As férias começaram com alguns altos e baixos com minha irmã. Embora ela gostasse de ficar me provocando, não me dava oportunidade de tentar alguma coisa.
Quando a gente ficava sozinhos em casa com a diarista, minha irmã ficava a maior parte do tempo vestida com uma camisola curtinha, que acabava deixando a calcinha dela de fora quando ela se abaixava ou quando ela ficava deitada no sofá lendo um livro. Isso me deixava com o maior tesão.
No entanto, quando eu me aproximava da minha irmã fazendo carinhos, ela ficava dizendo que tinha receio da diarista nos pegar no flagra fazendo alguma coisa.
Quando a gente ficava só nós dois, minha irmã inventava alguma programação para sair com as amigas e me deixava na mão. Reclamei dizendo a ela que a gente tinha um acordo, mas ela usava a desculpa de que não queria se arriscar e ficava brincando que eu não tinha como cobrar o acordo porque eu não tinha nada por escrito.
Fiquei irritado e resolvi não dar a menor bola quando minha irmã me provocasse. Ela percebeu que eu não gostei e alguns dias depois, do nada, veio me entregar um papel em que ela escreveu que prometia ficar nua todas as vezes que eu quisesse até o final das nossas férias em troca de eu ter ajudado ela com os estudos.
Confesso que fiquei surpreso com minha irmã ter colocado tudo por escrito. Ao mesmo tempo, fiquei super excitado em ler a declaração com a letra dela e até assinada. Era um sinal que o nosso combinado iria mesmo rolar.
Perguntei para minha irmã se o papel já estava valendo e ela me disse que sim. Ela então me pediu para eu guardar o papel em um lugar seguro, pois ninguém além de mim poderia ler e também para eu rasgar e jogar fora quando as férias terminassem.
Falei para ela ficar tranquila que eu guardaria em um baú com cadeado que que eu tinha e usava para guardar alguns relógios.
Como a diarista estava em casa, falei para minha irmã continuar vestida com a camisola que tinha usado para dormir, mas ficar sem calcinha. Ela então tirou rapidamente a calcinha e, para me provocar, ficou caminhando pela sala levantando e abaixando a camisola. Depois, foi até a varanda, onde ficou levantando a parte de trás da camisola exibindo o bumbum branquinho enquanto olhava o movimento na rua.
Fui então para o lado dela e também fiquei vendo o movimento. Aos poucos, como quem não quer nada, fui pegando na camisola dela e levantando a parte da frente. Em seguida, fiquei tocando a xoxota dela com uma das mãos. Ela estava molhadinha.
Ficamos ali por alguns minutos. Estava muito gostoso ficar acariciando a xoxotinha dela de leve, olhando a vizinhança e fazendo de conta como se nada estivesse acontecendo. Fiquei com muita vontade de chupar minha irmã ali mesmo, mas com a diarista em casa, isso não era possível.
O tesão estava aumentando e pensei em irmos ao banheiro. Disse para minha irmã que a gente podia tomar banho juntos. Ela recusou dizendo que não queria se arriscar, mas insisti dizendo que não precisava ter medo porque a diarista estava na cozinha fazendo o almoço e não iria aparecer no banheiro. Era só a gente deixar a porta trancada e depois sair com cuidado.
Minha irmã foi na cozinha dar uma olhada e se convenceu da minha ideia. Entramos no banheiro e trancamos a porta.
Tratei logo de deixar ela sem a camisola e comecei a chupar a xoxota dela enquanto ela estava apenas de sutiã. Minha irmã então começou a dar uns gemidos enquanto eu a chupava. Liguei o chuveiro para ela ficar mais à vontade e abafar o barulho. Aproveitei e também fiquei sem roupa e deixei ela também sem sutiã.
Em seguida, fomos para debaixo do chuveiro, onde comecei a chupar os seios dela. Minha irmã pediu para eu parar e ensaboar ela. Peguei então o sabonete e comecei a ensaboá-la enquanto ela passava shampoo no cabelo.
Comecei ensaboando as costas dela e fui descendo até a bunda. Aproveitei para deixar o cuzinho dela bastante ensaboado enfiando o dedo. Depois, fui descendo para as coxas, pernas e pés.
Pedi então para ela se virar e dessa vez comecei embaixo e fui subindo. Passei sabonete nas pernas e coxas dela e depois na xoxotinha. Passei também na barriga e por último nos seios dela.
Minha irmã ficava olhando para mim com carinha de safada enquanto eu fazia massagem nos seios dela que estavam durinhos. Falei então que era a vez dela me ensaboar. Primeiro ela me ensaboou nas costas e depois na frente. Passou sabão por último no meu pinto, que estava super duro com toda a situação.
Disse para minha irmã não tirar o sabão no chuveiro ainda e saímos do box. Pedi para ela ficar de quatro e ela ficou.
Ensaboei um pouco mais o cuzinho da minha irmã com o dedo e comecei a penetrar o cuzinho dela com a minha pica.
Depois que já estava dentro, comecei a fazer um vai e vem e a meter mais depressa. Minha irmã ficou toda arrepiada. O cuzinho dela estava bastante ensaboado, então minha pica deslizava sem muito esforço. O tesão foi aumentando com o vai e vém e com os gemidos dela, até que gozei e enchi o cuzinho da minha irmã de leite.
Assim que tirei a minha pica, minha irmã se sentou no chão. Depois ela se levantou e voltamos para o chuveiro onde continuamos o banho.
Aproveitei e esfreguei o corpo da minha irmã para tirar o sabão e depois me concentrei nas partes íntimas dela. Com uma mão fiquei esfregando a xoxotinha dela na frente e com a outra enfiando o dedo no cuzinho dela atrás.
Minha irmã voltou a gemer e gemia cada vez mais forte enquanto eu a esfregava. Foi assim até que ela me pediu para parar porque havia gozado.
Terminamos o nosso banho normalmente. Para nossa sorte, quando saímos do banheiro, não havia nenhum sinal da diarista.
No dia seguinte, minha irmã recebeu a confirmação que havia sido aprovada. Quando ficamos sozinhos em casa, ela veio me contar a novidade e falou que, por conta disso, como ela havia prometido, eu poderia dar quantos tapas eu quisesse na bunda dela.
Perguntei se ela estava falando sério e ela disse que sim. De fato, ela havia prometido, mas já fazia algum tempo que não rolava a brincadeira dos tapas no bumbum dela e então eu não contava mais com isso.
Disse para minha irmã que eu queria, mas diferente das outras vezes, dessa vez ela teria que ficar totalmente sem roupa. Ela desconversou um pouco, porém acabou concordando.
Enquanto eu estava sentado no sofá da sala, minha irmã foi tirando a camiseta e depois o shortinho. Para minha surpresa, por baixo, ela estava vestida com uma linda lingerie vermelha.
Além de sexy, a lingerie era de renda e semi-transparente, então, mesmo vestida, pela transparência dava para ver um pouco dos seios e da xoxota na frente e do bumbum atrás.
Perguntei como minha irmã havia feito para comprar a lingerie. Ela disse que não havia comprado. Perguntei então como ela havia conseguido. Ela me explicou que havia sido um presente do Paulo, mas que ele havia pedido para ela não contar para ninguém.
Achei estranho Paulo dar isso para minha irmã e pedi para ela explicar melhor. Ela disse que Paulo havia pedido o número que ela vestia para comprar um presente para ela, mas que ela não imaginava que seria uma lingerie.
Perguntei se Paulo já havia visto ela vestida com a lingerie e ela disse que não, mas que ele havia pedido para ver. Ela disse que falou para ele que iria pensar e que não havia se comprometido em mostrar.
Falei que ela tinha feito certo, que ela não era obrigada a mostrar para ele não. Ela falou que agora eu era o único a ver e que ela estava com um problema porque não tinha onde guardar o presente. Ela estava com medo de alguém ver a lingerie nas coisas dela. Falei então que eu podia guardar no meu baú que tinha cadeado.
Disse para minha irmã que ela estava linda e muito sexy com a lingerie. Ela agradeceu e perguntou se eu ia querer mesmo os tapas. Falei que sim e perguntei quantos tapas eu poderia dar. Ela respondeu brincando que eu poderia dar quantos eu quisesse, já que meus tapas não doíam. Falou até que se eu quisesse poderia amarrar ela para ela não fugir.
Estava difícil de acreditar que minha irmã estava ali vestida de lingerie e se oferecendo para ser amarrada. Disse brincando que não confiava nela e que amarraria ela sim. Peguei uma toalha, coloquei os braços dela para trás e amarrei ela pelos pulsos.
Fiquei só de cueca e me sentei no sofá. Ela ficou deitada de bruços no sofá com o quadril por cima de mim. Foi quando comecei a dar tapas nas nádegas dela.
Minha irmã dava um grito a cada tapa que levava. Eu fiquei alternando os tapas entre uma nádega e outra. Depois de alguns, perguntei se estava doendo e ela respondeu sorrindo dizendo que não. Então perguntei se podia dar mais e ela respondeu que sim. Percebi que ela estava gostando.
Resolvi então tirar a lingerie dela e deixá-la inteirinha nua. Primeiro tirei o sutiã e depois a calcinha. Aproveitei e também tirei a minha cueca. Nessa hora, ela me perguntou o que eu estava fazendo e eu respondi que estava apenas deixando ela nua kkkk.
Voltei a dar tapas nas nádegas dela. Com a gente sem roupa, meu pinto excitado ficava roçando na xoxota dela enquanto ela estava deitada debruçada no meu colo. Isso estava me deixando super excitado. Enquanto isso, minha irmã continuava gritando a cada tapa que levava no bumbum.
Então tive uma ideia. Perguntei se ela confiava em mim e ela respondeu que sim. Nos levantamos do sofá e me sentei novamente. Pedi para ela se sentar no meu colo de frente para mim.
Minha irmã falou que não queria ainda perder a virgindade. Disse que ela não ia perder e que se ela não gostasse da posição a gente parava. Ela não topou.
Falei que tinha uma ideia melhor. Pedi para ela se deitar no sofá. Ela então ficou deitada de barriga para cima por cima das mãos atadas. Puxei o quadril dela um pouco para fora do sofá e abrindo as pernas dela comecei a chupá-la com carinho. Ela estava super molhadinha. Depois, aproveitei para chupar também os seios.
Resolvi aproveitar a posição favorável para voltar a roçar o meu pinto nela. Abri as pernas dela e fiquei no meio. Comecei a passar meu pinto por cima da xoxota dela. À medida que esfregava, minha irmã gemia mais alto. Na hora, fiquei imaginando como seria se em vez de esfregar por cima, meu pau estivesse dentro da vagina dela.
Passei então a esfregar a cabeça do meu pau na entrada dela, parecia que iria penetrar a vagina dela a qualquer momento. Estava louco para entrar. O tesão estava a mil, mas ao mesmo tempo esse era o ponto máximo que a gente podia chegar.
Minha irmã estava totalmente entregue. Os gemidos dela me deixaram ainda mais excitado até que acabei gozando e inundando os pelinhos da xoxota dela com o meu leite. Minha irmã continuava virgem, mas acho que eu nunca havia gozado tanto até então.