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O borracheiro arrebentou minha bundinha

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Um conto erótico de Karen
Categoria: Heterossexual
Contém 1137 palavras
Data: 01/08/2026 12:29:49

Eu sempre fui meio abusada, o tipo de garota de 22 anos que acha que o mundo gira ao redor dos seus passos. Minha mãe vive dizendo que minha impulsividade ainda vai me colocar em maus lençóis, e naquela noite de sexta-feira, ela quase acertou em cheio. Peguei o carro que ela usa para trabalhar escondido para ir a uma festa com umas amigas numa cidade vizinha. Para chamar atenção, coloquei meu melhor vestido de malha preta — um pano fininho que cola no corpo, marcando minha cintura fina e destacando meus peitinhos. Por baixo, apenas uma calcinha fio dental de renda vermelha que me apertava todinha.

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O problema é que o destino não perdoa. No meio de uma estrada de terra escura e deserta, ouvi um estouro seco. O pneu havia estourado. Dirigi arrastando a roda por uns dois quilômetros até que enxerguei um letreiro ao longe piscando: *Borracharia 24 Horas*.

Parei o carro com o coração na boca, desci na brisa gelada e apertei o casaco de trico sobre o peito. A fachada parecia abandonada, mas era a minha única salvação. Bati na porta de ferro uma, duas, três vezes. Quando eu já estava caindo em desespero, uma porta lateral rangeu e uma luz fraca se acendeu.

Surgiu um homem alto que me encarou de cima a baixo. Ele devia ter seus 35 anos, braços grossos e sujos de graxa, uma barba escura meio grande e aquele olhar faminto de quem vive isolado na estrada.

— Borracharia tá fechada. Volta amanhã — ele rosnou, com uma voz rouca e pesada, já ensaiando bater a porta na minha cara.

— Por favor! Me ajuda! — me enfiei na frente, desajeitada. — Eu peguei o carro da minha mãe sem pedir. Se eu não voltar pra casa, ela me mata! Eu te pago, dou meu celular, qualquer coisa!

O borracheiro me olhou de uma forma animal... devorando a transparência do meu vestido fino. O olhar dele parou nos meus peitos marcados no pano e na minha coxa grossa. Um sorriso perverso apareceu no canto da boca dele.

— Dinheiro não me interessa essa hora da noite, patricinha — ele falou, me encarando no fundo dos olhos com a cara mais dura do mundo. — Se quiser que eu troque essa roda agora, você vai ter que me dar esse seu rabo gostoso. É o meu preço.

Minha cabeça girou. Um choque de vergonha e raiva me percorreu, mas olhar para aquela estrada escura e pensar no que a minha mãe me diria se descobrisse o que eu havia feito me fez reconsiderar.

— Tá... tá bom. Mas faz rápido — murmurei, tremendo dos pés à cabeça.

Ele deu um passo para trás e me puxou pelo braço para dentro do galpão iluminado por uma lâmpada antiga, cheirando a borracha queimada e óleo motor. Ele bateu a porta e trancou. O lugar tinha um sofá velho e rasgado no canto, cheio de poeira e marcas de queimadura de cigarro.

— Fica de quatro aí no sofá e levanta esse vestido — ele ordenou, seco, enquanto puxava uma camisinha do bolso da calça.

Eu obedeci. Apoiei os joelhos no estofado surrado, sentindo meu coração parecer que ia sair pela boca. Puxei a barra do vestido até a cintura. Ficou bem claro a minha bunda empinada e a calcinha fio dental rasgando minha xota. Ele veio por trás como um bicho, enfiando as mãos calejadas e grossas nas minhas coxas. Com um puxão bruto, ele baixou minha calcinha, deixando meu cu exposto.

Ouvi o barulho do zíper dele abrindo. Quando olhei por cima do ombro, engoli em seco: o cara tinha uma piroca colossal, grossa pra caralho, cheia de veias saltadas, já dura feito uma barra de ferro.

— Meu Deus... isso não vai caber — sussurrei, assustada.

— Vai caber sim, sua vagabunda — ele respondeu, sem dó.

Ele cuspiu na minha bunda e encostou a ponta do pau encapado na entrada do meu cuzinho apertado. segurando a minha cintura com força, fincando os dedos na minha pele, ele começou a forçar a entrada. A cabeça enorme abriu meu cu de uma vez só.

— Ai! Caralho! Porra, dói! — dei um grito, fechando os olhos com força enquanto sentia meu anel esticar até o limite.

— Cala a boca! Fica quieta e engole essa rola — ele rosnou.

Apesar da dor inicial, o calor daquele pau grosso me rasgando por dentro me fez delirar. Eu já tinha dado o cu para ex-namorados, mas nada se comparava à violência e ao tamanho daquele

caralho. Eu sabia que a única forma de conseguir aguentar sem chorar era me masturbar, então meti a mão por baixo das pernas e comecei a esfregar meu grelo.

Percebendo que eu estava cedendo, o homem começou a meter forte. Ele puxava meu quadril contra a virilha dele e socava com vontade. A cada bombada, as bolas dele batiam com força na minha bunda, fazendo um barulho estalado no galpão silencioso. O pau dele entrava todo, enchendo meu cu até o fundo, me fazendo gemer alto, sem pudor nenhum.

— Gosta de levar pirocada no rabo, né, patricinha? — ele debochou, metendo cada vez mais fundo e mais rápido, fazendo o sofá ranger.

Ele segurou meus cabelos, puxou minha cabeça para trás e meteu de forma implacável. Era um movimento mecânico, duro, sem carinho nenhum. Exatamente como eu precisava para gozar. A sensação daquele cacete imenso me arrombando por dentro me levou ao limite. Esfreguei o dedinho no meu clitóris com desespero, rebolando contra a rola dele.

— Eu vou gozar! Puta que pariu, eu vou gozar! — gritei, perdendo o controle de tudo.

Minha buceta espasmou e se contraiu inteira num orgasmo violento. Minhas pernas ficaram bambas e eu quase desabei no sofá. Sentindo o meu cu apertar o pau dele durante o meu orgasmo, o borracheiro soltou um urro grave, deu uma última estocada no fundo da minha alma e se descarregou todinho na camisinha, dentro do meu rabo.

Ele ficou alguns segundos arfando pesado, antes de puxar a pica de uma vez. O ardor no meu anel foi imediato, mas uma sensação gostosa de preenchimento tomou conta de mim.

Ele deu um tapa estalado na minha bunda vermelha e disse, enquanto ajeitava a calça:

— Pronto, patricinha. Agora ajeita essa roupa que eu vou trocar o pneu do seu carro. Mas ó... se precisar passar por essa estrada de novo, já sabe onde vir pagar o pedágio.

Ainda tremendo, puxei minha calcinha melada, abaixei o vestido e limpei o suor do rosto. Saí daquele galpão com o cu pegando fogo e as pernas bambas, mas com a certeza de que nunca mais esqueceria o sabor de ser arrombada por um estranho no meio do nada.

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