Como diz a música de Cidade Negra
Todo mundo espera alguma coisa
De um sábado à noite
Bem no fundo todo mundo
Quer zoar
Todo mundo sonha em ter
Uma vida boa
Sábado à noite
Tudo pode mudar...
Num sábado desses estava querendo algo diferente. Estava muito caseira. O que fazer? Para quem ligar? Pensando nisso o celular toca. Era o marido da minha colega. Oxe! Estranho ele não era de me ligar, atendi.
- Alô! – disse
- Alô! O que fazes essa noite?
- Por que me fazes essa pergunta?
- Não me diga que ficará sábado a noite assistindo filmes?
Eu bem sabia que ele era descarado. Se quiser algo comigo não ia rolar, pois marido de colega minha para mim é mulher.
Perguntei logo pela esposa. Brincalhão como sempre.
Continuou...
Você não sabe o que aconteceu? Maria (a esposa dele) me viu com outra mulher na praia e ai não quer me ver mais. Foi para a casa da mãe.
Disse:
-Não me diga. Você um cara experiente deixou isso acontecer?
Ele falou:
- É brincadeira ela está aqui. Veja bem estamos querendo ir para a cidade tal (próxima a nossa) onde ta Rolando uma festinha com a Banda Paixão Cigana. Já ouviu falar?
- Já.
- Tem um amigo nosso que não quer chegar sozinho na festa e precisa de uma parceira para dançar. Você aceita fazer companhia a ele?
Sem eu nem responder ele continuou...
-Passo ai daqui a alguns minutos para pegá-la. OK?
Pensei: não tenho nada a perder o rapaz que encontrava estava namorando.
Respondi:
-Ok. Pode passar daqui a 30 minutos.
Fui me arrumar. Tomei um banho. Vesti uma blusa preta costas nuas, um bermudão e uma sapatilha. Maquiei-me e pus os detalhes (brincos, pulseira, relógio, perfume entre outros).
Dentro dos minutos previstos a buzina do carro toca. Abro a porta e para minha surpresa o rapaz veio com ele.
Entrei no carro cumprimentei-os. Apresentamo-nos. E pelo perfil do rapaz me interessei. Cor clara, olhos verdes, cabelo liso, um pouco forte, mais novo do que eu um pouco.
Fomos buscar Maria.
Chegando à casa resolvemos ir para um restaurante, pois segundo Cesar a cidade que rolava a festa tinha faltado luz.
Chegamos ao restaurante e pedimos uma bebida para animar a noite e algo para comer. Cesár falou comigo:
- Quero ouvir sua voz hoje, viu.
Ele sentou junto a esposa e eu junto ao rapaz. Conversamos informalmente sobre várias coisas. Foi um bate papo interessante. O perfume do rapaz era muito gostoso e me atraia. Trocamos olhares.
Conversa vai, conversa vem. Quis ir ao toalete. E Maria também. Pedi licença e fomos juntas. Na porta do toalete ela me pergunta e ai? Gostou do cara? Se fosse eu ficaria com ele. Dei um sorriso como resposta.
Voltamos a mesa e Cesar falou:
- O Garçom teve aqui trazendo a conta e dissemos que as donas do dinheiro foram ao toalete - Mais uma de suas brincadeiras.
Demoramos mais um pouco até que eles sinalizaram que era melhor irmos para casa. Passamos num bar antes para pegar bebidas e tira-gosto.
Assim que chegamos ao carro não sei quem começou ao certo. Nos beijamos intensamente. Não queríamos desgrudar. Até que Cesar falou:
- A noite será bem quente.
Até chegar a casa nos beijamos e trocamos carícias.
Chegamos a casa deles. Bebemos, conversamos, assistimos vídeos engraçados, damos risadas, e o rapaz me abraçando. Creio que eles perceberam o clima e anunciaram que iria para o quarto dormir. Ficamos no sofá da sala sozinho. Assim que saíram não paramos de nos beijar e trocar carícias. Era muito gostoso aquele momento juntos.
Percebi que seu membro já estava tão rígido que parecia romper a calça jeans. Ele passou as mãos no meu seio enquanto me beijara. Levantou e me puxou pela mão para irmos para o quarto. Tiramos a roupa um do outro. Chupamo-nos intensamente até que senti seus pênis me introduzi. Um pênis muito grosso e médio. Soltava gemidos baixos porque o quarto era vizinho do deles. Sentimos cobertores que foram jogados por eles em cima da cama. Soltamos risos. Eles perceberam os movimentos.
Dávamos arranhões e apertos de leves nas costas. Ele não guentou muito e gozou. Eu queria mais. Esperaria ele se recompor para fazermos novamente, mas após a transa trocamos carícias até que adormecemos.
No outro dia acordamos cedo e atraídos fizemos mais uma vez. Mais íntimo confesso que foi muito mais gostoso. Levantamos e tomamos banho juntos e nos arrumamos para o café que eles chamaram.
Durante o café ele ficou me admirando e Cesar falou:
- O que é que esse cara tem não tira os olhos de você.
Achei engraçado.
- Bom Wellington quer conhecer a praia mais atrativo da nossa cidade e ele irá te convidar para ir. Não é? – olhando para ele.
Arrumamos-nos para ir para praia. Passei em casa para pegar algumas coisas e fomos. Na entrada da praia para que ele não pagasse disse que era meu marido.
Foi um domingo maravilhoso. Andávamos pela praia de mãos dadas, abraçados. Parecíamos que já estávamos a um tempo juntos. Tiramos fotos da paisagem e de nos dois desde o barco.
Percebi que Maria trocava olhares para ele e algumas insinuações, mas ele não correspondia. Continuava a me abraçar e me querer.
Curtimos de montão a praia. Voltando para a casa passamos em um supermercado e compramos churrasco e bebidas.
Comemos e bebemos e me deu um sono habitual da tarde de domingo. Eles perceberam e disponibilizaram o quarto novamente. Fui deitar e em poucos instantes senti Wellington atrás de mim. Beijava o meu pescoço, e fazia carinho. Virei-me para ele e começamos a nos beijar novamente e transar.
Ele olhou para mim e disse:
- Não sei o que acontece quando faço com você eu não consigo segurar a ejaculação por muito tempo.
Ele ia viajar naquele dia a tarde, desistiu. Deixou para o outro dia de manhã.
No domingo transamos quatro vezes.
Despedimo-nos e trocamos o contato do e-mail. Mandei um e-mail para ele sinalizando sua atenção e carinho comigo e agradecendo o final de semana maravilhoso que me proporcionou.
Passou alguns meses e ele me ligou, mas não estava bem para encontrá-lo. Disse que deixasse para a próxima vinda dele.