Marcos era um neguinho gostoso, magro definido, que usava dreads e bigode. Incrivelmente o bigode caía bem pra ele. Tinha o corpo liso e uma das maiores varas que eu já vi, uns 20 cm, reto e de grossura média. Conheci ele num chat, transamos num motel, depois fizemos uma suruba, eu, ele e o meu namorado Arthur. Mas a foda que eu vou contar é a terceira, a primeira em que a gente se comeu.
Fazia meses que a gente não se via. Numa sexta à tardinha ele me ligou:
- Oi, Mário! Como tá moleque?
- Oi, Marcos! Surpresa boa! Tudo bem! E contigo?
- Tudo certo! Queria saber se eu posso ir na tua casa hoje...
- Claro! Vou te explicar como chegar aqui!
Passei o endereço, e fiquei aguardando, tomei banho. O Marcos chegou só umas 11h da noite.
- Demorou, moleque!
- Tava difícil de pegar metrô! E a baldeação pra tua casa também não é fácil!
- Pelo menos tu veio! Tá com fome?
- Como alguma coisa!
Preparei uns sanduíches com suco pra gente. Depois do lanche, Marcos falou:
- Vou tomar um banho.
- Tá!
Fiquei na sala, enquanto o nego se esfregava no meu banheiro.
A cama do meu quarto tava quebrada, então eu coloquei o colchão de casal no outro quarto, sobre o piso. Quando o Marcos saiu do banho ele foi direto pro quarto onde tava o colchão.
Desliguei a TV e fui atrás dele. O Marcos tava deitado de bruços, vestindo apenas uma boxer preta de Lycra. Fiquei pelado rapidinho e comecei a passar a mão naquela bundinha dura, por cima da cueca. Depois de apalpar bastante, puxei a boxer pelas pernas do nego e deixei ele como veio ao mundo. Abri as nádegas e cai de língua naquele cu lisinho de pregas intactas. Enquanto eu línguava, Marcos dava uma reboladinha na minha cara. Nisso, o nego ficou de 4 e eu aproximei meu nervo branco da rosca dele. Meti a cabeça. Ele aguentou. Enterrei meus 15 cm e comecei a bombar, pegando ele pela cintura. Marcos se masturbava, deslizando a mão em 20 cm de nervo preto.
- Nem acredito que tô te comendo!
- Fode o meu rabo!
Estava extasiado encaixado no negão. Marcos acelerou a bronha.
- Vou gozar, vou gozar! Ahhhhh! - e lavou meu colchão de porra, com o meu pau enterrado na bunda.
Se desvencilhou da minha pica e se virou pra mim, com a boca entreaberta de prazer. Só me restou ficar olhando o Marcos e me acabar na punheta.
Nós deitamos com as pernas entrelaçadas, demos um longo beijo molhado.
- Coisa boa dormir juntinho! - falou o Marcos. Vestimos as cuecas e adormecemos de conchinha, eu aquecendo meu pau naquela bolha preta.
(***)
Acordei de madrugada, com o Marcos sarrando o meu pau com a bunda. Fiquei ferrado na hora. O nego se pelou e ficou de 4 pra mim de novo. Salivei o pau e a bundinha dele e meti. Ficamos encaixados uns 5 minutos, bombando aquele rabo preto, deslizando 15 cm pra dentro, e ele castigando o mastro na punheta. Só que o Marcos tinha algo encabeçado pra mim:
- Deixa eu te fuder um pouco!
Tirei a pica e ele se colocou atrás de mim. Fiquei receoso pelo tamanho da pica, mas fiquei de 4, feito uma putinha obediente. Antes que ele metesse, salivei meu cu, enfiando a pontinha do dedo.
Marcos se aconchegou em mim e enfiou a cabeça.
- Vai com calma, teu caralho é muito grande!
Marcos não deu ouvidos e me empalou com a vara. Senti cada um dos 20 cm me atolando.
Depois que entrou todo, começou a me bombar. Eu tava curtindo e punhetando.
Depois de muito me comer, avisou:
- Caraca! Vou gozar!
Mas ele removeu a vara porque tava me comendo no pelo.
- Ahhhhh! - e lavou minha bunda de porra. Levei a mão atrás e senti aquele leite quente escorrendo na minha bundinha branca. Levei a mão gozada no meu pau e me acabei olhando os beiços entreabertos de prazer do Marcos.
E adormecemos abraçados mais uma vez.