[ Primeiramente queria dizer que provavelmente não vou conseguir postar um capítulo por dia, mas postarei os capítulos o mais rápido possível. Essa história é bem diferente das outras que escrevi. São personagens mais comuns e com menos segredos na história. Espero que gostem. ]
O início:
Às vezes a gente acha que tem uma vida boa e quase perfeita. Que seus dias futuros estão previamente traçados e não tem nenhuma grande surpresa te esperando. Pelo menos não daquelas que mude sua vida completamente. Mas o destino às vezes prega grandes peças na nossa vida e ele estava prestes a aprontar comigo. Uma noite de chuva, umas taças de vinho a mais e minha vida quase perfeita viraria de pernas para cima.
Meu nome é Samantha, tenho 32 anos, sou casada, mãe de uma linda garota e trabalho como diretora em uma grande empresa de transporte na capital mineira. Depois de mais um dia muito puxado de trabalho, eu retornava ao meu lar completamente exausta. A empresa que eu trabalhava estava na fase mais complicada para se trabalhar, contratos vencendo, novos contratos sendo feitos e muitos para renovar. Os dias estavam bem corridos.
Assim que cheguei já fui direto para o banheiro tomar um bom banho e relaxar um pouco. Logo que entrei debaixo da ducha vi a porta se abrir, meu marido provavelmente teve a mesma ideia que eu. Do box pode ver ele tirando sua roupa e caminhar até onde eu estava. Pedro é meu primeiro e único em tudo. Primeiro beijo, primeiro namorado, primeiro homem e naquele momento eu achava que seria primeiro e único. Ele já se aproximou de mim e me deu um beijo muito gostoso, que foi correspondido com bastante entusiasmo da minha parte.
Logo senti suas mãos apertarem meu bumbum e sua boca descer para os meus seios. Eu senti sua boca sugando meus mamilos e não vou negar que aquilo me excitou.
~Amor eu estou um pouco cansada, não podemos deixar para mais tarde não?
Eu realmente estava exausta, mas pelo jeito ele estava bem animadinho.
~Só uma rapinha, estou morrendo de tesão, prometo que te deixo em paz depois.
Eu estava cansada, mas não custava nada eu fazer um pequeno esforço para aliviar o tesão dele.
Dei um sorriso e puxei ele para o lado. Me ajoelhei na sua frente e segurei seu pau que já estava meia vida. Coloquei ele na boca e chupei com vontade. Fiz isso tempo o suficiente para deixar ele duro e bem melado. Me levantei e dei um beijo bem gostoso na sua boca. Virei meu corpo e fiquei de costas para ele. Apoiei minhas mãos na parede e abri minhas penas. Ele se ajoelhou atrás de mim e senti sua língua na minha buceta. Ele me chupou por algum tempo e me deixou muito molhada. Ele se levantou, encaixou seu pau bem na entrada e foi me penetrando devagar. Segurou com as duas mãos na minha cintura e começou a me fuder em um ritmo bem suave. Eu já ouvia sua respiração pesada e seus primeiros gemidos. Logo seus movimentos se tornaram mais rápidos e fortes. Não demorou muito para ele encher minha buceta de porra quente. Ele se afastou de mim, me deu um beijo gostoso e perguntou se eu queria gozar. Eu disse a ele que não, que estava tudo bem. Eu realmente estava casada, claro que senti muito tesão com ele me fudendo, mas não a ponto de ter um orgasmo. Isso era normal para mim.
Pedro tem o pênis bem avantajado, no início isso até nos causou alguns problemas. Às vezes ele me machucava sem querer, mas com o tempo a gente foi procurando posições melhores e mais confortáveis para mim. Mesmo assim, raras foram as vezes que tive um orgasmo com penetração. Às vezes que acontecia eu estava por cima e no controle da situação. Mas os orgasmos nunca me faltaram. Pedro conhecia meu corpo, me dava orgasmos incríveis com sua língua e seus dedos.
Terminamos nosso banho e Pedro saiu primeiro do que eu como de costume. Eu fiquei mais um pouco no banheiro curtindo aquela água gostosa escorrer pelo meu corpo. Depois do banho e já devidamente vestida com uma roupa bem confortável eu fui até a cozinha ver como estava o andamento do jantar. Assim que me aproximei senti o cheiro gostoso da carne que Maria estava preparando. Me aproximei para ver se ela precisava de ajuda. Ela disse que já estava terminando, eu me sentei em uma das cadeiras e fiquei conversando com minha empregada.
Maria estava na minha casa desde que nos casamos e viemos morar aqui. Ela é dois anos mais nova do que eu e a considero mais como amiga do que empregada. Sempre nos demos muito bem e nesses anos todos nunca tive nenhum tipo de problema com ela. Mas Pedro certamente teria se eu não tivesse acalmando ele a alguns anos atrás.
Maria mora em uma casa de três cômodos no fundo da nossa casa. Infelizmente em uma noite a alguns anos atrás, Pedro acordou de madrugada e foi até a cozinha beber água. Enquanto ele estava na cozinha ele viu Maria sair da sua casa com uma garota e elas se beijando quando se despediram no portão da saída. Ele voltou para o quarto e me acordou revoltado com aquilo. Ele queria que eu a mandasse embora da nossa casa no outro dia. Eu já sabia que Maria era BI, inclusive foi eu que disse para ela que podia trazer a namorada da época para sua casa. Quando contei isso a Pedro a coisa ficou feia. Ele ficou furioso por eu ter feito isso e como eu tinha autorizado eu não aceitei o que ele queria. Isso rendeu várias discussões entre a gente, mas não mudei de opinião. Até porque Maria não tinha feito nada de errado, mas para Pedro homossexualidade era algo que ele não aceitava.
Pedro foi criado em uma família muito religiosa. Aprendeu que aquilo era algo do diabo. Com o tempo eu fui melhorando um pouco seu modo de pensar, mas aceitar uma pessoa homossexual dentro da sua casa foi bem complicado. Falei com Maria no outro dia e pedi para ela tomar mais cuidado, ela me pediu mil desculpas e até queria sair do trabalho. Com muita conversa eu consegui convencer os dois a aceitar o que eu queria e assim Maria continuou com a gente. Pedro e ela nunca tiveram muita intimidade, depois disso, as coisas pioraram, eles nem se falavam mais.
Uma das coisas que me ajudaram nessa época foi minha filha Júlia, ela era muito apegada a Maria. Usei isso ao meu favor, mas não deixava de ser verdade. Separar as duas iria deixar Júlia muito triste, Maria era como uma segunda mãe para ela.
Eu estava ali distraída conversando com Maria quando Júlia chegou na cozinha toda produzida. Minha filha é uma garota linda. Tem o corpo muito parecido com o meu e o rosto é uma mistura minha com o pai. Ela está terminando o colegial. Vai se tornar maior de idade no fim do ano e no próximo se tudo der certo, já estará ingressando na faculdade. Júlia além de ser uma garota linda, é inteligente, muito carinhosa e nunca me deu nenhum tipo de trabalho. Tenho muito orgulho da filha que tenho.
Júlia já chegou na cozinha dando um abraço e um beijo no meu rosto. Fez o mesmo com Maria e veio pro meu lado com uma carinha de pidona.
~A onde a senhorita vai toda linda assim?
Ela já abriu um sorriso lindo.
~Vou ao cinema e depois comer um lanche no shopping, se minha mamãe linda deixar, claro.
Quando ela falou aquilo já imaginei o que ela iria pedir a seguir.
~Pode ir sim, mas não fique até tarde. Tem dinheiro na bolsa que usei hoje. Pode pegar lá, mas não exagera.
Ela me deu outro abraço apertado.
~Obrigada mãe! Só vou pegar uns 50 reais e pode descontar da minha mesada no fim do mês. Volto antes das 22, não se preocupe.
Depois de mais um beijo no rosto ela se foi. Minha filha já estava se tornando uma mulher e às vezes aquilo me assustava.
~Maria, você que sabe todos os segredos da Júlia. Ela já está namorando ou ficando com algum garoto e tem medo de me contar?
Maria riu da minha pergunta.
~Patroa eu te juro que ela não me contou nada. Se tivesse eu te contaria. Isso eu não esconderia de você. Já que sei que você não iria proibir ela de namorar se fosse um bom garoto. Mas ela só estuda e sai com sua melhor amiga às vezes. Como você mesmo sabe, ela está focada nos estudos e não quer saber de namorar nenhum garoto não.
Eu confiava nas palavras da Maria.
~Você tem razão, não tem motivos para ela esconder um namoro de mim. Mas assim mesmo eu às vezes me preocupo com isso.
Aquilo no fundo me deixava um pouco aliviada, apesar de saber que era algo que uma hora ou outra aconteceria.
Maria terminou o jantar, fez seu prato e foi para sua casa. Eu e Pedro jantamos sozinhos naquela noite. Depois do jantar fui ver TV no meu quarto e Pedro foi para o escritório resolver alguma coisa. Acabei cochilando vendo uma séria e só fui acordada com Pedro me chupando gostoso. Eu amava quando ele fazia isso. Eu adoro sexo oral e isso Pedro sabia fazer muito bem, sua boca e sua língua me deixava louca de tesão. Pedro sabia exatamente o momento que eu estava prestes a gozar e nesse momento ele fazia algo que eu amava. Sua língua e boca trabalhavam no meu grelo durinho e ele me penetrava com dois dedos. Enquanto seus dedos entravam e sai da minha buceta molhada o seu dedão pressionava meu rabinho. Aquilo me dava muito tesão e eu tinha orgasmos incríveis. Não foi diferente naquele momento. Mais uma vez eu estava gozando gostoso com seus toques maliciosos.
Assim que eu gozei ela já me penetrou com seu pau extremamente duro, não levou muito tempo para ele me encher com seu leite quente novamente. O resultado disso foi que tivemos que tomar outro banho e trocar a roupa de cama antes de dormir agarradinhos. Pedro na nossa cama não era aquele homem sério e fechado do dia a dia. Era um homem carinhoso, amoroso e que sorria fácil. Isso foi uma das coisas que fizeram me apaixonar por ele na minha adolescência. Essa paixão virou um amor que foi cultivado até hoje e sou extremamente feliz por isso.
Dormi muito bem naquela noite e só fui acordar no outro dia com o despertador do meu celular. Me levantei e fui me aprontar para mais um dia de trabalho. Pedro já tinha acordado e quando fui na cozinha tomar café ele já estava terminando o dele. Logo Júlia apareceu com cara de sono, provavelmente ficou de papo com sua amiga até tarde e dormiu pouco. Pedro apressou ela para tomar café rápido porque ele iria deixar ela no colégio. Assim que terminaram o café, se despediram de mim e saíram. Julia fez questão de me dar um belo abraço e Maria também ganhou o seu. Algo que não agradava Pedro, mas ele não falou nada, apenas fez uma cara de reprovação. Terminei meu café, dei um abraço na Maria e segui para a empresa.
O dia já começou bastante puxado. Eu estava correndo atrás da renovação de alguns grandes contratos que eu ajudei a fechar. Depois de muita conversa ao telefone, consegui renovar os três mais importantes. Na hora do almoço fui chamada ao escritório do presidente e dono da empresa. Para minha surpresa ele não estava sozinho. Sua esposa estava com ele e saímos para almoçar os três juntos. Marcos e Raquel são amigos antigos da minha família. Não só isso, são meus amigos pessoais.
Marcos me disse que queria que eu fosse viajar com ele no dia seguinte. Sairíamos cedo para ir até São Paulo. Ele estava tentando fechar um contrato com uma grande fábrica de alimentos e queria minha ajuda em algumas reuniões com os donos. Era uma viagem rápida de um dia ou dois no máximo. Eu disse a ele que eu poderia ir sim, mas iria verificar com meu Marido antes. Ele concordou e continuamos nosso almoço. Logo após almoçar Marcos saiu e ficou apenas eu e Raquel de papo. Ela foi me contar mais uma das suas aventuras com um personal da sua academia.
~Minha amiga que decepção, o homem é bonito, tem um pauzão gostoso, mas não sabe fazer um oral decente e ainda fica narrando a transa.
Eu dei uma risada gostosa com o que ela me falou.
~Como assim narrando a transa? Kkkkk
Ela tomou um pouco de água e eu pude ver a cara de decepção que ela estava.
~Ele fica falando tudo que vai fazer, tipo eu amo homem que fala umas sacanagens, mas ficar falando o tempo todo corta meu tesão. Eu não sabia se estava trepando ou escutando o Galvão Bueno narrar uma trepada.
Eu dei uma gargalhada que provavelmente o restaurante todo ouviu.
~Graças a Deus Pedro faz um oral maravilhoso, tudo bem que ela não fala sacanagens no meu ouvido, mas não é algo que eu sinto falta. Na verdade ele praticamente não fala nada na hora H, mas prefiro ouvir ele gemendo do que falando.
Raquel respirou fundo antes de soltar mais uma das suas piadinhas.
~Você tem sorte. Tem um homem que te ama, te trata bem e pelo que você me falou tem um pau gostoso. O melhor é que te chupa gostoso e ainda geme gostoso. Você bem que podia me emprestar ele já que você é amante do meu. kkkkkkkkk
Ela sempre soltava essas piadinhas e se alguém ouvisse certamente pensaria besteira.
~Pode tirar o olho do meu marido, você tem seus novinhos para se divertir. E falando do seu marido, com essa viagem agora vou dar para ele em outro estado kkkkkkk
Raquel deu um belo sorriso e disse que nem tinha pensado nisso. Eu amo conversar com Raquel, ela tem quase 50 anos, mas parece uma adolescente. A alegria dela é contagiante. Porém ela sabe conversar sério quando precisa e já me deu ótimos conselhos. Mas infelizmente nossa conversa não durou muito mais e tive que voltar ao trabalho.
Assim que cheguei na empresa pedi para minha secretária só me interromper se fosse algo urgente. Eu queria tentar renovar os contratos restantes que tinha em aberto. O dia correu normalmente e só fui interrompida uma vez porque Marcos me mandou tudo sobre o contrato que iríamos tentar fechar com a fábrica em São Paulo. Deixei para ler tudo a noite e dar uma estudada no contrato. Continuei minhas ligações para tentar renovar os meus. Mais um dia de trabalho terminou e eu segui para minha casa.
Eu sabia que Pedro não iria gostar muito da minha viagem, mas também não iria proibir. Como imaginei, ele não gostou nem um pouco, fechou a cara, mas não me proibiu nem me criticou, só ficou com uma cara de poucos amigos. Até tentei conversar, mas ele disse que não iria resolver conversar, já que eu não iria deixar de ir e ele não iria ficar mais confortável com a situação. Então achei melhor não insistir no assunto e fui arrumar minha mala. Não iria levar muita coisa, mas como Marcos disse que tinha a possibilidade de ser dois dias, eu achei melhor levar as coisas necessárias para ficar dois dias.
Liguei para Marcos e combinamos de nos encontrar no aeroporto. Iriamos no jatinho da empresa, e eu iria deixar meu carro no estacionamento do aeroporto. Fui no outro dia de manhã e Marcos já estava à minha espera no local combinado.
Marcos como sempre foi muito gentil comigo. A viagem foi tranquila e o papo praticamente foi sobre o trabalho. Assim que chegamos já tinha um carro à nossa espera para levar ao hotel, que por sinal era muito bom. Às 10 horas já estávamos em uma reunião que durou quase quatro horas. Contrato que envolve muito dinheiro é sempre mais demorado e complicado para fechar. Para piorar, o advogado da nossa empresa que estava participando online teve um pequeno problema com sua Internet. Marcos poderia ter trazido ele no meu lugar, mas por algum motivo ele preferiu que eu viesse com ele.
Voltamos ao hotel e combinei com Marcos de encontrá-lo no restaurante do hotel para a gente almoçar. Já eram quase 15 horas e eu estava com muita fome. Tomei um banho rápido no meu quarto e desci até o restaurante. Marcos já tinha chegado e estava à minha espera. Fizemos nossos pedidos e conversamos bastante sobre o que tinha acontecido na reunião. Depois ficamos falando sobre coisas aleatórias por um bom tempo. Marcos era um ótimo patrão e também uma ótima companhia. Além de ser um homem muito bonito, Marcos era muito bom de papo. Sua fama era de ser daqueles homens que ficam com todas as mulheres bonitas que os interessavam. E isso não era difícil, porque além das suas qualidades físicas, que não eram poucas, ele também era muito charmoso e inteligente. Minha secretária era uma que saia com ele às vezes e o elogiava como homem em todos os sentidos.
Depois do jantar fui para meu quarto e liguei para Pedro. Conversamos por um tempo e avisei a ele que teria que passar a noite em São Paulo, mas que estaria no outro dia em casa no início da tarde. Percebi na hora que sua voz mudou ao receber aquela informação. Pedi desculpas a ele por ter que ficar e disse que o amava muito. Ele me deixou no vácuo e aquilo me irritou bastante. Como ele não disse nada eu desliguei sem nem me despedir dele. Liguei para Maria depois e para minha filha na sequência. Maria disse que estava precisando comprar algumas coisas para casa, mas iria ter que esperar eu voltar já que Pedro não conversava com ela. Minha filha avisou que iria dormir na casa da amiga e passar o sábado estudando com ela. Assim que desliguei mandei uma mensagem para Pedro pedindo para ele conversar com Maria, que aquela teimosia dele em ficar sem falar com ela já estava causando problemas.
Deitei um pouco e fui ver algo na TV para matar o tempo. Acabei dormindo um pouco e só acordei depois das 21 horas. Como não iria conseguir dormir de novo, resolvi descer até o restaurante do hotel para jantar e beber algo para relaxar um pouco. Eu estava bem chateada por Pedro ter me deixado no vácuo durante a ligação.
Comi algo leve e bebi uma taça de vinho. Depois resolvi ir até o barzinho do hotel beber mais algumas taças antes de subir para meu quarto. Eu amava vinho, era algo que eu e Pedro tínhamos em comum. Éramos amantes de bons vinhos.
Fui até o barzinho e me sentei em um banco em frente ao balcão. O barman veio até mim, ele era um rapaz muito bonito e fui muito educado ao me servir. Ele pareceu gostar de mim porque não parava de me olhar com um sorriso atrevido no rosto. Não demorou muito para ele vir puxar papo comigo e até que ele era gente boa. Super educado, inteligente e era do tipo homem gato que Raquel iria amar levar para cama. Eu já estava na minha terceira taça de vinho quando Marcos apareceu. Meu patrão estava muito bonito, todo arrumado é provavelmente pronto para achar uma mulher interessante para ele tentar levar para o quarto.
Marcos me viu de papo com o barman e veio conversar comigo. Resolveu me acompanhar em uma taça de vinho. Eu me vi ali perto daqueles dos ótimos exemplares masculinos, cada um chamava a atenção de uma forma. Marcos era um coroa rico, bonito e muito charmoso. O barman era bem mais novo, provavelmente mais novo que eu. Era muito bonito, sorriso lindo e um olhar sedutor. Provavelmente usava isso para ficar com várias mulheres ali. Eu resolvi beber mais uma taça de vinho, eu já estava um pouco alegre por causa do álcool, mas mais uma taça não iria fazer muita diferença.
Ali perto daqueles homens bonitos, com minha taça de vinho nas mãos eu aproveitava o bom papo e a boa companhia naquela noite fria em São Paulo. Eu não tinha planejado aquilo, mas também não estava reclamando. Com eles ali até esqueci da raiva que tinha passado com meu marido mais cedo.
Continua..
( Críticas, dicas e elogios são muitos bem vindos, desde feitos com respeito e educação. Muito obrigado. )