DIÁRIO SEXUAL DA MôNIQUE _ PARTE 9
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Olá galera, navegando pela internet encontrei esse site maravilhoso e resolvi abrir para vocês o meu diário secreto onde relato as minhas experiências sexual.
O que eu vou contar para vocês faz parte das minhas confissões mais íntimas:
♥ AZUL É A COR MAIS QUENTE!
😈 INTRODUÇÃO:
Querido diário,
Para quem ainda não me conhece, meu nome é Monique. Tenho 20 anos, 1,72 m de altura e peso 60 kg. Meus cabelos castanho-escuros, quase na cintura, ganham um toque especial com as mechas loiras, que os deixam ainda mais chamativos. Sempre brinco que sou uma "magra falsa": tenho seios médios, uma cintura fina e um bumbum que não passa despercebido.
Hoje, vou contar para vocês como um beijo de língua entre duas meninas arteiras acabou levando a algo bem mais intenso.
Era quase seis da manhã, e eu ainda estava na cama, tentando me convencer de que era dia de aula na universidade. Foi então que minha melhor amiga, Parícia, que divido um apartamento na zona sul do Rio de Janeiro a alguns meses me obrigou a levantar. Já não suportava mais viver sob o mesmo teto que meu padrasto, que insistia em me assediar.
__ Monique, Monique! Acorda dorminhoca, vamos perder a aula!
Acordei com a Paty, me puxando pelos braços.
__ Poxa amiga, não está vendo que eu ainda estou dormindo, por favor Patrícia, estou morta de cansada!
Escondi o rosto embaixo do travesseiro na esperança dela me deixar dormir mais um pouco.
__ Vamos amiga, acorda logo, nós vamos perder a primeira aula.
Patrícia continuava á insistir, só que agora de uma maneira impossível de não acordar, começou a pular em cima da cama, rindo.
__ Por favor amiga, estou com muito sono.
Eu implorava por mais alguns minutos de sono.
__ Acorda Monique! Isso que dá ficar de papo furado a noite toda com a Fê. Queria ter a cebeça assim igual a tua, nem ai pra nada;
Patrícia continuava a me sacodir e fazer cosquinhas no meu corpo.
__ Tá bom amiga, você pediu por isso!
Agarrei a Paty pela cintura, comecei a fazer cócegas nela e depois a enforca-la com as duas mãos. Ela ria muito e fazia o mesmo comigo. Eu tinha um carinho um amor uma loucura por essa garota, pensei olhando para ela que já me puxava para fora da cama. Finjo que não gosto de ir para faculdade, mas quando junto com minha casca de bala só falto mijar de tanto rir.
Sexta-feira era sempre o pior dia. Farmacologia me esgotava. Estou no terceiro ano de Medicina, e já conto os dias para terminar o curso.
Fernanda, nossa amiga de Florianópolis, estava hospedada no nosso apartamento por alguns dias. Conhecemo-nos durante o Carnaval em Diamantina, e desde então, o contato nunca esfriou. Carinhosamente chamada de Fê ou Nanda, ela se preparava para o Enem, sonhando em estudar no Rio de Janeiro. Enquanto isso, aproveitávamos suas noites livres para explorar a cidade juntas. Éramos um trio impossível de ignorar: eu, a morena de 20 anos; Paty, a loirinha de 21; e Fê, a ruiva de 24, que com seu 1,75 m de pura elegância e sensualidade. Seus 68 kg, perfeitamente distribuídos, desenhavam um corpo que roubava olhares e despertava desejos por onde passávamos. Mas havia algo mais. Algo que crescia entre nós duas. A conexão era intensa, pulsante, como uma corrente elétrica silenciosa, insinuando-se nos olhares demorados, nos toques casuais que se prolongavam um segundo a mais do que o necessário.
A cada instante, tornava-se impossível ignorar o desejo que se insinuava, latente, aguardando o momento certo para explodir.
— Desculpa, amiga, vamos perder a primeira aula… e a culpa é toda minha.
— Eu já sabia que você não funciona bem de manhã. Mas me conta… tá rolando alguma coisa entre você e a Fê?
— Ah, amiga… ontem a gente ficou até tarde conversando e, de repente, nos beijamos. Foi inevitável, uma lembrança do carnaval em Diamantina. Amiga, que beijo! Daqueles de tirar o fôlego… não faço ideia de quem tomou a iniciativa, só sei que foi bom demais. Mas é estranho… eu tô namorando, adoro quando o Marcelo me pega de jeito, mas, se essa tensão com a Fê continuar assim… sei não!
Enquanto conversava com Paty, fui me vestindo. Escolhi um shortinho jeans desbotado, uma calcinha branca estampada com coqueiros, uma blusinha soltinha e finalizei com meu tênis da Nike. Fomos para a cozinha.
Fernanda estava sentada à mesa, tomando café. Uma das pernas dobradas, o pé apoiado na cadeira, revelando um vislumbre da calcinha. Como sempre, linda. Suas pernas bem torneadas se destacavam, e aquele corpo… um mulherão. Cabelos na altura dos ombros com mechas azuis, pele clara salpicada de sardas, bumbum empinado e redondinho. Os seios firmes e pontiagudos pareciam desafiar o tecido do sutiã.
Às vezes, tinha a impressão de que ela me devorava com os olhos. E, cada vez que isso acontecia, meu corpo reagia antes mesmo que eu pudesse entender.
Cheguei na faculdade e a primeira aula já tinha começado. O jeito foi esperar a próxima. Ninguém é de ferro, chego com sono, saio com sono, durmo com sono e acordo com mais sono ainda.
Fui para a biblioteca tentar ler algo, mas as palavras no livro à minha frente pareciam estar em outra língua. Meus pensamentos estavam longe, vagando para um certo par de olhos brilhantes e mechas azuis no cabelo misturadas às sardas daquela garota.
Tão perdida na minha própria mente, não percebi quando Marcelo, meu namorado, sentou-se ao meu lado, a expressão fechada.
— Bom dia. Esqueceu que combinamos de nos encontrar ontem?
O tom seco me fez estremecer. Quando você é paranoica e ele diz só "bom dia" em vez de "bom dia, minha princesa", tudo parece errado.
Sorri, olhando para ele. Ou melhor, para os lábios dele. Mas Marcelo continuou:
— Gata, o que tá acontecendo? Perdeu o encanto?
Dessa vez, olhei direto nos olhos dele.
— Amor, você sabe que sou viciada em ficar sozinha, sumir do nada e curtir minha paz. Se eu te incluí na minha rotina, pode ter certeza de que me importo com você. Sei que devia ter avisado. Desculpa, amor.
Marcelo abriu aquele sorriso lindo. Sabia que eu o tinha desarmado.
— Que tal eu te compensar depois da aula?
Vi nos olhos dele que era exatamente o que queria ouvir.
— Se for com aquele carinho... saindo e entrando, indo e voltando dentro de você, eu aceito.
— Hum, delícia...
Marcelo riu, mordendo os lábios.
— Você sabe me deixar com a pica dura. Te espero na saída. Tô morrendo de saudade das nossas trepadas.
Fiquei alguns segundos só admirando ele. Marcelo, 25 anos, olhos verdes, corpo perfeito. Nosso relacionamento já durava quatro meses, sem cobranças, sem promessas, sem amarras. Apenas prazer, diversão e a certeza de que o sexo entre a gente era incrível.
— Pode deixar, Marcelo... Vamos matar essa saudade.
Respondi com um sorriso. Ele ficou com aquela carinha de feliz que eu conhecia tão bem. Sorri novamente quando se aproximou e me deu um beijo leve nos lábios. Olhei o relógio: já estava na hora da próxima aula. Enquanto Marcelo se afastava com um aceno, entrei na sala, justo quando o professor começava a falar.
Assim que terminou a última aula, corri para o estacionamento da universidade, enfrentando chuva e vento. Marcelo já me esperava perto do carro, abrigado sob uma marquise.
— Amor, vamos sair logo daqui. Tá chovendo demais. Vamos pra sua casa? — ele disse, impaciente.
— Minha casa não dá, Marcelo. Esqueceu que a Fernanda tá lá esses dias? Vamos deixar pra mais tarde… de noite a gente pode ir pra um lugar legal, tipo um motel.
Ele respirou fundo, visivelmente frustrado, mas concordou. Levei-o até seu prédio. Como de costume, entrei com o carro na garagem. Sempre roubávamos mais alguns minutos juntos ali.
Marcelo estava visivelmente excitado, queria transar. Eu hesitei, apesar da vontade, mas bastou ele me beijar e deslizar a mão entre minhas pernas para me derreter. Seus dedos sentiram a umidade já presente na minha calcinha, e meu corpo reagiu com arrepios que subiam até a nuca.
O abracei, deslizando minha mão sobre sua calça, onde sua ereção se destacava, firme e quente. Ele tirou a camisa molhada e eu cobri seu peito com beijos, saboreando sua pele quente em contraste com o frio da chuva. Marcelo abriu o zíper da calça e deixou sua rola escapar, já pulsando de tesão. Me inclinei e a abocanhei por inteiro, chupando com vontade, sentindo o gosto dele na minha boca. Nada como uma boa chupada para acalmar um homem estressado.
Marcelo reclinou o banco do carro no mesmo instante em que eu tirava o short. Me posicionei por cima dele, afastando a calcinha de lado e sentando devagar, sentindo é roçando no pau quente e grosso do meu namorado. Esfreguei minha xoxota, provocando, brincando com nossos corpos até ele gemer baixinho, implorando para deixar enfiar tudo dentro de uma só vez.
Sem piedade, desci com força. A sensação dele me preenchendo inteira, quente e pulsante, era indescritível. Ele se aproximou, colando os lábios no meu ouvido e sussurrando palavras que me faziam perder o juízo: “putinha… safada… cachorra.” A chuva caía forte lá fora, encharcando meu corpo, mas o calor que queimava entre nós era muito mais intenso.
Marcelo me segurava firme pela cintura, metendo com vontade enquanto eu rebolava, sentindo cada estocada ecoar dentro de mim. Os vidros do carro logo ficaram embaçados, nossa respiração ofegante e os gemidos abafados criando um clima de puro desejo. Eu provocava de propósito, gemendo mais alto do que devia, só pra ele reagir, me calando com tapas e puxões, do jeito que eu gostava.
O ápice chegou de repente, como uma explosão. Senti seu pau pulsando dentro de mim, jorrando quente, forte. Gozei junto, apertando a buceta com força em volta dele, enquanto o mundo ao nosso redor parecia sumir, até que o vigia do prédio bateu no vidro, nos trazendo de volta à realidade. Com cara fechada, avisou que ali era um prédio de família, não motel.
Ainda com a pele molhada pela chuva e a xoxota melada, vesti o short apressada. Subimos para o apartamento e, como se nada tivesse acontecido, conversei brevemente com minha sogra antes de me trancar no banheiro para trocar a roupa e tomar uma ducha. Meu corpo ainda tremia, mas não era só do gozo.
Eu detesto ser interrompida no banho, mas o celular começou a vibrar no chão do banheiro. Era uma mensagem da Fernanda. Me enrolei na toalha e fui ler. A cada frase, meu coração disparava. Ela mandou vários nudes e eu, sem poder abrir direito, já me contorcia de vontade. Fernanda sabia me deixar maluca.
— Tá colocando muito coraçãozinho nos meus stories... tá querendo dor de cabeça com esses nudes, é?
— Tive um sonho maravilhoso com você, flor. Te beijava na sua cama... até quando vai fugir de mim? De você? De nós duas? Olha só o que você faz comigo...
Já estava abrindo o vídeo com o nude dela quando o celular vibrou de novo. Outra mensagem.
— Eu quero você. Hoje a gente vai foder bem gostoso, delícia. Vou te obrigar a trair seu namorado e lembrar dos dias perfeitos que passamos juntas em Diamantina.
Sorri, aquele sorriso que escapa quando o corpo sente antes da mente entender. Isso não podia estar acontecendo... e mesmo assim, meus dedos já estavam digitando:
— Você tá me querendo, né? Tá doida pra me pegar... Ontem me deixou toda molhadinha. E essas fotos? Essa coisa grande e dura de sex shop jogada na minha cama, no meio dos meus livros? Tá me provocando, né?
— Você é terrível, vida. Já cansei de dormir com o travesseiro entre as pernas. Quando vai ser com você?
O vídeo que veio junto com a mensagem foi, no mínimo, perturbador, como tudo o que ela fazia. Fernanda estava no meu quarto, deitada na minha cama, agarrada ao meu travesseiro como se fosse uma extensão do seu corpo. Rolava de um lado para o outro, em êxtase. Seus olhos fixos na câmera, um sorriso lindo e provocante nos lábios. Nada nela parecia inocente. Ela estava completamente entregue, louca de desejo, se divertindo com um pênis de borracha que deslizava pela boca de forma obscena.
Não sei quanto tempo fiquei assistindo aquele vídeo. Por instantes, perdi a noção de onde estava. Vesti a saia jeans e a blusinha que costumo deixar na casa do Marcelo, peguei minha bolsa e saí apressada, sem sequer me despedir da mãe dele.
Dirigi como nunca, com o coração disparado. Ao abrir a porta do meu quarto, congelei. Fernanda estava ali. Me fez molhar a calcinha no mesmo instante. Quase nua, usava apenas uma microcalcinha branca e uma blusa transparente que mal se sustentava sobre seu corpo.
— Eu sabia que você viria, meu tesão. Estava te esperando, gata — disse ela com aquele sorriso que desarma qualquer um.
Mas eu mal conseguia ouvir. Ela se aproximou, passou o braço pela minha cintura e fechou a porta atrás de nós.
— O que você faria se eu te beijasse, Monique? — sussurrou, sua boca tão próxima da minha que eu sentia sua respiração, doce, com um leve cheiro de álcool.
Ela me perguntou com a boca tão próxima a minha que dava pra sentir sua respiração e o cheiro doce de álcool. Aproximou mais um pouco e colocou a mão na minha nuca, acariciando devagar, roçando os lábios pelo meu rosto, chegando perto dos meus lábios sem me beijar, apenas me provocando, me deixando arrepiada, louca mesma. Fechei os olhos e esperei, desejei que ela me beijasse.
Fernanda agarrou meus cabelos me forçando a abrir os olhos. Ela queria uma resposta e eu só tinha uma resposta a dar.
Puxei-a pela nuca e colei minha boca na dela, que fez meu coração bater feito louca, afastei-me um pouco, e nossos olhares se encontraram e o que eu vi naqueles olhos amendoados me fez perder o resto de juízo que ainda me restava. Queria me entregar aquela mulher hipnotizante, mergulhar sem restrições na atração incontrolável que ela exercia.
Fernanda me beijou. Um beijo longo, atordoante, derrubou todas as minhas defesas.
Um beijo intenso, senti lá dentro nascer esse amor azul, que logo me fez acender e sentir o meu sexo arder de desejo. Fê me abraçou, roçando os seus seios nus, numa caricia, num ímpeto ela arrancou minha blusa e voltou a colar o corpo no meu, me fazendo gemer.
Então acabou toda a delicadeza. E a última pontinha de consciência que me restava acabou quando esvaziamos a garrafa de champanhe sobre nossos corpos. Arranquei minha saia, e a empurrei até ela se deitar na cama.
Enfiei a perna entre as dela, abrindo-as lentamente, pressionando o joelho contra sua xoxota de uma forma absolutamente provocante. Márcia soltou um gemido, colei a boca num dos seios, chupando e lambendo com voracidade. Os gemidos da Fê eram aveludados, quase ronronados. Ela começou a mexer deliciosamente embaixo de mim, me deixando enlouquecida. Ofegava e gemia em meu ouvido, mordiscando minha orelha, se esfregando com volúpia, dizendo coisas que me levou a um estado de excitação quase insuportável. Fernanda abriu sua blusa e exibiu seus peitinhos deitada na cama. A ninfeta de pele clarinha afastou com os dedos a calcinha e revelou em vários ângulos sua xoxota rosadinha, apertada e raspadinha. Enfiei a mão dentro da calcinha dela, me deleitando ao sentir o quanto Márcia estava com a racha molhada.
__ Tira minha calcinha com os dentes Monique (pediu entre gemidos). Tira!
Praticamente arranquei a calcinha dela. Era a primeira vez que a via assim, completamente nua. Linda, tão linda que chegava a doer. Me deitei no meio das pernas dela, a boca colada em sua vagina, lambendo e chupando, querendo devorar aquela mulher.
Eu desconhecia essa força que me impelia a me entregar à tempestade de sensações que dominava todos os meus sentidos. A única coisa que importava era corresponder Fê na mesma medida.
Fernanda me apertou com força pelos cabelos, me sufocando, obrigando a sugar sua vontade, seu ser, sua alma. Estava tão excitada que já não pensava direito, apenas seguia a enorme vontade de dar e receber prazer. Essa mulher me deixava num transe de loucura. Ela era incrivelmente sexy, linda, intensa, total e deliciosamente irresistível.
__ Monique, sonhei tanto com isso. Eu quero você! Quero te sentir! Quero amar você!
Ela sussurrava no meu ouvido sem parar de me beijar. Estávamos tão perdidas uma na outra que não percebemos que estávamos sendo observadas nuas transando.
__ Já desconfiava que tinha alguma coisa errada com você! É disso que você gosta, não sua puta?
Era o meu namorado na porta do quarto cheio de ódio no olhos. Marcelo avançou na nossa direção e praticamente me arrancou dos braços da Fê, começando a gritar.
__ Prefere se esfregar com uma puta, chupar xoxota, colar velcro, duas boazudas piranhas fazendo sexo quente, que maravilha!
__ Cala a boca Marcelo! Vê bem o que você está dizendo!
Eu devo ter falado isso com muita raiva porque por alguns segundo Marcelo tinha se calado e nos olhava como se estivesse nos vendo pela primeira vez. Fernanda continuava sem dizer nada, eu estava certa do que eu queria, e não era o Marcelo e sim aquela ruiva linda que estava atrás de mim.
__ É isso mesmo Marcelo, e dela que eu gosto, é ela que eu quero! E seria ótimo se você saísse agora dessa casa!
Por um momento pensei que ele fosse me agredir, porque deu uns passos em minha direção, mas parou quando a Fernanda tomou a frente e ficou entre mim e ele.
__ Faça o que quiser, vá em frente, não vou mais te segurar. Só te peço, para não se iludir com essa vagabunda.
__ Você me chamou de vagabunda, bonitinho? Chifre é igual a anemia só tem quem não come direito. Vacilão, tua ex é uma delícia!
Marcelo saiu do quarto, ouvimos a porta da frente bater, ele tinha ido embora.
Fernanda parada na minha frente nua e eu pensando no que tinha acabado de acontecer, no que tinha dito e nas últimas palavras dele.
Vendo-a ali tudo estava mais claro ainda. SERÁ QUE EU ESTAVA APAIXONADA POR ELA? E isso me deu certo medo, uma insegurança por não saber ao certo o que iria acontecer a partir daquele momento. Senti a mão dela tocando o meu rosto quando meus olhos se encheram de lágrimas.
__ Você está bem Monique, vai atrás dele, mas mostra que você não está abalada, levanta a cabeça e diga que não está mais apaixonada ou se está fala que tudo aconteceu derrepente e você perdeu o controle;
__ Estou bem sim Fê;
Respondi me afastando um pouco.
__ Te criei um problemão, não é?
Ela falou mais pra ela do que pra mim.
__ Eu não queria que fosse desse jeito. Quer dizer, eu queria muito que acontecesse, mas não queria que o meu namorado descobrisse assim.
__ Minha linda ele é um chato, fala para ele que ele tem pinto pequeno e não pode te satisfazer!
Nós abraçamos forte e começamos a rir. Fê rodou a chave, trancando a porta. O movimento fez nossos corpos se tocarem por inteiro. Olhei para aqueles olhos claros, que se tornaram duas chamas suplicantes, trêmulas de antecipação e desejo. E com uma lentidão torturante, Fê me beijou de leve.
Meu Deus! Que loucura! Quando as mãos dela me tocaram entre as coxas, estremeci...! Gemi...! Ela arrancou minha calcinha, se deliciando ao sentir o tecido completamente molhado. Segurei-a pelos cabelos, fazendo-a descer a boca.
Fernanda foi lambendo e chupando cada pedacinho de pele que encontrava pelo caminho, descendo a boca pelo meu ventre, os cabelos ruivos se espalhando sobre o meu corpo, causando pequenos tremores. Lambeu minhas coxas, gemi com vontade...! O toque foi se tornando mais intenso. Os gemidos cada vez mais desesperados.
Quando encostou os lábios na minha buceta, gemi alto, a boca da Fernanda era uma tortura. Passava a língua devagar, depois com força, me fazendo gemer cada vez mais gostoso. E quando sentiu que eu estava perto do gozo aumentou o ritmo da língua, me penetrando com o dedo mais fundo e com mais força. Fernanda alternava as chupadas e as dedadas entre a vulva e o ânus, e eu quase urrando, ia movimentando suavemente os quadris.
__ Goza pra mim... Goza tesão!
O efeito das palavras foi imediato. O meu corpo estremeceu, e eu gozei demoradamente na boca dela, gemendo alto.
Fernanda se deitou em cima de mim novamente e me beijou com um sorriso satisfeito nos lábios.
__ Como você é um tesãozinho! MINHA GOSTOSA!
Troquei de posição com ela, assumindo o controle da ativa. Peguei um travesseiro coloquei embaixo da cintura dela deixando inclinada e com o bumbum mais alto, abri suas pernas com o joelho e pedi para arrebitar á bundinha e abrir com as mãos. Daí, eu me ajoelhei, me abaixei e dei uma puta chupada no cuzinho dela. Fê tremeu sentindo minha língua entrando. Logo meus dedos a penetraram, entrando, saindo e fazendo a Fê mexer os quadris no ritmo do intenso vai e vem. Quando via que ela estava quase gozando, parava, não deixava, tirava os dedos e depois voltava a enfiar juntamente com chupadas e mordiscando bem de levinho o grelinho, só pra ela sentir meus dentes arranhando, devagar, sem pressa, fazendo-a implorar.
__ Aí, Moh, não me tortura assim... Me deixa gozar...
O jeitinho com que ela sussurrou, me fez esquecer que poderia prolongar mais, brincar mais. Senti o cheiro do sexo de Fê e não resisti. Lambi, suguei, mordi aquele clítoris duro de tesão. Provei o gosto da Fernanda que era doce e salgado. Fazer ela gozar só com a lingua tem que ser braba mesma.
Fê gemeu alto quando finalmente sentiu todos os cinco dedos dentro dela. Fechou os olhos e acompanhou o delicioso movimento de vai e vem.
__ Goza linda... Goza gostoso... Goza...
Com uma rapidez impressionante, Fê virou o corpo, deitamo-nos ao contrário e colamos nossos velcros. Fernanda me tocou acariciando minha xoxota com a dela. Cada vez mais e mais rápidas nos movimentos, ofegantes e com gemidos que aumentava conforme os corpos aceleravam o ritmo. Pulsamos juntas, ardendo, febris de amor e desejo uma pela outra.
Chegamos ao orgasmo quase que simultaneamente. Sentimos o gozo uma da outra em nossas vaginas quentes, melando nossos poucos pentelhos.
Demorei alguuns minutos para recuperar as forças e abrir os olhos. Quando o fiz, Fê estava deitada em cima de mim. Os corpos colados, ela me olhando com um sorriso lindo, acariciei seu rosto corado e ela entre um beijo e outro sussurrou no meu ouvido: "Se eu soubesse que seria ainda melhor do que a primeira vez que transamos, já tinha te procurado antes, te amo!
Suadas, felizes e com cara de arteiras, fomos para o banheiro, provar novamente as delícias de cada uma, dessa vez na banheira com alguns brinquedinhos que Fê havia comprado no sexy shop. Aproveitamos e fizemos amor a noite inteira, até ficarmos exaustas. Paty tinha ido dormir na casa do namorado então adormecemos uma nos braços da outra, sentindo uma grande sensação de paz.
Com o cancelamento das provas do Enem, Fernanda decidiu voltar para Florianópolis. Antes de ir, deixou uma mensagem que dizia: "Queria tanto que você fizesse parte da minha loucura, que a gente se assumisse, que eu fosse à sua casa todo final de semana, que viajássemos juntas e eu estivesse em todos os almoços de família na sua casa. Queria tanto, tanto."
Continuamos nos falando pelo Instagram e WhatsApp, e sempre recebo vídeos dela, que me deixam com uma saudade enorme. Ela é a garota que eu sempre sonhei, a minha idealizada, de coração azul.
♥
FIM
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BEIJOS
M😈h Lyndinha ♥