(Leia a parte V e também as outras partes para entender a história)
Como descrevi no fim do outro conto, transamos ainda mais durante a noite, com intervalos para descanso, conversa e troca de carinhos. Desta vez, ele não acordou para sair cedo e dormimos até tarde em minha cama. Acordei perto do meio-dia para ir ao banheiro e, na volta, vi aquele corpo desnudo, deitado de barriga pra cima, exibindo aquela musculatura rija e definida, quase sem gordura, com o rosto virado para o lado. E aquele membro, mesmo mole, chamando a atenção, um naco de carne grosso, depilado, sobre aquele saco também grande de bolas volumosas e lisas.
Era a primeira vez que o via assim, relaxado na minha cama. Fiquei admirando por alguns segundos e me aproximei, acariciando seu peito, sua barriga, e ouvindo sua reação de quem ronrona querendo acordar, mas ainda no limiar do sono. Ainda de olhos fechados, ele pegou minha mão direita e conduziu até seu pau.
Segurei o mastro que já dava sinais de vida, se tornando maior e menos flácido enquanto eu segurava e começava a masturbar devagar. Não demorou para que endurecesse, majestoso, na minha mão que não conseguia fechar toda a circunferência. Olhei encantada: como era lindo, imponente... Não cansava de olhar, na verdade. Como já disse, não era uma admiradora de falos masculinos, sequer achava bonito em geral, mas o do Anderson era diferente de tudo.
A admiração deu lugar ao tesão e quando percebi já estava com a boca na cabeçona dele. Lambendo, chupando e beijando com disposição. Ele se contorceu na cama enquanto recebia meu carinho e brincou:
- Acho que a bezerrinha acordou querendo leitinho.
Achei engraçado e ousado o jeito dele falar. Anderson já estava ficando mais safado e malandro ao falar comigo na transa e, com a intimidade, sentia que ia me testando, pra saber até onde ir. E até ali não o tinha brecado em nada.
- Vou querer sim - respondi, entre lambidas naquele caralhão grosso.
Abocanhei com vontade e segurei firme seu pau, tentando engolir o máximo que podia, gemendo com a boca naquela rola, massageando suas bolas e praticamente fodendo a minha boca nele. Estava com tesão, acesa, e fazia com mais volúpia do que carinho. Ele respondia gemendo alto até que, minutos depois, disse quase perdendo o ar.
- Assim... Eu... Vou gozar...
- Goza, pirocudo - respondi, quase sem tirar a boca e forçando mais a entrada dele na minha garganta.
Segundos depois ele explodiu em gozo, gritando e ejaculando. Bebi e lambi cada pedaço do seu pau, buscando cada gota e deixando naquela rola somente a minha saliva. Olhei para cima e vi Anderson ainda de olhos fechados, com as duas mãos espalmadas atrás da cabeça. Soberano.
Fiquei de joelhos na cama e falei sorrindo:
- Bom dia.
Ele ainda naquela posição, sorriu de volta e falou:
- Que começo de dia maravilhoso.
*****
Saí da cama de roupão dizendo que ia preparar o café. Logo depois ele foi até a cozinha, nu, me ajudar. Ri da situação e falei:
- Vai colocar uma roupa, Anderson.
- Por que? - ele questionou - Você não gosta do que vê?
Gargalhei e respondi:
- Adoro. Mas você vai ficar andando pelado pela minha casa?
- Se você não se importar, sim - sorriu mais uma vez, com um ar confiante e chegando perto para me beijar.
Retribuí o beijo carinhosamente, ele me abraçou e abriu o meu roupão colocando suas mãos na minha cintura. Estava só de calcinha por baixo e ele logo passeava suas mãos no meu bumbum. Já me sentia começando a ficar molhada quando ele encostou ainda mais seu corpo, com seu pênis já meia bomba encostando na parte da frente da minha calcinha.
Brinquei:
- Não é possível, você gozou agora há pouco e ele já está assim?
- Culpa sua - ele disse, esfregando seu pau em mim, que crescia.
Abraçado, me levou até a beira da pia e me colocou em cima. Falei que aquilo não era um filme e que a gente podia se machucar, mas ele desdenhou, falando que não ia deixar nada me acontecer. Abaixou minha calcinha e ficou me beijando enquanto me segurava pelas minhas nádegas naquela posição. Eu já estava muito molhada e ele com aquele pauzão em riste.
Anderson colocou a cabeça na entrada e foi penetrando, desta vez me olhando nos olhos. Mirava os seus enquanto sentia cada pedaço daquele mastro dentro de mim, o recebendo com a boca aberta, gemendo e vendo a expressão séria do meu macho enquanto entrava na minha buceta.
Ele colocou inteiro, tirando um grito curto e agudo de mim, ainda me encarando. Começou a movimentar muito lentamente, tateando com a rola os lados da minha xaninha, tentando tocar em cada pedaço dela. Eu fechava os olhos sentindo prazer e deleite, abria e Anderson ainda me fitava sério, me segurando pela bunda e me dominando com seu vaivém o tão sutil quanto aquele mastro podia, me preenchendo como uma melodia leve mas intensa, compassada devagar.
Eu era toda prazer, me arrepiando, sentindo seu pau, suas mãos em mim. E aquele olhar, meu homem estava me comendo também com os olhos, querendo passar sem falar o quanto me queria e o quanto eu era dele naquele momento.
Olhei pra ele com ternura pouco antes de vir o meu gozo. Desta vez num crescendo também mais lentamente, uma sensação que atingia meus outros sentidos. Arrepiada, gemi e o abracei, encostando minha cabeça no seu ombro enquanto ele seguia mexendo dentro de mim.
Fiquei alguns segundos ali deitada e levantei meu rosto para ele. Finalmente esboçou um sorriso para mim, devolvi e disse:
- Que delícia de gozada.
- Você é gostosa demais, Carol - ele respondeu, acelerando seu ritmo.
Sua pegada em minha bunda ficou mais forte e aos poucos aquelas estocadas foram se tornando também mais fortes e rápidas. Agora o meu homem estava voraz, me comendo e gemendo para mim, que também gemia mais alto sentindo sua tora gigantesca me invadir.
Ele me levantava da pia com as mãos e metia, firme e fundo, me fazendo soltar gritos. Nossos corpos colaram mais, o abracei junto a mim e em pouco tempo gozava de novo, quase ao mesmo tempo que ele.
Anderson me puxou no colo e era incrível que aquele jovem magro tivesse forças para me pegar assim. Mas ele tinha forças pra muita coisa, como eu já havia percebido. Ele me levou até o sofá e ficamos ali juntos, quase deitados e abraçados.
*****
O celular tocou e só então me dei conta de que havia combinado com a Manu e a família dela. Avisei Anderson e só tivemos tempo de tomar um rápido banho juntos, com carícias, afeto, mas sem sexo.
Afinal, também estávamos exaustos. Eu, obviamente, mais que ele, que inclusive ensaiou uma tentativa durante o banho mas tive que pará-lo.
Saímos juntos e nos despedimos com um beijo, ele indo com a sua moto e eu pedindo um motorista por aplicativo. Já me despedia ansiosa para vê-lo de novo.
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