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Larissa – Cada Dia Mais Puta 3

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Um conto erótico de Larissa
Categoria: Heterossexual
Contém 3392 palavras
Data: 01/08/2026 18:44:54

Eu já tinha dado pro mendigo. Aquele de terça-feira.

Lembro de cada detalhe. O cheiro dele entrando pela porta da frente: suor azedo acumulado de dias, bituca de cigarro apagada no tecido da camisa surrada, um fundo de terra úmida e cachaça barata que parecia ter grudadado na pele. O pau era grosso, não muito comprido, mas largo o suficiente pra eu precisar abrir bem a boca. A pele mais escura que o resto do corpo, a cabeça avermelhada e sempre brilhando com um fio grosso de pré-gozo. Quando ele gozou na minha garganta, a porra veio em jatos quentes e espessos, com gosto forte de homem que não toma banho há dias. Eu engoli tudo e fiquei o resto do dia sentindo aquele gosto no fundo da língua, a buceta latejando só de lembrar.

Achei que tinha sido só aquilo. Uma putaria isolada, suja, que eu mesma tinha provocado. Mas ele voltou.

Foi quase no fim da tarde. O sol já descia atrás dos prédios, a luz alaranjada e quente entrando pela janela da sala e batendo no chão de madeira. Roberto tinha saído mais cedo para uma reunião e só voltaria à noite. Eu estava sozinha. De camisola branca fina, daquelas de alcinha que o tecido marca o bico escuro e a sombra da buceta quando a gente anda. Sem calcinha. A pele das coxas ainda cheirava ao sabonete que eu tinha usado de manhã, mas eu já sentia uma umidade começando entre as pernas só de estar sozinha e sem roupa íntima.

A campainha tocou. Meu coração deu um pulo seco. Eu caminhei devagar até a porta, sentindo a camisola roçar nos seios e na bunda. Abri.

Ele estava ali. Mesma roupa surrada, mesma barba por fazer, os mesmos olhos amarelados. O cheiro chegou antes mesmo dele falar. Suor velho, terra, cigarro. Dessa vez não pediu dinheiro. Só me olhou de cima a baixo, demorado, e falou com a voz rouca de quem fuma desde cedo:

— Tem uns caras que querem conhecer a moça. Você vai?

Eu senti a buceta contrair na hora. Não de medo. De vontade pura. Uma vontade suja que subiu pela barriga e apertou o peito. Puxei ele pra dentro, fechei a porta com cuidado e ajoelhei ali mesmo no tapete da sala. Minhas mãos tremeram um pouco quando abri o short sujo. O pau já estava meio duro, pesado, a cabeça brilhando. Eu enfiei na boca sem pressa. O gosto era exatamente o mesmo de antes: amargo, salgado, com aquele fundo de suor e de homem não lavado. Chupei devagar, sentindo as veias grossas na língua, a cabeça larga batendo no fundo da garganta. Ele segurou meu cabelo com a mão calejada e gozou fundo. A porra veio em jatos quentes e densos, enchendo minha boca até eu quase engasgar. Eu engoli tudo, limpei os lábios com o dorso da mão e levantei, ainda de joelhos.

— Vou sim me leva até seus amigos— falei, a voz um pouco trêmula.

Troquei de roupa na frente dele. Tirei a camisola devagar, deixando os seios pesados balançarem livres. Ele ficou olhando sem falar nada. A barriga macia, a buceta depilada, as coxas claras. Peguei um vestidinho preto curto de alcinha, tecido fino e leve que grudava no corpo com o calor. Sem sutiã. Sem calcinha. Os seios balançavam soltos a cada movimento. O vestido mal cobria a bunda quando eu andava. Passei as mãos pelas coxas, sentindo a pele quente, e peguei a chave do carro preto do Roberto. Aquele de bancos de couro escuros, vidro fumê, que ninguém conseguia ver por dentro.

— Entra. Pra Onde vamos? – Pra praça- respondeu ele.

Ele sentou no banco do carona. O cheiro dele encheu o carro na hora, misturando com o cheiro de couro quente. Eu dirigi até a praça com as pernas um pouco abertas. O tecido do vestido subia sozinho a cada curva, a cada freada. Eu sentia a buceta já úmida roçando no banco quente. A expectativa me deixava molhada de verdade. Eu imaginava as mãos sujas de vários homens, o cheiro de corpos que não tomavam banho, a grossura, a falta de qualquer cuidado ou pressa. Meu peito subia e descia mais rápido. Os bicos estavam duros, marcando o tecido preto. Eu apertava o volante e sentia a umidade escorrer um pouco mais a cada quarteirão.

Chegamos quando o sol já estava quase se pondo. A luz estava baixa, dourada e quente. A praça tinha pouca gente. Eles estavam perto do coreto velho, sentados em bancos rachados e no chão. Quatro homens. Dois negros, um pardo bem escuro e um branco de barba amarelada e suja. O mendigo desceu primeiro e falou alguma coisa baixa pra eles. Eles se levantaram devagar, olhando na minha direção.

O mais velho veio até o carro. Negro, uns cinquenta e poucos, pele rachada de sol e de vento, mãos enormes e sujas de terra. Cheirava a suor velho, a cigarro barato e a algo mais ácido. Sem falar nada, abriu a porta do carona, subiu o meu vestido com a mão grossa e enfiou dois dedos na buceta. Eu já estava encharcada. Os dedos entraram fáceis. Ele tirou, mostrou o brilho molhado pros outros e falou, a voz baixa e grossa:

— A putinha já tá pronta. Olha o tanto que escorre.

Me pegaram pelos braços com certa pressa e me levaram até o banheiro público da praça. A porta de ferro estava enferrujada e pesada. O cheiro que saía de dentro era forte: mijo parado, merda, desinfetante que já não fazia efeito há muito tempo. O chão estava molhado e escorregadio, as paredes cheias de manchas escuras e pichações. Empurraram a porta e entraram todos. O espaço era apertado. O cheiro me bateu no rosto de uma vez só, grosso, quase sólido. Eu senti o estômago revirar… e a buceta contrair com força de tesão.

O negro mais velho me virou de frente pra pia quebrada. Puxou o vestido até a cintura de uma vez. Meus seios balançaram livres. Outro veio por trás — o pardo de mãos grandes —, abriu minha bunda com as duas mãos sujas e cuspiu no cu. A saliva escorreu quente. O pau dele era médio, mas muito grosso, a pele mais escura, a cabeça larga e já molhada de pré-gozo. Ele enfiou o polegar primeiro, girou dentro de mim, depois empurrou o pau com força. Eu gemí alto. O cu abriu com dificuldade, ardeu, depois cedeu. Ele metia devagar no começo, sentindo eu apertar em volta, depois com mais força, a barriga batendo na minha bunda, o som molhado ecoando no banheiro fedido.

— Aperta esse cu, puta… isso… aperta direito — ele falava, ofegante, a voz ofegante.

Enquanto ele me fodia o cu, o negro mais novo veio na frente e enfiou o pau na minha boca. Era comprido, veias bem saltadas, cheiro forte de homem que não toma banho. Eu chupava engasgando, baba escorrendo pelo queixo e pingando no chão sujo. O branco de barba suja se masturbava do lado, olhando tudo. De repente apontou o pau pra minha cara e mijou. O jato quente e amarelo bateu forte na minha testa, escorreu pelos olhos, pela boca, pelo pescoço e pelos seios. Eu abri a boca e tomei um pouco. O gosto era forte, amargo, com cheiro concentrado de urina. Ele riu baixo, a voz rouca:

— Bebe, sua puta. Bebe o mijo.

Me viraram de quatro em cima da privada rachada. O negro mais velho me comeu o cu com força, segurando meu cabelo como se fosse rédea. O pardo enfiou na buceta ao mesmo tempo. Eu gemia abafado, o corpo balançando pra frente e pra trás. O branco mijou de novo, dessa vez nas minhas costas, enquanto gozava. A porra dele era espessa, branca e quente, escorreu misturada com o mijo pela minha coluna e pingou no chão fedido em fios grossos. Eu gozei apertando os dois paus dentro de mim, o cu latejando, a buceta contraindo em ondas, as pernas tremendo.

Quando terminaram, eu estava sentada na privada rachada, o vestido amassado na cintura, o cu ardendo e aberto, a buceta escorrendo uma mistura quente de porra e de mim mesma. O cheiro de mijo, de porra e de homem sujo estava grudado em cada centímetro da minha pele. O mendigo passou a mão grossa na minha cara molhada, espalhou um pouco da mistura e falou:

— Depois eu te procuro de novo.

Voltei pro carro andando devagar, as pernas meio moles. O vestido grudava na bunda e nas coxas. Eu sentia o cu aberto, a porra escorrendo devagar pela parte de dentro da coxa a cada passo. No caminho de casa, o cheiro dentro do carro era só o deles. Eu dirigi com as pernas abertas, sentindo tudo descer, o coração ainda acelerado, a buceta latejando num ritmo lento e constante. Em casa, tirei o vestido e me olhei no espelho do banheiro. Minha cara estava suja, o cabelo grudado, o pescoço e os seios manchados. Eu passei o dedo entre as pernas, senti a mistura e sorri sozinha.

Passou uma semana inteira.

Eu voltei à rotina. Roberto em casa, jantares normais, conversas normais. Mas toda vez que eu ficava sozinha, a memória voltava: o cheiro, a grossura, o mijo quente no rosto, o cu sendo aberto sem delicadeza. A vontade vinha em ondas.

Na tarde em que a campainha tocou de novo, eu estava de shortinho jeans claro e blusinha branca fina. Sem sutiã. Os seios livres por baixo do tecido. Abri a porta. Era ele. Entrou sem pedir licença, me olhou de cima a baixo e falou sem rodeio, a voz baixa:

— Tenho outros conhecidos. Uns caras mais pesados. Se você me der uma grana, eu te levo.

Eu não respondi na hora. Fui até a bolsa, abri, peguei duas notas de cinquenta e coloquei na mão suja dele. Os dedos calejados fecharam em cima do dinheiro com força. Ele sorriu com os dentes amarelados e falou:

— Amanhã. Final da tarde. Te busco na porta.

No dia seguinte eu me preparei com calma. Tomei banho, mas não passei creme nem perfume. Queria sentir o cheiro deles depois, sem nada misturando. Escolhi um vestido claro, curto, de alcinha fina, tecido leve que o vento levantava fácil. Sem nada por baixo. Os seios livres, os bicos já duros só de pensar no que vinha. A expectativa me deixou molhada desde o começo da tarde. Eu andava pela casa, sentindo o tecido roçar na buceta a cada passo, a umidade aumentando aos poucos.

Ele me levou a pé. Caminhamos algumas quadras em silêncio. O cheiro dele ia na frente. Chegamos a uma casa abandonada, portas arrombadas, janelas quebradas. Dessa vez eram cinco homens. Nenhum dos da praça. Três negros e dois pardos. Cheiro pesado de suor velho, de cachaça barata e de lixo acumulado. A casa inteira fedia a mofo, xixi e algo podre que vinha dos cantos.

Assim que entrei, me empurraram de joelhos no chão sujo de terra e restos. Um negro alto e magro, de pau comprido e mais fino que os outros, enfiou fundo na minha garganta até eu engasgar e os olhos lacrimejarem. A cabeça batia no fundo. Outro veio por trás — um pardo de mãos enormes e calejadas —, abriu minha bunda com força e enfiou no cu com pouca saliva. O pau era grosso, a cabeça bem larga. Eu gemia com a boca cheia, o som saindo molhado e abafado.

Eles me colocaram de quatro no colchão manchado que estava no chão. O tecido era áspero e cheirava a mofo e a sexo velho. Um me fodia o cu com força, segurando meu cabelo como rédea, puxando a cabeça pra trás. Outro se ajoelhou na minha frente, segurou minha cabeça com as duas mãos e mijou na minha boca aberta. O jato veio quente, forte, enchendo minha boca mais rápido do que eu conseguia engolir. Eu engoli o que deu. O resto escorreu pelo queixo, pelo pescoço e pingou nos seios. Ele falou, a voz rouca e baixa:

— Bebe tudinho, puta. Não desperdiça porra nenhuma.

Me viraram de barriga pra cima no colchão. Um se meteu no cu, outro na buceta. O terceiro se ajoelhou do lado e mijou nos meus peitos e no meu rosto enquanto os outros metiam com força. O mijo escorria quente, misturava com o suor dos corpos e com a porra que já começava a vazar dos meus buracos. A gozada do que estava no meu cu foi grossa e quente. Eu senti o volume enchendo, a pressão, e depois o fio grosso escorrendo quando ele tirou o pau. Eu gozei com o cu cheio, o corpo inteiro arrepiado, as pernas tremendo sem controle, a buceta contraindo em volta do outro pau.

No final eu estava deitada no colchão sujo, pernas abertas, o cu e a buceta latejando, a pele molhada de mijo e de porra. O cheiro era tão forte que eu sentia no fundo da garganta, quase enjoativo e ao mesmo tempo viciante. O mendigo se ajoelhou ao meu lado, passou o dedo primeiro na minha buceta escorrendo, depois no meu cu aberto, e enfiou os dois dedos sujos na minha boca. Eu chupei.

— Semana que vem tem mais — ele falou.

Eu voltei andando para casa. Cada passo eu sentia o cu aberto, a mistura quente escorrendo pela coxa. Em casa, me tranciei no banheiro e me olhei no espelho. Minha cara estava suja, o cabelo grudado na testa, o vestido claro manchado de várias formas. Eu passei os dedos entre as pernas, senti a quantidade de porra e sorri para o próprio reflexo.

Duas semanas se passaram.

A vontade não diminuiu. Só mudou de forma. Ficou mais quieta, mais constante, como uma fome baixa que não passava.

Ele voltou numa tarde de céu nublado. Dessa vez nem pediu dinheiro. Bateu na porta e, quando eu abri, falou só:

— Tem uns caras embaixo do viaduto. Quer ir?

Eu peguei uma bolsa pequena, coloquei a chave e fui.

Eram seis homens, todos diferentes dos anteriores. Negros e pardos. Um deles bem gordo, peito peludo e largo, barriga grande que balançava quando andava, cheiro ainda mais forte que os outros. Me levaram caminhando até embaixo do viaduto, onde eles tinham um acampamento improvisado. Papelão no chão, garrafas vazias, uma fogueira baixa que soltava fumaça fina. O cheiro de urina, de fumaça de madeira e de corpo sujo era pesado e parado no ar.

Lá eles me despiram sem pressa. Tirei o vestido. Fiquei nua no meio deles. O ar da tarde tocava a pele. O gordo me puxou pelo braço e me fez sentar no colo dele. O pau era grosso e curto, quase sumia entre a mão e a barriga, a pele escura, a cabeça larga e já molhada. Ele me fez descer em cima e eu quiquei devagar. Enquanto isso, outro homem veio por trás, abriu minha bunda e enfiou no cu. O pau era médio, muito duro, a entrada ardeu e depois cedeu. Eu gemia alto, sentindo os dois dentro ao mesmo tempo, o volume, a pressão.

Um terceiro se aproximou pela frente, segurou meu cabelo com força e mijou na minha cara. O jato quente e forte escorreu pelos olhos, pela boca, pelo queixo e pelo peito. Eu abri a boca e tomei o que deu. O gosto era concentrado, amargo. Ele falou, a voz baixa:

— Isso… bebe o mijo do negão. Bebe direito.

Me colocaram de quatro no papelão. O chão era irregular e úmido. Um entrou no cu, outro na buceta, e dois se revezavam mijando nas minhas costas, na cabeça e na bunda. A mistura de porra e mijo escorria pelas minhas coxas e encharcava o papelão embaixo de mim. A gozada do que estava no meu cu foi grande e quente. Eu senti o volume enchendo, a pressão interna, e depois o fio grosso e branco descendo quando ele puxou o pau pra fora. Eu gozei apertando os dois paus com força, o corpo tremendo no chão sujo, o cheiro deles grudado em cada parte da pele, o coração batendo na garganta.

Quando acabou, eu estava nua, molhada da cabeça aos pés, fedendo a eles de um jeito que eu sabia que não sairia fácil. O mendigo me entregou a roupa de volta em silêncio e falou só:

— Você sabe onde me encontrar.

Eu me vesti devagar. O tecido grudava na pele molhada. Caminhei de volta para casa sentindo o cu dolorido e aberto, a porra ainda escorrendo um pouco a cada passo. Em casa, não tomei banho na hora. Fiquei sentada no sofá, as pernas abertas, sentindo o cheiro subir.

A última vez foi diferente de todas as outras.

Roberto tinha viajado para uma reunião em outra cidade. Eu estava sozinha o dia inteiro, desde a manhã. A casa quieta demais. A vontade veio cedo, forte, quase doendo entre as pernas. Eu tentei ignorar. Tentei assistir alguma coisa, tentar ler. Não deu. Por volta das quatro da tarde eu não aguentei.

Não esperei o mendigo. Não chamei ninguém. Peguei o carro, coloquei um vestido preto curto que eu gostava, sem nada por baixo, e fui até a rodoviária velha sozinha.

Estacionei longe. Entrei caminhando por trás, pelo corredor escuro e úmido que dá acesso aos banheiros abandonados e aos fundos. O cheiro de mijo parado e de mofo já vinha de longe. Tinha um grupo de homens parados ali, conversando baixo. Uns cinco ou seis. Negros e pardos, alguns com mala de viagem ao lado, cheiro de ônibus fechado, de suor acumulado de horas de estrada e de cigarro barato. Eles me viram chegar. Eu parei a alguns passos. Levantei um pouco a barra do vestido com as duas mãos, mostrei que não tinha calcinha, e falei baixo, a voz já alterada de tesão:

— Vocês querem?

Ninguém respondeu com palavras. Só se mexeram.

Me empurraram pra dentro do banheiro abandonado. O cheiro lá dentro era ainda mais forte. Um negro alto e de ombros largos me virou de frente pra parede suja, abriu minhas pernas com as mãos e enfiou no cu de primeira. O pau era comprido e grosso, a cabeça bem larga. A entrada ardeu forte. Eu gemí alto, o som ecoando. Outro veio pela frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava engasgando, baba escorrendo. Um terceiro se aproximou pelo lado e mijou nas minhas costas enquanto o do cu metia com força. O jato quente escorria pela minha coluna, pela bunda e pingava no chão sujo.

Me colocaram em cima de uma banca de concreto quebrada. Um deitou embaixo e me fez sentar na buceta dele. O pau era grosso, veias bem marcadas. Outro enfiou no cu ao mesmo tempo. Outro se aproximou e mijou na minha cara enquanto eu tentava chupar o quarto. A porra e o mijo se misturavam no meu rosto, no meu peito, escorrendo pelo queixo. A gozada do que estava no meu cu foi espessa e quente. Eu senti o volume, a pressão, e depois o fio grosso e branco descendo devagar quando ele puxou pra fora. Eu gozei várias vezes, o corpo tremendo, o cu ardendo, a buceta latejando sem parar, a garganta doendo de tanto engasgar.

Eles me usaram por mais de uma hora. Me viravam, me colocavam de quatro, de joelhos, de barriga pra cima. Me faziam engolir, me faziam abrir a boca e a bunda, me faziam ficar quieta enquanto gozavam e mijavam em cima de mim. No final eu estava sentada no chão sujo do banheiro, as pernas abertas sem força, o cu e a buceta escorrendo uma mistura quente e branca que não parava, o corpo inteiro molhado e fedendo a homem sujo, a urina e a sexo.

Saí dali andando devagar, segurando a parede. O vestido grudado na pele molhada. Cada passo eu sentia o cu aberto e dolorido, a porra descendo pela coxa. O cheiro não saía. Eu entrei no carro e fiquei alguns minutos parada no banco, as mãos no volante, respirando fundo, sentindo tudo ainda acontecer dentro de mim. O coração batia devagar e forte.

Voltei pra casa. Roberto só chegaria no dia seguinte. Eu ainda ia estar sentindo todos eles. O cu dolorido, o cheiro grudado na pele e no cabelo, o gosto no fundo da garganta, a memória quente entre as pernas.

E eu… cada dia mais calma.

Cada dia mais puta.

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