Traduzido de ¨I endured a horse fucking me¨).
Digamos que meu nome é senhora Smith. Tenho 31 anos, morena e casada com Oliver, ainda sem filhos. Meu marido é bem dotado com o cacete de tamanho e grossura que causa espanto e até medo em algumas mulheres. Eu mesma, sofro para aguentar ele. Para não ficar dolorida depois do sexo, costumo transar por cima, cavalgando e controlando a penetração.
Somos liberais e já fizemos sexo a três e troca de casais. Num swing, dei para Jack, o marido da Sophia e depois, ela elogiou o pau do meu marido. Disse que foi muito gostoso dar pra ele porque gozou muito no pauzão do Oliver. Talvez porque o marido dela não era muito dotado.
Disse que na fazenda deles, ela transava com cavalos e adorava. Muitos acham isso bizarro e bestial, mas tudo é questão de cultura. Em algumas tribos nômades na Mongólia, é normal as mulheres fazerem sexo com cavalos. Como fiquei curiosa pelo assunto, Sophia ficou de mandar uns vídeos.
Comentei isso com meu esposo e ele disse que tinha gostado muito de comer a Sophia, porque ela aguentou bem seu cacetão, deixando ele meter à vontade. Ela estava mesmo acostumada com falos gigantescos.
Recebi três vídeos no meu e-mail. No primeiro, ela, Sophia de pé com roupa de couro para parecer uma égua e buceta exposta. Curvada, um pônei preto com a tora avantajada subiu nela metendo com vontade. Notei ela tentando segurar o pauzão para não entrar tudo e furar ela. No ultimo, filmado por baixo, deu para ver em detalhes como o mastro preto e enorme fazia a ponta mais clara sumir inteira dentro dela. O animal gozou um monte, enchendo ela de porra, a ponto de ficar vazando pela buceta avermelhada.
Assisti junto com Oliver, que ficou bem excitado. Tarado, me agarrou e quis me comer. Acabei tendo que dar e pior, num papai e mamãe com ele por cima. Enquanto metia, ele ficou falando que queria me ver aguentando um pauzão igual do pônei. Gozou e ficou esperando sua porra vazar da minha buceta judiada. Bem aceso, quis também nos dias seguintes, sempre falando de um cavalo me comendo, fantasiando como seria.
Foi um sofrimento aguentar todo seu fogo naqueles dias. Por outro lado, fiquei curiosa em saber como seria dar para um cavalo. Trocamos mensagem com Sophia e ela me incentivou a experimentar. Que poderia ficar tranquila que ela e o marido dela dariam todo apoio e cobertura.
Meu marido bem entusiasmado com a ideia. Até comprou uma cinta liga de couro e meia de tiras de couros para trançar, imitando a Sophia. Ao experimentar, achei que ficou bem sensual com o material escuro realçando a alvura da minha pele. Sem calcinha, só coloquei um vestido folgado por cima.
No dia combinado, fomos até a fazenda deles. Falei que estava com muito medo do pônei preto porque ele metia com muita vontade, além de estar preocupada com ele gozando dentro. O casal me garantiu que o risco de gravidez era nulo. Mas se eu estava tão preocupada, eles tinham um outro cavalo mais tranquilo e passivo que seria ideal para mim começar.
Como eu estava muito amedrontada em fazer de pé deixando o animal montar em mim, Jack arrumou uma base de feno para eu deitar por baixo e controlar tudo. Tirei o vestido e fiquei esperando. Sophia trouxe um lindo cavalo, de cor caramelo, crina e rabo branco que lhe dava um ar imponente.
Jack me ajudou a acomodar sobre o monte de feno embaixo do equino. Ele pelo jeito estava adestrado em comer humanas. Ficou parado expondo seu cacete magistral, grande e grosso. Peguei naquele mastro monumental e dei uma leve masturbada, o que fez ele ficar ainda mais rígido. Sua textura macia era agradável ao contato.
Olhei para o lado e vi meu marido filmando tudo. Encostei a ponta do pauzão na entrada da minha buceta, segurando firme, temendo que ele socasse aquilo que com certeza, iria rasgar minhas entranhas. Vi que o cavalo era mesmo dócil ficando imóvel. Isso deu confiança para erguer o quadril e ir se auto penetrando aos poucos.
Quando a ponta entrou me invadindo, senti os lábios da buceta se retesarem recebendo tamanha grossura. Era bem diferente de quando eu transava com meu marido. Com todo o corpo retesado, recebendo a masculinidade de um animal dentro de mim. Não conseguia relaxar, se bem que a sensação era diferente e agradável.
Como estava cada vez mais gostoso, de forma instintiva passei a rebolar para que meu macho de quatro patas entrasse cada vez mais em mim. Sem nunca deixar de segurar o pau ameaçador para que não entrasse bastante, o que com certeza arrombaria minha pombinha. Sem falar no medo que eu tinha de acabar machucada.
A brincadeira estava deliciosa e quando dei por mim, já estava mais à vontade. Meu marido contou que eu até soltei alguns gemidos, ¨Ah. ah, ah¨, que constatei ser verdade ao ver o vídeo depois. Certo momento, veio à mente a imagem do pônei preto ejaculando um monte na Sophia e assustada, tirei o pau do cavalo.
Senti como a buceta esvaziou sem a pica grossona. Morrendo de medo, coloquei de novo. Tomando cuidado para não masturbar meu amante equino para que ele não gozasse em mim. Por outro lado, teve momentos que desejei que ele fizesse igual ao pônei preto, metendo com vontade.
Nesse turbilhão de sensações, preocupada que o cavalo gozasse dentro, decidi encerrar a coisa. Oliver parou de filmar e tirou o pauzão duro para fora enquanto Jack e Sophia tiravam o cavalo dali. Oliver penetrou e me fodeu em cima do monte de feno. Ainda bem que gozou logo, soltando porra e mais porra, dizendo:
- Toma porra do cavalo, toma!
Bem, meu marido gostou da experiência e eu também. Fiquei com a sensação de que ficou faltando algo. Aliás estou criando coragem para encarar o pônei preto. Virou nossa nova fantasia. Se a Sophia aguenta, eu também posso aguentar. Quando acontecer, eu volto aqui para contar...
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VÍDEOS: Quem quiser os vídeos da Sophia e o meu, deixe e-mail nos comentários.
SOPHIA AND THE BLACK PONY (0, 1 e 2)
3-TH HORSE FUCKED MY WIFE