Parte 2
A tarde estava ainda no meio. Eu e o Stefano estávamos ali ainda na emoção do que aconteceu. Assim que a Layla saiu, o Stefano sentou na beira da piscina e me chamou.
— Cara, eu percebi que vocês estavam travados e sem saber como começar, e achei que deveria fazer alguma coisa para ajudar, daí improvisei. Mas, se você não gostou de alguma coisa é só falar.
Falava com cara de preocupação, como se tivesse feito merda. Eu vi em seu olhar que a preocupação era genuína, e entendi que ele não queria me fazer mal. Eu respondi:
— Relaxa primo. Me deu um pouco de ciúmes ver você beijando-a no seu colo, mas sei que as suas iniciativas ajudaram muito a gente. Acho que eu com minha timidez ia estragar tudo novamente e não ia fazer nada. Ela está se soltando rápido e agora acho que não tem mais volta. Eu tenho é que agradecer, você até liberou sua casa. Eu que pedi ajuda e você ficou em casa por mim. E além de tudo, tomou iniciativas que eu demoraria muito para tomar. Ou nem soubesse como.
Dei uma pausa. Ele parecia mais tranquilo. Falei rindo no final.:
— Acho que agora ela perdeu a vergonha e a insegurança, e já está quase pronta para o abate. Viu como ficou ofegante?
Eu dentro da água, ele sentado na borda. Meu primo me puxou para eu ficar entre as suas pernas e me deu um abraço. Na hora eu pude sentir, encostado no peito, o volume que a minha garota sentiu na bocetinha e na bunda. Apesar de estar meia bomba o volume era grande. Me arrepiei com aquela sensação que eu sabia a Layla havia experimentado, mas acho que meu primo não percebeu. Sem ter o que dizer mais, completei minha fala pedindo que ele não contasse para ninguém o que houve naquela tarde. Ele, com cara de safado respondeu:
— Que é isso primo? Esse será um segredinho nosso.
Já bem mais à vontade depois que notou meu entusiasmo, meu primo emendou:
— Primo, eu pensava que sua gatinha era uma criança franzina, mas é já uma linda mulher, e com todo respeito, uma puta mulher muito da gostosa! Pode ficar orgulhoso primo, porque você está com um mulherão, de pele branquinha, corpo fenomenal, com um rostinho lindo, cabelo sedutor e uma carinha de sapeca. Aposto que ela gosta da safadeza como eu e você. Só falta ensinar direitinho. Quando ela saiu da água com aquela calcinha e sutiãs cor-de-rosa, quase transparentes, fiquei de boca aberta e admirado.
Respondi rindo:
— Eu bem que percebi a sua admiração, fazendo logo um grande volume na cueca.
Stefano riu divertido e cúmplice:
— Foi mesmo, fiquei com o meninão todo animado. E ela sentiu. E gostou.
Ele falou rindo e bagunçando meu cabelo com a mão. Por ser bem grande e alto, eu que não era baixo, perto dele ficava parecendo menor. E ele, de fato, era muito camarada comigo e agia como um irmão mais velho.
Quando cheguei em minha casa, deitei na cama e fiquei pensando em tudo o que tinha acontecido. Ainda parecia sentir o gosto do beijo da Layla na minha boca. Tirei a roupa e deitado de costas comecei a me masturbar lembrando de tudo. Percebi que, o que mais me excitava, era o olhar meio contido, mas sapeca dela, sentada no colo do meu primo. Ela, pequena, e ele um grandalhão de mais de1,90 m. Layla tinha aberto as pernas para sentar a cavalo com alguma dificuldade sobre as coxas dele. Quando me lembrei dela sentada só de calcinha, encaixada sobre a piroca, com a pressão que ele fazia na bunda dela com as mãos para ela ficar colada nele, e beijando ofegante com a sensação, quase gozei. Mas quando lembrei dela beijando-o com vontade e já rebolando voluntariamente na piroca não consegui mesmo me segurar. Puta que pariu! A excitação que senti foi incrível e explodi em um gozo intenso. Era uma situação muito provocante. Meu primo sabia como tratar uma mulher e tinha razão, a Layla havia gostado. Eu adorei ver minha namorada excitada e decidi que tinha que aprender tudo com ele.
No dia seguinte, conversando com a Simone, nossa amiga em comum, e cúmplice de tudo, soube que a Layla adorou o encontro, estava radiante com o que havia acontecido, e já queria marcar outra visita. Disse que achou meu primo muito legal, tinha experiência, beijava gostoso, e que ele ia nos ensinar muitas coisas, e queria saber se ele estaria lá da próxima vez.
Fiquei muito feliz que ela tivesse gostado, entendi que a presença do meu primo fez toda a diferença e eu disse que conversaria com ele, mas achava que ele aceitaria, pois gostou também muito dela. Eu não sentia ciúme do meu primo, estava muito satisfeito com a ajuda dele e feliz que a Layla também gostara dele. Eu não via a hora de repetir.
E marcamos. No dia combinado meu primo estava lá. Recebi a Layla na porta. Ela usava um vestidinho amarelo, lindo, bem curto, de alcinha e ombros livres, calçava uma sandália rasteirinha vermelha bem delicada, que realçava seus pezinhos lindos. Sorrindo ela se aproximou e me deu um longo beijo de língua. Sou mais alto do que ela, que se encaixou bem no abraço, e me deixou bem aceso.
Ela já estava bem desinibida e beijou com vontade. Quando estávamos no meio do beijo, meu primo apareceu atrás de nós e falou rindo:
— E eu? Não ganho beijo não?
Ele ficou ali esperando e abrindo os braços. Ela terminou o beijo, me soltou e se voltou para ele exclamando:
— Já assim?
Colocou a mão na boca rindo admirada. Foi quando reparei. Ele estava com uma sunga de banho branca justinha que valorizava muito o seu volume do pênis. Stefano sempre foi alto, como o pai, mas nos últimos dois anos, com muitas horas de academia, estava muito grande e forte. Um físico invejável. Não sabia se ela perguntou: “Já assim”, por ele estar só de sunga ou pela enorme saliência que o pau dele fazia na sunga. Ele olhou para o quintal e na mesma hora a convidou para irem para a piscina:
— Vamos? A água deve estar uma delícia hoje.
Ela me olhou de um jeito sapeca, como se quisesse dizer “vou nessa”, descalçou as rasteirinhas, abaixou as alças do vestidinho, que desceu pelo seu corpo e caiu no chão. A desenvoltura dela era surpreendente. Ficou com calcinha e sutiã toda delicada, de rendinha da cor do vestido. Ela estava muito sensual. Layla então correu até meu primo e pulou nele. Ele a levantou como uma boneca, ela ficou agarrada em seu pescoço e com as pernas entrelaçada em sua cintura, ele sustentando-a com as duas mãos pela bunda. Começaram a se beijar. Um beijo de língua demorado também. Deram uma parada e a Layla exclamou:
— Que beijo gostoso!
Stefano respondeu:
— Você aprende rápido.
Eu assistia admirado e me excitava em ver aquele entusiasmo dela. Ainda a beijando ele a levou para a piscina e pulou na água com ela agarrada. Ela tomou um grande susto, não esperava aquilo, soltou um gritinho de surpresa, e ficou ofegante, mais agarrada ainda. Ele se virou e me convidou:
— Venha primo, vamos nadar e aproveitar.
Eu não imaginava que nosso encontro seria daquela forma, mas não tinha outra escolha, meu primo tinha dado o caminho e eu tinha que seguir. Tirei minha roupa e só de cueca também pulei na piscina. Me juntei a eles, abracei a Layla por trás, puxei-a para mim e fiquei encoxando. Mas ela se deixava encoxar, e permanecia agarrada ao meu primo. Fizemos um sanduiche com ela entre nossos corpos.
Passamos algum tempo abraçados, conversando com ela assim, entre nós dois. Stefano deu outro beijo nela de língua que ela retribuiu e depois ele disse:
— Você aprende depressa garota, já está beijando muito bem. Beija bem gostoso.
Layla parecia bem à vontade. E respondeu sorrindo:
— O professor é bom. Que ótimo, quanto mais eu pratico mais eu aprendo.
Meu primo disse:
— Podem praticar mais agora, eu vou sair para os deixar praticar sozinhos.
E foi dar um selinho nela. Ela o segurou forte, apertando o pescoço e deu um beijo longo, de língua, bem demorado. Disse:
— Pode ficar.
Eu excitado com aquilo, aproveitei a situação e comecei a passar a mão pelo corpo dela pela primeira vez enquanto ia beijando seu pescoço e nuca. Layla estava ofegante e não desgrudava do meu primo.
Só não passei a mão na boceta dela porque ela estava com o corpo colado no volume da pica do primo, pressionando. Senti que ela rebolava de leve. Me deu vontade de tirar o sutiã dela, mas ainda inexperiente fiquei com medo dela não gostar e não fiz. Depois de mais um tempo beijando o Stefano, ela para o beijo e pergunta:
— E agora? Gostou?
Stefano fala baixo para ela:
— Assim eu fico alucinado. Uma delícia.
Layla então se vira para mim e fica de frente, começa a me beijar, me puxando para ela, mas ficando com as costas coladas em Stefano. Ele foi nos conduzindo até perto da borda da piscina. Parecia que iria nos largar e sair. Mas a Layla me prendia pelo beijo com os braços em volta do meu pescoço e também o prendia com o corpo empurrando-o contra a borda, mantendo a pressão da bunda no pau duro dele. Naquela situação ele fez o que eu não tive coragem de fazer pouco antes. Retirou o sutiã dela, jogou para fora da piscina e começou a pegar e apertar os peitinhos dela. Minha namorada ficou suspirando forte, parou de me beijar, abaixando a cabeça, deixando-a encostada em meu ombro, cheia de tesão. Ela já não me abraçava, estava sendo agarrada por trás pelo Stefano e colocou as mãos para trás. Eu me afastei um pouquinho para poder admirar pela primeira vez aqueles peitinhos lindos, eriçados, durinhos e macios, acariciados pelas mãos grandes do meu primo. Fiquei encantado, com tanta perfeição, puta que pariu!
Meu primo aproveitou que eu me afastei e colocou a mão firme ente as coxas dela, sobre a boceta, fazendo Layla se contorcer toda.
Que loucura ver aquilo, ela sendo bolinada por ele, agarrada a ele e sendo encoxada. Ela tinha as duas mãos para trás entre seus corpos e talvez tentasse acariciar o pau do meu primo. Assistir aquilo era muito provocante e me deu muito tesão! Layla tinha o olhar perdido sem focar em nada, e a boca entreaberta, desfrutando o prazer daquela bolinada.
Me aproximei novamente, voltando a beijá-la. Layla só gemia baixinho e sugava a minha língua com ímpeto. Exclamou:
— Ah, que gostoso isso!
Meu primo, naquela altura, já estava com a mão enfiada por dentro da calcinha dela, tocava na bocetinha diretamente, e eu voltei a beijar na boca e a apertar aqueles peitinhos, sentindo-os colados no meu corpo, e dentro da minha mão. Fazíamos um sanduíche com ela que parecia adorar. Mantive uma distância do corpo dela em baixo para não encostar na mão do meu primo que fazia movimentos circulares na bocetinha. Ela foi se contorcendo, rebolando, gemendo, parou de me beijar para estremecer e suspirar deliciada, parecia já estar em orgasmo. Tenho certeza de que se ela não fosse a minha garota ele já estaria comendo-a de todas as formas. E eu sentia que ela ia dar sem receio.
Ela gozou e foi relaxando aos poucos. Tomou fôlego e então, disse:
— Ah, que coisa! Que delícia. Mas, quem precisa ir agora sou eu.
Me deu mais um selinho, se afastou do Stefano, e toda desconcertada saiu da piscina cambaleando. Ao subir na escadinha, a calcinha dela estava descida quase no meio das coxas. Vimos aquela bundinha perfeita exposta. Minha namorada suspendeu a calcinha, pegou o sutiã que estava jogado na borda da piscina, pegou uma toalha sobre a espreguiçadeira, o vestido caído ao chão, e foi se trocar no banheiro social. Eu e o primo ficamos na piscina. Nossa emoção impedia de falarmos. Ela se trocou rápido, e depois saiu, foi embora sem falar nada.
Continua.
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