Diariamente leio comentários de ódio aos cornos, principalmente em relação aos que são mais mansinhos. Ora, a buceta não é sua, nem o par de chifres, então porque essa preconceito?
Eu também já fui cornofóbico, mas tudo mudou no dia em que me tornei um deles. E o pior é que foi tudo por uma boceta, só porque quando era jovenzinho decidi que comeria alguma das irmãs dos meus amigos do bairro.
Acontece que a empreitada de conquistar uma xoxota foi mais complicada do que parecia. Mais de uma vez estive a ponto de passar vara numa das garotas, mas a coisa sempre desandava, terminei sofrendo várias humilhações e, pior ainda, não comi ninguém.
Tomei mordida no pau, mijada e breada na cara, fui ao desespero e quase comi o cu de outro cara achando que era uma mina. Até peguei fama de tarado e de boiola ao mesmo tempo, algo difícil de acontecer.
Mas agora ia ser diferente, dessa vez eu tinha tudo nas mãos e uma boceta praticamente na ponta do pau. Uma boceta não, meus amigos, aquela era “a boceta”, a xerequinha da irmã do Atentado, o prêmio máximo que compensaria as roubadas em que me meti.
O que havia de diferente? Essa musa, a linda, loira e tesuda irmã do meu amigo, agora estava namorando comigo! Bem, não era exatamente um namoro, era mais como um acordo entre nós, tipo uma sociedade limitada.
Fingir que estávamos namorando podia desfazer a imagem de tarado-boiola que construí enquanto me matava pra conseguir uma boceta. Por outro lado, serviria para melhorar a fama de galinha que a loira conquistou quando surubou num carro com três caras.
Eu sei, era um acordo estranho e parecia outra aventura onde eu terminaria na merda - ou pior ainda, cheirando à merda, de novo.
Contudo, tinha tomado cuidados especiais. Aquela foda foi bem negociada, discutida e acertada, fazia parte das cláusulas do acordo selado por nós na padaria tomando coca-cola – e todo mundo sabe que um negócio fechado assim vale quase como um contrato.
Além do mais, o esforço necessário para conseguir essa boceta seria mínimo! Tudo o que tinha a fazer era desfilar ao lado da irmã do Atentado de mãozinhas dadas, ir algumas vezes à sua casa ver filmes e apresentá-la aos meus pais. Assim, todos se convenceriam de que éramos namorados.
Formávamos um casal bem incomum, ela linda, loira e tesuda, cinco anos mais velha e dez centímetros mais alta que eu, já meio rodada na bagaça, comigo sendo um baixinho sem graça e sem experiência - fora as roubadas com as outras irmãs mais dos meus amigos, as quais já narrei e não desejo repetir.
Sinceramente? Para mim, nada disso importava. Ela era minha musa e eu, mais do que nunca, estava focado na missão - ou seja, comer aquela bocetinha premium!
O problema era que o tempo passava, eu cumpria minha parte no acordo, o plano de resgate reputacional funcionava que era uma beleza, mas comecei a desconfiar que a irmã do Atentado estava me enrolando.
Passeamos de mãos dadas, atravessamos o parquinho onde a turma fumava marofa, fomos até a padaria na hora do pico, um monte de gente nos viu, inclusive a irmã do Maluco e a irmã do Perigo, com as quais já tinha criado certa inimizade.
Elas se surpreenderam ao nos ver juntos, custaram a acreditar que éramos namorados, mas no final a irmã do Maluco piscava escondido pra mim e a do Perigo cochichava no meu ouvido que eu podia procurá-la se quisesse “fazer um lanchinho” mais tarde.
Meu ego foi lá no alto com isso. Daí, na volta da padaria quis levar a pseudo-namorada lá no bequinho, o abatedouro público do bairro. Iria fazer valer a tal cláusula contratual fodística, mas ela deu pra trás - ou melhor, não deu, nem pra trás, nem pra frente.
Ficou dizendo que ali não, que era sórdido, que melhor deixávamos pra fazer aquilo num lugar mais adequado. Porra, lá era onde todo mundo do bairro ia trepar, que lugar mais adequado haveria?
Fui ver uns filmes em sua casa, seus pais acharam estranho ela namorar um fedelho baixinho e meio abestado, mas pareciam aliviados porque não havia mais uma fila de macho atrás dela - ou na frente dela, ou atrás e na frente ao mesmo tempo, sei lá, ela participou de uma suruba e isso dá margem a um monte de ideias.
Tentei avançar o sinal, pegar nos seus peitos maravilhosos, meter uns dedos na xoxotinha depilada, receber um boquetinho no grau, mas a garota se desvencilhava, dizendo que, se a comesse ali, seus pais voltariam a pensar que ela era galinha.
Só restava uma alternativa: minha própria casa. Quando a apresentei aos meus pais, os dois pareciam encantados. Minha mãe estava aliviada porque, afinal, eu não era boiola, enquanto meu pai ficou babando em cima dos peitões da garota
O problema é que eles ficaram encantados demais. A mãe ficou de fofoquinha com ela e o pai queria comê-la - mesmo sendo minha namorada. A garota ficou lá, rindo com minha mãe e empinando os peitos pro meu pai, e nada de vir pro quarto honrar o acordo.
Aquilo não estava funcionando, quer dizer, sim e não. Tinha me livrado da fama de tarado e boiola e ninguém a chamava mais de galinha, mas ainda não tinha chegado perto daquela boceta, apesar de ter assegurado o direito a comê-la ao menos uma vezinha.
Minha vaca estava voltando pro brejo, precisava tomar medidas extremas. Quebrei o cofrinho e intimei a garota para irmos ao motel. Ela ficou indignada por ter que ir de bicicleta, mas eu não tinha carro e ia comer sua boceta, mesmo que ela tivesse de ir à pé.
Fiz apenas uma concessão: entraríamos lá separados, pois ela não queria chegar no motel montada numa garupa comigo pra todo mundo ver. Tudo bem, isso era um detalhe, para mim o que importava era a boceta - e não a bicicleta.
Estava banhado e cheiroso no quarto do motel, ansioso pra comer aquela xoxota, mas a irmã do Atentado não chegava. Depois de uma hora vendo pornô e batendo bronha pra aquecer, tive que sair do quarto mesmo sem gozar, pois o cofrinho não dava para pagar uma hora adicional.
Que frustração, a garota tinha literalmente me deixado na mão, nem namorando com ela eu conseguia comer a porra daquela boceta - ôpa, essa frase soou mal, comer porra de boceta é coisa de… corno! E foi aí que veio aquele estalo.
No caminho de volta, fiz um desvio até o estacionamento onde tinha pego a irmã do Atentado fazendo suruba umas semanas antes, lá no início dessa história, quando criei aquela obsessão de comer boceta a qualquer custo.
E lá estava ela de novo dentro de um carro, minha musa e agora namorada oficial, quicando com a boceta na pemba do Solapa, babando na trolha do Belém e com a piroca descomunal do Cavalão enfiada por trás, tudo ao mesmo tempo.
Bem-feito pra mim, isso é que dá namorar com a galinha do bairro! Fiquei xoxinho, pra baixo, mas nem sabia que o pior ainda estava por vir.
Obviamente que, assim como eu, um monte de gente também viu a suruba. Pronto, eu já não era mais o tarado nem o boiolinha da vizinhança. Agora minha fama atingira um outro patamar: eu era o corno do bairro!
Quando a turma me sacaneava por isso, tentava explicar que era um namoro de mentira e que entre nós não havia nada de fato, mas ninguém acreditava, afinal, andávamos por aí juntinhos, eu frequentava sua casa e tinha até apresentado a garota aos meus pais.
Hoje em dia isso é comum, o que não falta é corno assumido. Contudo, lá no bairro você podia ser qualquer coisa, ladrão, escroque, traficante, assassino, maníaco sexual… menos corno!
Isso era imperdoável!
Nem o Atentado era tão sacaneado como eu. Ele era só irmão da garota, e irmã a gente não escolhe, é família, algo sagrado - e ninguém mexe com isso. Já eu, pobre de mim, era o idiota namorando com ela, um corno por opção - ou ao menos era o que todos achavam.
Enfim, fudeu - mesmo sem foder ninguém, eu agora estava mais fodido que antes!
Por isso, quando a irmã do Perigo veio me procurar, logo desconfiei. A mina que me deu porrada, que mordeu meu pau e deu pontapé no meu queixo, definitivamente, não era flor que se chupasse. Mas ela veio diferente, sem aquela marra.
Parecia comovida com a minha situação, me chamando de “tadinho” e dizendo que entendia o que estava passando. Segundo ela, nenhum homem devia aceitar ser corno e eu devia levantar a cabeça, ser forte e seguir adiante.
Por isso, a Perigosona disse ia me dar um estímulo, com um sorrisinho sacana no rosto. Um estímulo não, ela ia me dar “aquele estímulo”, justamente o que me faltava!
Funfou…
Tive a exata noção de que ela sabia desde o início que essa historinha de “tadinho do corno” iria terminar assim, com a gente fodendo pela casa toda. Comi a Perigosona de quatro no chão da cozinha, seu bocetão era quente e úmido, se acomodava como uma luva no pau. Fodi em pé no banheiro, ela escorada na bancada enquanto eu metia e chupava os peitos deliciosos de auréolas pequenas e biquinhos empinados.
Depois meti de ladinho, lá no sofá onde tomei mordida no pau, coloquei o trem na portinha de trás, ela riu e disse que tava liberado, que era pra fazer com jeitinho que iria entrar tudo - e entrou mesmo.
Era um cuzinho apertado, meu pau atolava como se fosse engolido por aquele brioco, eu quis alargar um pouco mais e terminei com ela gritando mil baixarias, eu agarrando os peitos e queimando com força a rosca dela por trás, estava uma loucura, a mina era quente, gostosa, safada, uma maravilha, a melhor trepada que eu já tinha dado!
Logo em seguida, no quarto da irmã do Perigo, sobre a mesma cama onde um dia apanhei, segurei no ar suas pernas com a garota deitada de costas e voltei a comer o maior bocetão que já vira! Que delícia de boceta era aquela, gordinha, grandona, beiçuda e toda babadona!
Depois de foder a Perigosona, a bicha estava mansinha, toda manhosa, rindo pra mim. Gozei com aquela cena. E ela ainda disse que, quando eu me sentisse meio pra baixo, podia procurá-la que ela levantaria minha moral - e o meu pau!
Daí, já ia voltando pra casa todo feliz, quando passei na frente da porta do Maluco. Saiu de lá sua irmã mais velha, a Maluca. Já tinha tentado comer essa garota, mas não deu em nada, ou quase isso, porque por duas vezes ela fez que ia me deixar chupar sua xoxota e terminou mijando na minha cara.
Ela também veio com aquela conversa de “pobrezinho” pra cima de mim, dizendo que eu devia partir pra outra, quem sabe uma garota menos assanhada, menos rodada, que nunca tivesse feito uma suruba, assim como… ela!
Fundou de novo…
No sofá da sala do Maluco, comi à vontade a boceta da garota que, apesar de ser feia, tinha o corpo mais tesudo de todo o bairro. Quando ela ficou de quatro no sofá e disse que queria no tobinha, tive lá minhas reticências, confesso. Isso de cu de maluca me trazia más recordações, a irmã mais nova dela foi justamente quem tinha peidado na minha cara.
Mas tá bem, eu já era corno e não havia nada pior que isso, nem breada. Enchi o peito de coragem e engatei o pau à seco lá atrás dela, meti tudo de uma vez até o fundo, doeu até em mim. A garota deu um grito, mas quando já estava com tudo entalado, pediu para eu tirar e repetir a enterrada.
Desta vez vim devagar, terminando de romper aquelas preguinhas safadas, entrei fundo e passei a bombar duro, agora puxando seu cabelo com força. Ela arfou e resfolegou arqueando a coluna, mas em seguida pediu para eu dar tapas na bunda também.
Botei ela de frente, meti na boceta já toda molhada, agarrei pelo pescoço dando tapa na cara, ela pareceu contrariada, achei que estava funcionando, acelerei mais ainda, mas daí ela pediu para eu repetir, mas com o pau enfiado na rosquinha de novo.
Caramba, quanto mais eu maltratava, mais ela estava gostando! Voltei a comer seu cuzinho e pensei que aquilo era a coisa mais deliciosa que tinha, melhor até do que boceta!
Fodi tanto o traseiro da Maluca que ela terminou tendo um squirt e molhando tudo em volta - e eu que achava que aquilo de squirt era só conversa fiada dela pra me sacanear…
Caraco, só numa tarde, me vinguei de duas das minhas maiores algozes!!! E ainda tinha as irmãs mais novas dos meus amigos pela frente…
Sinceramente? Ser corno foi a melhor coisa que já me aconteceu, não importava o que falassem, nem a zoação que tinha de ouvir, tinha uma fila de garotas querendo me consolar e não podia deixar aquela oportunidade escapar!
Quando encontrei a irmã do Atentado de novo, minha musa me pediu desculpas por ter feito suruba, jurou que aquilo nunca mais ia acontecer, implorou para não terminarmos o namoro e prometeu outra vez que ia dar pra mim.
Mas agora eu tinha uma perspectiva diferente das coisas…
Respondi que tava de boa, que a gente podia seguir fingindo que namorava e deixar pra depois aquela cláusula da trepada, mas que tinha uma condição: ela não podia parar de fazer suruba com outros caras, não agora, pois eu queria muito continuar sendo corno!
FIM
