Fazia pouco tempo para eu passar uma grande temporada na Europa. Eu ia ficar na casa da minha mãe, na Espanha, e eu ia morar por lá algum tempo para estudar em Madrid. Eu já costumava passar as férias por lá. Era o nosso momento de nos reconectar, já que ela e meu pai se separaram quando eu ainda pequeno.
Meu pai sempre fez questão de criar um ambiente seguro pra mim aqui no Brasil, mas, durante minha adolescência, ele começou a demonstrar certa resistência sobre essa grande viagem que eu faria. Eu não entendia direito o porquê, mas agora... Agora faz sentido.
Eu tinha acabado de completar dezoito anos quando meu pai me chamou para conversar. A gente nunca teve um relacionamento exatamente próximo, mas também não era distante. Ele sempre foi muito prático, objetivo. E naquela tarde, o tom dele era diferente. Parecia um homem prestes a revelar algo que carregava como um peso insuportável.
— Filho, senta aqui – ele disse, apontando para o sofá.
Eu sentei, já com aquele pressentimento de que vinha coisa séria. Ele passou a mão nos cabelos, hesitando por um momento antes de continuar.
— Tem algo que você precisa saber sobre sua mãe. Eu esperei até agora porque achava que não era o momento certo antes, mas você já é adulto. Preciso ser honesto com você.
— O que foi? – perguntei, com curiosidade e medo. Eu realmente não fazia ideia do que ele estava prestes a dizer.
— Sua mãe... Bem, ela é uma mulher muito diferente do que você pode imaginar. Ela tem um estilo de vida que talvez você nunca tenha percebido. Lá na Europa, ela ganha a vida como prostituta.
Aquilo bateu em mim como um soco. Minha respiração travou por um momento, e meu coração disparou. Eu não sabia o que dizer. Fiquei olhando pra ele, tentando processar o que acabara de ouvir.
— Como assim? – perguntei, quase sem voz.
— Sim, filho. Ela trabalha com isso há muitos anos. E tem mais... Existem vídeos dela na internet. Ela usa um pseudônimo, claro, mas... é ela.
Eu me levantei do sofá sem pensar, andando de um lado para o outro. Minha mente estava uma bagunça. Eu nunca, nem por um segundo, imaginei algo assim. Pra mim, minha mãe era aquela mulher carinhosa que me recebia com abraços calorosos quando eu chegava na Espanha. Como ela podia ter escondido algo tão grande?
— Por que você nunca me contou antes? – perguntei, com um tom de voz mais alto do que pretendia.
— Porque eu não queria que isso interferisse na relação de vocês. E também porque não sabia como você ia reagir. Mas achei que devia saber agora. Você tem o direito de decidir o que fazer com essa informação, já que vai ficar bastante tempo lá.
Minha vontade era de pegar o primeiro avião e ir até ela para perguntar tudo, cara a cara. Mas ao mesmo tempo, eu me sentia traído, como se toda a minha vida tivesse sido uma mentira. Por que ela nunca me contou? Por que me fez acreditar que levava uma vida normal?
Passei dias tentando organizar meus pensamentos antes de finalmente confrontá-la. Quando liguei para minha mãe, minha voz tremia. Eu mal conseguia formular as frases.
— Mãe, eu preciso falar com você sobre algo. O pai me contou... sobre sua vida na Europa.
Houve um silêncio do outro lado da linha. Então, ela suspirou.
— Yo Sabía que este día llegaría– disse ela, com a voz calma, em um português carregado de sotaque espanhol. — Hijo, hablemos. Ven aquí. Te lo explico todo. Te lo ruego.
E foi isso que fiz. Peguei minhas coisas e embarquei no voo mais próximo. Eu sabia que nada seria igual depois daquela conversa, mas também sabia que precisava ouvir a verdade dela, diretamente de seus lábios.
Por outo lado, a voz dela me acalmava, e eu sempre senti muito a falta dela. Eu estava animado para passar aquele tempo com ela também. Sempre quando eu ia lá, ela me mimava muito.
Chegando na Espanha, ela me recebeu no aeroporto como sempre fazia: com aquele sorriso grande e um abraço apertado. Apesar do que meu pai tinha me contado, por um instante, tudo parecia normal. Ela falava comigo naquele português misturado com espanhol que me fazia rir, e eu não conseguia evitar o carinho que sentia por ela.
— Mi hijo, que saudade! – ela disse, me abraçando de novo. — Vamos pra casa, fiz tuas comidas favoritas.
Eu entrei no carro e, durante o trajeto, ela tentou me distrair falando sobre coisas triviais: o clima, as novidades da cidade, um filme que ela tinha assistido. Mas eu sabia que ela estava apenas ganhando tempo. A conversa que precisávamos ter era inevitável.
Quando chegamos em casa, a atmosfera mudou. Depois do jantar, ela me chamou para sentar na sala. Seu rosto estava sério, mas não havia vergonha. Apenas uma calma que me desarmava.
— Hijo, quiero que entiendas algo. – Ela começou, segurando minha mão. — Mi vida nunca ha sido fácil y las decisiones que tomé fueron para sobrevivir. Yo sei que não és o que tu esperavas, mas eu não me arrepiendo de nada. Siempre fiz tudo piensando no teu bien, e siempre mandei dinero para tu papa.
Eu não tinha ideia que ela mandava dinheiro para meu pai. Agora fazia sentido as coisas que eu tinha. Muitas vezes, eu me perguntei como ele conseguia bancar alguns luxos, considerando que sempre teve um emprego modesto. Descobrir isso era como montar as últimas peças de um quebra-cabeça que eu nem sabia que estava montando.
Eu não sabia o que dizer. Olhava para ela, tentando enxergar a mulher que meu pai tinha descrito, mas tudo que eu via era minha mãe. Aquela que me ligava todos os dias de aniversário, que me mandava presentes no Natal, que fazia questão de me encher de amor sempre que podia.
— Tu me odeias agora? – ela perguntou, com a voz levemente trêmula.
— Não, mama – respondi, sincero. — Nunca. Só me conte sua vida. Eu quero saber sobre você. Não quero mais segredos.
Ela assentiu, respeitando meu espaço. Ela respirou fundo e começou a contar:
— Quería ser actriz, sabias? Siempre adorei las câmeras, lo palco, pero as cosas no foram tão fáciles assim. Trabajei em bares, limpei casas, mas tudo era tão apertado... Me prostituí en una casa de Madrid. Foi quando yo conheci uma persona que me hablou sobre o trabajo em filmes adultos. No foi una decision fácil, pero eu estaba sozinha e necesitaba sobrevivir.
Eu ouvia atentamente, absorvendo cada palavra. Ela continuou:
— Al principio, era un terror, mas también empoderador. Yo tinha controle sobre mi corpo e mi vida. Ganei dinero suficiente para me sustentar e, mais importante, ayudar vocês no Brasil. A pornografia, para mi, foi uma porta de escape. Eras uma escolha. Mas yo sabia que um dia teria que lidar com as consequências.
Minha mãe olhava para mim, tentando medir minha reação.
— Yo nunca quis que tu visse isto como algo vergonhoso. Eu sou una profissional. Mas sei que é difícil de entender. Mi gusta mucho mi trabajo.
Eu sorri para ela, tentando aliviar a tensão.
— Não vou mentir, é estranho saber disso agora, mas eu também sinto orgulho de você. Você enfrentou o mundo de frente, fez escolhas que muitas pessoas não teriam coragem.
Ela parecia aliviada, mas ainda hesitante.
— Siempre temi o que tu pensarias de mim, o julgamento... Pero, ao mesmo tiempo, nunca me arrependi. Coneci personas bonas nesse meio, mas também vi mucha cosas ruins.
Eu estava curioso.
— Que tipo de coisa ruim, mãe?
Ela suspirou, cruzando os braços.
—. Vi muichas meninas se perderem. Tive suerte porque sempre sabia o que queria.
Minha admiração por ela crescia a cada palavra.
— Você é forte, mamá. Realmente, eu não fazia ideia de tudo isso.
Ela me puxou para um abraço apertado.
— Gracias, hijo mío. No sabes cómo esto alivia mi corazón. Sempre quis te contar, mas nunca soube como ou quando.
Depois de alguns minutos de silêncio, ela começou a falar mais sobre as coisas boas que conquistou na Europa. Como conseguiu comprar a casa onde morava, as viagens que fez, e como se sentia feliz ao ver as fotos que eu mandava para ela, crescendo no Brasil.
Eu percebia que, apesar de tudo, minha mãe era orgulhosa da sua trajetória. Ela não deixava as experiências negativas apagarem suas conquistas. E agora, sabendo de tudo, eu também me sentia orgulhoso.
— Siempre has sido mi mayor motivación. Todo trabajo que fiz, todas noches trabajadas eras por ti. Yo querias que tu tivesses oportunidades que jo não tibe em España.
Era difícil não me emocionar com suas palavras. Ela riu, enxugando uma lágrima.
— Agora, quiero que você aproveites sua estadia aqui. Vamos fazer passeios, comer comidas boas, e tu vai conhecer as coisas que mais amo neste país.
Por mais que houvesse desafios em aceitar tudo o que ela havia me contado, eu sabia que o amor e a conexão que compartilhávamos eram mais fortes do que qualquer julgamento ou preconceito.
Depois de alguns minutos de silêncio, ela começou a falar mais sobre as coisas boas que conquistou na Europa. Como conseguiu comprar a casa onde morava, as viagens que fez, e como se sentia feliz ao ver as fotos que eu mandava para ela, crescendo no Brasil.
Então, ela me surpreendeu com mais uma confissão:
— Seu papá... Ele foi um cliente mio. Quando nos conhecemos, eu já estaba me prostituindo fazia algun tiempo. Ele era diferente dos otros, sabes? Gentil, atencioso. Foi fácil me enamorar por ele. E, para minha surpresa, ele também se enamorou por mim.
Eu fiquei em silêncio, processando o que ela acabara de dizer. Ela continuou:
— Passamos bastante tempo juntos, e quando descobri que estava grávida de você, ele ficou muito feliz. Pero sabíamos que não seria fácil manter nossa relação. Ele tinha sua vida no Brasil, e eu não podia simplesmente largar tudo aqui. Então, decidimos que você ficaria com ele. Achávamos que seria o melhor para você.
Por um lado, entendia a situação deles. Por outro, era difícil imaginar como teria sido minha vida se as coisas tivessem sido diferentes.
— Nunca foi uma decision fácil, hijo mio. Eu chorava toda vez que você ia embora depois das visitas. Mas eu sabia que seu pai era um bom homem e que você estaria bem cuidado com ele. E, apesar de tudo, eu siempre mandei o que podia para ayudar vocês.
Eu coloquei a mão no ombro dela, tentando confortá-la.
—Você sempre esteve presente, mesmo de longe, mamá.
Ela sorriu, visivelmente emocionada.
— Gracias. Tu não sabes como isso significa para mim.
Se abraçamos e fomos comer em um restaurante que ela adorava e passamos uma tarde agradável. Ela era uma mulher deslumbrante, impossível de não notar em qualquer lugar que estivesse. Seus cabelos ruivos intensos caíam em ondas brilhantes sobre os ombros, parecendo capturar a luz de forma hipnotizante. Os olhos verdes eram profundos e expressivos. A pele era clara, quase translúcida, com sardas delicadas que lhe davam um charme ainda mais único.
Seu corpo era escultural, com curvas perfeitamente delineadas. Os ombros eram elegantes, e os braços tonificados sugeriam que ela cuidava bem de si mesma. A cintura fina contrastava com os quadris bem desenhados, criando uma harmonia que chamava atenção, mesmo quando ela estava vestida de forma casual.
As pernas longas e torneadas davam a impressão de que ela tinha sido feita para chamar a atenção dos outros, seja em um vestido ou em uma calça jeans simples. Seus lábios carnudos, sempre bem hidratados, formavam sorrisos que iluminavam o ambiente e faziam qualquer um se sentir especial.
Ela tinha uma elegância inata, mas ao mesmo tempo, havia algo de descontraído e acessível nela, como se a sofisticação e a simplicidade coexistissem de forma perfeita.
Pela noite, durante uma conversa mais leve, acabei confessando algo que estava guardado dentro de mim:
— Sabe, mãe, eu gosto muito de pornografia. Eu adoro assistir.
Ela me olhou surpresa, mas não julgou.
— Hijo?
Eu balancei a cabeça, confirmando.
— Sabe, mamá. Eu adoro me masturbar para atrizes, acho que seria hipocrisia minha pensar mal de você. Desculpa a franqueza.
— Gracias, hijo. Pero, o que gostaria de hablar me? Por qué me dices esto?
— Nada, mamá. É que você é tão linda. — disse eu, sentindo meu rosto esquentar. — Você se importaria de eu vesse você com essa persona que você trabalha. Estou curioso.
Ela ficou em silêncio por alguns instantes, como se estivesse processando minhas palavras. Seus olhos verdes me analisavam, tentando decifrar se o que eu dizia era uma pergunta inocente ou algo mais profundo.
— Hijo, quieres verme desnuda? — ela perguntou, sua voz misturando surpresa e uma ponta de hesitação.
Eu não sabia bem como responder. Parte de mim sentia vergonha por sequer perguntar, mas outra parte queria entender completamente o mundo dela, mesmo os aspectos que poderiam parecer tabu ou desconfortáveis.
— Eu sei que é estranho, mãe, eu quero muto. Mas é só... curiosidade
Ela suspirou, olhando para as mãos cruzadas no colo. Depois, seus olhos encontraram os meus novamente. Ela cruzou as pernas de maneira quase instintiva, ajustando a postura e respondendo com sinceridade:
— Porque es algo que no puedo ignorar. Você é um hombre agora, não mais un niño, e algumas cosas que você diz... bueno, me fazem pensar. Te siente sexualmente atraído por mí, hijo? Puedes ser honesto con tu mamá.
Naquele instante, o silêncio tomou conta do ambiente. Decidi quebrá-lo com algo que estava na minha mente havia muito tempo:
— Eu não sei como explicar... A saudade que eu sinto por você me vem com um sentimento sexual, eu confesso para você.
Ela arregalou os olhos por um momento, claramente pega de surpresa. Depois de alguns segundos, perguntou com cuidado:
— Te siente sexualmente atraído por tu mamá, hijo?
Eu respirei fundo, tentando encontrar as palavras certas.
—Sim, muito. E com a admiração que eu tenho por você. Deixa minha vontade ainda maior.
Ela suspirou profundamente, levando a mão ao rosto. O ambiente parecia carregar uma tensão que antes não existia, enquanto ela processava o que eu havia acabado de dizer. Finalmente, olhou para mim e disse:
— Yo no sei onde isso nos leva, pero gracias por ser honesto conmigo. Hablemos más de esto, con calma..
Eu balancei a cabeça, sentindo um misto de alívio e apreensão. Sabia que aquela conversa mudaria tudo entre nós, de uma forma ou de outra. Eu respirei fundo, tentando encontrar as palavras certas.
— Eu sei, mamá. Eu sei que o que eu sinto não é normal, que as pessoas veriam isso como algo errado. Mas eu não consigo evitar. Eu nunca me senti assim por ninguém.
Ela cruzou os braços, desviando o olhar por um momento antes de voltar a me encarar.
— Siempre he querido que te sientas amado y seguro conmigo, pero esto... esto es otra cosa.
Eu percebia o conflito nos olhos dela, a mistura de surpresa, carinho e hesitação.
— Sinto tanta saudade de você, mamá. Sinto que quando estou com você quero abraçar para nunca mais soltar. Mamá, a saudade que sinto de você é tanta... Eu não sei como explicar. Eu fico pensando que, se pudesse, eu entraria em você e nunca mais sairia.
Ela suspirou, mexendo nos cabelos ruivos, um gesto que sempre fazia quando estava nervosa ou pensativa.
— Hijo, lo que estás diciendo es... muy fuerte. Nunca quis que tu sentisses esta carência, essa falta de mi que agora se convierte en algo tan... intenso. Yo me siento culpada por ter estado tan ausente, por não ter sido la madre que tu precisavas quando era mais jovem. Talvez, se yo tibesse estado más presente, no sentirías esta confusión, este desejo.
Ela me olhou nos olhos, buscando algo que talvez nem ela soubesse definir. O silêncio entre nós era pesado, mas cheio de significados não ditos, como se estivéssemos à beira de algo que poderia mudar nossas vidas para sempre.
— Eu sei que é errado pensar assim, mas eu não consigo evitar.
— No quiero que lleves esto como una carga, mi amor. No es tu culpa que te sientas como te sientes.
Ela suspirou profundamente, visivelmente tomada por uma onda de pensamentos e emoções conflitantes. Eu, por outro lado, decidi ser honesto, deixando sair as palavras que rondavam minha mente há algum tempo.
— E se... consumássemos uma relação de incesto, mamá? — perguntei, tentando medir sua reação. — Quero transar com você.
O silêncio que se seguiu foi esmagador. Ela me olhou, seus olhos brilhando de surpresa. Sua boca abriu levemente, mas nenhuma palavra saiu imediatamente. Eu podia ver que ela lutava para organizar os pensamentos, e não a pressionei.
Finalmente, ela quebrou o silêncio.
— Hijo mio... — começou, a voz embargada. — Sabes lo que estás diciendo? No sé qué hacer con todo esto. No sé cómo lidiar con esto.
Ela abaixou a cabeça, apertando as mãos no colo. Ficou assim por alguns momentos, enquanto eu aguardava ansioso por sua resposta.
— Meu coração dói por toda a distância, por tudo que você sofreu, e agora você me fala essas coisas que mexem tanto comigo... Eu fico imaginando todas essas coisas com você, querendo compensar minha falta de você. Fico imaginando-me pelado, metendo tudo dentro de você.
Eu não sabia como reagir. Parte de mim não acreditava no que estava acontecendo, enquanto outra parte parecia tomada por uma sensação estranha de excitação.
— No quiero que pienses que estoy usando esto para preencher lacunas, para compensar o que não fiz antes. Pero la verdad é que tu és o ser mais importante da mi vida, e si isto... si este paso es lo que nos une de una manera que nada más puede,, então... — ela engoliu em seco, visivelmente nervosa.
A intensidade do momento era esmagadora. Havia tanto peso em suas palavras, tanta hesitação misturada com uma entrega relutante, que minha respiração parecia travar.
Eu assenti lentamente, sentindo meu coração disparar como nunca antes. Havia algo de profundamente avassalador na forma como ela se abriu para mim, como admitiu algo que parecia impossível de dizer em voz alta.
Ela estendeu a mão, segurando a minha, e seus olhos, ainda marejados, agora tinham uma determinação que me arrepiou. A tensão no ar era quase palpável, e tudo parecia suspenso no tempo enquanto processávamos juntos o que acabara de acontecer.
— Hijo mio, si esto es lo que necesitas para encontrar la paz, para preencher este vazio que sientes quando mira-me, então yo farei. Pero preciso que entiendas algo. Mi ausencia nunca fue por falta de amor...
Eu assenti lentamente, sentindo o peso de cada palavra.
— Você aceita, mamá?
Ela abaixou a cabeça, apertando as mãos no colo. Ficou assim por alguns momentos, enquanto eu aguardava ansioso por sua resposta.
Eu segurei sua mão, sentindo a intensidade do momento.
—Acepto si. Yo corresponderé lo que sientes.
Eu não sabia o que dizer. Sua confissão, sua honestidade, me desarmaram completamente. Apenas a puxei para perto e a abracei com força. Ficamos assim por um tempo, ouvindo a respiração um do outro, sentindo a conexão que nos unia de uma forma que nenhum dos dois conseguia explicar completamente.
Ela desencostou a cabeça do meu ombro em direção a meu rosto e eu a beijei. Enquanto fazia isso coloquei minhas mãos nas suas tetas, depois apalpei sua bunda, abaixando minhas calças, encostando meu pênis na barriga dela. Foi tudo muito rápido.
Eu tirei a camisa dela e seu sutiã com muita velocidade, e comecei imediatamente mamar as aréolas rosadas de seus peitos siliconados. Me sentia voltando ao princípio da minha vida. Me reconectando a uma mãe que com tanto tempo sentia saudades infinitas. Me sentia que estava sendo amamentado realmente. E por falar em amamentar, ela levanta voz para mim e diz:
—Acuéstate en la cama, hijo. Te mostraré lo que puedo hacer por ti.
Ela então, olhando meus olhos, lacrimejando um pouco, de forma que sua maquiagem já estava bem borrada, ela começa a fazer sexo oral em mim, e não parava de sussurrar palavras para mim como: “Te amo tanto, hijo. Te quiero tanto, mi amor.” A sensação foi inigualável.
Ela subia e descia a cabeça de uma maneira que nunca experimentei antes. Rapidamente meu caralho já estava todo ensopado com a saliva dela, e ela não parava de me olhar, me hipnotizando com seus olhos verdes.
Suas tetas eram bem grandes, e ela repentinamente começou a me masturbar com eles. A famosa “espanhola” aqui no Brasil, só que curiosamente na Espanha isso se chama “cubana”.
—Eres tan dotado como tu padre. Creo que es más grande.
Quando ela disse isso, meu pau parecia que ia ficar mais duro ainda que até me deu um ímpeto selvagem de ir imediatamente em direção ao lugar onde eu nasci e devorar. Cai com a boca dentro dela. Sua vagina era rosadinha e depilada. Ela realmente era uma atriz pornô. Sem dúvidas.
Eu não sei se você que está lendo esse texto já viu vídeos da minha mãe (e nem adianta, que não direi o nome artístico dela), mas se já viu deverá entender o quão especial na cama ela é.
Enfiei o pau dentro dela, e parecia que meu pau estava penetrando penas aveludadas de tanto que aquele colo era confortável para uma pica. Agora sim eu estava conhecendo de verdade ela e em todas as partes. Via aqueles peitos balançando na minha frente enquanto eu a comia e pensava ter viajado para o céu transar com um anjo.
Comi ela de quatro, de papai e mãe, de ladinho, de cavalgada, ela engoliu minha porra. Eu a comi aquele quase o dia todo e de várias posições. A melhor parte foi quando ela fez sexo anal, e até hoje eu sempre peço para comer ela pelo reto.
No quarto, na sala, na piscina, no carro dela, no motel. Parecia que ela estava me compensando a ausência dela, e eu estava amando essa situação. Ela era a pessoa que mais me importava e era maravilhoso passar o tempo com ela.
Eu comecei a fazer faculdade por lá, e eu tinha uma vida quase que de namorado com ela, com ela me paparicando demais o tempo todo. Ela continuava com seu trabalho visitando e recebendo clientes, e estranhamente ajambramos essa situação atípica de uma forma que inesperadamente deu certo.
O sexo era nossa forma de passar o tempo juntos. Continuo no próximo capitulo a contar sobre a rotina sexual com minha própria mãe na Espanha.