva. — Me deixem em paz! Eu nunca faço isso… foi só uma fraqueza, um momento…
Júlia soltou uma risada curta, debochada, aproximando-se da mesa sem qualquer pressa. Os olhos de Júlia varreram o cenário: a tela acesa, a garrafa no canto, o copo de cristal e três linhas de pó sobre a superfície de vidro. Ela pegou o copo de uísque, girou o líquido dourado por um instante, tomou um gole generoso e estendeu o vidro na direção de Andréa.
— "Nunca", Andréa? — Júlia inclinou o corpo, o tom de voz baixando para um sussurro instigante. — Você tá com a mão cheia de suco da sua própria boceta, uma garrafa de uísque aberta na mesa e três carreiras de pó do seu lado. Vai mesmo tentar bancar a puritana agora? Bebe isso. Para de inventar desculpa e engole.
Andréa travou. O constrangimento ainda fazia seu queixo tremer, e a humilhação parecia sufocá-la. Porém, por um milissegundo, seu olhar escapou de volta para o monitor. Na tela, a cena havia mudado: o enquadramento fechado mostrava o ato em detalhes, o som de pele contra pele preenchendo o quarto. O contraste entre a culpa que sentia e o estímulo visual fez o ar escapar de seus pulmões em um gemido abafado, involuntário. A resistência fraquejou. Ela estendeu a mão trêmula, pegou o copo de vidro e virou um gole longo. O álcool desceu queimando pela garganta, espalhando um calor imediato pelo peito.
Márcio aproximou-se da bancada. Sem tirar os olhos de Andréa, pegou o canudo improvisado de nota enrolada e inclinou-se sobre a superfície de vidro. Com um arfar decidido, aspirou uma das carreiras finas de uma vez só. O impacto da substância foi instantâneo: as pupilas dilataram, as mandíbulas se contraíram levemente e ele soltou o ar devagar pelos dentes. Em seguida, passou a nota para Júlia.
Júlia nem hesitou. Inclinou-se e puxou a segunda carreira com praticidade, soltando uma risada abafada ao sentir o amargor na garganta. Ela então usou a ponta dos dedos para raspar o resto do pó no vidro, ajeitando mais uma linha rápida antes de empurrar o prato diretamente para o centro da mesa, na frente de Andréa.
— Sua vez, santinha — provocou Júlia, o tom carregado de cumplicidade e audácia. — Ou vai continuar fingindo que essa carreira aí do lado veio do nada?
Andréa olhou para o pó branco alinhado no vidro. A respiração estava descompassada, o peito subindo e descendo rápido sob o tecido da camiseta. O conflito moral durou apenas alguns segundos; o álcool já começava a soltar as travas do seu cérebro e a vergonha começava a se transformar em algo muito mais sombrio e estimulante. Ela se inclinou para a frente. A camiseta subiu de vez, revelando totalmente suas coxas e o quadril.
Puxou o ar com força pelo canudo.
O pó subiu queimando a mucosa, deixando um gosto amargo e anestésico no fundo da garganta. O coração de Andréa deu um salto violento no peito, acelerando os batimentos instantaneamente. Quando ela se endireitou na cadeira e jogou a cabeça para trás, seus olhos já não eram os mesmos: a culpa havia desaparecido, substituída por um brilho obscuro, intoxicado e faminto.
Júlia puxou a cadeira de escritório ao lado, sentando-se de pernas abertas com a saia subindo pelas coxas grossas. O olhar de Júlia estava fixo e provocador.
— Agora continua o que você tava fazendo antes de a gente entrar — ordenou Júlia em um tom baixo, rouco e imperioso. — Quero ver. E aumenta a porra do volume.
Andréa engoliu em seco, sentindo a dormência do pó se espalhar pela boca enquanto o coração martelava no tórax. Sem dizer mais nenhuma palavra de negação, a mão dela desceu. Os dedos, impulsionados pela mistura de adrenalina, álcool e a presença dos dois, voltaram a se afundar entre as pernas molhadas.
No computador, o vídeo avançava para uma nova cena, e o som explícito de gemidos e fluídos preencheu cada canto do escritório silencioso.
Márcio já estava de pé atrás da cadeira. Abriu o zíper. A rola saiu pesada, veias latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele segurou o cabelo cacheado de Andréa e puxou a cabeça dela para trás.
— Abre a boca.
Andréa olhou para cima, os olhos marejados de vergonha e tesão. A boca abriu. Márcio enfiou o pau devagar, sentindo a língua quente tremer por baixo. Empurrou até sentir a garganta apertar. Andréa engasgou, saliva escorrendo pelo queixo, mas não puxou a cabeça para trás. Os dedos dela continuavam trabalhando entre as pernas.
Júlia se levantou, tirou a blusa e a saia num movimento só. Ficou nua: seios pequenos, cintura fina, as coxas grossas se abrindo quando ela subiu na mesa e sentou de frente para o computador, as pernas abertas na direção de Andréa.
— Chupa ela enquanto engole o pau, Andréa. Vamos fazer igual na tela.
Andréa tirou a boca do pau de Márcio só o suficiente para respirar. A voz saiu rouca, quebrada:
— Porra… isso é… eu não consigo…
— Consegue sim — Júlia puxou a cabeça dela pela nuca e esfregou a boceta molhada na boca de Andréa. — Chupa. Língua dentro. Quero sentir você me comendo enquanto ele te fode a garganta.
Andréa obedeceu. A língua entrou na boceta de Júlia, lambendo o clitóris inchado, chupando os lábios molhados. Ao mesmo tempo Márcio voltou a meter na boca dela, mais fundo, mais rápido. O barulho era obsceno: engasgos, saliva escorrendo, o gemido abafado de Andréa contra a boceta de Júlia, o som do vídeo ainda tocando ao fundo — agora um homem gozando na cara de duas mulheres que se beijavam com a porra na língua.
Márcio puxou o pau da boca de Andréa com um estalo molhado. A saliva escorria pelo queixo dela até o pescoço.
— Levanta. Tira essa camiseta.
Andréa se levantou trêmula. A camiseta foi para o chão. Ficou nua: seios pequenos e duros, a boceta careca brilhando, as pernas magras tremendo. Márcio a virou de frente para o computador, empurrou ela para se apoiar na mesa e abriu as pernas dela com o joelho.
— Olha pra tela. Olha o que eles tão fazendo.
Na tela, o homem metia com força na mulher de quatro enquanto a outra chupava o clitóris da que estava sendo fodida. Márcio encaixou a cabeça do pau na entrada molhada de Andréa e enterrou de uma vez só. A boceta apertada engoliu tudo. Andréa gritou baixo, os dedos se agarrando na beirada da mesa.
— Porra… Márcio… tá grande demais…
— Aguenta — ele meteu fundo, as mãos segurando os quadris dela. — Você tava se dedando vendo isso. Agora vai levar de verdade.
Júlia desceu da mesa, ajoelhou ao lado e passou a língua na junção onde o pau de Márcio entrava e saía da boceta de Andréa. Lambia os dois ao mesmo tempo: a rola grossa, os lábios esticados, o clitóris inchado. Andréa tremia inteira.
— Júlia… porra… não para…
— Fala mais baixo — provocou Júlia entre lambidas. — Ou grita. Tanto faz. Ninguém vai te ouvir. Continua olhando a tela. Replica.
O vídeo mudou de novo. Agora as duas mulheres estavam se beijando com a boca cheia de porra enquanto o homem metia na boceta de uma e nos seios da outra. Júlia se levantou, puxou Andréa pelo cabelo e beijou a boca dela com força. A língua entrou fundo, dividindo o gosto de boceta e saliva. Márcio continuava metendo, o ritmo mais bruto, as bolas batendo contra a pele.
— Quero gozar na boca de vocês duas — rosnou ele. — Igual no vídeo.
Ele tirou o pau de Andréa, puxou as duas para o chão. Júlia e Andréa ajoelharam lado a lado, bocas abertas, línguas de fora. Márcio bateu o pau no rosto das duas, esfregou a cabeça molhada nos lábios, depois meteu alternado nas duas bocas. Andréa engasgava mais, os olhos marejados, mas chupava com vontade, a mão apertando as bolas dele. Júlia chupava mais fundo, sem freio, olhando para cima com desafio.
— Goza — mandou Júlia, a voz embargada de pau na boca. — Goza na cara da santa. Quero ver ela engolir.
Márcio puxou o pau, segurou as duas pelo cabelo e gozou. Jatos grossos e quentes caíram na língua de Andréa, no queixo de Júlia, nos seios pequenos das duas. Andréa engoliu o que caiu na boca sem pensar, a expressão de choque ainda misturada com o tesão bruto. Júlia puxou a cabeça dela e beijou, passando a porra de uma boca para outra, lambendo os lábios sujos.
Márcio ainda ofegante, a rola latejando, olhou as duas ajoelhadas, o rosto sujo, a boca brilhando.
— Ainda não acabou — disse ele, a voz rouca. — Sobe na cama. As duas. Quero ver vocês se chupando enquanto eu recupero.
Júlia puxou Andréa pela mão. As duas subiram na cama do quarto ao lado. Andréa ainda tremia, o corpo inteiro marcado pelo que acabara de fazer. Júlia a deitou de costas, abriu as pernas dela e desceu a boca direto na boceta molhada, chupando com força, a língua entrando fundo. Andréa arquejou, as mãos no cabelo cacheado de Júlia.
— Porra… Júlia… assim… não para…
Márcio se sentou na beirada da cama, pegou o copo de uísque, tomou um gole e observou. A mão desceu para o próprio pau, ainda semi-duro, massageando devagar enquanto as duas se comiam. O vídeo no computador continuava tocando ao fundo, gemidos altos, o barulho molhado ecoando pelo corredor.
Júlia subiu no rosto de Andréa, sentando a boceta na boca dela, e se inclinou para frente, formando o 69. As duas chupavam com fome agora, sem vergonha, sem freio. Os gemidos abafados uma na boceta da outra. Márcio se levantou de novo, a rola já dura outra vez, e se posicionou atrás de Júlia. Enterrou nela de uma vez, metendo fundo enquanto ela chupava Andréa.
— Isso… fode ela — gemeu Andréa contra a boceta de Júlia. — Fode a puta da Júlia enquanto ela me come…
Márcio meteu com força, as mãos nos quadris de Júlia, olhando as duas se devorando. O quarto cheirava a sexo, uísque, pó e suor. A camiseta de Andréa jogada no chão do escritório, a tela do computador ainda piscando imagens sujas.
Quando Márcio sentiu o segundo orgasmo se aproximando, puxou Júlia para trás, deitou ela de lado e enfiou de novo. Com a outra mão puxou Andréa para perto e enfiou os dedos na boceta dela, metendo os três de uma vez só enquanto fodia Júlia. As duas gemiam alto agora, sem qualquer resto de disfarce.
— Goza — ordenou ele. — As duas. Quero sentir.
Júlia gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boceta apertando o pau dele em espasmos. Andréa veio logo depois, os dedos de Márcio ainda dentro, a boceta latejando contra a mão dele. Márcio meteu mais algumas vezes e gozou dentro de Júlia, fundo, gemendo baixo, a barba roçando as costas dela.
Os três caíram na cama, ofegantes, o corpo colado no suor alheio. O vídeo ainda tocava ao longe. O pó tinha acabado. O uísque também.
Andréa, o rosto ainda sujo de saliva e porra, olhou para o teto. A voz saiu baixa, rouca, quase sem força:
— Eu… eu nunca ia imaginar que ia fazer isso. Nunca.
Júlia riu baixo, passando o dedo no canto da boca de Andréa e chupando.
— Agora já fez. E vai fazer de novo. A noite ainda tem bastante tempo.
Márcio passou a mão pela coxa de Andréa, os dedos subindo devagar até a boceta ainda molhada.
— Ela tá certa. Levanta. Vamos escolher outro vídeo.
Márcio tirou a mão de entre as pernas de Andréa e se levantou. A rola ainda semi-dura balançava pesada enquanto ele caminhava de volta para o escritório. O vídeo no computador continuava rodando em loop baixo.
— Vem. Os dois. Agora.
Júlia puxou Andréa pela mão. As duas desceram da cama ainda trêmulas. Quando chegaram ao escritório, Márcio já estava sentado na cadeira giratória, a mão massageando o pau até ele voltar a ficar completamente duro.
Na tela, a cena tinha mudado: o homem metia com força na mulher de quatro enquanto a segunda chupava o clitóris dela e, de vez em quando, enfiava a língua no cu.
Márcio apontou para a tela.
— Replica isso. Júlia, de quatro na mesa. Andréa, chupa ela enquanto eu fodo.
Júlia subiu na mesa de vidro, de quatro, o rabo empinado. Andréa ajoelhou atrás dela e enterrou o rosto entre as nádegas, a língua passando pela boceta molhada e subindo até o cu. Márcio se posicionou atrás de Andréa, abriu as pernas dela e enterrou o pau de uma vez só. Andréa gritou contra a boceta de Júlia.
— Porra… Márcio…
— Aguenta. Você tava se dedando sozinha vendo isso. Agora tá levando de verdade.
Júlia empurrou o quadril para trás.
— Mais forte. Quero sentir ela tremer na minha boceta.
Márcio meteu com força. A mesa tremeu. Andréa chupava desesperada, saliva escorrendo pelo queixo.
— Fala o que você tá sentindo — ordenou Márcio, puxando o cabelo dela.
— Tô sendo fodida pelo meu cunhado… enquanto chupo a boceta da minha cunhada… porra… eu nunca imaginei…
— Imagina agora. E gosta.
— Tô gostando… caralho, tô gostando…
Márcio tirou o pau, puxou Júlia pela cintura, deitou ela de costas na mesa e enterrou nela. Ao mesmo tempo puxou Andréa e enfiou a boca dela no clitóris de Júlia.
— Chupa enquanto eu fodo ela.
Júlia gozou com um grito rouco, as coxas apertando a cabeça de Andréa. Márcio não parou. Continuou metendo até ela ficar mole. Depois puxou o pau e empurrou Andréa para cima da mesa, deitou a cunhada de costas e enterrou de novo.
Júlia se recuperou, subiu na mesa e sentou no rosto de Andréa.
— Chupa de novo. Quero gozar na sua cara enquanto ele te fode.
Andréa abriu a boca. Márcio meteu com força. O ritmo ficou selvagem. Quando sentiu o orgasmo subir, puxou o pau, subiu no peito de Andréa e gozou. Jatos quentes caíram nos seios, no pescoço e no queixo. Júlia desceu a tempo de lamber parte do gozo e beijá-la fundo, dividindo o gosto.
Márcio recuou, ofegante.
— Ainda tem uísque na garrafa. E eu ainda não cansei.
Júlia passou a língua no canto da boca e olhou para Andréa.
— E você, santinha? Cansou? Ou quer mais?
Andréa respirou fundo. A mão dela subiu, pegou o pau ainda semi-duro de Márcio e apertou.
— Mais. Quero mais.
Márcio sorriu.
— Então pede direito.
— Me fode de novo. Quero seu pau dentro. E quero ela chupando enquanto você mete.
Júlia riu baixo.
— A santinha aprendeu a pedir.
Márcio puxou Andréa pela cintura, virou ela de frente para a mesa e empurrou o tronco dela sobre o vidro. Enterrou fundo de uma vez. Júlia ajoelhou na frente do rosto de Andréa e abriu as coxas.
— Língua. Agora.
Andréa obedeceu. Márcio metia com força por trás enquanto ela chupava Júlia. O ritmo ficou pesado.
— Fala o que você é agora — mandou Márcio, puxando o cabelo dela.
— Sou a puta dos meus cunhados… tô sendo fodida na minha casa… enquanto chupo a boceta dela…
— Mais alto.
— Sou a puta da família! Me fode mais forte, porra!
Márcio obedeceu. Júlia gozou primeiro, apertando as coxas contra o rosto de Andréa. Logo depois Andréa veio em espasmos fortes. Márcio ainda aguentou mais algumas estocadas, depois puxou o pau, virou Andréa de frente e gozou no peito e no rosto dela. Júlia lambeu parte do gozo e as duas se beijaram fundo.
Os três ficaram ali ofegantes. O vídeo tinha acabado. Só restava a tela preta.
Andréa estava sentada no chão, as costas apoiadas na parede, o rosto sujo. Olhou para os dois e soltou uma risada baixa.
— Se alguém da família souber disso…
Júlia se agachou na frente dela, passou o polegar pelo canto da boca de Andréa e chupou o dedo.
— Ninguém vai saber. A não ser que a gente queira repetir.
Márcio se vestiu devagar, pegou as chaves e olhou para as duas.
— A encomenda continua em cima da mesa da sala. Tecnicamente, a gente só veio entregar.
Andréa riu de novo e fechou os olhos.
— Então entrega. E tranca a porta quando saírem.
Júlia se vestiu, passou a mão pelo cabelo de Andréa uma última vez e seguiu Márcio até a porta. Antes de sair, olhou para trás.
— Da próxima vez que a sua irmã pedir favor… a gente passa de novo.
A porta se fechou. O trinco girou. Andréa ficou sozinha no chão do escritório, o corpo marcado, a boca com gosto de uísque, pó e porra. O silêncio da casa voltou devagar. Ela não se mexeu por um longo tempo.
Só quando o coração finalmente desacelerou, ela abriu os olhos, olhou para a tela preta do computador e murmurou baixinho, quase sorrindo:
— Porra nenhuma de “nunca mais”.