Batendo punheta junto com a irmã.

Um conto erótico de Arty Vandelay
Categoria: Heterossexual
Contém 1195 palavras
Data: 27/02/2025 14:50:40

Me chamo Arthur, e minha irmã Ana, tivemos uma criação bem restrita e amadurecemos bem mais velho que o normal, eu acabei aprendendo sobre sexualidade na internet, mas minha irmã nunca foi muito atrás disso.

Um final de semana, meus pais viajaram e nos deixaram sozinhos em casa. Como era muito raro disso acontecer, decidi aproveitar a situação e ver um filme pornô completo, era raro eu ter tanta privacidade assim, e os hormônios só me faziam pensar nessas coisas.

Passei a tarde procurando um filme que me interessasse, e só de pensar já me deixava muito excitado, mas estava me controlando para aproveitar de noite.

Porém quando a noite foi chegando, um problema surgiu, minha irmã decidiu ficar pelo meu quarto, ela tinha chegado mais cedo pra conversar, e acabou ficando por la. Normalmente teria deixado pra fazer outra hora, mas o tesão estava muito alto, então cometi meu primeiro erro, pedi para ela sair do quarto.

“Por que você quer que eu saia?”

“Quero ver um filme, e você é muito nova para ver”

“Que história é essa? A gente tem quase a mesma idade Arthur”

Realmente a gente tinha, estava tentando pensar em uma desculpa, quando os olhos delas brilharam

“Hmmm. Você vai ver aquele tipo de filme?” – ela perguntou de forma super curiosa

“Você sabe dessas coisas?” – perguntei curioso sobre o quanto ela sabia desse mundo.

“Minhas amigas comentam, mas nunca vi, você já?”

“Nunca um filme, só vídeo rápido, essa é uma boa chance, por isso, se me der licença” – respondi já fazendo um gesto para ela sair do quarto.

“Ah! Eu quero ver também, posso?” – Ela me perguntou de uma maneira super sincera

Minha primeira reação era falar não, mas talvez pelo tesão, não achei tão bizarra. Mas aí me veio o problema principal.

“Você sabe que nesse tipo de filme, quem assiste quer fazer certas coisas né?”

Ela me olhou pensando um pouco, e foi ficando vermelha.

“Nooossa, minhas amigas falaram disso ” a voz dela foi baixando “nunca fiz, tem que fazer mesmo?” ela terminou falando super baixo, meio envergonhada.

“Acho que não, acho que depende da pessoa, mas eu vou querer fazer”

“Posso ficar só vendo? Não me incomodo se você fizer”

Por algum motivo pensar na minha irmã me vendo bater punheta me deixou mais excitado. E acabei topando.

A gente pegou monte de almofada pra ficar confortável na cama, e ficamos sentados um pouco a parte, no quarto tinha um ar de um pouco de vergonha, mas excitação. Ambos estávamos empolgados. Eu decidi trocar pra um short mais folgado e já sem cueca pra facilitar, minha irmã ainda estava com seu short curto e uma camiseta que mostrava bastante o decote até, algo que eu estava cada vez mais reparando.

Assim que entrei no quarto depois de trocar o short, minha irmã olhou pra mim e olhou pra baixo.

“Ele já ta...” ela fez o indicador dela se levantar, simulando um pau duro.

“Sim, e nem começou o filme”

Ela ficou olhando pro meu short sem responder

“Calma que você vai ver ele daqui a pouco” Apesar de ser esse o plano, ainda parecia esquisito.

“ahh, porque não mostra logo, não é mais confortável?”

“calma” respondi, apesar do que ela falou fazer sentido.

O filme começou, e era um bem ameno, pelo menos não ia assustar minha irmã, era sobre uma massagista que lentamente ia passando dos limites com o cliente dela ao longo de várias sessões.

No momento que a atriz removeu a roupa dela, meu tesão estava muito alto, sabia que aquele era o momento. Me levantei pra puxar os shorts pra baixo, e pude perceber que minha irmã estava com o olhar vidrado em mim.

Me sentei de novo na cama, com o pau 100% ereto, e minha irmã veio pra perto levando o rosto um pouco mais próximo pra ver melhor.

Ver minha irmã olhando pro meu pau assim, me enchei de vergonha, mas logo veio o tesão gigante, que abafou completamente qualquer estranheza que eu poderia sentir.

“É bonito” ela falou totalmente distraída, como se tivesse pensando em voz alta

“Obrigado” respondi sem jeito

Comecei então a me punhetar, bem devagar.

“Não machuca?” ela perguntou me vendo operar ele

“não, na verdade é uma sensação maravilhosa”.

Percebi que ela não desgrudava o olho do meu pau, e que eu também não estava olhando mais pro filme. Acredito que ela reparou também, porque ela disse.

“você não precisa olhar pro filme pra poder fazer?”

“pelo visto não” respondi meio nervoso, o tesão estava me fazer perder o controle

“Se eu tirar, ia te ajudar?” ela fez um gesto de tirar a camisa dela

“Nossa, ia muito” apesar da bizarrice, já não estava pensando claro, e me deixando o tesão guiar.

Minha irmã então tirou a camisa, ela estava sem sutiã e seus peitos pularam pra fora, eles não eram muito grandes, então ficavam bem levantados, inchados, e pude ver que estavam com os mamilos super duros.

“O da atriz são melhores não?” ela perguntou

“Claro que não, to com vontade de apertar os seus”

“Melhor não...” ela falou meio com vergonha, e meio que cobrindo um pouco

Decidi não tentar fazer nada mais do que olhar, pra deixar ela mais confortável.

Ela então deixou eles mais a mostra e chegou mais perto.

“Sai leite mesmo?” ela perguntou apontando pro meu pau.

“Sim, mas mais gosmento” falei enquanto acelerava a punheta, sentia que estava quase gozando

“Quero ver, falta muito?” ela perguntou, fazendo uma cara de quem estava muito excitada

Percebi que ela estava respirando mais acelerado, e eu também, eu já estava quase no meu limite.

“Ana, acho que já vou gozar” falei sentido que já não podia segurar mais

Ela então colocou a mão na frente do meu pau como se fosse pra pegar o gozo no ar.

“Goza vai, quero ver”

Nisso que ela falou deixei a pressão fluir, gozei forte, a maior parte foi na mao dela,

Mas um jato foi direto no peito dela. Enquanto meu pau ainda estremecia entre as gozadas, me deixei cair de lado na cama com minha cabeça virado pra ela.

“Nossa, essa foi uma das melhores punhetas”

“Eu vi, pareceu que você tava no céu” ela falou enquanto olhava pra mão cheio de porra.

Ela ficou olhando, cheirou e colocou a língua.

“É verdade que as meninas bebem isso?” ela perguntou fazendo cara de nojo

“Sim, nem todas, mas algumas gostam”

Ela então olhou pra mim, e começou a lamber a mão, lambeu toda a porra olhando pra mim.

“Não é tão ruim, é quentinho”

“Isso que você fez me deu mais tesão que o filme”

“Sério?” ela falou abrindo um sorriso “mas ainda tem mais filme né, você vai bater denovo?”

“Vou sim, mas preciso de um tempo, e você como ta?”

Ela estava bem vermelha, ela pareceu pensar bastante na resposta

“Sabe, acho que quero sentir isso também...” ela falou com a voz baixa, sem olhar pra mim direito

“Bom posso te ajudar se quiser”

A ideia de ajudar minha irmã a se masturbar me encheu de tesão. Mas o resto da história terá que ficar para um próximo conto.

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Comentários

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Excelente conto. Parabéns. Aguardando continuação!

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