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Início da vida de escrava e puta de Mariana

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Um conto erótico de Motoqueiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1217 palavras
Data: 02/08/2026 07:04:03

Cerca de três semanas haviam se passado desde aquele episódio conturbado. Com o decorrer dos dias, Mariana aos poucos conseguiu recuperar o ritmo da sua rotina e tentou deixar o trauma para trás. Sem novos contatos ou atitudes suspeitas por parte dos rapazes, ela começou a acreditar genuinamente que tudo não passava de uma página virada. A noite anterior com o namorado havia sido leve e tranquila, o que reforçava a sensação de que sua vida finalmente voltava aos trilhos.

Essa aparente paz, no entanto, foi interrompida por uma ligação inesperada da mãe dos jovens. A família estava organizando uma viagem de negócios de última hora e precisava de alguém de confiança para cuidar da casa. A mãe foi extremamente simpática, enfatizando o quanto os próprios filhos haviam elogiado o trabalho de Mariana da última vez.

O estômago de Mariana congelou ao ouvir aquilo. Usando o namorado e supostos compromissos do casal como escudo, ela recusou a proposta da forma mais educada que conseguiu, desligando o telefone com as mãos trêmulas.

Pouco tempo depois, já no escritório, o celular de Mariana vibrou sobre a mesa. Era uma mensagem de mídia temporária, configurada para visualização única, vinda de um número desconhecido.

Tomada pelo impulso, ela abriu o arquivo. Na tela, rodou um trecho em vídeo daquela noite — justamente um momento em que elafalava "Mete com força".

O sangue fugiu do seu rosto. Ao mesmo tempo, Mário, seu colega de trabalho sentado na mesa ao lado, inclinou-se para pegar um papel e o brilho da tela chamou sua atenção. Ele vislumbrou a cena e ouviu o áudio abafado antes que Mariana fechasse o aplicativo em pânico. Percebendo a gravidade do que vira, Mário desviou o olhar rapidamente e fingiu digitar no teclado, mas a tensão na sala tornou-se palpável.

Logo em seguida, veio a mensagem de texto:

> "Você tem até o final do dia para ligar de volta para a nossa mãe e aceitar. Se não for, esse vídeo vai para o e-mail da diretoria da empresa e para o seu namorado."

O chão sumiu. O emprego de Mariana era a única fonte estável de renda para sua família em um momento delicado, e perder o trabalho significaria o colapso financeiro de todos, além da destruição de seu relacionamento. Sem saída, ela ligou para a mãe dos rapazes e voltou atrás, alegando que conseguira desmarcar seus compromissos. No entanto, ela decidiu que iria até aquela casa com um objetivo claro: encarar Matheus e Lucas e negociar o fim definitivo da situação.

Ao chegar à residência no final da tarde, Mariana encontrou os pais dos jovens terminando de arrumar as malas. A mãe entregou-lhe o molho de chaves, deu algumas instruções rápidas e despediu-se de forma calorosa. Mariana cumprimentou Matheus e Lucas com acenos breves na frente dos adultos e foi direto para a cozinha preparar o jantar, tentando controlar a respiração.

O som do portão se fechando marcou o fim da proteção. Poucos segundos depois, os irmãos entraram na cozinha, e o clima mudou instantaneamente.

— A gente precisa negociar isso agora — disse Mariana, enxugando as mãos e mantendo a voz firme. — Eu vim porque vocês me encurralaram. Mas eu tenho uma condição inegociável: nada de gravações. Nem fotos, nem vídeos, nem celulares ligados. É a última vez, e depois disso vocês apagam tudo o que têm.

Matheus fingiu ponderar.

— Negócio fechado — disse ele, tirando o próprio celular do bolso e colocando-o com o visor para baixo sobre a mesa da cozinha. — Viu? Sem aparelhos.

Mariana sentiu um leve alívio. O que ela não sabia, no entanto, era que Matheus já havia posicionado uma microcâmera escondida entre os livros da estante da sala, com o ângulo perfeitamente ajustado.

A boca de Mariana estava seca, um reflexo do nervosismo que lhe apertava a garganta desde que os pais haviam saído.

— Preciso beber alguma coisa — murmurou ela, caminhando em direção à geladeira.

Antes que pudesse pegar a jarra, Lucas se adiantou, servindo um copo de suco e estendendo-o para ela. Movida pela ansiedade e pela sede, Mariana bebeu tudo de uma vez. Sem dizer palavra, Lucas serviu um segundo copo, que ela também virou rapidamente.

Foi só ao engolir o último gole que o paladar registrou o gosto. Um fundo amargo, estranhamente familiar. Ao baixar o copo, ela viu os dois irmãos a observando com sorrisos idênticos de canto de boca.

— Vocês não fizeram isso... — sussurrou Mariana, arregalando os olhos.

Eles apenas deram de ombros, viraram as costas e saíram da cozinha. Mariana tentou voltar a preparar a comida, mas o tempo passava e o efeito no seu corpo tornava-se inegável. Calafrios intensos percorriam sua espinha e uma vulnerabilidade química começou a turvar seus sentidos, desmanchando qualquer resistência física ou barreira mental que ela tentasse manter. Sia vagjna começou a ficar umida e Mariana já sabia o que viria a seguir.

Quando Matheus e Lucas retornaram à cozinha, ela já se apoiava na bancada, ofegante e completamente alterada pela substância.

— Já está pronta? — perguntou Matheus, o tom carregado de cinismo.

Mariana reuniu o resto de lucidez que possuía para se agarrar à sua única exigência.

— Sem gravação... — balbuciou ela, com a voz fraca.

— Sem gravação — mentiu Matheus, olhando nos olhos dela.

Eles se aproximaram, seguraram-na pelos braços com firmeza e a conduziram para fora da cozinha, guiando seus passos trêmulos em direção à penumbra da sala de estar.

Começaram a tirar duas roupas e a beijar todo seu corpo. Quando Matheus levou a mão em sua vagjna ela sentiu uma ardência e tentou reclamar

> Relaxa putinha, vai te ajudar a entrar no clima mais cedo.

Era um gel que deixou ela ainda mais acesa. Lucas a colocou no sofá e começou a chupar sua buceta e Matheus a beijar seus seios levemente. Mariana se movimentava lentamente e resolveu aproveitar ao máximo aquele momento. Foi quando ela levou Matheus até sua boca a travou as pernas no rosto de lucas, inundando ele com um gozo que ele bebeu até a última gota.

Mariana então toma o controle e senta no colo me Matheus e manda Lucas penetrar em seu rabo. Então ela começa o movimento de vai e vem. Alternando os beijos ela movimenta cada vez mais rápido falando palavras de prazer.

> Quero qie gozem dentro de mim...

De repente eles inundam ela. Mariana relaxa e tenta se levantar mas é impedida. Eles tomam dois comprimidos azuis e, em pouco tempo, voltam para a continuação, mas desta ves mais demorado.

Quando tudo termina, Mariana sente seu corpo e seus buracos doloridos mas tem um sentimento de satisfação que a incomodava.

Quando faz menção de irvao banheiro Matheus a interrompe.

> Onde pensa que vai?

> Vou me lavar. Você não quer que.....

Lucas a interrompe entregando suas roupas e fala

> É justamente isso que queremos. Você vai com essa nossa lembrança.

Mariana esboça um protesto mas percebe que seria inútil.

Ela se troca. Suas roupas colando em seu corpo e o gozo escorrendo por suas pernas recodam ela do ocorrido.

Indo para casa as ruas estavam desertas e issoxa aluviou.

Em casa, seus pais estavam dormindo. Ela entrou descalça pata não acordar eles. Se lavou muito para tentar retirar a sensação de sujeira. Colocou as roupas para lavar pois estavam cheias de semem dos dois.

Na cama tentou encontrar uma posição confortável e adormeceu profundamente.

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