Quando a gente nasce e cresce no mesmo bairro, você acaba conhecendo todo mundo, sabendo da vida de todos e, muitas vezes, sendo querido por todos. Esse não era meu caso, eu explico.
Nascido e criado num bairro da Zona Sul paulistana, eu conhecia todo mundo, mas nem todos gostavam de mim, principalmente os maridos descuidados, aqueles machos escrotos que não sabem como tratar uma mulher.
Eu sempre soube tratar uma mulher, sempre soube dizer e fazer a coisa certa, na hora certa.
Com essa habilidade eu já fiz muito vizinho de corno, ou muito pai sofrer, ao saber que o vagabundo do bairro tinha estourado a filhinha, ou até o filhinho, já que eu não nego rola a um buraquinho carente, seja ele de mulher ou de homem, de preferência de um veadinho novinho.
Os moleques safadinhos são meus preferidos, embora alguns fujam de mim, mesmo querendo. Tudo devido à minha fama de bruto fodedor, pauzudo e malandro.
Eu sou uma cara fortão, grande e malhado, não em academia, mas nos campinhos de futebol do meu bairro e região.
Estava com trinta e cinco anos, mas a cor morena, quase negra, me deixava com a aparência de bem menos.
Ainda morando com os pais, já que sou filho único e nunca gostei muito de trabalhar, então vivia sob a proteção dos velhos, e de alguma mulher carente que, de vez em quando, me solta uma grana, para ter o prazer de sentir minha rolona na bucetinha carente. Não que eu seja um garoto de programa, mas nunca rejeito um presentinho.
Há pouco tempo mudou-se para o bairro uma mãe solteira gostosona, na casa dos quarenta e cinco anos, parente de uma moradora antiga do bairro.
Sônia, é esse o nome dela, é enfermeira, trabalhando em escalas diferentes de horário. Morena, carnuda, aquelas mulheres que deixam a gente babando quando anda, com suas coxas grossas, bunda empinada e um bucetão que se destaca no uniforme branco, que vestia sempre que saía para o trabalho.
Em pouco tempo eu fiz amizade com ela e, numa tarde de churrasco e cerveja na casa da tal parente, que era uma conhecida de longa data da minha família, eu logo passei a noite na cama dela, para desgosto do filhinho dela, um molecão de dezoito anos, bonitinho e delicado, que só de bater os olhos eu já percebi que era veadinho, embora a mãe se fizesse de desentendida. O moleque me olhava com um certo desprezo, afinal eu estava fodendo a mãezinha dele. Ao mesmo tempo eu, de vez em quando, pegava ele me olhando com cara de desejo. O que me deixava curioso, mas me continha, a mãe era gostosa o suficiente para apagar meu tesão.
Em pouco tempo de conhecimento ela já me deu a chave da casa, para que eu pudesse entrar na madrugada, quando ela chegava de algum plantão e me esperava peladinha, embaixo dos lençóis, pronta pra levar varada até o dia amanhecer.
Numa noite de verão, eu estava até de madrugada no boteco do bairro, tomando uma cerveja com os amigos e logo bateu aquela vontade de furar uma bucetinha, ou um cuzinho, já que ela também liberava o rabão.
Eu não tinha falado com ela durante o dia todo, para saber se estava tudo bem, mas como estava com a chave da casa dela no meu bolso, e já estava bem alterado pela bebida, resolvi encerrar a bebedeira, pendurei a conta, como sempre fazia, para pagar depois, quando minha mãe me liberava uma graninha, e fui em direção à casa de minha morena gostosa, que ficava quase ao lado da minha, na mesma rua.
Já passava das duas da madrugada e eu resolvi entrar direto e ir silenciosamente para sua cama, como fazia sempre, e acordá-la com meu pau duro, que já estalava dentro da bermuda, roçando em sua bundona.
Arranquei a minha roupa fora, estava cheirando a suor e perfume amadeirado, além de um bafo de bebida, que ela dizia gostar, pois era cheiro de macho.
Percebi o ar condicionado ligado, efeito do calorão que fazia naquela noite, entrei debaixo dos lençóis macios e fui logo encoxando aquela bundona no escuro do quarto.
Dei uma bela pincelada no rego e ouvi um gemidinho manhoso e um abrir de rabo, quase um convite.
Tateei aquela cintura com minha mão grande e pesada e ouvi mais um gemidinho bem gostoso. Embora estivesse alterado pela bebida, achei estranha a textura da pele e o volume da bunda, parecia estar menor.
Puxei a bunda mais de encontro ao meu corpo e forcei a cabeça do meu pau naquele buraquinho, só para atiçar. Nessa hora ouvi uma vozinha sonolenta falar:
— Ah que gostoso! Mete em mim papai. Molha meu cuzinho e mete em mim. – Nessa hora, mesmo estando bem alcoolizado, eu percebi que não era a voz de minha morena, era a voz do moleque, o Fabinho, filho dela, que estava dormindo na cama, já que o quarto dele não tinha ar condicionado. Minha morena deveria estar na escala de trabalho noturno.
Meu pau pulsou no meio daquele rabinho, e eu fiquei pensando se sairia dali correndo, ou se continuaria, já que o veadinho pediu rola.
Ele queria rola do papai. Ou o moleque era um pervertido e estava fantasiando, ou já tinha sido fodido pelo pai, que eu nem sabia quem era.
Meu pau estava pingando de tesão. Estava com muita vontade de meter e a bebida ajudava muito nesse estado de excitação.
Pensei mais com a cabeça de baixo e resolvi seguir em frente, afinal quem rejeita buraco é passivo, ou otário.
Me abaixei ali no escuro, afastei o lençol fino de cima de nossos corpos, abri as bandinhas daquela bundinha gostosa que eu tanto já tinha admirado, o moleque era rabudo como a mãe, e meti a língua no seu buraquinho, lambendo e babando tudo.
Senti com a ponta da língua que aquele buraquinho já tinha levado rola. Não sei se foi do papai, mas ali já tinha entrado madeira e ia entrar mais. Rola grande e grossa do macho da mamãe.
— Ah que delícia! Chupa meu cuzinho, papai. – O putinho pediu, sussurrando e gemendo como uma putinha safada.
Obedeci e continuei chupando e lubrificando aquele buraquinho, que mesmo não sendo virgem, era bem apertadinho, eu sentia com a ponta da minha língua.
Depois de muito linguar e babar naquele buraquinho, eu resolvi ser mais ousado, puxei a cabeça dele e dei um longo e úmido beijo de língua. Que boquinha gostosa! Ele não só retribuiu como gemeu no meu ouvido:
— Quero tudo, papai!
Estava claro que o putinho tinha algum fetiche incestuoso, como eu confirmaria depois.
— Eu também quero muito foder esse meu filhinho gostoso. Buraquinho de filhote é sempre mais gostoso! - Eu disse, com minha língua explorando aquela boquinha.
Com os olhos já acostumados à escuridão, eu pude apreciar aquele corpinho pelado. Um corpo maravilhoso! Sem nenhum pelo, malhado na academia, mas sem exagero. Mamilos durinhos e tesudos, que eu mamei gulosamente, ouvindo os gemidos do putinho.
— Ah! Mama! Mama gostoso papai!
A mão dele, delicada, segurou meu caralho. Logo ele já estava no meio de minhas coxas, mamando como bezerro, o mastro escuro, duro feito ferro.
— Ah paizinho!!! Que rola gostosa. – Naquela altura já dava pra saber que o putinho estava acordado e sabendo quem estava com o pau na boca dele. Ele estava mamando o macho da mãe.
— Ah, Fabinho! Que boquinha tesuda. Chupa o caralho do paizão.
Ele parou a mamada, mas continuou com a leve punheta, me fazendo delirar.
— Eu gosto muito de um cacetão como esse seu. Já provei o do personal da academia. De um amigo do cursinho, mas eu queria mesmo era o cacete do paizão. – Eu fiquei sem a resposta que eu queria, mas não era hora para esclarecer dúvidas sobre o pai dele, era hora de estourar seu cuzinho guloso.
— Ah filhinho! Engole gostoso esse caralho. Deixa ele bem molhadinho.
Eu sentia uma vontade louca de gozar, mas segurei o leite no saco. Era hora de arregaçar aquele buraquinho carente.
— Fica de quatro, moleque. Obedece ao papai. Eu vou abrir o teu cuzinho.
Ele arrebitou o rabo e eu fiquei babando. Uma bundinha carnuda, durinha, malhada, um filé de primeira qualidade pronto para ser devorado!
Minha língua trabalhou bem naquele cuzinho que, mesmo já tendo levado vara, era fechadinho e estava piscando sem parar.
— Chupa paizão! Lambe o meu buraquinho.
— Tesão de cu, moleque! Quem não quer ter um filhinho assim, gostoso e putinho? – Ele se encantava quando eu o tratava como filho.
A cada linguada no cuzinho, ele gemia de prazer, cada vez mais alto. Era um putinho barulhento, quase escandaloso, vibrando o cu na minha língua.
— Chupa paizão! Chupa meu cuzinho, porra! – Ele estava descontrolado de prazer.
Estava na hora de arrombar aquele buraquinho. Pincelei a entradinha do rabo, e Fabinho se derreteu inteiro.
— Paizão vai me arrombar agora, vai? – Ele perguntou manhoso.
— Vou sim, safadinho! Relaxa e se entrega que eu vou te arrombar, solta bem esse cuzinho!
Fui empurrando a trolha escura para dentro daquele buraquinho apertado, sentindo suas pregas se esticarem. Eu sentia o calor daquele cuzinho jovem! O moleque não arregou. Aguentou tudo, até sentir meus pentelhos em suas nádegas, e ver que estava tudo dentro.
— Ah paizão arromba meu cu! Mete fundo! Arrebenta seu moleque! - O putinho pediu.
— Caralho moleque! Tá muito gostoso esse teu buraquinho! É uma delícia te foder.
— Então me estoura paizão, mete! A mamãe nem sonha que o homem dela agora é meu! – Puta que pariu! Quem diria que aquele moleque sonso, que me olhava com desprezo, era um pervertido?
— Você é mais gostoso que tua mãe, moleque! Teu cuzinho é mais apertado! – Eu falei, alimentando o ego dele. Segurei em sua cintura e estoquei sem dó, arrombando o moleque, sentindo seu buraco se alargar.
O fetiche fantasioso do moleque com a figura paterna, fazia ele enlouquecer de tesão e se entregar cada vez mais, e eu aproveitava e metia com força, ouvindo seus gemidos altos e excitantes. Quanto mais ele gemia mais eu estocava forte.
Sentindo seu cuzinho já bem aberto, eu o coloquei de frango assado, queria meter olhando sua carinha safada e beijando sua boquinha macia. Mesmo com o ar condicionado ligado, o suor cobria nossos corpos.
— Arromba paizão! Estoura meu cu! Arrebenta seu filhinho. – Ele pedia, gemendo.
- Tô metendo, moleque. Estou arregaçando o teu cuzinho. Vou encher teu buraco de leite. lQuer leitinho, quer? – Eu perguntei, sabendo muito bem qual era a resposta que aquele putinho ia dar.
— Quero sim! Me arromba, papai! Rasga meu cuzinho e enche ele de leite!
Eu estava enlouquecido com a safadeza daquele moleque. Meti com força para arrombá-lo, mas ele estava gostando e aguentando tudo. Nasceu para levar rola no cu. Minha vontade era ver um batalhão de machos arrombando aquele putinho.
— Caralho! Vou encher teu cu de leite! Vou gozar, porra. Vou gozar!
— Goza paizão! Goza dentro de mim! Leita meu cuzinho. Goza gostoso pra mim!
— Tô gozando, porra! Tô te engravidando! Ah caralho!
Foi um orgasmo intenso, explosivo. Logo que soltei a primeira jatada, senti o buraquinho dele se contraindo, apertando meu caralho. Em seguida seu pau explodiu num gozo, fazendo seu corpinho todo tremer e seus olhos se encherem de lágrimas. Um gozo avassalador.
Despenquei exausto em cima dele. Senti a boquinha dele procurando a minha. Foram beijos intensos, ardentes, chupados. Ele repousou a cabeça em meu peito e pediu:
— Dorme comigo essa noite, paizão. Minha mãe só chega por volta das dez horas. Você sai antes dela chegar.
Eu fiquei com ele e, durante o resto da madrugada, ele me contou, que o cara que tirou seu cabaço era amante da mãe, que exigia que ele o chamasse de papai. Vinha dali a tara dele, já que ele nunca conheceu o verdadeiro pai.
Nem preciso dizer que, a partir daquela madrugada, eu passei a me dividir entre mamãe e filhinho. Até atendi um outro fetiche dele, mas aí é outra história. Se vocês quiserem depois eu conto.
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