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MOTORISTA DE APP ENCHEU O CU DE PORRA DA UNIVERSITÁRIA CALCINHA ROSA QUE NÃO TINHA DINHEIRO PRA CORRIDA

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Um conto erótico de Caçador de Putinha
Categoria: Heterossexual
Contém 933 palavras
Data: 02/08/2026 08:07:17

MOTORISTA DE APP ENCHEU O CU DE PORRA DA UNIVERSITÁRIA CALCINHA ROSA QUE NÃO TINHA DINHEIRO PRA CORRIDA

Durante um tempo comecei a dirigir nas madrugadas aos finais de semana, principalmente sexta feira e sábados, só pelo tesão de ver as putinhas cambaleando das festas.

Não precisava do dinheiro.

Trabalhava de diretor em uma empresa, ganhava muito bem, mas o hobby de motorista de aplicativo tinha se tornado uma caçada.

Eu sabia que cedo ou tarde pegaria uma vagabunda sem dinheiro para pagar a corrida. Até que aconteceu, e várias vezes.

O aplicativo mandou a solicitação. Notei que era corrida na saída da Cantina Central.

Quando minha X-Trail parou, uma loirinha de uns vinte anos cambaleou até o carro. Vestido colado prateado, curto até a metade da bunda, salto agulha de uns quinze centímetros.

Cara de anjo mas boquinha de puta, aqueles lábios grossos pintados de vermelho escuro, olhos claros vidrados de álcool e MD.

Ela entrou no banco de trás, e começamos a corrida.

— Confirmo corrida até o Mirante?

— Isso mesmo. Nossa, estou muito eufórica.

Ela mexia e abria as pernas sem vergonha, e pelo retrovisor interno eu vi.

Calcinha de renda rosa enfiada no meio da bucetinha toda inchada.

— Como você se chama? — ela perguntou com a voz arrastada. — Preciso ir pra casa, mas merda, acho que gastei tudo na festa.

Olhei novamente pelo retrovisor.

Os peitos dela eram médios, firmes, saltando no decote. Meu caralho começou a ficar duro.

— Sem dinheiro não rola, princesa — eu falei, estacionando o carro em frente a uma árvore, onde ainda passavam pessoas.

Enquanto ela buscava algo na sua bolsa, literalmente com as pernas abertas, o perfume de buceta invadiu o carro.

Aquele cheiro adocicado de puta jovem.

— Junior, eu não sei como posso te pagar, mas se você quiser eu pago de outro jeito — ela falou, ainda um pouco tímida, mas mordendo o canto dos lábios.

Eu pensei. Sua boca é melhor que dinheiro, putinha.

Minha pica já estava estalada, dura, quente, cabeça roxa e brilhante, já ficando lubrificada.

A loirinha percebeu que eu estava tocando o pau por cima do jeans.

— Meu Deus, Junior, você é bom de negociação.

Passei para o banco de trás.

O carro tinha espaço suficiente. Ela engoliu metade do meu pau numa única descida, garganta apertada, saliva escorrendo pelos cantos da boca.

O som molhado ecoava no carro fechado. Gluck, gluck, gluck.

Segurei a cabeça dela com força, metendo fundo, sentindo a garganta se abrir. Ela engasgava, olhos lacrimejando, maquiagem borrando o rosto de cadela, transformando ela na putinha que ela realmente era.

— Chupa, sua vadia, chupa essa pica rosada. Paga essa corrida como uma putinha — eu falava, olhando para ela de cima.

Ela tirou a boca só para tirar o vestido. Ficou só de calcinha, peitos perfeitos com bicos rosados e duros, barriga lisa, piercing no umbigo. Voltou a chupar, agora com as duas mãos na base, torcendo, batendo, enquanto a boca sugava a cabeça.

— Vou gozar. Vou encher sua boca — eu avisei.

Ela acelerou, chupando desesperadamente, querendo leite. Explodi, jorrando gozo quente, espesso, enchendo a garganta dela. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota, lambendo os lábios depois, sorrindo com cara de puta satisfeita.

— Paguei? — ela perguntou, se levantando.

— Nem fudendo, sua cadela — eu falei, ainda duro. — Agora você vai sentar nessa pica...

Puxei ela por cima de mim, no banco de trás. Ela cavalgou, rebolando, sentindo meu caralho entrar fundo na buceta molhada. Os peitos dela balançavam na minha cara e eu chupava, mordia, deixava marcas roxas. Ela gemia alto, sem pudor, gritando sacanagens para a rua escura ouvir.

— Fode, filho da puta. Me fode. Que pica gostosa. Ahhhh.

Metia com força, socando de baixo para cima, batendo na bunda dela, deixando vermelhinha. O carro balançava, as molas rangiam, o som de pele batendo em pele. Pela janela, um casal passou, olhou, e eu acelerei o ritmo, excitado com a possibilidade de ser visto fodendo uma putinha.

— Vira de quatro, sua cadela — ordenei.

Ela obedeceu, apoiando as mãos no banco da frente, mostrando o cu rosadinho, apertado. Cuspi na entrada, lubrificando aquela puta. Meti devagar, sentindo a pressão quente, o cu apertando como uma prensa.

— Ahhhh. Caralho. Que pica grossa — ela gritou, uma mistura de dor e tesão.

Colava sem piedade sentindo aquela prega quente envolver meu pau. Uma mão segurava o cabelo dela, puxando para trás, a outra batia na bunda, deixando marcas vermelhas.

— Toma no cu, sua vagabunda. Toma essa pica no seu cu — eu degradava ela, e ela gemia mais alto.

— Me fode. Me fode o cu. Não para. Enche meu cu de pica.

Ela gozou primeiro, apertando o cu em espasmos violentos, gritando que ia gozar e molhando minhas bolas. Isso me excitou mais.

— Vou gozar no seu cu, sua putinha. Vou encher essa bunda de porra — gritei, metendo fundo, três estocadas finais violentas, e explodi dentro do cu dela, sentindo minha porra quente escorrendo para fora, pingando no banco do carro.

Ficamos ali, ofegantes, suados, no escuro do parque. Eu ainda enterrado nela, gozando o resto, apertando a bunda. Ela se virou, me beijou com língua, sentindo o gosto do próprio cu na minha boca.

— Me leva em casa agora? — ela perguntou, se vestindo.

— Levo — eu falei, arrumando a calça. — Mas da próxima vez, traz dinheiro. Ou traz o cu mais apertado.

Ela riu.

Liguei o carro, sentindo ainda a pressão do cu dela na memória do meu pau.

O corrida tinha valido a pena.

E eu já sabia que essa loirinha ia pedir outra corrida em breve. E eu ia cobrar o dobro...

Meu email: asustuf.farias@gmail.com

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