Aquele fim de semana em casa estudando havia sido muito especial. Voltar a comer o cuzinho da minha irmã foi mesmo sensacional. Apesar da nossa intimidade, ela sempre buscava evitar. A tensão com as provas chegando era grande e as coisas que rolavam entre a gente acabavam aliviando um pouco.
Os dias se passaram e as provas foram chegando. Nesse período, rolaram algumas chupadas e encoxadas.Todavia, apesar de ter estudado mais, minha irmã ficou em recuperação em duas disciplinas.
Por conta disso, minha irmã ficou com medo de ser reprovada e me pediu para suspender o nosso trato até passar as provas de recuperação. Ela queria ficar 100% concentrada nas provas. Em troca, minha irmã propôs uma prorrogação, dizendo que eu poderia ver ela nua até o final das nossas férias. Antes, era só até o final do ano. Em resumo, eu sairia lucrando, pois o período ia ser maior e sem ter preocupação com as provas. Concordei sem pensar duas vezes e continuei ajudando ela o máximo que eu podia.
Percebi que o período que não rolou nada, apesar de curto, me deixou com um desejo ainda maior em relação a ela. No dia da última prova de recuperação, fui com ela e fiquei lá aguardando ela fazer a prova para depois voltarmos para casa.
Quando terminou a prova, minha irmã parecia aliviada. Fui logo perguntando se ela achava que tinha passado. Ela confirmou que tinha feito uma ótima prova e agradeceu me abraçando e me beijando no rosto.
Resolvemos pegar um ônibus para casa, mas por conta da demora, acabamos mudando de ideia e voltando para casa a pé, já que não era tão longe. O problema é que, no caminho, pegamos uma baita chuva. A blusa da minha irmã era branca e ficou praticamente transparente de tão molhada. Deu para perceber os bicos dos seios dela arrepiados com o frio.
Quando chegamos em casa, tocamos algumas vezes a campainha, mas ninguém atendeu. A diarista talvez não tivesse vindo. A alternativa então era aguardar nossos pais voltarem do trabalho, mas ainda faltava algum tempo para isso.
Assim, resolvemos esperar nas escadas do prédio, sentados em nosso andar. Aproveitamos para tirar os tênis que estavam muito molhados. Eu fiquei descalço, mas minha irmã preferiu ficar de meias para evitar sujar os pés.
Tirei a minha camisa e perguntei se minha irmã não queria tirar também para não ficar gripada. Ela disse que tinha medo de alguém vir pelas escadas e nos ver. Falei para ela ficar tranquila, pois qualquer coisa, ela tinha a desculpa da chuva e era só ela colocar a blusa de novo. Ela então resolveu tirar e ficou de sutiã, que também estava super molhado.
Depois de um tempo vendo minha irmã de sutiã, comecei a pensar que talvez pudesse rolar algo ali entre a gente. Falei para ela tirar o sutiã também, pois estava muito molhado e qualquer coisa era só ela colocar a camisa por cima. Todavia, ela disse que achava melhor não.
Eu insisti dizendo que se não era pela chuva, ela tinha que tirar o sutiã para cumprir o nosso trato. Minha irmã ficou inventando um monte de desculpas, mas depois de alguns minutos, também tirou o sutiã. Mariana então ficou nua da cintura para cima e segurando a camisa com a mão para o caso de aparecer alguém.
Agora ela estava super sexy, sentada nos degraus da escada, de cabelos molhados e seios de fora.
Então ela me perguntou: - Satisfeito agora?
Respondi: - Sim, mas não ainda !00%.
- Ah, não?
Balançou a cabeça e sorriu com a minha resposta.
O lugar onde estávamos estava tranquilo. Não havia barulho de elevador ou de pessoas chegando ou saindo. Fiquei mais perto da minha irmã e comecei a apalpar os seios dela, mas ela ficava dizendo para eu parar porque estava com medo de alguém chegar e nos ver. Fiquei insistindo dizendo para ela que era só ela ficar calma sem fazer barulho que ninguém ia nos ver.
Continuei apalpando os seios rosadinhos e bicudinhos da minha irmã, que estavam lindos arrepiados. Aproximei meu rosto e ela me permitiu lamber os bicos. Aí a coisa esquentou de vez, fiquei mais à vontade para chupar os seios dela com mais força e avançar, primeiro passando a mão na xoxota dela por cima da calça e depois por dentro da calça, mas por cima da calcinha.
Depois de algum tempo, pedi para minha tirar também a calça. Ela me perguntou se eu estava louco, mas eu disse a ela que trato era trato e que eu queria ver a xoxota dela.
Minha irmã disse que tinha que ser rápido, levantou e tirou a calça. Nesse momento, a gente estava sozinhos no nosso andar, nas escadas do prédio, eu vestido só de calça e ela só de meias e calcinha.
Em seguida, ela desceu um pouco a calcinha e me mostrou a xoxota, que estava linda com os pelos curtinhos. Novamente me perguntou se eu estava 100% satisfeito. Respondi que ainda não estava. Pedi para ver mais de perto. Ela perguntou: - E agora?
Respondi: - Ainda não.
- Idiota!
Minha irmã fez uma careta e subiu novamente a calcinha.
Resolvi também ficar de pé e voltei a chupar os seios dela e a passar a mão na xotinha dela por cima da calcinha. Enquanto a chupava, coloquei aos poucos a mão por dentro da calcinha dela e fui tocando na xotinha dela já bastante molhadinha.
Nessa hora, minha irmã me surpreendeu e ela mesma desceu a calcinha até quase os joelhos para que eu a tocasse melhor. Percebi que ela estava querendo e desci ainda mais a calcinha dela até os pés.
Minha irmã, sem falar nada, pegou a calcinha com as mãos e colocou junto da calça. Ela ficou praticamente nua, pois estava apenas de meias.
Era a primeira vez que a gente se arriscava assim no nosso condomínio. Se por um lado a gente tinha medo de sermos flagrados, por outro estar sozinho com minha irmã praticamente nua nas escadas do nosso prédio era muito excitante.
Nos olhamos nos olhos e minha irmã parecia também estar gostando daquela situação. Com minha irmã ainda em pé, me abaixei e comecei lamber ela na xoxotinha. A cada lambida, ela ficava me segurando pelos cabelos e procurava abafar os gemidos.
Então ouvimos um barulho. Alguém estava subindo pelas escadas.
Parei imediatamente de chupá-la e me levantei. Minha irmã olhou para mim com medo e preocupada. Fiz sinal para subirmos as escadas para os andares de cima e entreguei a camisa dela para ela vestir. Ela vestiu rapidamente, mas colocar a calça não daria tempo. Fomos então subindo com as roupas e os tênis nas mãos para evitarmos o flagra.
Minha irmã foi na minha frente vestida só de meias e camisa e eu logo atrás admirando o bumbum branquinho e arrebitado dela.
Depois de subirmos alguns andares, parecia que o barulho dos passos havia parado. Mesmo assim, continuamos subindo até a cobertura, pois achamos que lá seria mais tranquilo.
Lá, vimos que era mais tranquilo mesmo, pois ficava entre a cobertura e o acesso que dava para o telhado. Subir as escadas olhando para a bunda da minha irmã me deixou ainda com mais tesão.
Minha irmã ainda parecia estar com medo e queria terminar de vestir a roupa, mas eu disse para ela ficar calma e me abaixei para chupar a xoxota dela novamente.
À medida em que eu chupava ela, ela, em pé, abria-se mais apoiando uma das pernas na parede.
Percebi que minha irmã estava se esforçando bastante para não gemer alto e chamar atenção enquanto eu a chupava. Aproveitei o momento para enfiar um dedo no cuzinho dela e fiquei empurrando gostoso fazendo um movimento de vai e vém.
Segurando os gemidos, minha irmã com a voz trêmula me pediu para eu ir com calma. Nessa hora, com o dedo dentro do cuzinho dela, fiquei imaginando comer novamente o cuzinho dela, mas enquanto isso continuei chupando a xoxota dela por alguns minutos até fazer ela gozar e ela me pedir para parar.
Depois disso, fiquei em pé e resolvi tirar minha calça e minha cueca e também fiquei pelado.
Minha irmã viu meu pau completamente duro latejando e me perguntou se eu queria ajuda. Respondi que sim. Ela então pegou no meu pau e começou a bater uma punheta para mim.
Estava gostoso, mas falei para minha irmã que eu estava querendo que ela me ajudasse de uma outra forma e ela me perguntou: - Qual?
Então eu disse: - Fica de quatro.
Ela: - Por que?
- Porque quero comer seu cuzinho.
- Aqui?
- É, aqui. Vai logo. Por favor!
- Tá, mas não demora. Alguém pode chegar e nos pegar.
- Fica calma. Ninguém vai vir aqui.
Minha irmã se abaixou e ficou de quatro no chão vestida de blusa e meias. Também me abaixei logo atrás dela encostando minha pica na bundinha dela e fui ajeitanto, tentando penetra-la abrindo as nádegas dela
Consegui encostar a cabeça do meu pau no cuzinho dela e comecei então a penetrá-la. Em seguida, tentei fazer um movimento de vai e vem, mas meu pinto não estava enfiado direito.
Minha irmã me pediu para parar dizendo que meu pau estava machucando ela porque não estava encaixado. Sem nada para lubrificar direito o cuzinho dela ficava mesmo mais complicado.
Então minha irmã segurou as nádegas dela com as mãos e abriu para valer a bunda dela. Disse: - Vai logo, coloca de novo.
Fiquei com ainda mais tesão ouvindo minha irmã pedindo para eu colocar minha pica no cuzinho dela, então fui enfiando devagar e quando entrou tudo, minha irmã apoiou as mãos novamente no chão.
Perguntei: - E agora, entrou?
Ela: - Sim, entrou.
- Hum.
Meu pau estava entalado no cuzinho da minha irmã e voltei a fazer o movimento de vai e vem. Estava muito melhor que antes. Minha irmã tentava abafar os gemidos, mas gemia baixinho cada vez que levava uma estocada.
Eu estava muito excitado nessa hora e fiquei me segurando bastante para não gozar logo. Chegou o momento que eu já estava prestes à gozar, então resolvi meter para valer e com isso minha irmã deu alguns gemidos mais fortes à medida em que eu estava gozando com meu pau enterrado na bundinha dela.
Foi a primeira vez que eu comi o cuzinho da minha irmã com ela de quatro. Esse momento foi muito gostoso, mas ao mesmo tempo arriscado, pois alguém poderia ter ouvido os gemidos da minha irmã e nos flagrar.
Depois que terminei de gozar, tirei minha pica do cuzinho da minha irmã. Ela ficou com o cuzinho cheio de esperma, que acabou escorrendo pelas coxas quando ela se levantou para vestir a calcinha.
Após colocarmos nossas roupas, descemos pelas escadas do prédio até o nosso andar e ficamos aguardando mais alguns minutos até nossos pais chegarem. Nesse período, minha irmã teve que ficar esperando melada pela gozada que havia levado. Enquanto isso, ela disse que isso que a gente tinha feito era muita loucura.
Mais tarde, descobrimos que a pessoa que nos assustou subindo pelas escadas havia sido justamente a diarista que trabalhava em nossa casa. Ela havia saído rapidamente para ir em um mercadinho perto. De alguma forma, o susto contribuiu para a gente ir para um lugar muito mais tranquilo, onde pude comer outra vez o cuzinho da minha irmã.