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CAPÍTULO 01 - QUE MOLEQUE É ESSE?

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Um conto erótico de André
Categoria: Gay
Contém 1831 palavras
Data: 01/08/2026 22:53:05

CAPÍTULO 01 - QUE MOLEQUE É ESSE?

André

Olá, sou André.

Vou contar algo que aconteceu há uns meses, mas que segue me rendendo muita história e boas leitadas (que, né, vamos combinar… todos estamos aqui por isso) kkk.

Vamos partir do princípio: Sou branco, corpo normal (não sou malhado, definido, mas também não sou gordo, barrigudo ou grande). Sou bem comum, na verdade, não me enquadro (até onde sei) em nenhum estereótipo gay: urso, lontra, barbie, twink… muito menos “padrão”. Tenho 26 anos, minha família sabe da minha opção sexual e nunca tive problemas com isso, sempre trataram com naturalidade. Com o decorrer da história, falarei mais sobre mim e sobre outros personagens que vão aparecendo.

Hoje moro com minha mãe e minha irmã, que tem 18 anos, que completou no mês passado, que, inclusive, é o período em que tudo aconteceu.

Para celebrar seus 18 anos, minha irmã decidiu fazer uma festa com a família e os amigos dela. Nada grande ou estravagante, apenas usar o salão de festas do nosso prédio para juntar o pessoal, beber algo e comer um churrasco (somos gaúchos e festa sem churrasco, não é bem uma festa).

Bom, foi isso que aconteceu. Organizamos o salão, horas antes da festa selecionamos as músicas, fizemos a decoração e tudo mais que envolve uma festa simples, mas de muito bom gosto.

Mas enfim… tenho certeza que ninguém veio ler sobre a decoração da festa da minha irmã. Então vamos aos fatos.

Pessoal começou a chegar… tios, primos, amigos… Festa estava bem tranquila, mas animada. Embora conheça todos os amigos da minha irmã, nunca me interessei tanto nos assuntos deles porque sinto muito infantilizados. Eu confesso que sou meio careta para as coisas e não sou muito ligado nas conversas do pessoal 20-, não que eu seja muito mais velho, mas sou mais do pessoal mais adulto, sempre tive esta afinidade.

João, que é meu irmãozão, conhece toda minha família e, apesar de não ser do mesmo sangue, considero como se fosse, também estava na festa. Curtimos um pouco e fomos beber e jogar conversa fora no lado externo do salão. Conversando amenidades, avisei que iria ao banheiro e ele iria me aguardar.

No caminho, ao passar pela parte da cozinha, me assustei…

PLAAAAAFFFTT (barulho de vidro quebrando).

- Caralho, que susto (falei).

- Mano, desculpa, vim tomar água e assustei… vou limpar aqui, sabe onde tem pano?

- Hhaha, calma, eu te ajudo.

- Valeu! (agradeceu).

- Aqui, tem esse pano, mas cuida para não se cortar, não queremos ninguém saindo de ambulância, né?!

Ele ficou sem jeito… percebi que corou na hora.

- Mas, me conta, Luki… está curtindo a festa?

- Eu… é… cara, tá maneira.

- Massa, que bom que está gostando.

- Sim, mas acabei ficando com um pouco de dor de cabeça, vim tomar uma água.

- Bebeu demais, é? (Estava visível que ele estava meio tonto)

- Não, tô de boa.

- Cola ali fora com a gente. Estou com o João, me amigo. Estamos falando amenidades, mas é de boa pra pegar um ar.

Ele concordou. Terminamos de secar o piso e fomos para o lado externo.

Conversamos um pouco, João também já tinha bebido um pouco… falamos de séries, da minha irmã, de trabalho… Notei que João fez sinal para eu olhar o telefone…

Por mensagem:

-André, que mlk é esse? Ele tem 18, já né? Delicinha.

- Kkkkkk você não presta mesmo.

- Qual é, trouxe ele aqui pra dar uns pegas, né? Se quiser digo que vou ao banheiro e deixo vcs.

- Não, mano. Ele estava meio tonto. Só isso.

- Porra, se não for, eu vou. kkk

- Kkkkk Sério. Tô de boa.

João, safado por natureza, foi puxando assunto de namoradas(os), até que foi chegando em assuntos mais quentes. Visivelmente ele estava excitado. Seu pau duro feito tora ficava ainda mais marcado quando ele segurava forte, enquanto conversava com Luke.

Eu estava entretido com o assunto e, então, só vi meu amigo entrar com a língua na boquinha carnuda do Luki.

Antes de seguir, ou apresentar eles um pouco para poderem imaginar a cena que eu estava vendo ao vivo. João tem 2 anos a menos que eu, tem 24, é negro e também tem corpo normal, mas um pouco mais definido que eu, pois ele joga futebol com pessoal da faculdade, então tem um pouco mais de corpo atlético. Já ficamos algumas vezes em festa, já dormimos juntos e tudo mais. Mamei e fui mamado por ele algumas vezes. Somos bons amigos que às vezes se aliviam.

Luki é 1 mês mais velho que minha irmã, então há pouco completou 18 anos, mas tem carinha de mais novo. Boca carnuda, olhos verdes, pele branca como neve e cabelos loiros que caem em frente aos olhos. Na verdade eu já havia visto ele inúmeras vezes com minha irmã, mas nunca tinha reparado nesses traços… mas vê-lo na minha frente, com os braços do meu amigo ao redor dele, e com aquela boquinha vermelha recebendo a língua inteira do João… isso despertou um desejo grande e uma indignação ainda maior “Como que deixei meu amigo beijar ele antes de mim? Ele é muito lindo”.

Para minha sorte, o João é muito safado, tanto que me puxou para beijar o novinho também. Beijo gostoso, pele macia… ficou de frente pra mim. Os três em pé. Eu e Luki nos beijando. Minhas mãos na cintura dele, sentindo cada detalhe da barriguinha magra e definida. O João atrás dele, brincando com as mãos por baixo da sua camiseta e beijando a nuca dele e a orelha. Percebi pelos movimentos que ele estava esfregando aquele pauzão preto dele no muleque (e o safado novinho estava gostando porque percebi que empinou um pouco a bunda). Meu pau estava estourando já… eu ia meter no moleque ali mesmo, no lado de fora de onde está rolando uma festa de família.

O beijo estava muito gostoso. Eu amo beijar pescoço e orelha, então fui para a orelha dele e usei minha língua, nisso o João me beijou por cima do ombro do Luki. O beijo do João sempre foi um dos melhores, então jamais negaria.

Desci minhas mãos pelas costas do Luki e cheguei na sua cintura, puxei para mais perto de mim e desci mais um pouco… e mais um pouco… fui descendo estranhamente não senti a calça, tampouco a cueca dele. Não parei, coloquei a mão mais atrás um pouco já senti o início da sua bunda. Desci mais e encosto no pau do João… não estava metendo, mas porrraaaaaaa ESTAVA JÁ SARRANDO O MULEQUE com pauzão entre as polpas dele… ambos sem cueca. FDP DO CARALHO!!! João é muito ligeiro, já estava com o carinha louco por pica.

Nisso a luz acendeu atrás de nós… rapidamente nos recompomos e fingimos uma conversa intensa.

- Nossa não achava vocês em lugar nenhum! Minha irmã falou, abrindo a porta.

- Seu irmão me assustou na cozinha, derrubei um copo de água e acabamos conversando um pouco aqui fora.

- Tá, vem - puxou ele pelo braço - a gente precisa dançaaarrr.

Ela estava visivelmente alegre demais. kkk

Entraram para a festa e deixaram João e eu no lado de fora.

- Caralho que moleque gostoso.

- Porra e você já estava metendo nele né, safado.

- KKKKK Claro, mano. Sentiu meu pau latejando e viu como ele empinou aquele rabo? Chegou a sentir? É todo lisinho. Quando entrei deu pra ver que não é primeira vez dele haha

- Como assim “entrou”? Você meteu nele?

- Só a cabecinha, queria ver se era puto mesmo.

- Fdp kk

- Mas cara… olha isso - colocou o pauzão pra fora - me ajuda, cara. Pelo jeito não vai ser hoje que vou meter naquele viadinho.

- Sai fora

- Porra, parece que nunca fez kkk. Chupa, vai. Vou te leitar imaginando ele gemendo pra mim.

Ele chegou perto e aquele cheiro de sexo me atingiu em cheio. Não resisti. Mamei meu amigo ali mesmo… pau gostoso, leitou bastante, segurando minha cabeça.

João e eu somos amigos há muito tempo. Sempre tivemos muita liberdade um com o outro e, claro, cumplicidade. Já transamos a sós (não muito porque ambos somos versáteis, mas preferimos ser ativos), já fizemos a 3, já fomos a baladas liberais e nos divertimos em darks e coisas assim… é realmente um grande parceiro meu. Minha família inteira adora ele.

Passado um tempo, entramos para a festa e o João foi se despedir de todo mundo, vi que deu um abraço ousado no Luki (certeza que deu um aperto na bunda dele) e foi embora. Eu fiquei bebendo com meus primos.

Enquanto bebia e conversava, observava o Luki dançando. Realmente dança bem, ele é um pouco afeminado, mas com um toque másculo sedutor. Eu realmente não sei explicar, mas descobri que é um jeito que eu gosto muito. Não conseguia desgrudar o meu olhar dele (e percebi que ele também não desgrudava o dele de mim). Me senti um adolescente, realmente.

Mais para o final da festa ele veio se despedir de mim.

- Tchau, assustador noturno.

- Hahaah “assustador noturno”? É isso que pensa de mim, então?

- Ué, sai por aí assustando jovens inocentes pela cozinha.

- Sei, não me pareceu tão inocente assim.

- É uma visão sua, não minha.

Aquele silêncio com uma encarada gotosa…

- Bom, tô indo nessa…

- Vem, eu te deixo em casa.

- Tudo bem

Nossa, que piranha fácil - pensei - não vai nem se fazer um pouquinho. kkk

No caminho falamos um pouco da minha irmã, do quanto ela estava feliz e tudo mais. E em seguida perguntei se ele tinha curtido a festa…

- Claro, a família de vocês é sensacional!

- Que bom que gostou. - Parei o carro um pouco antes da casa dele.

- Não é bem aqui que eu moro, mas está ótimo, já.

Puxei ele para um beijo… não tentou me impedir, então sei que ele também queria.

Foi um beijo ainda melhor que o primeiro. Ele realmente é uma delícia. Ele foi sendo ousado com as mãos e logo chegou no meu pau que, claramente, estava estourando. Meteu a mão por dentro da minha cueca e já sentiu que estava melado…

- Cara, isso vai sujar toda tua cueca.

- Ela tá suja desde a festa.

Ele desceu e só disse “Vou ver o que posso fazer”. Sem pudor nenhum, abocanhou meu pau e sugou… aquele moleque com certeza já tinha experiência. Eu me segurei algumas vezes para não gozar, até que não resisti e lancei uns 5 ou 6 jatos de porra na boca dele. A vadia engoliu tudo, só pediu para eu avisar antes hahaa. Realmente, não consegui. Quando vi já estava enchendo a boca dele de leite.

Com a boca melada, levantou a cabeça e me beijou. Piranha! Pensei. Ele é muito safado. Foi um beijo muito gostoso e acabei engolindo um pouco da minha própria porra.

- Cara, que delícia. Falei, quase em êxtase.

Nisso, o Luki abre a porta do carro…

- Pega meu número com a Ana. Talvez a gente possa conversar mais.

Falou isso e saiu… Entrou no prédio dele e sumiu da minha vista.

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