Capitulo 2: O Pecado que a Forjou
Ana Paula não virou a rainha do sexo anal brutal aos 50 anos por acaso — ela foi moldada por abusos que começaram na adolescência, nas mãos sujas de Samuel, seu tio. Criada numa família evangélica rígida, numa cidadezinha onde a igreja mandava em tudo, ela era uma garota de 18 anos com cabelo castanho liso até os ombros, olhos grandes e castanhos cheios de perguntas que ela reprimia, e um corpo esguio que começava a chamar atenção. Por trás da fachada de filha perfeita, um desejo confuso queimava, e Samuel viu isso como uma porta aberta para quebrá-la.
Samuel, o irmão mais novo da mãe dela, tinha 35 anos, moreno, com olhos escuros que cortavam como facas e um sorriso torto que prometia problemas. Ele ia à igreja por obrigação, mas seu olhar em Ana Paula era puro veneno. O primeiro abuso rolou numa tarde de domingo, depois de um culto, no banheiro da igreja. Ela entrou pra lavar o rosto, e ele trancou a porta atrás dela. "Você tá virando uma putinha, hein, sobrinha," disse ele, a voz grave enquanto a agarrava pelo braço e a jogava contra a parede. "Tio, para!" ela tentou, mas ele riu. "Cala a boca, sua vadia. Você quer isso, eu sei que quer."
"Chupa meu pau, sua cadela imunda," ordenou, abrindo a calça e mostrando o pau grosso — uns 17 centímetros, duro e babando. "Não, por favor," ela chorou, mas ele agarrou os cabelos dela e puxou até os joelhos dela baterem no chão. "Abre essa boca ou eu te quebro, sua puta," ameaçou, e ela cedeu, engolindo o pau enquanto ele socava a garganta. "Isso, engole tudo, sua vagabunda," grunhiu ele, fodendo a boca dela até ela engasgar, lágrimas escorrendo. "Você é uma vergonha, chupando teu tio como uma puta safada," mandou, batendo na cara dela enquanto ela chupava, o tapa estalando alto.
Ele cansou e a virou. "Agora teu cu, sua vadia," disse, levantando a saia e rasgando a calcinha dela. "Por favor, não!" ela implorou, mas ele cuspiu na mão e enfiou o pau no cu dela com força. "Cala essa boca de puta," mandou, batendo na cara dela de novo enquanto socava, o pau rasgando o ânus virgem. "Que cu apertado, sua cadela," disse, fodendo sem parar. "Pede pra eu gozar no teu cu, sua imunda," ordenou, e ela, chorando, murmurou: "Goza no meu cu, tio." Ele gozou, enchendo o reto dela de porra quente, e riu: "Você é uma puta, sabia?"
"Chupa agora, limpa meu pau," mandou, puxando o pau melado e enfiando na boca dela. "Toma, sua vagabunda, chupa teu próprio cu," disse, batendo na cara dela enquanto ela engasgava, o gosto de porra e cu enchendo a boca. "Você não presta, sua cadela,"disse, saindo enquanto ela desabava, a humilhação queimando na mente, o prazer confuso começando a brotar.
O segundo abuso foi semanas depois, num retiro da igreja numa chácara. Enquanto os hinos ecoavam na fogueira, ele a levou pro banheiro da casa principal. "De joelhos, sua puta safada," ordenou, e ela caiu, tremendo. "Chupa meu pau, vadia," disse, enfiando na boca dela enquanto ela engasgava. "Você é uma cadela imunda, chupando teu tio de novo," ironizou, socando a garganta até ela chorar. "Olha essa cara de puta," disse, cuspindo na cara dela, o cuspe quente escorrendo enquanto ele ria: "Uma santa virando vadia."
Ele a jogou no chão. "Agora teu cu, sua safada," disse, enfiando o pau no ânus dela com força. "Grita, sua cadela, mostra que é uma puta!" ordenou, batendo na cara dela enquanto socava. "Pede pra eu gozar na tua cara, sua vadia," mandou, e ela, quebrada, sussurrou: "Goza na minha cara, tio." Ele saiu do cu e gozou, jatos quentes acertando os lábios, o nariz, os olhos dela. "Toma, sua puta imunda," disse, esfregando o pau melado na cara dela enquanto ela tremia, o prazer e a culpa se misturando.
"Chupa agora, sua vagabunda," ordenou, forçando o pau sujo na boca dela. "Limpa minha porra, sua cadela," disse, batendo na cara dela enquanto ela chupava, o gosto amargo enchendo-a. "Você é uma puta safada, vai querer isso pra sempre," profetizou, saindo enquanto ela ficava ali, a cara melada de porra, a mente girando.
O terceiro abuso foi num sábado à noite, no depósito da casa dela. Ele a jogou contra umas caixas. "Você é uma puta nojenta," disse, rasgando a calcinha e enfiando o pau no cu. "Cala a boca, vadia," mandou, cuspindo na cara dela enquanto socava, batendo na cara dela até arder. "Pede pra eu gozar no teu cu, sua imunda," ordenou, e ela murmurou: "Goza no meu cu, tio." Ele gozou no reto dela, rindo: "Chupa agora, sua cadela," forçando o pau melado na boca dela. "Limpa meu pau, sua vagabunda," disse, batendo na cara dela enquanto ela chupava, a humilhação virando um eco na mente.
O quarto abuso foi atrás do púlpito da igreja, após um culto de jovens. "Chupa meu pau, sua cadela," ordenou, enfiando na boca dela enquanto ela engasgava. "Você é uma puta safada, chupando no meio da igreja," disse, cuspindo na cara dela enquanto socava a garganta. "Agora teu cu, sua nojenta," disse, virando-a e fodendo o ânus com força. "Pede pra eu gozar no teu cu, vadia," mandou, e ela disse: "Goza no meu cu, tio." Ele gozou no reto, forçando-a a chupar o pau melado depois. "Chupa teu cu, sua imunda," ordenou, batendo na cara dela tanto ela obedecia, o vício nascendo na humilhação.
Samuel fugiu da cidade depois, mas o estrago psicológico ficou. Aos 19 anos, Ana Paula carregava culpa, vergonha e um prazer torto que Samuel gravara nela com tapas, cuspes e abusos. Sozinha, ela se trancava no banheiro, enfiando objetos no cu — cabo de escova, cenoura, frasco —, socando enquanto imaginava ele humilhando-a, o vício virando um escape. Casada com Jonas aos 25 anos, ela guardou isso em segredo, fodendo o cu com objetos enquanto ele dormia, até Antônio, no Capítulo 1, transformar a vítima em rainha do sexo anal brutal.