Meu nome é Daniel e tenho 25 anos. Sou moreno, com 1,85, musculoso e bronzeado. Vou na academia todo dia, e tenho meus músculos distribuidos pelo corpo todo, não apenas pelos meus braços. e perdendo a humildade, sou o sonho de consumo de todas as mulheres. Nas horas vagas sou surfista, e jogo um tenis pra me descontrair também. E tenho um desejo sexual incontrolável diga-se de passagem.
Eu transei já com metade das garotas de minha faculdade, morenas, loiras, ruivas, mulatas, altas, baixas, gordas, magras, lésbicas, bissexuais ou heteros. Sendo mulher e me querendo eu estou pegando. Já tive várias chances de namorar, mas nunca o fiz porque meu sonho de consumo está além de meus desejos e de minha vontade. Minha irmã.
Ana tem 21 anos, loira, cabelo comprido, peitos médios, um bumbum todo levantado, cintura fininha, um olhar de sapeca, e uma carinha de que é uma selvagem na cama. Eu nunca havia dado muita bola para minha irmã até que quando eu tinha 20 anos, eu acabei entrando no banheiro e ela estava tomando banho. Eu vi aquele corpinho lindo todo ensaboando, e vi que ela estava se tocando e que tinha ficado toda sem graça. Desde então jamais consegui tirar Ana da cabeça.
Nos últimos dois anos Ana namorava um cara que eu odiava, e eu ouvia os transando quase todas as vezes em que eles chegavam de festas e aquilo ia me dando um ódio ainda maior. Transava com as meninas da faculdade fantasiando que todas elas eram minha irmã, e seus gemidos vinham em minha cabeça. Me masturbava pensando nela e em meter naquela bucetinha linda. E aquele desejo cada vez ia me consumindo por dentro.
Um dia eu estava vendo televisão e Ana entrou chorando em casa, se trancando no quarto. Aquilo me deixou frustrado e triste, pois eu queria ver minha irmã sempre bem,queria sua maior felicidade. Então decidi tentar conversar com ela, consolá-la. Bati em sua porta e disse:
-Ana, minha querida, o que aconteceu?
-Sai daqui Dani. - foi o que recebi em resposta.
-Ana deixa eu entrar. - falei de volta e então notei que a porta estava aberta. Entrei silenciosamente e Ana nem percebeu. Ela estava deitada na cama, com o rosto no travesseiro, soluçando. Me aproximei dela e me sentei do lado dela, passando a mão pelos seus cabelos. - O que aconteceu maninha?
- O Marcos aquele filho da puta. Tava me traindo com um monte de vagabundo e eu amava aquele canalha. - ela respondeu olhando para mim com aquela cara de tristeza.
-Você não devia dar atenção pro que esses caras fazem Ana. Você merece alguém que te de valor.
-Mas ninguém me da valor Dani, ninguém me quer. Eu sou feia, sou chata, não sou atraente. - Ela falou soluçando.
-Você é tudo isso e muito mais maninha. - Falei passando a mão em seu cabelo, e segurando ela pela cintura, puxando a para mais perto.
- Você só fala isso porque sou sua irmã Dani.
- Não Ana. Eu falo isso porque você é a pessoa mais linda e maravilhosa que eu conheço. - e vi seu rosto corar.
- O que você quer Dani? - ela perguntou timidamente.
-Isto! - E então a beijei e prenchi toda sua boca com a língua. Tentei puxar ela para mais perto, mas ela me empurrou.
-Você está bebado Daniel? Que porra você tá fazendo? - Ela perguntou berrando furiosamente.
-Ana, você é tudo o que sempre quis, você é a pessoa mais linda do mundo. você é quem eu mais desejo. - falei para ela e ela corou. Me aproximei e continuei - sonho com você todos os dias Ana, quero você ao meu lado, me abraçando e me beijando, quero te pegar no colo e te chamar de minha…
-Mas Dani não é certo. - ela falou me interropendo. - Você é lindo. Todas as minhas amigas te querem. Mas não é certo. a gente é irmão Dani.
- Mas a minha vontade de te beijar é maior que qualquer laço de sangue Ana. - falei me aproximando dela, e dessa vez ela não recuou. - Essa sua boca me faz ter os maiores desejos do mundo. - falei, passando-lhe o dedo indicador pelo seu lábio. - Te farei a garota mais feliz do mundo. Nem que seja por uma noite. - E a beijei de novo.
Dessa vez ela não me empurrou. Me beijou tímida no começo, mas foi acelerando o seu beijo. Eu passava lhe a mão pelos cabelos, e puxava a pela cintura cada vez mais perto. Fui a deitando na cama enquanto passava a mão por suas costas, e ela puxava meu cabelo com força sem parar de me beijar. Mordi seu lábio inferior e olhei para ela. Ana estava com um sorriso radiante. Mordi o seu pescoço e ela gemeu gostoso no meu ouvido. Eu iria amá-la aquela noite como jamais havia amado alguém.
Deitei por cima dela, e deixei ela sentir o meu volume crescendo. Sentia a respiração dela ofegante, e então deslizei minha mão pro dentro de sua camisa, tirando a em seguida. Ana estava sem sutiã, então vi aqueles peitos a mostra e aquilo me excitou de vez. Tirei minha blusa, e fiz ela deslizar a mão pelo meu peito enquanto eu massageava seus peitos e lhe segurava com as pernas.
Fui abaixando minha mão, enquanto ela abaixava a dela. Lhe tirei a calça lentamente, e fui descendo minha boca por seu pescoço, chegando em seu peito. Começou a lamber em volta de seus mamilos deixando os cada vez mais durinhos. Roçava meu dente e dava pequenas mordidas em seus seios, enquanto minha mão alisava sua barriga, e a provocava. Ela gemia de prazer enquanto eu chupava seus peitos, então minha mão foi tirando-lhe a calça e massageando sua buceta através da calcinha. Ela estava encharcada.
Aquilo me animou e eu mordi ela com vontade, e ela me arranhou em resposta. Puxei ela para mais perto e a beijei novamente. Dessa vez o beijo foi apaixonante, e aquilo me excitou mais ainda. Meu pau estava quase pulando para fora da calça, então fui descendo minha lingua, enquanto apertava seus seios. Mas dessa vez fui em direção a sua calcinha. Lambi sua barriguinha e então lhe tirei a calcinha com a boca. Senti o cheiro delicioso de sua bucetinha e comecei a lhe tocar, enquanto beijava ao redor dela.
Ela segurava em meu cabelo e me segurava em direção a sua buceta, Abri ela com as duas mãos e comecei a chupa-la. Enfiava a lingua bem fundo em sua bucetinha, mesclando mordidas com chupadas. ela me jogava a cabeça em direção a sua buceta e gemia de prazer. Comecei a masturba-la, enquanto lambia a ao mesmo tempo, mesclando chupadas com dedadas. Ana não aguentou e teve um orgasmo delicioso em minha boca. Chupei todo seu liquido e então a beijei misturando seu esperma e minha saliva, com a sua boca deliciosa. Ela me olhou nos olhos e falou sem pestanejar:
-Me fode Dani. Me fode JÁ!
Sem excitar, abaixei minha calça e minha cueca de uma vez só, deixando os 21 centímetros duros de meu pau saltarem pra fora. Ana olhou com olhos brilhando e falou sorrindo maliciosamente:
-Bem maior que o de Marcos maninho!
Aquilo me excitou e eu deitei por cima dela, roçando meu pau na entrada de sua bucetinha.Ela estava totalmente lubrificada, então comecei a enfiar enquanto ela gemia de prazer. Sua buceta no começo não aceitava o tamanho de meu pau, então lentamente, fui enfiando e tirando a cabecinha até ela entrar fácil. Então comecei a fazer movimentos de ida e volta, e a beijei. Tinha entrado metade de meu pau quando olhei nos olhos dela e estoquei. Ela gemeu e me mordeu o pescoço. senti um filete de sangue escorrer e estoquei de volta em sua buceta.
Comecei a meter mais rápido e ela então comecei a ir contra meus movimentos, fazendo meu pau ir até o fim. Ela gemia de prazer e então tirei meu pau e fiz ela sentar em meu pau. Enquanto ela rebolava e gemia por cima de mim, eu massageava seus peitos, apertando a ponta de seus mamilos, fazendo a delirar de prazer.
Senti que ela estava tendo um outro orgasmo então acelerei os movimentos, e aquilo me endoideceu. Não aguentei mais e tirei meu pau. Meu pau pulsava de tesão. Ana sem nem perguntar abaixou e começou a me chupar. Aquela boca era maravilhosa, e ela conseguia chupar até minhas bolas. Ela chupava me olhando nos olhos, e meu pau pulsava em sua boca. Ela sentindo aquilo lambia ele enquanto me chupava, acelerando os movimentos e sugando com mais força. Meu pau então não conseguindo mais aguentar jorrou o esperma em sua boquinha, e ela chupou todinho. Abriu a boca e engoliu o mesmo em minha frente.
-Te amo Ana - sussurrei em seu ouvido.
-Tbm te amo Dani - ela me respondeu, me beijando em sequência.
Deitei e ela deitou em minha frente. Encaixei minha perna ao redor das suas e a segurei pela cintura. A beijei no pescoço e adormecemos.
Aquela foi a primeira noite de muitas que vieram pela frente.