HISTÓRIA VERDADEIRA
Sempre temos a primeira vez. Estou falando de tirar a roupa num lugar público como uma praia ou uma chácara (RINCÃO, MIRANTE ou RAMANAT).
Eu como estou no segundo casamento tive duas “primeiras vezes”. E vou contar as duas:
A primeira no primeiro casamento foi na praia do Pinho em 1983. Eu tinha 29 anos e a ex 28 anos. E foi sem nenhum estresse! Na verdade começamos a ter uma mente mais aberta ainda no tempo de namoro e noivado que foi muito rápido.
Logo que casamos nossa lua de mel foi uma viagem de Vila Velha – ES para o Rio de Janeiro – RJ onde iríamos morar. E no segundo dia da lua de mel minha esposinha contou detalhes do seu passado que abriram minha mente. Eu fiquei excitado ao invés de ficar bravo. Daí em diante a viagem foi muito, mas muito despida de pudores, para surpresa de homens e inveja de mulheres. Afinal era o ano de 1976 e muito do que veio depois não existia...
Aprendemos o exibicionismo e eu aprendi a incentivar minha esposa, assim ela perdeu totalmente o pudor. Em casa só usávamos roupas no frio. E fomos morar num apartamento térreo, porém mais alto que muro. Os vizinhos do outro prédio tinham total visão de nosso apartamento, se as cortinas estivessem abertas... e quase sempre estavam.
Uma vez um cara me parou na padaria e disse que minha esposa andava nua o dia todo em casa. Isso, segundo ele, estava trazendo problemas para ele e a esposa dele. Eu dei risada. Ele que resolvesse os problemas deles por que eu e minha esposa éramos muito felizes.
Sei que naturismo, nudez em público tem a conotação com preservação do meio ambiente, harmonia com a natureza, etc.
O naturismo é uma filosofia, um modo de vida, extraordinário que traz inúmeros benefícios. Somos praticantes, minha esposa e eu, há muitos anos!
Mas nem sempre é possível dissociar a vida natural da sexualidade latente na maioria dos seres humanos. Devo ressaltar que o propósito do naturismo é claro: aproveitar a vida em contato com natureza, de forma igualitária, sem preconceitos e óbvio sem roupas. Quem pensa que vai chegar numa praia naturista e participar de uma orgia romana provavelmente ficará frustrado!
Mas, em determinadas situações a sexualidade aflora de forma determinante. Na hora certa, em locais seguros, longe de famílias e crianças, o casal pode ter momentos de intimidade ao ar livre. Algumas vezes com minha esposa chegamos ao orgasmo! Que me perdoem os naturistas fundamentalistas, mas ao tirarmos as roupas não perdemos o sexo. Perdemos nossa “capa identificadora” e nosso “status social”, mas continuamos seres humanos com amor, emoções e tesão.
Vou relatar um evento que envolveu outro casal:
Estávamos em Tambaba e passamos o dia todo. É um paraíso. Mas devido às falésias e a posição geográfica da Paraíba, onde o Sol nasce primeiro, também se põe primeiro... por volta de 15:30 a praia começa ficar na sombra. E as piscinas naturais, o mar e os pontos mais altos ainda tem sol. Como a sombra chegou resolvemos subir num dos diversos pontos que entrecortam a praia e permanecer banhados pelo Sol. Logo avistamos na praia abaixo um casal. Estavam em franco momento de intimidade. Os beijos eram intensos e dava para ver que as mãos procuravam partes determinadas no corpo do outro, ou seja, em português claro: ela estava masturbando o pau do marido e ele tocava a buceta dela. Simples assim!
O cara nos viu e percebi que comentou algo com a esposa. Ela olhou para nós sorriu e continuaram com os carinhos. Eu falei para minha esposa que eles eram o que chamo de casal espelho, ou seja, faziam algo na expectativa de fazermos o mesmo, desta forma o clima de cumplicidade se instala.
E foi o que aconteceu. A minha esposa começou a acariciar meu pau e eu a buceta peluda dela. O casal se beijava, nós fazíamos o mesmo. Depois o cara colocou a esposa de costas para ele e não deu para ver se estava metendo ou não, mas fizemos mesmo, sem meter, apenas um delicioso sarro com carinhos dos seios da minha esposa, ao que o cara vendo fez o mesmo.
Ficamos um tempo assim, até que a sombra nos atingiu e voltamos para nosso lugar e entramos na piscina natural que ainda tinha sol. Nosso tesão estava elevado e na piscina natural, como não tinha ninguém perto, pelo que estávamos vendo, continuamos nossos carinhos. Porém em poucos minutos o casal também chegou. Deixaram a bolsa perto da nossa entraram no mar e eu, sempre mais afoito, brincando disse que os conhecia de algum lugar. Eles riram e disseram que também nos conheciam bem, inclusive com alguns detalhes sórdidos... com estas brincadeiras a intimidade entre nós quatro só aumentou. Era um casal mais ou menos da mesma idade nossa e também sem inibição. O próprio jogar do mar que àquela hora era maré cheia, fazia com que nos aproximássemos e até nos tocássemos. Sem nenhum constrangimento, especialmente por parte das mulheres, sempre elas que devem mandar e permitir ou não algo mais íntimo em público.
A tarde avançava e nem percebemos que o sol já não estava nos atingindo, porém percebemos uns três caras sozinhos batendo punheta perto de nossas bolsas.
A minha esposa não gosta de homem sozinho se masturbando para ela enquanto que a outra mulher nem se importava. Mesmo assim, para continuarmos juntos resolvemos ir para a praia onde tem o bar e pousada, com mais movimento. É claro que nossas ereções diminuíram.
E aí começamos nossa conversa como amigos naturistas. Eles moravam em Recife e além de naturistas como nós, às vezes envolviam outras pessoas, normalmente casais, na intimidade. Logo pintou afinidade que nem tivemos tempo de cumprir esta formalidade. Mas no meio naturista, mesmo sem liberalismo, as amizades fluem e a afinidade é quase consequência natural. E neste momento também começamos a nos “ver” melhor. Nós somos como as fotos que já publiquei revelam e eles, um pouco mais jovens, porém simpáticos, o cara bem-dotado como já tinha demostrado, um pouco mais baixo que eu e a mulher uma quase mulata, na verdade era bronzeada, seios grandes, como da minha esposa, porém, mais firmes, talvez pela idade e os bicos bem acentuados. Diferente da minha esposa a mulher tinha poucos e raros pelos na buceta, porém os lábios e o grelo estavam bem inchados, brilhantes de excitação e rosados. Uma mulher linda e um homem simpático.
Ficamos um pouco mais perto do bar, tomamos algo e logo ficou muito escuro e até os punheteiros estavam saindo...rs!
E nós queríamos continuar o papo. Nem sei quem propôs mas combinamos de irmos para um motel, ali mesmo no município do Conde. E assim fomos. O interessante, e os naturistas que estão lendo podem confirmar, o difícil ao final de um dia inteiro nu é vestir as roupas. E em Tambaba agora a área próxima ao estacionamento, quando se desce as escadas de acesso à praia naturista é proibido a nudez, porém como já estava escuro as mulheres colocaram nossas camisetas e os homens as bermudas.
Cada um casal no seu carro, porém a mulher dentro do deles tirou a camiseta e ficou rindo para nós em desafio, em tirei a bermuda e fiquei sacudindo pela janela do carro e minha esposa também ficou nua... assim chegamos no motel.
Ao entrarmos no motel um carro ficou na garagem da suíte e o outro do lado de fora. Com muita cortesia o amigo veio retirar minha esposa do nosso carro e quando eu saí fui recebido pela esposa dele com um doce beijo na boca.
Entramos abraçados com casais trocados, mas dentro da suíte as mulheres pediram a preferência para tirarem o sal num banho de chuveiro. Nós os maridos ficamos preparando a hidromassagem. Foi quando pudemos nos conhecer mais no dia a dia. Tanto eu quanto ele executivos de empresas industriais e ambos do Sudeste. Nossas esposas nordestinas e ambos no segundo casamento. Não temos tendência bi, mas notamos que nossas esposas no chuveiro estavam se agarrando. Eu acho muito normal que as mulheres sejam assim...
Após o banho delas fomos nós os homens, um de cada vez e as duas entraram na hidromassagem onde não pararam a troca de carinhos. Fiquei olhando enquanto esperava minha vez de tirar o sal. Quando voltei o amigo estava com os pés na hidro e as mulheres num pega intenso! Eu disse para ele que viramos meros espectadores privilegiados! Minha esposa compadecida nos chamou e a amiga pegou o marido dela chupando o pau dele. A minha me colocou entre elas na banheira.
Tudo estava ótimo!
Assim ficamos um bom tempo e houve até um momento que a amiga ficou de quatro na borda da piscina e o marido me chamou. Ele mesmo pegou meu pau e ajustou na entrada da buceta da esposa. A minha esposa assistiu e gostou da ideia, claro. Se sentou ao lado e eu peguei o pau do amigo e levei até a entrada da buceta da minha esposa, numa retribuição sem homossexualismo.
Mas minha esposa é muito apertada e a amiga nem tanto. Imaginei que ela estaria apertando o pau do amigo e tive a certeza quando ele gritou: “Porra eu vou gozar! ” Tentou sair, talvez por que estivesse sem camisinha, mas minha esposa trançou as pernas na bunda dele impedindo e ele encheu a buceta peluda da minha esposa que gozou junto com ele.
A esposa dele me puxou para a cama, mesmo estando ambos molhados, fiquei deitado de costas e ela me cavalgando. Uma delícia! Mas eu levo mais tempo para esporrar. Com isso minha esposa, ainda cheia de porra do amigo chegou e ficou fazendo uns carinhos íntimos nossos e o marido da amiga incentivando.
Quando ela percebeu que eu estava para gozar saiu de cima e passou a me chupar, acompanhada da minha esposa e o amigo segurando o meu pau para manter na posição que as duas pudessem me chupar. Acabei gozando e esporrando em todos.
O legal é que ninguém sentiu nojo. Ficamos os quatro relaxando, deitados amontados e fazendo e recebendo carinhos de todas as formas... minha esposa estava realmente bem melada.
Eu ainda a chupei e a fiz gozar de verdade metendo meu pau mesmo sem ereção total, por que é assim que ela goza de verdade, com meu pau dentro dela. O casal também trocou alguns carinhos, mas não me lembro se gozaram.
E foi assim, que aproveitamos que a amizade que começou de uma forma tão natural e tivemos quase uma noite inteira de sexo com muita harmonia.
Assim conciliamos naturismo e sexo.
eliseumag@gmail.com