Minha esposa e eu estávamos de bobeira em casa. Nossos filhos tinha ido para casa dos avós.
Saímos durante o dia e resolvemos curtir um filme em casa. Jantamos uma pizza, bebemos um pouco de vinho e começamos a ficar alegrinhos. Estava muito calor, eu estava de bermuda, ela de calcinha e camiseta.
Tínhamos dois dadinhos eróticos, que eu havia dado de presente a ela, mas que nunca havíamos jogado. Eu me lembrei deles e fui buscar. Começamos a jogá-los, apenas para ver as combinações: sexo na mesa, de quatro, anal, masturbar o parceiro. Para dar mais clima, busquei o baralho e coloquei um filme erótico no DVD. A regra era quem ganhasse jogaria os dados e que perdesse teria que aceitar de fazer o resultado.
Sentamos no chão, ela cruzou as pernas, deixando sua boceta aberta coberta pela calcinha. Enquanto nos insinuávamos, tentávamos manter a atenção no jogo.
De repente ela bateu, virando todas as cartas na mesa. Rimos. Então ela pegou os dados, fechou as duas mãos, balançou e lançou os dados no tapete. Os lados que ficaram para cima foram: vestir calcinha fio dental e no outro dado fazer sexo oral no companheiro. Como foi ela quem ganhou, portanto esse sorteio era para mim.
Minha esposa riu já influenciada pelo vinho, e perguntou se eu teria coragem de vestir uma calcinha dela. Eu falei que nunca tinha pensado naquilo, mas como eu tinha perdido o jogo, teria que seguir as regras, a não ser que ela me absolvesse.
Ela também disse que nunca tinha pensado nisso, mas que ficou curiosa e que eu teria que pagar a aposta. Foi até o quarto e buscou uma calcinha muito cavada, preta. Eu falei se ela tinha certeza, mas ela foi enfática: sim.
Então tirei minha cueca e fui experimentando a experiência de vestir uma calcinha fio dental. No primeiro momento me senti ridículo, mas confesso que conforme a calcinha ia se acomodando na minha bunda, eu sentia uma sensação gostosa, que já estava virando tesão. Minha esposa percebeu, pois meu pau endureceu.
- Tá gostando, né safado? Ela falou, se divertindo.
Como a calcinha era muito pequena, fica impossível conseguir guardar meu pau e meu saco dentro daquele minúsculo tecido. Então ela tirou meu pau para o lado, deixando-o de fora. Eu fiquei com a calcinha toda socada na bunda, roçando meu cu.
Agarrei minha esposa, sentei ela no sofá, e chupei loucamente sua boceta, socando língua e dedo. Rapidamente ela gozou. Fui para cima, soquei meu pau de uma vez e em poucas estocadas gozei abundantemente. Eu tremia de tão forte foi a ejaculação.
Nos beijamos apaixonadamente e deitamos abraçados, curtindo aquele momento inesquecível e que repetiremos muitas vezes. E não tirei a calcinha.