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A Casada da Fazenda que P... na Minha Cara e Deu o Cu VIRGEM com Manteiga.

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Um conto erótico de Daniel
Categoria: Heterossexual
Contém 899 palavras
Data: 02/08/2026 07:31:06

Eu sou Daniel.

Quem acompanha os relatos já sabe: eu ando pelo interior de Pernambuco prestando serviço e, quando aparece uma mulher daquelas de verdade, casada, simples, com cheiro de trabalho e de terra, eu não perco a chance. Clica em meu nome aí em cima e no perfil deixo como baixar tudo meu.

Foi numa fazenda perto de Serra Talhada, uns meses atrás. Eu tinha ido instalar uma bomba d’água. O sol estava de rachar. Quando cheguei no curral, vi ela.

Loira de cabelo preso em rabo de cavalo alto, blusa bege justa toda suada nas costas e nas axilas, legging cinza manchada que marcava uma bunda enorme, pesada, redonda, daquelas que balançam quando a mulher anda. Ela estava fritando carne num fogão a lenha no meio do pasto, com as vacas pastando atrás. O suor escorria pela coluna e encharcava a blusa.

Eu já fiquei duro só de olhar.

Uma bunda daquela, depois de um dia inteiro de trabalho no sertão, não tem como não ter cheiro. E eu sabia que ia ser forte.

Puxei conversa. Em pouco tempo descobri que o marido quase não olhava mais pra ela. Dormia cedo, bebia, mal falava. Ela fazia tudo sozinha na fazenda.

Fui direto, do meu jeito:

— Eu pago bem. Mas eu quero a bunda. E quero o cheiro.

Ela riu sem graça, achando que eu estava brincando. Quando percebeu que era sério, ficou vermelha.

— Que nojo… você é doente?

Mostrei no celular alguns vídeos antigos meus (sem mostrar rostos) de mulheres peidando na minha cara e eu lambendo. Ela fez careta de nojo verdadeiro.

— Isso é nojento pra caralho. Eu não faço isso.

Mas o valor que eu falei era alto. Alto o suficiente pra ela pensar no que o dinheiro resolvia na fazenda.

No final da tarde, quando o marido saiu pra beber na cidade, ela me chamou pra dentro da casa velha. A cozinha era simples, parede rachada, pia de cimento. Ela estava segurando um pote de manteiga caseira, nervosa pra caralho.

— Mesmo passando manteiga eu tô com medo arretado. Nunca fiz isso não. E isso tem que ficar somente entre a gente.

Eu concordei.

Mandei ela ficar de quatro na cama de madeira do quarto. A legging desceu junto com a calcinha. A bunda apareceu nua, grande, suada, a pele brilhando. O cheiro subiu imediatamente: suor acumulado de horas no sol, cheiro forte de bunda, um pouco azedo, quente.

Eu ajoelhei atrás e encostei o nariz bem no meio. Respirei fundo. O odor era pesado, de mulher que trabalha, que não toma banho de perfume. Eu quase enjoei e fiquei mais duro ao mesmo tempo.

— Peida na minha cara — pedi.

Ela ficou quieta.

— Eu não consigo… que vergonha…

— Peida.

Ela forçou. Saiu um peido curto, quente, meio choroso, com cheiro forte de merda leve. Eu abri a boca e recebi. O ar quente bateu na língua. O gosto veio logo atrás: amargo, azedo, salgado de suor.

Ela quase vomitou de nojo só de imaginar.

— Você é nojento pra porra… eu tô com nojo de mim mesma.

Eu lambi. A língua passou no cu suado, no meio das nádegas, sentindo o gosto forte. Ela se contorceu.

— Para… pelo amor de Deus… o cheiro tá muito forte… eu quero tomar banho.

— Não vai tomar. Eu quero assim.

Cheirei as axilas dela também. Estavam encharcadas. O cheiro era ainda mais ácido. Desci e cheirei a buceta: tinha cheiro leve de xixi misturado com suor. Eu chupei mesmo assim.

Depois abri o pote de manteiga. Passei bastante no cu dela e no meu pau. O furinho era rosado, fechado, pequeno. Encostei a cabeça e empurrei.

Ela gritou.

— Aih, caralho! Dói pra porra! Para!

Parei com só a cabeça dentro. O cu dela tremia, quente, apertando.

— Devagar… eu nunca fiz… tá arrebentando…

Fui entrando aos poucos. Cada centímetro ela pedia pra parar, gemia, falava que estava com vergonha, que parecia que ia cagar. Quando cheguei na metade, ela peidou no pau. Um peido molhado, longo.

— Desculpa… não aguentei…

Continuei. Quando o pau inteiro sumiu dentro dela, ela estava chorando baixo, a testa no travesseiro.

— Tá tudo dentro… meu Deus… que dor…

Comecei a meter bem devagar. Ela gemia a cada estocada, peidava de vez em quando, pedia pra ir mais devagar. Em um momento ela falou, a voz embargada:

— Eu acho que caguei no seu pau… que vergonha do caralho…

Eu olhei. Tinha um pouco de sujeira mesmo. Continuei mesmo assim. O cheiro ficou mais forte. Eu sentia nojo e um tesão absurdo ao mesmo tempo.

Depois de um tempo ela parou de pedir pra parar. A mão dela desceu e começou a se esfregar.

— Continua… assim… tá doendo mas tá gostoso… nunca gozei desse jeito…

Meti mais fundo. Ela gozou tremendo, o cu se fechando em volta do meu pau, peidando sem controle. Eu gozei logo em seguida, bem dentro, sentindo os jatos quentes encherem o cu apertado dela.

Quando saí, o cu ficou aberto, rosado, escorrendo manteiga misturada com porra e um pouco de sujeira. O cheiro no quarto era pesado.

Ela ficou deitada de lado, ainda tremendo, com vergonha de me olhar.

— Ninguém pode saber… nunca.

Eu limpei o pau, guardei o celular que tinha filmado tudo escondido, e paguei o valor combinado.

Mais uma casada do sertão.

Bunda suada, peido na cara, cu arrombado com manteiga.

Registrado.

O Brasil inteiro vai baixar e se deliciar.

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