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Botando a família toda para mamar. Parte 1 - Fernanda, a filha mais velha.

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Um conto erótico de Sr Saturno
Categoria: Heterossexual
Contém 1628 palavras
Data: 01/08/2026 02:19:04

Lá nos antigos anos de 1995 eu tinha cerca de 16 anos e já amava o rock de paixão.

Junto com um grupo de adolescentes, andávamos de casa em casa dos amigos, bebendo fumando maconha, nos divertindo e ouvindo música, até as mães de cada um ficarem bravas e nos expulsar para a rua.

Íamos para bares de rock onde nos embedavamos de vinho ruim, rock e sexo.

Essa era a nossa vida adolescentes, só pensávamos em namorar, ouvir música e beber.

Foi quando conheci a Fernanda.

Uma bela ruiva de 1,50, magra e com olhos castanhos claros e cabelos cacheados sempre revoltos.

Ela era um pouco mais velha que eu, tinha 18 anos, o rosto coberto de sardas e beleza mediana.

O que me atraiu nela é que era uma garota impetuosa! Simplesmente, no meio de um festival de música, ela me agarrou e beijou minha boca do nada.

Disse depois que amou meu estilo e só resolveu do nada que eu ia ser dela.

O que parece normal hoje, era uma ousadia muito grande naquela época.

Nos beijamos e andamos de mãos dadas no festival, trocamos endereço e começamos a nos ver, pois morávamos em em bairro próximos, então eu pegava minha bicicleta e ia até a casa dela, onde ouviamos Metallica, Ramones e outras bandas.

A Fê, como eu a chamava, tinha duas irmãs caçulas.

Sibele, com uns 14 anos de idade, vivia no mundo da Lua e a Ju, um pouco mais nova, com uns 12 anos apenas.

Mas eu nem prestava atenção nelas, o meu foco era a Fê e nada mais.

Depois de algum tempo de beijos e amassos, passamos para coisa mais quentes.

Passamos a nos apalpar, eu pegava nos seios dela e ela me masturbava por dentro da calça.

Os beijos e a palpações foram se tornando cada vez mais intenso.

Até que finalmente tivemos a nossa primeira noite de sexo.

Eventualmente acabamos transando com frequência e era uma delicia e é sobre uma dessas transas que eu queria contar.

Sempre que eu chegava na casa dela, encontrava sua mãe, dona Ana.

Uma mulher ruiva mais velha, com seus 30 e poucos anos, divorciada e muito bonita (mais que a Fê, inclusive) que trabalhava na feira, geralmente estava de muito mau humor, pois o salário era baixo, o trabalho pesado e cuidar de três meninas era um fardo que carregava sozinha.

Mas vamos àquela tarde de sexo que me marcou para sempre:

Chegamos na casa dela e havia um recado da mãe que só ia chegar à noite, suas irmãs estavam estudando e resolvemos meter gostoso.

Tiramos a roupa, bem devagar.

Eu a comia com os olhos, como sempre.

Olhando seu inesquecível corpo branco da pele clara feito leite, as sardas que lhe cobriam os ombros. Seus mamilos rosados.

Os peitos dela eram médios, cabiam nas minhas mãos e sobravam um pouco para fora.

Ela tinha uma cintura inacreditavelmente fina e uma bucetinha carnuda, coberta de pelos bem clarinhos.

Suas coxas era longas e bem torneadas.

Eu ainda era um pouco inexperiente na arte do sexo, um campo onde ela já era bem mais experiente, por isso meio que a Fê acabou tomando a iniciativa o que não me incomodava nem um pouco.

Pelados, ajoelhados um de frente ao outro na cama dela, nos beijávamos, enquanto ela pegava no meu pau e eu apertava os seios dela.

Beijei o pescoço da Fê enquanto ela guiava a minha mão até a bucetinha dela que já estava bem molhada e eu, de maneira um tanto desajeitada, coloquei um dedo dentro e comecei a mexer para frente e para trás, coisa que não faria mais hoje com a experiência que eu tenho, mas que na época apareceu maravilhoso.

Ela gemeu quando enfiei um segundo dedo, estava ensopada.

Mordi o pescoço dela e minha namorada pediu para não deixar marcas.

Pois ela precisava trabalhar no outro dia e eu concordei, mordendo bem de leve.

Peguei o cabelo dela e puxei para trás, beijando o pescoço e lambendo os peitos dela.

Fomos nos aproximando e encaixei o pau na entrada da bucetinha enxarcada dela, ainda ajoelhados um de frente ao outro.

Ela se esfregava no meu pau duro, roçava o clitóris no meu pau, chegando a tremer de prazer.

Escorria uma babinha, e eu queria muito uma chupada, porém ela não se manifestou nesse sentido e eu não pedi.

De repente, perguntei se ela queria uma lambida.

A Fernanda ficou um pouco envergonhada e se deitou, cobrindo o rosto com as mãos e abriu as pernas, me deixando apreciar aquela bucetinha rosa toda lambuzada. Novamente, na minha experiência, eu fui direto até a grutinha dela, lambendo de qualquer jeito, sem saber que deveria ter começado pelas laterais.

Com beijos, pequenos mordidinhas e finalmente avançando pelos lábios, por último dando beijos e pequenas mordidas apenas com os meus lábios no clitóris, como se tentasse pegar um grão de feijão, mas bobo como eu era lambi diretamente naquele buraquinho, sentindo o agridoce que escorria dela.

Chupei por algum tempo até que ela levantou minha cabeça e falou

- Vem.

Eu estava com o pau extremamente duro, latejando e não pensei duas vezes, subi sobre ela.

Limpei a boca dos seus saborosos líquidos e entrei de uma vez nela, metendo o pau inteiro.

Ela quase gritou, enfiando as unhas nas minhas costas. Não que eu tenha um pau gigante, são só 18 cm aproximadamente.

Mas foi por que enfei nela de uma vez, estava tão melada que entrou sem esforço algum.

Ficamos metendo assim, por um tempo eu sentindo meu pau dentro dela e ela apertando ele com a bucetinha apertada e justavamos nossas bocas com as línguas dançando uma dentro da outra volta e meia afastava o rosto e olhava nos olhos dela.

Levantava as mãos delas acima da cabeça beijando seu pescoço e seus peitos que balançavam ao ritmo em que a penetrava.

Depois de um tempo nessa posição ela pediu para mudar e ficou de quatro.

Peguei ela pela cintura estocando com força e velocidade.

Uma coisa que eu sempre admirei é quando existem aquelas pequenas covinhas, pouco em cima da bunda.

Adoro encaixar os dedos ali.

Naquela posição podia me deliciar vendo as costas dela inteira.

Eu metia olhando para aquele cuzinho rosado dela, que instintivamente a Fê apertava e soltava. Fiquei pensando se eu poderia enfiar, mas com medo de pedir e ela negar.

Foi subitamente enquanto estava metendo gostoso com ela e ela gemendo e mordendo a afronha que olhei casualmente pelo espelho na escrivaninha do quarto dela.

Congelei por um momento quando eu vi sua irmã caçula, a que tinha mais ou menos 12 anos.

Ela havia chegado da escola ou de algum outro lugar e entrou silenciosamente na casa que acreditávamos estar vazia, sem fazer barulho.

Meu coração parou, eu ia parar de meter, quando percebi uma coisa:

Ela estava com a calcinha abaixada até o meio das pernas e enfiava o dedo na própria bucetinha esfregando com gosto.

Não percebeu que eu a havia visto olhando pela porta aberta. Minha namorada percebeu quebeu parei e ia virar a cabeça para trás. Perguntou: "o que foi, amor?"

A situação me deixou com muito tesão e eu recomecdi, enfiando com mais força ainda.

Ela urrou e disse entre gemidos:

- Me come, caralho!

Eu a metia com bastante vontade, peguei o cabelo dela e fiz uma volta na minha mão puxando para trás.

Ela arqueou o pescoço e as costas como uma gata, enquanto eu nao parava de enfiar, o suor dos dois pingando.

Fernanda falou em tom de desespero;

- Ai, não para! Eu vou gozar, caralho!

Eu não parei, pelo reflexo do espeho, olhava para a irmã dela, que nos encarava de longe, os olhinhos arregalados e s tocando também.

Aquilo tava me dando um tesão montruoso!

Me deu uma vontade louca de chamar a pequena para o quarto também, porém sabia que não podia, pelo fato de que se fizesse isso, acabava o namoro no mesmo instante.

Fenrnada até gritou, gozando algumas vezes com meu pau dentro dela.

Tremias as pernas chegando a dobrar os dedos de tanto tesão.

Não aguentou e desabou.

Perguntei no ouvido dela se podia comer seu cuzinho e ela falou não, um pouco assustada.

Respondi que tudo bem, então eu continuei metendo nela de costas.

Quando olhei no espelho de novo, levantando a cabeça, finalmente a irmãzinha dela percebeu que eu a estava vendo.

Ela recuou, tirando a mão imediatamente da bucetinha, quando eu percebi então que era toda lisinha, não tinha pelinho nenhum.

Com o rosto pingando suor, eu sorri para a Ju.

A menina ficou meio sem jeito, parada, com as mãos aos lados do corpo.

Eu continue enfiando na mais velha, me segurando para não gozar, até que a menina pequena fez uma coisa surpreendente:

Ficou bem de frente pro espelho e com as duas mãozinhas, abriu a própria bucetinha para eu ver.

Nessa hora não aguentei.

Falei para minha namorada:

- Vou gozar, porra!

Ela respondeu com a cara enfiada na fronha:

- Goza amor!

OLhando pra Ju, jatos e mais jatos de porra dentro da Fernanda, enquanto a menininha colocou os dedos dentro da própria bucetinha e depois os retirou lambendo-os?.

Meu Deus, isso não estava acontecendo!

Depois que eu gozei bastantem, beijei as costas clarinhas como leite da minha namorada e desabei sobre ela.

Finalmente, a irmãzinha dela, silenciosamente como havia parado próximo à porta, também se afastou.

Namorei com a Fernanda por pelo menos três meses até que na faculdade ela se encantou por um rapaz mais ou menos da idade dela.

E acabamos nos afastando, meio que como amigos. Eu continuava frequentando a casa dela, afinal, tinha mais alguém que eu queria.

Mas isso fica para um próximo conto.

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