Feriado Proibido (amigo do filho)

Um conto erótico de Tina
Categoria: Heterossexual
Contém 1499 palavras
Data: 25/02/2025 13:52:31
Última revisão: 26/02/2025 00:50:59

Este é o meu segundo conto, e quero começar agradecendo a todos pelos comentários e mensagens carinhosas que recebi após o primeiro relato. Foi incrível ver como minha história ressoou com tantas pessoas, e isso me inspirou a compartilhar mais uma aventura. Para quem ainda não me conhece, vou me apresentar novamente.

Meu nome é Tina, e hoje vou compartilhar com vocês um pouco sobre minha vida e alguns segredos que guardo a sete chaves. Tenho 51 anos, 28 deles casada com meu marido, um homem incrível, descendente de japoneses, que hoje está com 60 anos. Juntos, criamos dois filhos: um de 26 anos, já independente, e outro de 18, ainda em casa. Sou uma mulher de 1,60m, 58kg, com cabelos castanhos claros que caem suavemente sobre meus ombros. Meus seios são médios, talvez um pouco pequenos, e meu bumbum não é lá grandes coisas, mas isso nunca foi um problema para meu marido – ou para mim.

Nossa vida sexual sempre foi ativa, e eu nunca me interessei por garotos mais novos. Sempre preferi homens maduros, como meu marido, que sabe exatamente o que quer e como me fazer sentir desejada. Mas, ultimamente, tenho me sentido um pouco... aventureira. Talvez seja a idade, ou talvez seja apenas o desejo de explorar algo novo. E foi assim que tudo começou.

Faz cerca de seis anos, meu marido teve que passar o feriado trabalhando. Ele é um homem dedicado, sempre colocando o sustento da família em primeiro lugar. Na época, nossos filhos tinham 18 e 10 anos, e eu decidi que não deixaria o feriado passar em branco. Convidamos o amigo do mais velho, Felipe, um garoto de 18 anos, para nos acompanhar em uma viagem até uma chácara da família. Era um lugar tranquilo, cercado por natureza, onde costumávamos passar momentos em família.

Felipe era um jovem alto, com um sorriso fácil e uma energia contagiante. Ele sempre foi educado e respeitoso, mas havia algo nele que, confesso, me deixava um pouco curiosa. Talvez fosse a forma como ele me olhava quando pensava que eu não estava prestando atenção, ou a maneira descontraída com que conversava comigo, como se eu fosse uma amiga, e não a mãe de seu amigo.

Naquela época, eu estava com 45 anos, ainda me sentindo bem com meu corpo, mas começando a notar os primeiros sinais da idade. Meu marido e eu tínhamos uma vida sexual ativa, mas havia algo em Felipe que despertou em mim uma sensação que há muito não experimentava – uma mistura de curiosidade e desejo.

Chegando na chácara, os garotos logo se animaram com a piscina. Meu filho mais velho e Felipe mergulharam na água, enquanto o caçula ficou brincando com uma boia. Eu, por outro lado, decidi aproveitar o sol quente e o silêncio do lugar para ler um livro. Sentei-me em uma espreguiçadeira no deck da piscina, vestindo um biquíni simples que sabia realçar minhas curvas, mesmo que modestas.

Enquanto lia, percebi que Felipe, de vez em quando, olhava para mim. Seus olhos pareciam se fixar em meu corpo, mas eu discretamente fingi não notar. Havia algo naqueles olhares que me deixava um pouco inquieta, mas também intrigada. Era uma sensação que eu não sentia há muito tempo – uma mistura de excitação e culpa.

Depois de um tempo, decidi passar protetor solar nos meus filhos. Eles reclamaram, como sempre, mas sabiam que eu não ia deixar passar. Quando terminei, olhei para Felipe, que estava deitado em uma toalha ao lado da piscina, e ofereci:

— Quer que eu passe em você também? — perguntei, tentando parecer casual.

Ele hesitou por um momento, mas acabou concordando com um sorriso tímido. Enquanto espalhava o protetor em suas costas, notei que ele estava visivelmente tenso. E então, quando ele se virou de barriga para cima, não pude evitar notar o volume enorme debaixo de sua bermuda. Era impossível ignorar. Meu coração acelerou, e eu tive que me esforçar para manter a compostura.

— Pronto — disse, tentando parecer natural, mas sabendo que ele podia sentir a leve tremulação em minhas mãos.

Felipe agradeceu com um sorriso, e eu voltei para minha espreguiçadeira, tentando me concentrar no livro. Mas minha mente estava longe dali, pensando naquela situação inesperada e no que poderia acontecer a seguir.

O resto do dia passou tranquilamente. Jantamos juntos, rimos de histórias antigas e, quando a noite caiu, todos foram para seus quartos. Eu, no entanto, não conseguia dormir. Meus pensamentos estavam agitados, e decidi ficar na sala, assistindo TV em volume baixo para não acordar ninguém.

No meio da madrugada, ouvi passos vindos da cozinha. Era Felipe, que tinha ido buscar um copo d'água. Ele estava vestindo apenas um shorts e uma camiseta larga, e parecia tão jovem e despreocupado. Senti um frio na barriga, mas decidi seguir meu impulso.

— Não consegue dormir? — perguntei, me aproximando dele.

Ele se virou, surpreso, mas logo relaxou ao me ver.

— Não muito — respondeu, com um sorriso meio sonolento. — E você?

— Também não — admiti, cruzando os braços e me apoiando no balcão da cozinha.

Começamos a conversar sobre coisas simples, mas havia uma tensão no ar, algo que não podíamos ignorar. Nossos olhares se encontravam por mais tempo do que o normal, e eu sentia meu coração acelerar. Foi então que, sem pensar muito, me aproximei dele e nossos lábios se encontraram em um beijo suave, mas cheio de desejo.

Felipe respondeu ao beijo com uma intensidade que me surpreendeu. Suas mãos encontraram minha cintura, e eu senti o enorme volume em sua bermuda crescer ainda mais, pressionando contra mim. Aquele momento foi como um estalo, e eu sabia que não poderia mais ignorar o que estava sentindo.

— Vamos para a edícula — sussurrei, segurando sua mão e levando-o para o pequeno espaço no fundo da chácara, longe dos quartos principais.

**Ao entrar na edícula**, a tensão entre nós explodiu. Nos beijamos com uma intensidade que eu não sentia há anos, como se estivéssemos tentando nos fundir um no outro. Minhas mãos exploravam seu corpo, e as dele percorriam minhas curvas com uma mistura de desejo e admiração.

Quando me ajoelhei aos seus pés, senti um frio na barriga, mas também uma excitação que não conseguia negar. Com movimentos lentos, puxei a bermuda de Felipe para baixo, revelando o que já havia sentido antes. Meus olhos se arregalaram ao ver o tamanho dele – devia ter uns 23 cm, muito maior do que o de meu marido e de qualquer outro homem com quem já estive antes do casamento.

Felipe estava visivelmente excitado, e eu sabia que não poderia mais esperar. Com uma mão firme, segurei seu membro, sentindo a textura quente e pulsante. Então, lentamente, levei meus lábios até ele, começando a explorar com a língua, sentindo sua reação imediata. Ele soltou um gemido baixo, e eu sabia que estava no controle da situação.

Enquanto eu o explorava com a boca, notei claramente que Felipe era inexperiente, talvez até virgem. Seus gemidos eram altos e descontrolados, e ele não demorou muito para chegar ao clímax, deixando-se molhar meu corpo com sua excitação. Ele parecia um pouco envergonhado, mas eu sorri, acariciando seu rosto.

— Está tudo bem — sussurrei, tentando acalmá-lo. — Isso é natural.

Deitados nos colchonetes que haviam no local, voltamos a nos beijar, e eu senti que ele estava novamente excitado. Dessa vez, eu queria levar as coisas adiante. Subi sobre ele, posicionando-me cuidadosamente, e comecei a cavalgar, introduzindo-o lentamente dentro de mim. A sensação era intensa, e eu precisei me controlar para não gemer alto.

Felipe parecia estar em êxtase, seus olhos fechados e suas mãos agarrando meus quadris. Eu me movia devagar no início, permitindo que ele se acostumasse com a sensação, mas logo aumentei o ritmo, sentindo cada centímetro dele dentro de mim.

Eu continuei cavalgando Felipe, sentindo cada movimento nosso se tornar mais intenso. Ele gemia baixinho, tentando se controlar, mas eu sabia que ele não duraria muito. Logo, ele chegou ao clímax novamente, e eu senti seu corpo tremer sob o meu. Mas, para minha surpresa, ele continuou firme e duro, como se estivesse pronto para mais.

Aproveitei isso para aumentar o ritmo, movendo-me com mais força e determinação. A sensação era incrível, e eu sabia que estava prestes a atingir o meu próprio orgasmo. Quando finalmente cheguei lá, foi como uma onda que me envolveu completamente, deixando-me sem fôlego e tremendo de prazer.

Depois de alguns momentos de silêncio, nos vestimos em silêncio, trocando apenas olhares significativos. Voltei para a casa principal, com Felipe seguindo alguns minutos depois, para garantir que ninguém nos visse juntos.

Na manhã seguinte, acordamos como se nada tivesse acontecido. Meu filho mais velho e Felipe estavam conversando animadamente no café da manhã, e eu me sentei à mesa, tentando parecer normal, mas sabendo que algo dentro de mim havia mudado para sempre.

A aventura não parou por ali. Nos dias seguintes, sempre que tínhamos um momento a sós, Felipe e eu nos encontrávamos, explorando nossos desejos em segredo. Logo contarei outros encontros que aconteceram.

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Comentários

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Muito tesão o conto. Excitante e muito bem escrito. Show

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