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A tarde em que a piscina não foi limpa 01

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Um conto erótico de Evelyn
Categoria: Heterossexual
Contém 700 palavras
Data: 01/08/2026 14:28:32

1. O PLANO DE EVELYN

1. SINOPSE GERAL

Todas as quintas-feiras, o som do filtro da piscina anuncia a chegada de Clóvis.

Para quem olha de fora, ele é apenas o piscineiro de corpo vigoroso e mãos calejadas. Para Evelyn, uma loira escultural de 26 anos, ele é o protagonista de fantasias inconfessáveis que nascem atrás das cortinas de sua casa luxuosa.

Enquanto o marido, André, se ausenta, o desejo acumulado por semanas transborda em um plano de sedução milimetricamente calculado, onde uma microssaia azul e a ausência de sutiã são apenas o convite para um jogo de luxúria sem volta.

O que começa com um simples pedido de bronzeador sob o sol escaldante do jardim evolui para uma entrega visceral, onde o contraste da pele alva de Evelyn com o vigor monumental de Clóvis revela fetiches que desafiam a moralidade do casamento. Entre o suor do jardim e os lençóis do quarto principal, Evelyn descobre o prazer de ser possuída por um homem que não conhece limites, enquanto a sombra de um segredo compartilhado começa a pairar sobre a residência.

Quando o portão da garagem se abre e André retorna, o que deveria ser o fim de uma traição revela-se o início de uma dinâmica ainda mais depravada. O cheiro do sexo alheio e a visão da esposa marcada pelo prazer de outro homem despertam um tesão doentio que transformará o segredo do casal em um espetáculo de voyeurismo e submissão. Prepare-se para uma narrativa onde a fidelidade é trocada pelo êxtase, e a promessa de um novo amanhecer traz consigo a certeza de que algumas piscinas nunca foram feitas para serem limpas.

Sinopse Capítulo 1: Há semanas Evelyn observa o volume obsceno marcando o jeans de Clóvis pela janela, mas hoje o desejo sairá da sombra. Com uma microssaia azul e o corpo livre de sutiã, ela decide que o vento será seu cúmplice para testar os limites do piscineiro. Será que ele conseguirá manter o profissionalismo quando a loira decidir que o sol está quente demais para continuar vestida?

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Evelyn, aos 26 anos, era a personificação da luxúria curitibana. Seus 1,65m de altura sustentavam 58kg de um corpo esculpido por uma genética privilegiada e horas de dedicação, resultando em curvas que pareciam desenhadas para o pecado. A pele alva, quase translúcida, contrastava com a cascata de cabelos loiros que emolduravam um rosto de anjo com olhos verdes hipnóticos.

André, seu marido, formava com ela uma dupla de sucesso, mas a rotina do casamento havia aberto espaço para fantasias que apenas um estranho poderia preencher.

Esse estranho tinha nome: Clóvis, o piscineiro. Um homem de pele negra retinta, ombros que pareciam carregar o mundo e braços cujos músculos saltavam a cada movimento da rede na água.

Evelyn o observava pela janela há semanas, masturbando-se enquanto imaginava aquelas mãos calejadas e escuras apertando sua carne branca, o contraste brutal de cores e o tamanho da pica que ela via marcar o jeans dele de forma obscena.

Naquela quinta-feira, o plano estava traçado. Evelyn preparou-se como se fosse para um ritual. Vestiu um biquíni minúsculo, com fios de silicone transparente e tecido cor da pele que mal cobria o essencial, uma microssaia azul-claro que terminava onde a imaginação começava e uma blusa leve, sem sutiã, deixando o contorno dos mamilos evidente.

Quando Clóvis chegou, o calor de 38 graus já fervia o sangue dela. Ela foi ao jardim, caminhando com um rebolado calculado.

O vento, cúmplice, levantava a saia a todo instante, revelando as coxas grossas e o fio dental enterrado na bunda.

Clóvis parou o serviço, os olhos fixos na visão.

Evelyn notou o volume na calça jeans dele crescer instantaneamente; o contorno da pica dura marcava o tecido, revelando um pauzão muito grosso e uma cabeça avantajada que pressionava a braguilha.

- "Está quente hoje, não está, Clóvis?", ela perguntou.

Evelyn, com o pretexto de tomar uma ducha fresca, já foi tirando a blusa e a saia, expondo o corpo quase nu sob o sol escaldante.

O desejo era palpável, uma eletricidade que fazia os pelos dela se arrepiarem enquanto ela via o piscineiro lutar para não avançar ali mesmo.

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evelyneandre100@hotmail.com

Continua ...

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