Capítulo 1: O Vazio da Virtude
Ana Paula acordava todos os dias com um peso no peito que não sabia explicar. Aos 50 anos, era a esposa perfeita na pequena comunidade evangélica onde vivia com Jonas, o pastor. Ele era gentil, mas na cama era um fiasco — sexo rápido, sem graça, sempre na mesma posição, sem nunca tocar no desejo secreto dela: o sexo anal que Samuel, seu tio, havia gravado em sua alma décadas atrás. Jonas nunca entenderia, e Ana Paula vivia sufocada, o vazio crescendo como uma sombra que ela disfarçava com sorrisos recatados.
Tudo mudou com Antônio. Ele apareceu na igreja para consertar o telhado depois de uma tempestade. Moreno, pouco mais de 30 anos, com olhos escuros e um jeito confiante, ele era o oposto de Jonas. Ana Paula o viu pela primeira vez enquanto servia café após o ensaio do coral, e os olhares deles se cruzaram — um choque que a fez tremer. Nos dias seguintes, ela inventava desculpas para ficar perto dele, trocando conversas banais que logo viraram algo mais. "Você já pensou em fazer algo só pra você, Dona Ana?" perguntou ele uma vez, o tom carregado de insinuação. Ela gaguejou, mas a pergunta ficou na cabeça dela.
A tensão explodiu quando Jonas saiu para uma reunião pastoral. Ana Paula pegou o celular, o coração disparado, e mandou uma mensagem para Antônio: "Podemos nos encontrar hoje? Hotel Estrela, às 18h." Ele respondeu rápido: "Claro, puta safada. Sabia que você ia ceder. Tô indo te foder como você merece." O xingamento a chocou, mas também a excitou, reacendendo o fogo que Samuel deixara. Ela respondeu: "Eu quero isso." Antônio retrucou: "Então se prepara, sua vadia. Vou te mostrar o que é um macho de verdade, não aquele pastor frouxo."
Outra mensagem chegou minutos depois: "Você é uma puta safada querendo pau, né? Vai levar no cu até gritar." Ana Paula leu, o rosto queimando, mas os dedos tremiam de ansiedade enquanto digitava: "Sim, quero no cu." Ele mandou de volta: "Boa menina. Vou te humilhar bem gostoso, sua vagabunda." Cada palavra era um tapa verbal que a deixava mais ansiosa, o desejo sufocando a culpa enquanto ela se arrumava. Escolheu uma lingerie preta que comprara em segredo, vestiu uma saia longa por cima e dirigiu até o hotel, as mensagens de Antônio ecoando na mente.
No quarto 12 do Hotel Estrela, Antônio a esperava, encostado na parede, sem camisa, o jeans marcando o volume do pau. "Chegou, sua puta safada?" disse ele assim que ela entrou, a voz grave cortando o ar. "Sabia que você não aguentava mais aquele marido inútil." Ana Paula hesitou, mas ele a puxou pelo braço, arrancando a saia com um movimento brusco. "Tira essa porra de roupa, vadia," ordenou, e ela obedeceu, ficando só de lingerie preta, os seios quase saltando enquanto ele ria. "Olha só, a santinha querendo ser puta. Que vergonha, hein?"
Ele arrancou o sutiã, jogando-o no chão. "Deita aí, sua vagabunda," mandou, apontando pra cama, e Ana Paula se jogou de bruços, o coração disparado. "Você quer meu pau no teu cu, né, sua cadela?" perguntou, abrindo a calça e mostrando o pau duro — grosso, uns 17 centímetros, pronto pra ela. "Sim, Antônio, quero no cu," respondeu ela, a voz tremendo de desejo. Ele pegou um frasco de lubrificante na mochila, jogando um jato frio no pau e no ânus dela. "Então toma, sua puta imunda," disse, enfiando o pau no cu dela com uma estocada forte que a fez gritar.
"Que cu apertado, sua vadia," grunhiu ele, socando fundo enquanto ela agarrava os lençóis. "Grita, sua puta safada, mostra que você é uma vagabunda querendo pau!" Ana Paula gritou mais alto, "Fode meu cu, Antônio!", e ele riu, batendo com força na cara dela, o tapa estalando enquanto ela gemia. "Você é uma vergonha, sabia? Casada com um pastor e aqui tomando no cu como uma cadela," disse, batendo de novo, a bochecha dela ardendo enquanto ele acelerava, o pau rasgando o cu dela sem piedade.
"Você não presta, sua puta," continuou ele, puxando os cabelos dela pra trás enquanto socava. "Diz que você é uma vadia imunda!" "Sou uma vadia imunda, Antônio," respondeu ela, a voz rouca, lágrimas nos olhos, mas o prazer subindo enquanto ele a humilhava. "Isso, sua cadela, toma pau no cu como a puta que você é," disse ele, batendo mais uma vez na cara dela, o som do tapa misturado aos gritos dela. "Jonas nunca te fodeu assim, né, sua vagabunda? Ele é um frouxo, e você é uma safada querendo macho de verdade."
Ele socava sem parar, o ritmo brutal enquanto Ana Paula gritava: "Me fode mais, por favor!" "Você não merece nem isso, sua puta nojenta," retrucou ele, cuspindo na cara dela enquanto continuava, o cuspe quente escorrendo pela bochecha dela. "Olha só essa cara de vadia, toda melada," zombou, batendo de novo enquanto ela gozava, o cu apertando o pau dele em espasmos. "Goza, sua cadela, mostra que você é uma puta safada!" ordenou, e ela gritou mais alto, o corpo tremendo enquanto ele ria.
"Vou gozar no teu cu, sua vagabunda," avisou ele, acelerando até explodir, jorrando porra quente no reto dela. "Toma, sua puta imunda, engole meu leite pelo cu," disse, saindo com o pau ainda pingando. "Chupa agora, limpa teu cu do meu pau," ordenou, puxando os cabelos dela e forçando o pau melado na boca dela. Ana Paula engasgou, o gosto de porra e cu enchendo a boca enquanto chupava, ele batendo mais uma vez na cara dela enquanto ria: "Você é uma vadia nojenta, sabia? Chupando meu pau sujo como a puta que você é."
Ela chupou até ele se afastar, o pau amolecendo enquanto ele se levantava. "Você é uma vergonha, Ana Paula," disse, vestindo a calça com um sorriso torto. "Volta quando quiser mais, sua cadela safada. Sabia que você ia virar minha puta." Ele saiu, deixando-a na cama, o cu cheio de porra, a cara ardendo dos tapas, lágrimas e prazer misturados enquanto ela tentava respirar. Voltou pra casa antes de Jonas chegar, o peso da humilhação e do desejo queimando dentro dela, sabendo que aquelas mensagens e aquela foda tinham aberto uma porta que ela não fecharia mais.